Exposição: EGAS80: Oito Décadas de Arte e Vida Intensas, entrada gratuita

Egas Francisco Sampaio de Souza nasce em São Paulo, em 1938. O filho da artista plástica baiana Maria de Lourdes Muniz Sampaio de Souza muda-se para Campinas aos 7 anos e ambos se adotam: a Cidade a ele e ele a Cidade. 

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Egas apresenta sua arte em importantes locais de Stuttgart, Milão, Frankfurt e Amsterdã, tem obras em importantes coleções particulares da Europa, das Américas e em acervos de museus e pinacotecas ao redor do mundo. Participa de inúmeras exposições – individuais e coletivas – no País e fora daqui. 

O nível de produtividade de Egas sempre foi tão alto como sua capacidade de interpretar de forma imagética. Quando ele pinta um rosto, traz junto aos traços a alma e a personalidade da pessoa. E ama a luz solar, que busca todos os dias nos primeiros momentos da aurora, pois precisa dela para produzir intempestivamente.

Um dos artistas contemporâneos mais respeitados entra em seu octogésimo ano e presenteia a região com a abertura de seu atelier-casa em 15 de dezembro, sábado, a partir das 13 horas. E mostra todo o seu acervo. São obras antigas (muitas não estão à venda) e muitas inéditas criadas especialmente para este evento que abre as comemorações de oito décadas de paixão pela arte e pela vida. 

"Egas Francisco é um desafio, de grande criatividade, técnica surpreendente, de uma densidade humana, um subjetivista", diz o escritor Regis de Moraes. Alguém um dia lhe pergunta: ‘Você vive de Arte, Egas?’ e o artista responde: ‘Não, a arte vive de mim’, e determina: ‘A arte não significa, a arte é’.

“A ideia principal deste evento de abertura é possibilitar que todos possam ter uma obra de Egas: ele produziu aquarelas em formatos menores, assim, estas obras têm preço acessível. É um momento de a Cidade valorizar este talento incomparável”, diz a produtora artística e curadora Ligia Testa. E complementa: ‘trabalhar em meio às obras e ao pensamento dele nos tem levado a outros patamares do conhecimento, da interpretação. A equipe toda se embebeda deste mar de cores vulcânicas’.

O projeto que inicia neste sábado, dia 15 de dezembro - EGAS80 - pretende estender-se mostrando mais um pouco do genial Egas Francisco, durante 2019, para várias capitais do País e do exterior. 

AGENDE-SE
Egas80 – Casa Aberta e Obras Acessíveis
Data: 15.dez.2018, sábado, das 13 às 20h
Local: Rua Serra da Mantiqueira, 25, Jardim Proença
Entrada Gratuita

A Oitava Arte | Fotografia, Arte Imprescindível e Exposição das estampas das T-Shirts de Raquel Baracat by Bolsa Pink na Ligia Testa Espaço de Arte, dia 07 de Novembro

A OITAVA ARTE | FOTOGRAFIA, ARTE IMPRESCINDÍVEL

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A história da fotografia, no cenário da arte, vem sendo discutida há séculos, plena de polêmica, opiniões antagônicas e um imenso esforço para a compreensão e a aceitação de sua relevância. Baudelaire, grande poeta francês, declarou-a como ‘o inimigo mais mortífero da arte’, e outros artistas negavam-se a colocar fotografias em exposições junto às telas, aceitando-a, no máximo, como “simples funcionamento de um dispositivo técnico capaz de registrar automaticamente as coisas do mundo, usando a luz”. 

O resto é história e, atualmente, a fotografia aparece como a oitava arte em algumas classificações, a arte da imagem. Também envolve o tempo, a percepção aguçada do olhar experiente do fotógrafo para o instante exato do registro, a consideração de enquadramento, a luz adequada, os reflexos, o posicionamento do artista, às vezes, apenas o momento único, muitas vezes, o somatório de tudo isto. É caso de paixão.

