Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Pet Sematary e  Captive State

Pet Sematary (título em Português: “Cemitério Maldito”)

PetSematary.jpg

Quando era mais novo, eu era viciado em filmes de terror. Assistia a todos, não perdia um! E ‘Pet Sematary’ sempre foi um dos meus preferidos. Quando vi que teria um remake, fiquei muito curioso.

 Baseado no romance de terror de Stephen King, “Pet Sematary” (ou “Cemitério Maldito”) conta a história do Dr. Louis Creed que, fugindo da correria do dia a dia de Boston, se muda com a sua esposa Rachel e um casal de filhos para uma zona rural no Maine, nos EUA.

Chegando na nova casa, conhecem o vizinho Jud Crandall (John Lithgow). Com ele, ficam sabendo que ali perto se esconde um antigo cemitério que durante anos serviu para enterrar animais de estimação, e que antigamente foi usado por indígenas para ressuscitar os seus mortos.

Uma tragédia atinge a família, e desencadeia uma perigosa reação em cadeia que solta um inexplicável mal com consequências terríveis.

 Para quem, como eu, é fã desta história, o legal que o enredo deste remake tem algumas boas diferenças em relação ao primeiro filme, deixando a sensação de novidade. Recomendo!

 Captive State (título em Português: “A Rebelião”)

captive-state-poster-2.jpg

Confesso que o trailer não me atraiu muito. Achei o enredo até interessante... e a falta de opções, me fez ir assisti-lo.

 Uma década depois que uma força extraterrestre tomou conta do mundo, os governos mundiais só encontraram solução para a sobrevivência humana, através de uma estranha cooperação. 

Num bairro de Chicago, acompanhamos como é a vida das pessoas nos dois lados do conflito, a dos colaboradores e a dos divergentes. William Mulligan (John Goodman), um agente da polícia que persegue Gabriel Drummond, o filho do seu ex-parceiro, que recentemente se juntou a um grupo de revolucionários.

 Filme até interessante, mas muito escuro e confuso. Muita informação sem algumas boas explicações... mas no geral, pra quem gosta do tipo de filme (alienígenas, invasão da Terra), vale ver.

Vicente.jpg

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu. 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Dumbo

Dumbo

Quando souber que Tim Burton estava fazendo este filme, fiquei muito curioso! Gostei da adaptação que ele fez em ‘Alice in Wonderland’ (fora outros vários filmes bons dele), e esperava algo muito legal. E é!


Dumbo.jpg

Max Medici (Danny DeVito), dono de um circo, convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e os seus filhos, Milly e Joe, para cuidarem de um elefante recém-nascido, cujas orelhas enormes fazem dele motivo de piada, num circo já em declínio. Mas, quando descobrem que Dumbo consegue voar, o circo volta à ribalta, atraindo o ganacioso empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton).

Quando pequeno, não lembro de ter gostado tanto da animação ‘Dumbo’, mas este filme é muito bem feito e realmente encantador. O pequeno elefante é muito fofo! Não tem como não se encantar! Corra já para o cinema!

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Replicas; Captain Marvel e Us

Replicas (título em Português: “Cópias”)

Replicas.jpg

Apesar de Keanu Reeves não me convencer muito, em seus papéis (tá bem, exceto em Matrix, que ele teve uma performance ok), achei pelo trailer, que o filme seria interessante.

 William Foster (Keanu Reeves) é um neurocientista que trabalha em pesquisa biomédica em Porto Rico. Após conseguir transferir com sucesso a consciência de um soldado que morreu para um androide, recorre ao mesmo método para trazer a sua mulher e os seus filhos de volta à vida depois de morrerem todos num acidente de carro, no qual William foi o único sobrevivente. É algo que vai contra todas as regras e acaba por trazer inúmeras complicações. 

 Uma pena o filme ser tão ruim, pois com este enredo, nas mãos de algum bom diretor, acho que até Keanu faria um papel melhor... mas todas as atuações são sofríveis. Uns atores, parecem robôs, e outros parecem que estão atuando na peça da escola. Fuja!

