Aos 89 anos, indiana conquista o mundo com loja virtual de bolsas

Nunca é tarde demais para seguir a carreira dos sonhos!

Com a ajuda de seu neto, a indiana de 89 anos, Latika Chakraborty, lançou um site para vender suas bolsas feitas à mão e se tornou um sucesso internacional (conquistou um público da Alemanha à Nova Zelândia).

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Tudo começou por conta do trabalho de seu marido, que precisava viajar para diferentes cidades a trabalho e ela o acompanhava. Em sua jornada por toda a Índia, começou a colecionar tecidos (saris e kurtas) e transformá-los em bolsas como forma de se desestressar.

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Latika oferecia as peças para seus amigos e familiares até que seu neto teve a ideia de criar o site que bombou na internet. Até o momento ela já fez cerca de 300 bolsas.

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As bolsas da Latika’s Bags são vendidas a preços que variam entre R$ 32 a R$ 48. Além dos tecidos exclusivos, outro diferencial da sua marca é que as bolsas têm nomes - Latika dá nome para cada uma delas - fazendo o cliente se sentir mais ‘íntimo’ da senhorinha. Que fofa!

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Dá uma espiadinha no site da Latika’s Bags e faça sua encomenda.

https://www.latikasbags.com/

 

Fonte: Latika’s Bags.com / Negócios & Empresas / Uol / Razões pra acreditar.

Fotos / Reprodução

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

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Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

YouTube lança seu primeiro streaming de música - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

O YouTube Music chegou oficialmente ao Brasil no final de setembro. O serviço é a nova aposta do Google para ganhar espaço no disputado setor de streaming de música, dominado hoje pelo Spotify e Apple Music.

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Assim como seus concorrentes, o serviço agrega álbuns oficiais, singles, remixes, covers e apresentações ao vivo, mas aposta no amplo catálogo de vídeos que possui, além de recursos apoiados na inteligência de dados do Google, para se diferenciar de outras ofertas disponíveis.

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Uma das promessas do YouTube Music é uma busca inteligente, que deve facilitar a vida do usuário na hora de procurar por músicas e artistas desejados, até quando você não se lembra exatamente o nome que está procurando.

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São duas versões: gratuito ou por assinatura mensal:

-Gratuito: o usuário tem acesso ao serviço, mas com algumas restrições, como o bloqueio da reprodução de músicas quando o aplicativo estiver rodando em segundo plano. O formato também é sustentado por anúncios.

-Assinatura: conhecido como YouTube Music Premium, o serviço custa R$ 16,90 mensais. Nesse formato o aplicativo pode ser rodado em segundo plano, não traz anúncios e permite o download ilimitado de músicas.

O serviço também conta com um pacote família, que chega com avaliação gratuita de um mês e R$ 25,50 por mês a partir do segundo. O formato permite até seis perfis de uma mesma família no YouTube Music.

Vale ressaltar que assinantes do Google Play Música em todos países receberão automaticamente o acesso ao YouTube Music Premium. O Google Play Música continuará ativo e usuários ainda poderão acessar suas playlists e músicas compradas no serviço.


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YouTube Premium

Além do YouTube Music, chega ao Brasil, a assinatura Premium da plataforma de vídeos do Google, que substitui o antigo YouTube Red.

O YouTube Premium custa R$ 20,90 por mês e inclui a assinatura do YouTube Music em seu pacote.

Além do Music, usuários Premium do YouTube podem assistir vídeos sem anúncios, fazer download de vídeos, reproduzir vídeos em segundo plano com a assinatura e acessar conteúdo do YouTube Originals.

Fonte: YouTube / Adnews / Créditos: The Enemy. Fotos: Reprodução.

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Milena Baracat

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Gisele Bündchen revela que lutou contra crises de pânico e pensamentos suicidas - Entretenimento por Milena Baracat

Nem a única übermodel do planeta, uma das mais bem pagas da história, casada com um dos atletas mais bonitos e famosos dos Estados Unidos tem uma vida tão perfeita quanto parece.

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Em seu mais novo livro chamado ‘Lessons: My Path to a Meaningful Life’ (Lições - Meu caminho para uma vida cheia de sentido, em tradução livre), a modelo brasileira Gisele Bündchen, de 38 anos, revela que já lutou contra diversas crises de pânico e até mesmo pensamento suicidas.