Arthur Blade, Chirstian Lohn, Rachel de Castro, Renato Junque, Sergio Poroger e Vera Orsini, fotógrafos, e Darly Pellegrini, ceramista, são artistas de estéticas muito diversas entre si e tão plenas de personalidade quanto de beleza. Assim, apresentam-nos sete exposições individuais simultâneas, capazes de formar um conjunto único.

O enaltecimento da arte da Fotografia é o mote principal desta exposição que reúne artistas talentosos, 3 de São Paulo e 3 de Campinas. Em quase 1 centena de fotos de estilos personalíssimos, nosso Espaço estará pleno de arte. De formações diversas, os fotógrafos têm em comum a paixão pela fotografia autoral e o conceito adequado de ‘fine art’, a produção de qualidade, com impressões museológicas em papéis importados, feito para durar.

Na ocasião será lançado o livro Cold Hot, de Sergio Poroger. Trata-se de uma viagem visual (e sonora) pela região mais musical dos Estados Unidos. O jornalista e fotógrafo registra, em livro fotográfico, paisagens e localidades que exalam musicalidade, história e emoção. Imagens podem gerar sons, ainda que imaginários. A obra fotográfica mostra a musicalidade dos lugares que o paulistano fotografou nos mais de 3.000 km que percorreu no sul dos Estados Unidos.

Outra questão adequada aos tempos atuais é a aproximação entre Arte e Design, com o último cada dia mais contemplativo. Assim, as artistas Darly, Rachel e Vera, além das esculturas, trazem objetos de design belos e instigantes, que contribuem para modificar a estética do dia a dia.

“Para mim, a produção deste evento unindo a arte da imagem - que se destaca cada vez mais na composição de ambientes exclusivos -, à arte da literatura, com o lançamento do belo ‘Cold Hot’, às esculturas e aos objetos de design contemplativo, foi um desafio apaixonante, desde a escolha dos sete profissionais, cuja imagética tem muita personalidade, até a composição para apresentar todas as obras em um harmonioso conjunto’, informa Ligia Testa, produtora artística da mostra. 

SERVIÇO

Exposição A Oitava Arte | Fotografia, Arte Imprescindível

Vernissage: 07 de novembro de 2018, às 18 horas, quarta-feira  

Visitação: até 18 de dezembro, das 13h30 às 17h30, de segunda a sexta

Local: Arqtus Concept – Ligia Testa Espaço de Arte

Av. Dr Heitor Penteado, 1611, Taquaral, Campinas/SP (em frente à Concha Acústica)

Entrada gratuita

“A FAMÍLIA ADDAMS” O Musical

Nos dias 23 e 24 de outubro, a Bravo Teatro Musical traz para o palco do Teatro Iguatemi Campinas o espetáculo “A Família Addams”.

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Apresentada ao público originalmente na revista The New Yorker, a família foi criada pelo cartunista americano Charles Addams. As histórias, publicadas pela primeira vez em 1938, apresentavam as personagens como uma inversão da família modelo do século XX: um clã rico e aristocrático, com um gosto particular pelo macabro e que não se importa com a opinião dos outros sobre as suas excentricidades.

Com o passar dos anos, as personagens pouco usuais ganharam legiões de fãs e foram levadas a outras mídias, tendo sido adaptadas para séries de TV, filmes hollywoodianos e desenhos, veiculados em todo o mundo.

Em 2010 a estranha família fez sua estreia nos palcos da Broadway, e conquistou com a produção diversas indicações a prêmios importantes do teatro musical, tendo inclusive vencido em algumas categorias. Desde então, o musical teve montagens na Austrália, Argentina, Japão, México, Espanha, Holanda, Inglaterra entre outros. O espetáculo apresenta músicas e letras de autoria de Andrew Lippa e texto de Marshall Brickman e Rick Elice, e traz para os palcos uma jovem Wandinha Addams, apaixonada por Lucas, um típico rapaz do interior, de gostos simples e pais tradicionais. Os hilários problemas começam quando o casal, decidido a oficializar a sua união, resolve reunir as duas famílias em um grande jantar na mansão dos Addams para anunciar a novidade. Os acontecimentos que se seguem garantem ao público muitas risadas e fortes emoções, sempre à luz do luar.