 

Captain Marvel (título em Português: “Capitã Marvel”)

CaptainMarvel.jpg

Confesso que desconhecia completamente esta personagem do universo Marvel. E confesso que quando soube do filme, não me animei muito em assistir. Mas depois de ler alguns bons comentários a respeito (e gostar do tipo de filme), tive que ir conferir.

 Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos seus inimigos, e assim vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson).

 Tudo acontece em 1995, e o (bom) som da época faz bastante parte do filme. É um típico filme da Marvel, com muito efeito visual e boas sequências de lutas. Pra quem gosta, vale ver. E vale, também, esperar depois dos créditos, para uma pequena cena.

 

Us (título em Português: “Nós”)

Us-New-Poster_1200_1500_81_s.jpg

Acho que os motivos que me levaram a assistir a este filme (além da falta de opções), foi a Lupita Nyong’o, e a curiosidade para ver mais um filme do diretor ganhador do Oscar por “Get Out” (“Fuja!”), pois o trailer não me convenceu muito, não.

 Adelaide (Lupita Nyong'o) e Gabe decidem levar a família para passar um fim de semana na praia e descansar em uma casa de veraneio. Eles começam a aproveitar o ensolarado local, mas a chegada de um grupo misterioso muda tudo e a família se torna refém de seres com aparências iguais às suas.

O enredo é bem doido, mas muito interessante. Fazia algum tempo que um filme não me deixava tenso em vários momentos. Quem gosta do estilo suspense, vá assistir!

Vicente.jpg

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Se a rua Beale falasse e Todos já sabem

If Beale Street Could Talk (título em Português: “Se a Rua Beale Falasse”)

BealeStreet.jpg

Quando vi o trailer, até me interessei um pouco em assistir, mas não fiz muita questão. Depois que vi que a Regina King ganhou o Oscar de atriz coadjuvante pelo seu papel neste filme, me interessei mais.

Tish e Fonny são dois jovens apaixonados e cheios de esperança no futuro, vivendo no Harlem, em Nova Iorque, na década de 1970. Quando ele é preso injustamente devido a uma acusação de estupro, o casal vê o seu mundo ruir.

Algum tempo depois, ao descobrir que está grávida do primeiro filho de ambos, Tish toma uma decisão: encontrar um meio de provar o erro judicial que colocou o namorado atrás das grades para que ele possa assistir, em liberdade, ao nascimento da criança.

 Apesar de ter um enredo bastante interessante, o filme tem muitas cenas longas que, ao meu ver, parece querer ganhar tempo (para o filme ficar mais longo), e/ou querer dar um ar ‘poético’. Isso, cansou um pouco. Uma pena! E, na minha modesta opinião, Regina King não fez nada de mais, com sua personagem, a ponto de lhe valer um Oscar.

 Todos Lo Saben (título em Português: “Todos Já Sabem”)

todos-lo-saben.jpg

Não sou muito fã do trio de protagonistas desse filme, mas sei que em geral, os filmes deles costumam ser de boa qualidade. Então, acabei ficando muito curioso, ainda mais por ver Darín fora da Argentina. rs

 Morando na Argentina já há vários anos, Laura (Penélope Cruz) regressa com os filhos à sua pequena aldeia natal, na Espanha, para celebrar o casamento da irmã mais nova. Porém, o que se previa ser uma aprazível reunião familiar, se transforma numa tragédia quando a filha de Laura desaparece.

As revelações decorrentes deste terrível evento serão muitas e vão mudar as vidas de todos.

O enredo é até interessante, e as atuações muito boas, mas mais uma vez, um filme que poderia ter 90 minutos, por exemplo, mas tem mais de 2 horas. Então dá uma cansada... mas no geral, eu gostei.

