Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas celebra 90 anos

 A temporada 2019 marcará a celebração dos 90 anos da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas.  As equipes de direção e produção estão a todo vapor na preparação da temporada comemorativa. A abertura da temporada será em março, com o maestro titular Victor Hugo Toro, com uma série de concertos especiais em comemoração aos 90 anos.

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Principal estrutura cultural de todo o interior paulista, uma das maiores instituições culturais do Brasil e maior referente artístico da terra de Carlos Gomes, ela foi criada em 1929 quando um grupo de preclaros cidadãos (muitos deles agora homenageados em ruas da cidade) decidiram que Campinas merecia ter uma orquestra de alto nível, criando a “Sociedade Symphonica Campineira”, agrupamento que é a origem da nossa atual orquestra. As equipes de direção e produção estão a todo vapor na preparação da temporada comemorativa.

Uma característica marcante da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas é sua diversidade e heterogeneidade musicais, apresentando em seu repertório obras populares e eruditas, executadas sempre com alta qualidade artística  técnica.

Atualmente tem como diretor artístico e regente titular o maestro Victor Hugo Toro.

“Eu quero fazer aqui um chamado às empresas e indústrias da região a se envolverem com o projeto da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, como uma mostra de firme responsabilidade social, dando exemplo de uma região civilizada, onde as coisas são bem-feitas, com orgulho cultural e autoestima alta. As empresas têm a possibilidade, direi mais, a responsabilidade, de colaborar com a Sinfônica e seu valor simbólico na região. Tenho certeza absoluta que o patrocínio empresarial a projetos e instituições culturais como a Orquestra Sinfônica é um caminho atrativo para o investimento privado. As atividades culturais são estratégicas e geram trabalho, emprego e renda, além de promover a inclusão social de jovens, crianças, adultos e idosos. Apoiar ações culturais como a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas não é apenas uma ótima oportunidade para que empresas e indústrias reduzam valores de tributos e impostos nas esferas municipal, estadual e federal. A participação em projetos culturais e de promoção social, num mercado que só cresce a cada dia, é também uma forma de valorizar e diferenciar a imagem institucional perante a sociedade. Contamos com vocês!”, diz o maestro Victor Hugo Toro.

 

Seja você também um parceiro da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas.

Nosso contato através do e-mail: contato@osmc.com.br ou pelo telefone 19 3705-8042

 

Exposição: EGAS80: Oito Décadas de Arte e Vida Intensas, entrada gratuita

Egas Francisco Sampaio de Souza nasce em São Paulo, em 1938. O filho da artista plástica baiana Maria de Lourdes Muniz Sampaio de Souza muda-se para Campinas aos 7 anos e ambos se adotam: a Cidade a ele e ele a Cidade. 

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Egas apresenta sua arte em importantes locais de Stuttgart, Milão, Frankfurt e Amsterdã, tem obras em importantes coleções particulares da Europa, das Américas e em acervos de museus e pinacotecas ao redor do mundo. Participa de inúmeras exposições – individuais e coletivas – no País e fora daqui. 

O nível de produtividade de Egas sempre foi tão alto como sua capacidade de interpretar de forma imagética. Quando ele pinta um rosto, traz junto aos traços a alma e a personalidade da pessoa. E ama a luz solar, que busca todos os dias nos primeiros momentos da aurora, pois precisa dela para produzir intempestivamente.

Um dos artistas contemporâneos mais respeitados entra em seu octogésimo ano e presenteia a região com a abertura de seu atelier-casa em 15 de dezembro, sábado, a partir das 13 horas. E mostra todo o seu acervo. São obras antigas (muitas não estão à venda) e muitas inéditas criadas especialmente para este evento que abre as comemorações de oito décadas de paixão pela arte e pela vida. 

"Egas Francisco é um desafio, de grande criatividade, técnica surpreendente, de uma densidade humana, um subjetivista", diz o escritor Regis de Moraes. Alguém um dia lhe pergunta: ‘Você vive de Arte, Egas?’ e o artista responde: ‘Não, a arte vive de mim’, e determina: ‘A arte não significa, a arte é’.

“A ideia principal deste evento de abertura é possibilitar que todos possam ter uma obra de Egas: ele produziu aquarelas em formatos menores, assim, estas obras têm preço acessível. É um momento de a Cidade valorizar este talento incomparável”, diz a produtora artística e curadora Ligia Testa. E complementa: ‘trabalhar em meio às obras e ao pensamento dele nos tem levado a outros patamares do conhecimento, da interpretação. A equipe toda se embebeda deste mar de cores vulcânicas’.