O espetáculo, cantado ao vivo, conta com um elenco de 33 atores-cantores e tem direção de Juliana Hilal, direção musical de Danilo Demori, direção coreográfica de Milena Lopes e preparação vocal de Marília Andreani.

Para a diretora Juliana Hilal, “o musical representa um reencontro com personagens muito queridos e divertidos, que fizeram parte da nossa infância, e que nos mostram que, mesmo diferentes, todos temos angústias e emoções parecidas, que nos identificam como seres humanos.” No caso das personagens trazidas ao palco, o amor se mostra como a força mais poderosa de todas, que guia as ações de todos os envolvidos na trama e os leva ao seu desfecho final.

O diretor musical, Danilo Demori, ressalta que “mergulhar nas sonoridades de um espetáculo como Addams traz mais surpresas que o esperado. Musicalmente, conhecer as raízes familiares de um clã espanhol nos faz viajar por universos incríveis, todos com muito sangue fervente! A música dramática dos Addams é reflexo de sua energia passional, do começo ao fim do espetáculo! E isso tem se refletido na paixão da equipe e do elenco em trazer mais um espetáculo com o nível já consolidado pelas nossas produções.”

Para a diretora coreográfica, Milena Lopes, “participar desse processo criativo me desafiou a pensar sobre minha própria sombra: medos, críticas, julgamentos e emoções que agem negativamente com nossa consciência. Permitir- se ir além dos limites do movimento, canto, palavras e expressões foi o caminho que essa grande família, que se formou nos ensaios, encontrou para comunicar essa linda história dos Addams.”

A montagem, além de agradar e divertir o público, tem também a função de formar novos artistas da região. Nesse sentido, a experiência adquirida durante o processo acaba por preparar uma nova geração de atores para ingressar em futuros espetáculos profissionais.

A equipe de “A Família Addams” foi responsável pelas montagens “Minha Mãe e Meus Pais” (2015) - uma adaptação do musical Mamma Mia!, “Deu a Louca no Convento” (2016) - uma adaptação do musical Mudança de Hábito, “Godspell” (2017) e “A Pequena Loja dos Horrores” (2018).

Os ingressos estão à venda no Espaço Paiol de Arte e Cultura e pela internet, no site www.ticketbrasil.com.br.

 

SERVIÇO

 

SESSÕES:

23/10 - 20h

24/10 - 20h

 

LOCAL:

Teatro Iguatemi Campinas

Av. Iguatemi, 777

 

 

INGRESSOS: R$ 40,00 (antecipado), R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

 

 

PONTOS DE VENDA: Espaço Paiol de Arte e Cultura e www.ticketbrasil.com.br

 

Informações pelo telefone (19) 3395-7007.

 

 

FICHA TÉCNICA

Direção geral: Juliana Hilal

Direção musical: Danilo Demori

Direção coreográfica: Milena Lopes

Preparação vocal: Marilia Andreani

Iluminação: Maristela Mota

Figurinos: Camila Viegas

Sonoplastia: Fabiana Mesquita

Fotografia (estúdio/divulgação): Juliana Hilal

Design gráfico: Leonardo Ferrari (Ânkora Design)

Autoria do musical original: Andrew Lippa (música e letras) e Marshall Brickman e Rick Elice (texto).