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A biografia reveladora sobre sua história de vida, ainda não foi lançado, mas Gisele, em contato com a People, falou sobre alguns dos momentos em que sentiu que tudo havia ficado difícil demais:

"As coisas podem parecer perfeitas do lado de fora, mas ninguém tem ideia do que realmente acontece. Eu senti que talvez tenha chegado a hora de compartilhar minhas vulnerabilidades e isso meio que me fez refletir que, tudo pelo que eu já passei, eu nunca mudaria, porque eu acho que sou quem sou por causa dessas experiências”, começa dizendo.

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Nascida e criada em Horizontina, no Rio Grande do Sul, a modelo conta que passou sua infância não se sentindo tão especial, até que ela foi descoberta por um agente em shopping na capital paulista quando tinha 14 anos de idade. Ela conta que no começo recebeu duras críticas assim que entrou na indústria da moda:

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“Me diziam que meu nariz era muito grande e meus olhos muito pequenos e que eu nunca estaria na capa de uma revista”, relembra.

Porém, não foi bem isso o que aconteceu. Em 1997, Gisele desfilou para Alexandre McQueen e foi parar na capa da Vogue.

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Em 2000, a modelo assinou um contrato de vinte e cinco milhões de dólares, o equivalente a mais de cem milhões de reais, com a Victoria's Secret e - de quebra - começou a namorar Leonardo DiCaprio.


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Entretanto, Gisele, que agora é casada com o astro do futebol americano Tom Brady, contou que tantas conquistas em tão pouco tempo a deixaram muito ansiosa e, em 2003, durante um voo, teve sua primeira crise de pânico. Depois disso, desenvolveu uma síndrome que a deixava assustada em túneis, elevadores e outros espaços fechados.

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“Eu tinha uma posição maravilhosa na minha carreira, eu estava muito perto da minha família e sempre me considerei uma pessoa positiva, então eu estava realmente muito confusa. Tipo, por que eu deveria estar sentindo isso? Eu senti que não era permitido me sentir mal. Mas eu me senti impotente. Seu mundo se torna cada vez menor e você não consegue respirar...é o pior sentimento que já tive”, relata.

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Os ataques de pânico passaram a ocorrer até mesmo em sua própria casa e Gisele conta que foi nesse momento que pensou em suicídio.

“Eu realmente pensei que, se eu pular da minha varanda, tudo irá acabar e eu nunca mais vou precisar me preocupar com esse sentimento de que o meu mundo está se fechando.”

Ela então conta que na época decidiu procurar um especialista, que lhe receitou um antidepressivo e ansiolítico, porém ela se recusou a usá-lo.

“A ideia de depender de um medicamento me pareceu ainda pior e eu pensei: E se eu perder o remédio? Vou morrer? A única coisa que eu sabia era que eu precisava de ajuda”.

A modelo, com recomendação de alguns médicos, decidiu mudar por completo seu estilo de vida.

“Eu fumava, bebia vinho e tomava café todos os dias. Parei com tudo do dia para a noite”, conta Gisele, que também cortou o açúcar e buscou ioga e meditação para aliviar o estresse.

Depois disso, ela decidiu que era hora de ponderar sobre seu relacionamento. Percebeu que também se sentia sozinha enquanto buscava uma melhora, e com isso terminou seu relacionamento com DiCaprio em 2005. Porém, revela que, ao olhar para trás, não sente nenhuma mágoa.

“Todos que cruzam nosso caminho são nossos professores. Eles aparecem em nossa vida para nos mostrar algo. E eu sinto que ele foi assim [...] Eu o honro por isso”, finaliza Gisele.

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Esse relato e muito outros estarão em seu livro, que será lançado no dia 2 de outubro.


Em março, como mostra na foto acima, ela contou a novidade em seu Instagram: “animada para dividir com vocês o meu livro. Resgatar algumas histórias que vivi, o que aprendi nestes meus 37 anos, assim como os valores e as ferramentas que me guiaram para chegar onde cheguei tem sido uma experiência profunda e transformadora. Fico feliz em poder compartilhar um pouco desta jornada de altos e baixos que me trouxeram até aqui”, escreveu como legenda da foto de parte da capa do livro.

 FONTE: livrosepessoas.com / Vogue / Revista Glamour / People Magazine. Crédito: Diário da Grande ABC. Foto Reprodução.