O projeto que inicia neste sábado, dia 15 de dezembro - EGAS80 - pretende estender-se mostrando mais um pouco do genial Egas Francisco, durante 2019, para várias capitais do País e do exterior. 

AGENDE-SE
Egas80 – Casa Aberta e Obras Acessíveis
Data: 15.dez.2018, sábado, das 13 às 20h
Local: Rua Serra da Mantiqueira, 25, Jardim Proença
Entrada Gratuita

A Oitava Arte | Fotografia, Arte Imprescindível e Exposição das estampas das T-Shirts de Raquel Baracat by Bolsa Pink na Ligia Testa Espaço de Arte, dia 07 de Novembro

A OITAVA ARTE | FOTOGRAFIA, ARTE IMPRESCINDÍVEL

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A história da fotografia, no cenário da arte, vem sendo discutida há séculos, plena de polêmica, opiniões antagônicas e um imenso esforço para a compreensão e a aceitação de sua relevância. Baudelaire, grande poeta francês, declarou-a como ‘o inimigo mais mortífero da arte’, e outros artistas negavam-se a colocar fotografias em exposições junto às telas, aceitando-a, no máximo, como “simples funcionamento de um dispositivo técnico capaz de registrar automaticamente as coisas do mundo, usando a luz”. 

O resto é história e, atualmente, a fotografia aparece como a oitava arte em algumas classificações, a arte da imagem. Também envolve o tempo, a percepção aguçada do olhar experiente do fotógrafo para o instante exato do registro, a consideração de enquadramento, a luz adequada, os reflexos, o posicionamento do artista, às vezes, apenas o momento único, muitas vezes, o somatório de tudo isto. É caso de paixão.

Arthur Blade, Chirstian Lohn, Rachel de Castro, Renato Junque, Sergio Poroger e Vera Orsini, fotógrafos, e Darly Pellegrini, ceramista, são artistas de estéticas muito diversas entre si e tão plenas de personalidade quanto de beleza. Assim, apresentam-nos sete exposições individuais simultâneas, capazes de formar um conjunto único.

O enaltecimento da arte da Fotografia é o mote principal desta exposição que reúne artistas talentosos, 3 de São Paulo e 3 de Campinas. Em quase 1 centena de fotos de estilos personalíssimos, nosso Espaço estará pleno de arte. De formações diversas, os fotógrafos têm em comum a paixão pela fotografia autoral e o conceito adequado de ‘fine art’, a produção de qualidade, com impressões museológicas em papéis importados, feito para durar.

Na ocasião será lançado o livro Cold Hot, de Sergio Poroger. Trata-se de uma viagem visual (e sonora) pela região mais musical dos Estados Unidos. O jornalista e fotógrafo registra, em livro fotográfico, paisagens e localidades que exalam musicalidade, história e emoção. Imagens podem gerar sons, ainda que imaginários. A obra fotográfica mostra a musicalidade dos lugares que o paulistano fotografou nos mais de 3.000 km que percorreu no sul dos Estados Unidos.

Outra questão adequada aos tempos atuais é a aproximação entre Arte e Design, com o último cada dia mais contemplativo. Assim, as artistas Darly, Rachel e Vera, além das esculturas, trazem objetos de design belos e instigantes, que contribuem para modificar a estética do dia a dia.

“Para mim, a produção deste evento unindo a arte da imagem - que se destaca cada vez mais na composição de ambientes exclusivos -, à arte da literatura, com o lançamento do belo ‘Cold Hot’, às esculturas e aos objetos de design contemplativo, foi um desafio apaixonante, desde a escolha dos sete profissionais, cuja imagética tem muita personalidade, até a composição para apresentar todas as obras em um harmonioso conjunto’, informa Ligia Testa, produtora artística da mostra. 

SERVIÇO

Exposição A Oitava Arte | Fotografia, Arte Imprescindível

Vernissage: 07 de novembro de 2018, às 18 horas, quarta-feira  

Visitação: até 18 de dezembro, das 13h30 às 17h30, de segunda a sexta

Local: Arqtus Concept – Ligia Testa Espaço de Arte

Av. Dr Heitor Penteado, 1611, Taquaral, Campinas/SP (em frente à Concha Acústica)

Entrada gratuita

“A FAMÍLIA ADDAMS” O Musical

Nos dias 23 e 24 de outubro, a Bravo Teatro Musical traz para o palco do Teatro Iguatemi Campinas o espetáculo “A Família Addams”.

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Apresentada ao público originalmente na revista The New Yorker, a família foi criada pelo cartunista americano Charles Addams. As histórias, publicadas pela primeira vez em 1938, apresentavam as personagens como uma inversão da família modelo do século XX: um clã rico e aristocrático, com um gosto particular pelo macabro e que não se importa com a opinião dos outros sobre as suas excentricidades.