Versão Brasileira: Cláudio Botelho

Realização:Bravo Teatro Musical


Orquestra fará a estreia brasileira do concerto para trompete e orquestra N° 2 de Arturo Sandoval com o solista espanhol Ruben Simeó Gijón

 

Nos dias 20 sábado às 20h e 21 domingo às 11h , de outubro, a Orquestra Sinfônica de Campinas apresentará um programa muito especial. Sob a regência do seu diretor artístico e regente titular Victor Hugo Toro, a Orquestra recebe o virtuoso trompetista espanhol Ruben Simeó Gijón, que apresentará, em estreia brasileira, o concerto para trompete e orquestra N° 2 de Arturo Sandoval e uma série de virtuosos e brilhantes arranjos para seu instrumento, tais como o segundo movimento do famoso “Concierto de Aranjuez” de Joaquin Rodrigo, “My Way” (François/Revaux), Carnaval de Venecia (Arban) e “La Virgen de la Macarena” (Kofe). Do maior compositor brasileiro, Heitor Villalobos, a orquestra apresenta também o poema sinfônico ”Uirapurú” e a famosa “Bachianas brasileiras n° 4”.

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 "Uirapuru" é das primeiras obras-primas de Villa-Lobos. A partitura retrata o ambiente da selva brasileira e seus habitantes naturais , os índios , com uma impressionante riqueza de detalhes. O argumento que serviu de base para a composição desse poema sinfônico é de autoria do próprio autor e conta a história de um pássaro (o uirapuru, que na mitologia indígena é considerado o 'deus do amor') que se transforma em um belo índio, disputado pelas índias que o encontram. Um índio ciumento, não suportando aquela adoração, flecha-o mortalmente. Ao retornar à sua condição de pássaro torna-se invisível e dele se ouve apenas o canto que desaparece no silêncio da floresta.

 

Bachianas brasileiras é uma série de nove composições de Heitor Villa-Lobos. Nesse conjunto, escrito para formações diversas, Villa-Lobos fundiu material folclórico brasileiro (em especial a música caipira) às formas pré-clássicas no estilo de Bach, procurando construir uma versão brasileira dos Concertos de Brandemburgo de Bach. As Bachianas brasileiras n° 4 foi composta para piano a partir de 1930, mas estreada somente em 1939, tendo sido orquestrada em 1942.

 Arturo Sandoval é uma autêntica lenda da música latina e uma referência mundial no Jazz. Trompetista e pianista, começou a estudar o trompete aos 12 anos de idade. Foi co-fundador do grupo “Irakere” e a partir de 1981 iniciou a sua carreira solo. Foi um protegido  do lendário mestre do jazz Dizzy Gillespie e ganhou  10 prêmios Grammy, 6 prêmios Billboard e um prêmio Emmy. Seu concerto para trompete N° 2 foi estreado na república checa em 2016 e desde então forma parte do repertorio habitual dos grandes trompetistas do mundo.

 Rubén Simeó Nasceu em Vigo (Espanha) e desde criança demostra umas faculdades excecionais no trompete. Desde os 8 anos ganha grandes prêmios em concursos internacionais como Yamaha Madrid, Cidade de Benidorm (presidido por Maurice André), Porcia Italia, Maurice André Francia, Selmer Paris, P. Jones, Gebwiller, Francia, Theo Charlier Bélgica, etc. Ele se apresenta regularmente com grandes Orquestras como: Radio Televisión Española, Orquesta de Valencia, Filarmónica de Galicia, Sinfónica Illas Baleares, Orquesta de Múnich, Stuttgart (Alemania) Paris, Filarmónica Nantes, Niza(Francia), Metropolitana de Lisboa, Viana do Castelo (Portugal) Sinfónica de San Cristóbal (Venezuela), Roma, Filarmónica de Cannes (Francia), Sinfónica de Porcia, Emile Romagne (Italia ) Beijing (China) Heredia, San José (Costa Rica), Caracas (Venezuela), Sinfónica de Kanazawa (Japón), etc. Em 2005 recebeu o “Prêmio Europeio da cultura” como reconhecimento à sua brilhante carreira. Atualmente é concertista em trompete, atividade que alterna com a de professor no conservatório de Plasencia e masterclasses em vários países.

 

Serviço

Orquestra Sinfônica de Campinas


 Horário: 29/9, sábado, às 20h; 30/9, domingo, às 11h.

Local: Teatro Castro Mendes (Praça Corrêa de Lemos,s/nº, Vila Industrial. Campinas). Telefone (19) 3272-9359.