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Prada vrs. Plada - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

A China vem tentando mudar há anos sua má reputação associada à falsificação e ao comércio de produtos de qualidade inferior, mas fica difícil quando nos deparamos, não só com produtos, mas com lojas inteiras inspiradas (até demais) nas marcas do Ocidente.

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Há poucos dias atrás, Loius Vuitton e Plada (não, estes não são erros de digitação) foram os nomes exibidos em duas lojas espaçosas vistas no térreo de um novo complexo de luxo em Renhuai, uma pequena cidade na província de Guizhou, no sudoeste da China, que exemplificam bem esse cenário.

As fachadas exibiam fotos enormes de modelos posando com produtos legítimos. As lojas pareciam tanto com as verdadeiras, que a única maneira de dizer que eram falsas era a ortografia, mesmo assim, tão sutil que poderia enganar até o mais expert no assunto.

Verdadeira: Louis

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Falsa: Loius

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Detalhe na tipografia do logo idêntica nas duas lojas.

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(Loja sendo desmontada poucos dias após a denúncia. Foto Reprodução: Zigor Aldama)

A “Loius Vuitton” foi fechada após a grife real ameaçá-la com um processo.

 Pode parecer um caso extremo, mas não é inédito.

“Muitas vezes encontramos lojas falsas como estas. No entanto, o tamanho, neste caso, foi surpreendentemente grande”, diz uma fonte da Louis Vuitton, que não quis ser identificada, ao Inkstone News.

"Eles tentam evitar uma ação mudando um pouco o nome, mas isso geralmente é uma estratégia inútil no tribunal.” O problema, acrescenta, é que “a proliferação de tais lojas pode prejudicar a reputação da marca e, principalmente, a confiança do consumidor”.

A China está cheia de exemplos como o de Renhuai.

"Eles são mais comuns em províncias, onde a demanda muitas vezes não é atendida pelas empresas e é mais fácil enganar os compradores", diz a fonte da Louis Vuitton.

Uma busca de imagens on-line oferece inúmeros resultados. Confira alguns exemplos, como mostra a lista a seguir.

1. Dolce & Banana (“inspirada” na marca italiana Dolce & Gabbana)

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 2. Sunbucks (“inspirada” na rede de cafés Starbucks. Detalhe: trocou a estrela pelo sol)

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3. Pizza Huh (“inspirada” na rede Pizza Hut)

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4. KFG (“inspirada” na rede de fast food KFC, especializada em frango)

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5. McDnoald´s (“inspirada” no McDonald´s)

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Pra se ter uma noção do nocaute que a China está dando em todos nós, estava eu lendo o blog BirdAbroad, de uma americana que mora com o marido em Kunming (cidade no sudeste da China), quando me deparei com uma postagem descrevendo sua experiência na FALSA Apple Store (#fake) e um fato inusitado me chamou muito a atenção durante a leitura: os funcionários da loja acreditam trabalhar para a empresa de Steve Jobs. “Começamos uma conversa com os vendedores que, juro por Deus, pensam genuinamente trabalhar para a Apple”, descreveu a blogueira, atônita. (Eu também fiquei!).

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Se engana até funcionários da loja, imagina com nós, reles mortais! Épracabá.

Fonte: Inkstone / BirdAbroad / Adnews / G1. Fotos Reprodução Google.

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App descobre o que diz mensagem apagada no Whatsapp

WhatsRemoved é uma ferramenta que tem a capacidade de recuperar uma mensagem removida, mesmo quando a pessoa que enviou tenha eliminado o conteúdo da conversa rapidinho.

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Funcionando como um "depósito" de mensagens, o aplicativo controverso pode ser baixado em loja virtual gratuitamente, mas está disponível apenas para usuários do sistema operacional Android.

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Após instalar o app, é preciso permitir que ele acesse o conteúdo do WhatsApp.

A detecção das mensagens apagadas só acontecerá se você mantiver as notificações do WhatsApp no seu Painel de Notificações e se ver a mensagem ali assim que ela for enviada.

Por lá ficará registrada "Esta mensagem foi apagada" mas, no painel do aplicativo "WhatsRemoved", logo surge o conteúdo real da mensagem.