Com o passar dos anos, as personagens pouco usuais ganharam legiões de fãs e foram levadas a outras mídias, tendo sido adaptadas para séries de TV, filmes hollywoodianos e desenhos, veiculados em todo o mundo.

Em 2010 a estranha família fez sua estreia nos palcos da Broadway, e conquistou com a produção diversas indicações a prêmios importantes do teatro musical, tendo inclusive vencido em algumas categorias. Desde então, o musical teve montagens na Austrália, Argentina, Japão, México, Espanha, Holanda, Inglaterra entre outros. O espetáculo apresenta músicas e letras de autoria de Andrew Lippa e texto de Marshall Brickman e Rick Elice, e traz para os palcos uma jovem Wandinha Addams, apaixonada por Lucas, um típico rapaz do interior, de gostos simples e pais tradicionais. Os hilários problemas começam quando o casal, decidido a oficializar a sua união, resolve reunir as duas famílias em um grande jantar na mansão dos Addams para anunciar a novidade. Os acontecimentos que se seguem garantem ao público muitas risadas e fortes emoções, sempre à luz do luar.

O espetáculo, cantado ao vivo, conta com um elenco de 33 atores-cantores e tem direção de Juliana Hilal, direção musical de Danilo Demori, direção coreográfica de Milena Lopes e preparação vocal de Marília Andreani.

Para a diretora Juliana Hilal, “o musical representa um reencontro com personagens muito queridos e divertidos, que fizeram parte da nossa infância, e que nos mostram que, mesmo diferentes, todos temos angústias e emoções parecidas, que nos identificam como seres humanos.” No caso das personagens trazidas ao palco, o amor se mostra como a força mais poderosa de todas, que guia as ações de todos os envolvidos na trama e os leva ao seu desfecho final.

O diretor musical, Danilo Demori, ressalta que “mergulhar nas sonoridades de um espetáculo como Addams traz mais surpresas que o esperado. Musicalmente, conhecer as raízes familiares de um clã espanhol nos faz viajar por universos incríveis, todos com muito sangue fervente! A música dramática dos Addams é reflexo de sua energia passional, do começo ao fim do espetáculo! E isso tem se refletido na paixão da equipe e do elenco em trazer mais um espetáculo com o nível já consolidado pelas nossas produções.”

Para a diretora coreográfica, Milena Lopes, “participar desse processo criativo me desafiou a pensar sobre minha própria sombra: medos, críticas, julgamentos e emoções que agem negativamente com nossa consciência. Permitir- se ir além dos limites do movimento, canto, palavras e expressões foi o caminho que essa grande família, que se formou nos ensaios, encontrou para comunicar essa linda história dos Addams.”

A montagem, além de agradar e divertir o público, tem também a função de formar novos artistas da região. Nesse sentido, a experiência adquirida durante o processo acaba por preparar uma nova geração de atores para ingressar em futuros espetáculos profissionais.

A equipe de “A Família Addams” foi responsável pelas montagens “Minha Mãe e Meus Pais” (2015) - uma adaptação do musical Mamma Mia!, “Deu a Louca no Convento” (2016) - uma adaptação do musical Mudança de Hábito, “Godspell” (2017) e “A Pequena Loja dos Horrores” (2018).

Os ingressos estão à venda no Espaço Paiol de Arte e Cultura e pela internet, no site www.ticketbrasil.com.br.

 

SERVIÇO

 

SESSÕES:

23/10 - 20h

24/10 - 20h

 

LOCAL:

Teatro Iguatemi Campinas

Av. Iguatemi, 777

 

 

INGRESSOS: R$ 40,00 (antecipado), R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

 

 

PONTOS DE VENDA: Espaço Paiol de Arte e Cultura e www.ticketbrasil.com.br

 

Informações pelo telefone (19) 3395-7007.

 

 

FICHA TÉCNICA

Direção geral: Juliana Hilal

Direção musical: Danilo Demori

Direção coreográfica: Milena Lopes

Preparação vocal: Marilia Andreani

Iluminação: Maristela Mota

Figurinos: Camila Viegas

Sonoplastia: Fabiana Mesquita

Fotografia (estúdio/divulgação): Juliana Hilal

Design gráfico: Leonardo Ferrari (Ânkora Design)

Autoria do musical original: Andrew Lippa (música e letras) e Marshall Brickman e Rick Elice (texto).