Ingressos: sábado - R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (estudantes, aposentados), R$ 10,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências), R$ 5,00 (estudantes das redes municipal e estadual). 

Valor promocional aos domingos: R$ 6,00 (inteira), R$ 3,00 (meia entrada); R$ 2,00 (professores das escolas públicas e privadas de Campinas e das cidades da Região Metropolitana, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiências); R$ 1,00 (estudantes das redes municipal e estadual).



 

 

 

 

Mercado Autoral Casa 73 volta a Joaquim Egídio com as flores da Primavera

Venda especial de arte e gastronomia que incentiva a manufatura criativa será realizada pela terceira vez e terá dois dias de duração, no final de outubro   

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Primavera evoca renovação e novidade. Nesse espírito, o já consagrado Mercado Autoral Casa 73 terá sua terceira edição em Joaquim Egídio, zona rural e bucólica de Campinas, em 20 e 21 deste mês, das 11h às 18h. O evento reunirá no final de semana mais de 40 expositores, que comercializarão objetos únicos e aprovados em rigorosa curadoria.    

A filosofia do Mercado Autoral permanece a mesma: valorizar o pequeno produtor e empreendedor, incentivando o “comprar de quem faz” e a produção criativa de peças com história, pegada artística e comprovadamente autorais. O fazer manual também orienta a seleção dos alimentos à venda, pra comer na hora ou levar pra casa, preparados com apuro e cuidado ao escolher a origem dos ingredientes e seguindo receitas recheadas de memórias afetivas.       

O local do Mercado Autoral é o mais adequado possível à temática da festa da natureza: o Espaço Sesmaria do Laranjal, com 800 metros quadrados de jardim sob frondosas árvores, agradável e acessível à turma mais urbana que deseja passear no campo, mas não está interessada em se aventurar por trilhas de terra. Fica na via principal do centrinho do distrito, perto dos restaurantes e bares.   

O Bar do Marcelino, que fica do outro lado da rua, inclusive marcará presença lá dentro, repetindo a fórmula de sucesso de levar ao público do Mercado Autoral seus característicos caixotes, que fazem as vezes de mesas e cadeiras, o cardápio de petiscos de boteco premiados e (uma novidade) chope artesanal.   

Entre os expositores confirmados no Mercado Autoral Casa 73 da Primavera estão marcas que já se tornaram conhecidas e prestigiadas pelos visitantes em edições anteriores, como a Sunset Wood Design e seus óculos com armação em lâminas de madeira, a Sagrado Ócio e seus tricôs e peças de decoração em costura criativa, a Gerando Arte com seus cobiçados bonecos de pano (a da pintora mexicana Frida Khalo é a queridinha) e o Ateliê Casagrande de wood design, com peças utilitárias e decorativas.   

Semijoias em metal e pedras; biojoias em sementes; bijuteria em fitas e cordas náuticas; papelaria personalizada; saboaria e perfumaria com essências naturais; vestuário e acessórios em crochê, pintados à mão e com conceitos de customização e up cycling; tapeçaria manual; roupa de cama, mesa e banho bordada e em patchwork; brinquedos educativos; decoração e utensílios em cerâmica, quadros e esculturas em variadas técnicas também estarão por lá, formando um acervo de peças que se destaca não só pela beleza, mas pela consciência social e ecológica na manufatura.   

A lista de expositores de delícias novamente presentes inclui o Senhor Strudel, com suas guloseimas de origem alemã e receita familiar, Senhora Pimenta e seus azeites saborizados e Maria Preta Jabuticabas, com seus licores e geleias de jabuticabas de uma fazenda localizada lá mesmo em Joaquim Egídio. Estreiam no Mercado Autoral o Cófi, de café e bolachas especiais, a Lêdoce Gourmet, que vai levar bolo de pote, brigadeiros e trufa rústica, e a Leiteria Santa Paula, que produz queijo fresco natural, queijo Fermier, coalhada síria, ricota e doce de leite, entre outros.   