Vicente.jpg

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Alita: Battle Angel, The Upside e Vice

Alita: Battle Angel (título em Português: “Alita: Anjo de Combate”)

alita-battle-angel1.jpg

Quando assisti ao trailer, fiquei muito a fim de assistir. É o tipo de filme blockbuster que me atrai. Muitos efeitos visuais, e ainda tinha Robert Rodriguez como diretor.

 Depois de uma guerra sem precedentes que abalou o progresso científico e quase extinguiu a raça humana, a lei do mais forte predomina sobre todas as outras.

Alita é uma jovem ciborgue que um dia é encontrada em pedaços pelo Dr. Dyson Ido (Christoph Waltz), um cientista que a leva para o seu laboratório e lhe dá um novo corpo.

Enquanto Alita aprende a lidar com a sua nova vida e caminhar pelas ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la da sua misteriosa história, enquanto o seu novo amigo Hugo a ajuda a recuperar as suas memórias. Mas é quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista para o seu passado: ela tem capacidades únicas de combate que quem está no poder não consegue controlar.

 Pra quem gosta do gênero, é um ‘prato cheio’. Pra quem gosta de um bom filme de ação futurista, é imperdível. Vale a pena assistir no IMAX, se tiver esta possibilidade. Gostei!

 The Upside (título em Português: “Amigos Para Sempre”)

TheUpside.jpg

Quando soube que este filme havia sido feito, um remake do francês “Intouchables” (“Intocáveis”), mesmo sendo protagonizado por Bryan Cranston, que sou fã, fiquei com pé atrás. E nem pretendia assistir no cinema. Iria aguardar passar na TV... mas por falta de opção, no dia e horário que queria ir ao cinema, acabei assistindo.

 Na sequência de um acidente que o deixou tetraplégico, Phillip Lacasse (Bryan Cranston), um milionário de meia-idade, resolve contratar alguém que o assista nas rotinas do dia-a-dia. É então que Yvonne (Nicole Kidman), a sua assistente, entrevista Dell Scott, um jovem negro recem saído da prisão, que precisa urgentemente de emprego. Dell é, aparentemente, totalmente inadequado à função. Mas Philip, estabelecendo com ele um vínculo imediato, resolve contratá-lo.

Com o passar dos dias, aqueles dois homens com vidas tão distintas vão encontrar pontos em comum que ninguém jamais imaginaria possíveis, fazendo nascer uma amizade que, apesar de improvável, se torna mais profunda a cada dia.

 O primeiro filme é muito bom. Logo, este não poderia ser diferente. Apesar de já conhecer a história, achei este muito divertido e um excelente entretenimento. Por não ser inédito, talvez não precise assistir nos cinemas, mas se acontecer de ir, não se arrependerá!

 Vice

Vice.jpg

Mais um dos filmes na lista do Oscar que eu estava muito curioso em assistir. Mais pelas atuações dos personagens principais, do que pelo enredo, apesar de gostar bastante de assistir à filmes baseados em fatos reais (e, neste caso, uma biografia não autorizada).

 O filme conta a história da vida de Dick Cheney (Christian Bale) desde quando era um operário e recém expulso de Yale, até se aproximar do Partido Republicano e ver na política uma grande oportunidade de ascender de vida.

Ele se aproxima de Donald Rumsfeld (Steve Carell) e logo se torna seu assessor direto. Com a renúncia do ex-presidente Richard Nixon, os poucos republicanos que não estavam associados ao governo ganham imediata importância e, com isso, tanto Cheney quanto Rumsfeld retornam à esfera de poder do partido.

Décadas depois, com a decisão de George W. Bush (Sam Rockwell) em se lançar candidato à presidência, Cheney é cortejado para assumir o posto de vice-presidente. Ele aceita, mas com uma condição: que tenha amplos poderes dentro do governo, caso a chapa formada seja eleita.

 No mínimo o filme vale pela atuação excelente de Christian Bale! Mas o filme é muito interessante, apesar do tema política americana (mas nada que nós brasileiros, não tivéssemos acompanhado pelos jornais da época), e é legal saber como atuou o onipresente vice presidente americano de Bush filho.

Vicente.jpg

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.