Versão Brasileira: Cláudio Botelho

Realização:Bravo Teatro Musical


Orquestra fará a estreia brasileira do concerto para trompete e orquestra N° 2 de Arturo Sandoval com o solista espanhol Ruben Simeó Gijón

 

Nos dias 20 sábado às 20h e 21 domingo às 11h , de outubro, a Orquestra Sinfônica de Campinas apresentará um programa muito especial. Sob a regência do seu diretor artístico e regente titular Victor Hugo Toro, a Orquestra recebe o virtuoso trompetista espanhol Ruben Simeó Gijón, que apresentará, em estreia brasileira, o concerto para trompete e orquestra N° 2 de Arturo Sandoval e uma série de virtuosos e brilhantes arranjos para seu instrumento, tais como o segundo movimento do famoso “Concierto de Aranjuez” de Joaquin Rodrigo, “My Way” (François/Revaux), Carnaval de Venecia (Arban) e “La Virgen de la Macarena” (Kofe). Do maior compositor brasileiro, Heitor Villalobos, a orquestra apresenta também o poema sinfônico ”Uirapurú” e a famosa “Bachianas brasileiras n° 4”.

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 "Uirapuru" é das primeiras obras-primas de Villa-Lobos. A partitura retrata o ambiente da selva brasileira e seus habitantes naturais , os índios , com uma impressionante riqueza de detalhes. O argumento que serviu de base para a composição desse poema sinfônico é de autoria do próprio autor e conta a história de um pássaro (o uirapuru, que na mitologia indígena é considerado o 'deus do amor') que se transforma em um belo índio, disputado pelas índias que o encontram. Um índio ciumento, não suportando aquela adoração, flecha-o mortalmente. Ao retornar à sua condição de pássaro torna-se invisível e dele se ouve apenas o canto que desaparece no silêncio da floresta.

 

Bachianas brasileiras é uma série de nove composições de Heitor Villa-Lobos. Nesse conjunto, escrito para formações diversas, Villa-Lobos fundiu material folclórico brasileiro (em especial a música caipira) às formas pré-clássicas no estilo de Bach, procurando construir uma versão brasileira dos Concertos de Brandemburgo de Bach. As Bachianas brasileiras n° 4 foi composta para piano a partir de 1930, mas estreada somente em 1939, tendo sido orquestrada em 1942.

 Arturo Sandoval é uma autêntica lenda da música latina e uma referência mundial no Jazz. Trompetista e pianista, começou a estudar o trompete aos 12 anos de idade. Foi co-fundador do grupo “Irakere” e a partir de 1981 iniciou a sua carreira solo. Foi um protegido  do lendário mestre do jazz Dizzy Gillespie e ganhou  10 prêmios Grammy, 6 prêmios Billboard e um prêmio Emmy. Seu concerto para trompete N° 2 foi estreado na república checa em 2016 e desde então forma parte do repertorio habitual dos grandes trompetistas do mundo.

 Rubén Simeó Nasceu em Vigo (Espanha) e desde criança demostra umas faculdades excecionais no trompete. Desde os 8 anos ganha grandes prêmios em concursos internacionais como Yamaha Madrid, Cidade de Benidorm (presidido por Maurice André), Porcia Italia, Maurice André Francia, Selmer Paris, P. Jones, Gebwiller, Francia, Theo Charlier Bélgica, etc. Ele se apresenta regularmente com grandes Orquestras como: Radio Televisión Española, Orquesta de Valencia, Filarmónica de Galicia, Sinfónica Illas Baleares, Orquesta de Múnich, Stuttgart (Alemania) Paris, Filarmónica Nantes, Niza(Francia), Metropolitana de Lisboa, Viana do Castelo (Portugal) Sinfónica de San Cristóbal (Venezuela), Roma, Filarmónica de Cannes (Francia), Sinfónica de Porcia, Emile Romagne (Italia ) Beijing (China) Heredia, San José (Costa Rica), Caracas (Venezuela), Sinfónica de Kanazawa (Japón), etc. Em 2005 recebeu o “Prêmio Europeio da cultura” como reconhecimento à sua brilhante carreira. Atualmente é concertista em trompete, atividade que alterna com a de professor no conservatório de Plasencia e masterclasses em vários países.

 

Serviço

Orquestra Sinfônica de Campinas


 Horário: 29/9, sábado, às 20h; 30/9, domingo, às 11h.

Local: Teatro Castro Mendes (Praça Corrêa de Lemos,s/nº, Vila Industrial. Campinas). Telefone (19) 3272-9359.

Ingressos: sábado - R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (estudantes, aposentados), R$ 10,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências), R$ 5,00 (estudantes das redes municipal e estadual). 

Valor promocional aos domingos: R$ 6,00 (inteira), R$ 3,00 (meia entrada); R$ 2,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências); R$ 1,00 (estudantes das redes municipal e estadual).