Os produtos à venda contemplam variados bolsos: os preços começam em R$ 5 e vão até R$ 500. A entrada é gratuita, mas é bem-vindo o gesto de levar um quilo de alimento não-perecível; o total arrecadado será doado para a ONG Casa da Criança de Sousas.    

 Atrações  

Nos dois dias do Mercado Autoral haverá recreação gratuita e com monitores para as crianças. O evento também é pet friendly e os bichinhos de estimação, desde que na coleira, poderão circular à vontade. Para embalar o passeio, MPB ao vivo com o cantor Fabinho Azevedo.   

 A Casa 73   

O Mercado Autoral Casa 73 é “cria” do espaço colaborativo que lhe cede o nome, a Casa 73, localizada no distrito vizinho de Sousas (Rua Siqueira Campos, 73, próximo à Igreja de Sant'Ana). O local é empreendimento de três irmãs, criadas e residentes em Joaquim Egídio: a empresária Carolina Peixoto de Almeida, a arquiteta Camila Peixoto de Almeida e a consultora de moda Lucila Peixoto de Almeida Pissolato.  

Além de comercializar peças de algumas das marcas que serão vendidas no Mercado Autoral, a Casa 73 abriga a consultoria de Lucila e sua loja de roupas e acessórios God Bless e sedia o projeto de economia circular e sustentável TrocaClube, que visa a troca de produtos entre as famílias com crianças em fase de crescimento acelerada. A Casa também recebe eventos como workshops, oficinas e encontros.  

  

SERVIÇO  

Casa 73 Mercado Autoral de Primavera  

Data: 20 e 21 de outubro de 2018  

Horário: das 11h às 18h  

Local: Espaço Sesmaria do Laranjal (Rua Valentim dos Santos Carvalho, 37, Joaquim Egídio)  

Entrada: gratuita, com doação opcional de alimentos não perecíveis.  

Formas de pagamento: cartões de crédito, débito e dinheiro (o Bar do Marcelino só aceita cartões de débito). Cheques a critério de cada expositor.   

No Facebook: www.facebook.com/acasa73  

No Instagram: @a_casa_73 


Cortella e Pedro Bial no Teatro Iguatemi Campinas

No dia 25 de outubro, o Iguatemi Campinas e a Papirus Editora apresentam debate entre os autores Mario Sergio Cortella e Pedro Bial sobre o tema do livro que escreveram em parceria — Gerações em ebulição: O passado do futuro e o futuro do passado —, que será lançado nesse dia. Na compra de um exemplar dessa obra, a partir das 10 horas do dia 22 de outubro, na bilheteria do Teatro Iguatemi, no terceiro piso do shopping, os clientes ganham um ingresso para participar desse evento (informações no box ao lado). Parte da renda obtida com a venda dos livros será revertida para o CEPROMM (Centro de Promoção para um Mundo Melhor), entidade parceira da Fundação FEAC que recebe apoio institucional por meio dos programas Fortalecimento de Vínculos e Primeira Infância em Foco.

 

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Vivemos dias velozes, em que parece não haver lugar para o passado, apenas para o futuro. Percebemos a juventude se aproximando e se apropriando de referências e comportamentos de gerações anteriores. Buscando entender esse fenômeno, a Papirus 7 Mares lança Gerações em ebulição: O passado do futuro e o futuro do passado, fruto de um delicioso bate-papo, pontuado por referências históricas e culturais, entre o filósofo Mario Sergio Cortella e o apresentador Pedro Bial, que falam sobre juventude, ansiedade, ócio, rebeldia, militância política e empreendedorismo.

 

“Parece que nós perdemos alguma coisa em algum lugar ao dizer que ‘o futuro não é mais como era antigamente’”, afirma Cortella. “Vejo isso talvez como uma certa melancolia que é própria do caráter brasileiro”, complementa Bial. Por melancolia ou mesmo desilusão com o futuro, os jovens têm voltado seu olhar para trás, idealizando um passado que, talvez, não tenha sido como imaginam. “O objeto de desejo de quem tem 20 anos é retomar um tempo que nós, que estávamos com 20 anos naquele presente que ele deseja, não queríamos”, observa Cortella.