De acordo com os usuários que comentam na página do aplicativo na Play Store, toda notificação que você recebe no WhatsApp fica retida no aplicativo. Isso significa que áudios de quem se arrependeu e apagou, fotos e outras mídias também podem ser salvas no depósito de mensagens (apesar de algumas avaliações na Play Store indicarem problemas recorrentes nesse tipo de conteúdo).

Como desgraça pouca é bobagem, o aplicativo parece estar aí para causar um verdadeiro tumulto na vida das pessoas que usam WhatsApp, já que é possível mostrar para o usuário que você conseguiu ler a mensagem que ele deletou

E mais uma coisa: na versão WhatsRemoved+, os desenvolvedores afirmam que a recuperação das mensagens também pode ser selecionada para outros aplicativos, como Instagram e Facebook, com base nos algoritmos de cada um deles.

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Enfim, está negado o direito de se arrepender! Pense mil vezes de antes de postar alguma coisa.


Fonte: Fotos Reprodução Google / Creditos: Vix / Play Store / WhatsRemoved

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Patinetes elétricas compartilhadas em São Paulo - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Depois das bicicletas compartilhadas, São Paulo está recebendo agora outro tipo de transporte alternativo: o compartilhamento de patinetes elétricas. A proposta é proporcionar mobilidade acessível para deslocamentos de curta distância.

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(Foto Reprodução: Patinete Scoo)

Para utilizar o serviço, o condutor deve baixar o aplicativo desejado no Google Play ou na Apple Store e fazer a busca pela patinete mais próxima, no estilo Uber.

Os usuários são orientados a utilizar as ciclovias. A devolução do veículo deve ser feita em um dos pontos marcados no aplicativo. O valor da corrida vai ser cobrado pelo tempo de uso e não pela distância percorrida, já que a lógica é a de percorrer microrregiões.

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(Foto Reprodução: Ride Patinetes)

Ecológicas e silenciosas, as patinetes alcançam 25 km/h, pesam pouco mais de 10 kg, mas o grande diferencial da patinete em relação a outros veículos é que qualquer um pode começar a andar, sem muita instrução de como fazer isso.

“É muito mais fácil do que andar de bicicleta, que exige habilidade e o esforço de pedalar. Com a patinete, uma mulher com salto e um executivo com terno podem usar sem se preocupar em trocar de roupa quando chegar ao trabalho”, argumenta Mauricio Duarte, sócio fundador da Scoo.

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(Foto Reprodução: Patinete Scoo)

Quem faz:

-A startup SCOO (de início as patinetes Scoo chegam apenas em pontos próximos às ciclovias da Avenida Paulista, do Parque do Ibirapuera e da região da Avenida Faria Lima. A empresa afirma que novos locais na cidade serão anunciados em breve).

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(Foto Reprodução: Patinete Scoo)

- A startup Yellow (aposta em 1 000 patinetes elétricas espalhadas pela cidade até o fim do ano).

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(Foto Reprodução:Yellow)

-A startup brasileira Ride (pretende disponibilizar 300 unidades até outubro, iniciando a operação pela Avenida Brigadeiro Faria Lima, para depois expandi-la por outras áreas, como a Avenida Paulista e a Vila Nova Conceição).

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(Foto Reprodução: Ride)

Para dirigir a patinete é necessário ter no mínimo 18 anos e pesar até 120 quilos - o capacete é fornecido de graça.

FONTE: SCOO / Yellow / Ride /Infomoney. / Techtudo / Veja / Estadão / Uol / Terra.

FOTOS: Reprodução

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Kit Kat cor-de-rosa chega ao Brasil. Detalhe: não tem nada a ver com morango - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Agora será possível se esbaldar com um novo tipo de chocolate que é naturalmente cor-de-rosa, sem qualquer adição de corantes ou aromas artificiais em sua fórmula.

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O chocolate rosa, para quem não sabe, é elaborado a partir de um processo de fermentação especial do Cacau Ruby e está sendo considerado pela Nestlé como o quarto tipo de chocolate existente no mundo. (Os outros três são ao leite, amargo e branco).

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Lançado em países como Japão e Inglaterra, o Kit Kat Ruby estará disponível por aqui em edição limitada no tradicional formato “4 fingers” (barra com quatro “tirinhas” do doce), e só será possível encontrar o chocolate em lojas selecionadas do Sul e do Sudeste do país, pelo preço sugerido de R$ 5,49. Ele chega às lojas na primeira semana de setembro.

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Fonte: Foto Reprodução

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