Palimpsesto Mágico" mescla arte e psicanálise, em exposição de esboços do artista Egas Francisco, em São Paulo

Mostra, que acontece de 30 de setembro a 11 de outubro, apresenta os esboços produzidos durante as sessões de psicanálise do artista brasileiro Egas Francisco com o psicanalista Isac Karniol, 

especialista referência no Brasil; os trabalhos também trazem interpretações analíticas dos psicanalistas Isac e Patrícia Karniol, que juntos idealizaram o evento, no livro Palimpsesto Mágico 

 

Com mais de 120 esboços pintados à tinta fluída, realizados em poucos minutos durante suas sessões de terapia com o psicanalista Isac Karniol, especialista referência no Brasil, Egas Francisco - artista brasileiro que completa 80 anos esse ano - traz à tona sua sensibilidade e sentimentos mais profundos na exposição Palimpsesto Mágico, que acontece entre 30 de setembro e 11 de outubro, na Joh Mabe Espaço Arte & Cultura, em São Paulo. Considerados documentos científicos, os trabalhos também trazem interpretações analíticas dos psicanalistas Isac e Patrícia Karniol, que lançam o livro Palimpsesto Mágico durante a mostra.

 

“Diferente da arte que me tornou conhecido, os esboços foram produzidos durante as sessões de terapia, embora nem sempre tivesse a ver com o que foi discutido. A intuição está acima de tudo, são trabalhos espontâneos, feitos de imediato. Em um encontro às vezes chegava a fazer 4 esboços”, conta Egas Francisco. Para ele, uma obra de arte pode ser vista sob duas perspectivas: a ótica da estética como obra de arte propriamente dita e como tradução dos sentimentos mais profundos de uma pessoa. "São muito interessantes, inteligentes e verdadeiras as análises feitas pelo Isac do ponto-de-vista terapêutico, que é bem diferente da análise estética”, complementa.

 

Para psicóloga e psicanalista Patrícia Karniol, o termo esboço, utilizado pelo artista, representa "a essência da obra, a ideia primitiva dos primeiros rabiscos feitos pelo inconsciente antes mesmo da consciência vir à tona. A exposição e o livro Palimpsesto Mágico mostram o processo da expressão do subjetivo e do inconsciente e o resultado de todo o trabalho da desconstrução e reconstrução do modelo mental”.  

 

Além da mostra citada e do lançamento do livro, serão apresentadas 10 telas inéditas de grandes dimensões. “Apresentamos uma temática inusitada e inédita, que é a abordagem da arte e da psicanálise juntas. A obra de Egas é uma das mais intensas, intempestivas e emocionais da atualidade. A mostra leva arte, cultura e conhecimento para o público”, diz Ligia Testa, que assina a curadoria do evento. Na vernissage, dia 30 de setembro, o evento ainda contará com a apresentação de Nina Ximenes e Wagner Amorosino com voz e violão para envolver o público. No sábado anterior ao evento, dia 28 de setembro, também acontecerá uma Reunião Científica com especialistas renomados como Isac Karniol, psiquiatra, psicanalista e idealizador do projeto; prof. Enock Sacramento, crítico de arte; psicanalista Dr.Plínio Kouznetz Montagna e psicanalista Dra. Sonia Novaes Rezende, para discutir sobre a temática.   

 

O livro Palimpsesto Mágico de Isac e Patricia Karniol, que trazem as análises feitas em cima dos esboços de Egas, e algumas obras estarão à venda. Os psicanalistas reforçam o que motivou a idealização do evento “compartilhar o momento em que a criatividade-vida se inicia e se expressa através da arte”.

 

Sobre Egas Francisco

Artista plástico, pintor, desenhista, cenógrafo e professor brasileiro reconhecido pelo mundo, principalmente no Brasil e Europa. Nasceu em São Paulo, na Vila Mariana, e mudou para Campinas aos sete anos, onde mora até hoje. Lecionou educação artística no Instituto D. Nery e, no Centro de Ciências, Letras e Artes, dirigiu o departamento de pintura, sendo o fundador do curso livre para engraxates e jornaleiros. Ministrou o curso Introdução à Arte Contemporânea no Senac, em 1979, e o curso Os Pintores Malditos, no Museu de Arte Contemporânea de Campinas, MACC, em 1981. Participou de diversas exposições, entre elas, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp), da Bienal de Udine, Itália, tendo feito exposições na Europa, em importantes cidades como Stuttgart, Milão, Frankfurt Main e Amsterdã. Tem obras em importantes coleções particulares da Europa e da América e em acervos de museus e pinacotecas: Museu de Arte de Murcia (Espanha); Laboratório Degli Artisti (Udine, Itália); Pinacoteca Garcia Lorca (Granada, Espanha) e “Amigos Del Arco” (Madri, Espanha).

 

 

SERVIÇO:

Local: Joh Mabe Espaço Arte & Cultura

Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4225 – Jd. Paulista – São Paulo / SP

Vernissage: 30/09/19, das 19h às 23h

Visitação: 30/09 a 11/10/19 

Entrada Gratuita      

Exposição de Doris Homann ficará até dia 30/09 em Campinas

A Exposição Doris Homann: A Pintura da Condição Humana, que está aberta ao público desde o dia 13 de agosto, teve o prazo de visitação ampliado para o dia 30 de setembro, no Ligia Testa Espaço de Arte, no Taquaral. A exposição tem sido elogiada pelos artistas e demais visitantes por sua importância histórica, ao resgatar a vida e obra da pintora e escultora alemã, que sobreviveu às duas guerras mundiais e morou muitos anos no Brasil.