 

Para o filósofo, o problema é que falta à juventude, hoje, a ideia de uma causa.  “É uma juventude pós-fé, pós-ideia de vida eterna”, completa Bial. Os autores observam que se valoriza cada vez mais a instantaneidade, o aqui e agora, o que gera muita ansiedade. Mas “é no cotidiano que vamos nos resolvendo, e não no carpe diem”, ressalta o apresentador. Para Cortella, “a ausência dessa causa, portanto, a vivência do carpe diem como sendo uma eternidade, uma continuidade, um contínuo, um moto-perpétuo que renova a si mesmo, é produtora de melancolia”.

 

Nesse contexto, Bial percebe muitos jovens se envolvendo com militância política, mas por modismo, como se ela fosse uma rebeldia obrigatória da idade: “Estou vendo a garotada idealizar a militância política quando o exercício da política institucional é mais território de profissionais, seja de políticos, gestores de políticas públicas ou lobistas. Não vou julgar nem recriminar quem se engaja em causas que considera nobres, mas vejo, por exemplo, mais resultados transformadores sobre a realidade na atuação de jovens empreendedores, que geram riqueza e desafiam o Estado de maneira efetiva e radical – e também política!”.

 

Para o apresentador, é importante conservar o que funcionou, construir em cima do que já foi construído, e não destruir. “Se você não tem passado, não tem também vida futura”, pondera. No entanto, é preciso tomar cuidado com a mitificação do idoso, que é tão danosa quanto a mitificação do jovem. “Dizer: ‘Meu mundo era bom’, ou, com a ideia de que o mundo que vale é este que está sendo feito agora: ‘Esse passado, seu tempo, não presta’, isso é esquecer a história. E esse esquecimento da história faz mal para todos, sem exceção”, lembra Cortella. Portanto, não se deve desprezar a vivência das pessoas com mais idade, nem a capacidade de conteúdo dos mais jovens. “Para mim, um mundo aprazível é aquele em que uma geração não ofende a outra”, conclui o filósofo.

 

Gerações em ebulição: O passado do futuro e o futuro do passado é um livro que deve agradar tanto aos mais jovens quanto aos mais velhos de idade!

 

 

Serviço

Bate-papo com Mario Sergio Cortella e Pedro Bial e lançamento do livro Gerações em ebulição: O passado do futuro e o futuro do passado *
Data:
 25 de outubro de 2018
Horário: 19h30
Local: Teatro Iguatemi Campinas, localizado no terceiro piso do Shopping Center Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, Campinas, SP)


*Regras:

·  Na compra do livro com valor promocional de R$ 30,00, apenas nesse dia, ganhe um ingresso para o bate-papo;

·  Válido para os 450 primeiros exemplares adquiridos, a partir das 10hs. do dia 22/10, na bilheteria do Teatro Iguatemi Campinas (3º piso do shopping);

·  Limite de dois livros por CPF;

·  Parte das vendas será revertida para o CEPROMM (Centro de Promoção para um Mundo Melhor).

 

 

Sobre os autores:

 

Mario Sergio Cortella nasceu em Londrina (PR), em 1954. Filósofo e escritor, tem mestrado e doutorado em Educação pela PUC-SP, onde atuou como professor titular por 35 anos (1977-2012). É professor convidado da Fundação Dom Cabral (desde 1997) e lecionou na GVpec da FGV-SP (1998-2010). Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), tendo antes sido assessor especial e chefe de gabinete do professor Paulo Freire. É autor de diversos livros nas áreas de educação, filosofia, teologia e motivação e carreira.

 

Pedro Bial nasceu no Rio de Janeiro, em 1958. É jornalista, escritor, cineasta, poeta e apresentador. Atua principalmente na televisão, sendo conhecido por ter apresentado os programas FantásticoBig Brother Brasil e Na Moral. Atualmente conduz o talk-show Conversa com Bialna Rede Globo de Televisão. É autor de vários livros.

  

Sobre o Iguatemi Campinas

O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo.  Segundo shopping da Iguatemi Empresa de Shopping Centers e maior complexo da rede, são 388 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer.  Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime –, duas megalivrarias, além da única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas.

 

 

Sinfônica leva “As Quatro Estações” para Pedreira e Morungaba

A Orquestra Sinfônica  Municipal de Campinas apresenta-se nos dia  05 e 06 de outrubro, com o  Projeto “Sinfônica Visita a RMC”. Este que já é desenvolvido há alguns anos, visa levar a música da Sinfônica de Campinas para as cidades vizinhas e as que compõem a nossa Região Metropolitana. No dia 05 de outubro o concerto será na cidade de Pedreira , na Igreja de Sant'Ana e no dia 06 é a cidade de Morungaba que recebe o evento no Teatro Municipal. Os dois concertos  têm início às 20 horas.

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O concerto terá a regência do violinista e maestro  Emerson Kretschmer. Solista e regente convidado  da Sinfônica de Campinas,  para a fantástica obra “As Quatro Estações” de Vivaldi e do Narrador Felipe Venâncio.

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“As Quatro Estações”  é composta por quatro concertos para violino e orquestra,   especificando nitidamente cada uma das estações. Esta obra  foi publicada em 1725 e fez com que Vivaldi ficasse conhecido do grande público.

 Antonio Lucio Vivaldi nasceu em Veneza em 1678. Era o mais velho de sete irmãos. Seu pai era barbeiro e também um talentoso violinista, alguns chegaram a considerá-lo como um virtuoso do instrumento. Depois de iniciar o primogênito na música, matriculou-o, ainda pequeno, na Capela Ducal de São Marcos, para aperfeiçoar seus conhecimentos musicais e induziu-o a estudar Teologia. Em 1703, aos 25 anos, Vivaldi foi ordenado padre. Mas um ano depois abandonou as missas para dedicar-se apenas à música. Permaneceu padre, trabalhava para a igreja, apenas não rezava missas.

 

Emerson Kretschmer graduou-se pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), nas classes dos professores Hella Frank e Marcello Guerchfeld, teve aulas com o violinista Fernando Hasaj em Montevidéu e especializou-se na Internationale Sommerakademie Mozarteum em Salzburgo (Áustria). Tem atuado como solista em várias orquestras, entre elas a própria Ospa, a de Câmara da Ulbra, a da Unisinos e a Sinfônica de Caxias do Sul. Participou das gravações de vários CDs, bem como das trilhas sonoras dos filmes “Concerto Campestre” e “Sal de Prata”. Realizou turnê pela Europa como integrante da Orquestra de Câmara Solistas de Salzburgo, participando de um registro fonográfico na Alemanha. Em 2006, em turnê pela Argentina, recebeu nota máxima do crítico Héctor Coda, que escreveu no jornal La Nación: “Com um arco seguro e com um som maravilhoso, o solista desempenhou uma performance ao nível dos grandes solistas”. No mesmo ano, ganhou o concurso para spalla da Ospa. Ocupa também o posto de spalla da Orquestra de Câmara da Ulbra.

O programa a ser apresentado é uma das obras mais conhecidas e admiradas de  Vivaldi e uma das obras mais importantes do período barroco.  Antonio Vivaldi nasceu em Veneza em 04/03/1678 e morreu em Viena em  28/07/1741.

 

Programa:

As Quatro Estações

Primavera

Verão

Outono

Inverno

Regente e Solista

Emerson Kretschmer

Narrador

Felipe Venâncio

 

Serviço:

Dia 05 de outubro – 20 horas

Local - Igreja de Sant'Ana

Rua Antônio Castelo, 10, Centro

Pedreira - SP, 13920-000

 

Dia 06 de outubro – 20 horas

Local - Teatro Municipal

R. Pereira Cardoso, 377, Centro

Morungaba - SP, 13260-000

 Os dois concertos são gratuitos.