     A exposição, como conta a produtora Ligia Testa, documenta as múltiplas facetas da vida e da obra de Doris Homann, pintora, ceramista, escultura e gravurista. “O objetivo é apresentar, de forma inédita para os apreciadores da arte e público em geral de Campinas e região, uma biografia de enorme riqueza e uma obra que reflete as angústias e também as esperanças de períodos tumultuados da história da humanidade”, diz Ligia.

     A produtora lembra que o evento é fruto do desejo das duas filhas de Doris Homann, Claudia e Livia, há anos radicadas em Campinas. As filhas sonhavam em promover uma exposição em homenagem à vida e obra da mãe. Livia, a primogênita, faleceu poucos dias antes da abertura da exposição, mas participou ativamente de todo o processo de idealização, formulação e produção.

Doris Homann, vida e obra - Doris Homann nasceu em Berlim, no dia 16 de maio de 1898. Talento precoce, Doris estudou no Konigstaatlisches Lizeum (Liceu Real) e na Academia de Belas Artes, tendo integrado o círculo de artistas reunidos em torno do escultor e pintor Otto Freundlich.

     Os ideais libertários permaneceram em Doris Homann, que como outros artistas viveu um período de efervescência na República de Weimar (1918-1933). Nesta época, atuou em vários jornais, ilustrou livros e protagonizou várias exposições, individuais e coletivas, convivendo com grandes expressões da cultura como Vladimir Mayakovsky (1893-1930), George Grosz (1893-1959), Wassily Kandinsky (1866-1944)  e Kathe Kollwitz (1867-1945). Ela se casou com o jornalista e dramaturgo Felix Gasbarra (1895-1985), que foi colaborador de Erwin Piscator (1893-1966), um dos nomes que revolucionaram o teatro contemporâneo.

      Com a chegada de Hitler ao poder, em 1933, a situação política, econômica e social na Alemanha ficou cada vez mais insustentável e logo Doris Homann transferiu-se com as filhas e marido para a Itália. Ela presenciou em setembro de 1943 o bombardeio aliado à cidade de Frascati, onde residia com as filhas.

      A primogênita, Livia, foi a primeira a mudar-se para o Brasil e em 1948 foi a vez de Doris vir para o país com a filha Claudia. Elas passaram a viver no Rio de Janeiro, onde logo Doris foi reconhecida como grande artista. Na ainda capital federal realizou várias exposições de sucesso. A artista faleceu em 1974.

Artistas destacam relevância histórica da exposição – Os artistas e profissionais da cultura que visitaram a exposição Doris Homann: A Pintura da Condição Humana destacaram a importância histórica da iniciativa, ao viabilizar o conhecimento para o público de Campinas e região da biografia e legado da criadora de origem alemã.

      A pintora Pama Loiola evidenciou a coragem de Doris, que “não teve medo de lidar com temas fortes, como a dor e a morte”. Para Pama, Doris “colocou o dedo na ferida” com as suas obras. Ela entende que a pintura da artista nascida na Alemanha dialoga com nomes como o expressionista austríaco Egon Schiele (1890-1918) e o simbolista, também austríaco, Gustav Klimt (1862-1918).

     Cônsul britânico em Campinas, Pierre Coudry destacou as aquarelas produzidas por Doris Homann, que em sua opinião ratificam a qualidade técnica da artista. Ele ressaltou a relevância histórica da retrospectiva, ao colocar a obra de Doris à disposição das novas gerações.

      Criadora de uma obra multicolorida, a pintora Rachel Ferrari entende que Doris Homann expressou com qualidade e dignidade os próprios sentimentos e a visão do mundo que testemunhou. Daí a importância da iniciativa em apresentar ao público esse documento visual da história recente da humanidade.

      Ouvidor e mestre de cerimônias do Instituto CPFL Cultura, Giancarlo Arcangeli considera que Doris Homann é autora de uma pintura épica, lírica, mostrando com profundidade mas também leveza temas cruciais para o ser humano. Ele evidencia seus “retratos emblemáticos” e entende que muitas das obras de Doris apresentam traços surrealistas. “É uma pintura analítica, investigativa sobre o humano”, resume.

      A pintora, caricaturista e chargista Synnöve Hilkner também reforçou a importância de realização da exposição de uma artista com obra marcante. “Muito importante esse resgate, para a apreciação por pessoas que ainda não tinham tido a oportunidade de conhecer essa obra tão forte e representativa de nosso tempo”, afirmou Synnöve.

Fernando Diniz, retratado no filme "Nise: o coração da Loucura" - Coluna Arte/Fotografia e Design por Mônica Fraga

Descobri recentemente sobre o papel de uma mulher, a dra Nise da Silveira, psiquiatra, que chegando ao Centro Psiquiátrico Nacional Dom Pedro II, no Engenho de Dentro, Rio de Janeiro, em 1944, foi contrária às formas de tratamento como o eletrochoque, a lobotomia e o coma insulínico.

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Ela permitiu que seus pacientes expressassem seus sentimentos através da arte, com a intenção de possibilitar aos doentes reatar seus vínculos com a realidade através da expressão simbólica e da criatividade. Disponibilizou materiais de pintura e modelagem e “construiu” um ateliê dentro do hospital. Os pacientes passavam momentos naquele espaço e aos poucos foram mostrando interesse e produzindo sua própria arte, e de lá saíram grandes artistas.

Nesse post falo do Fernando Diniz, como retratado no filme “Nise: O Coração da Loucura”, um paciente submetido ao eletrochoque e graças à coragem da dra Nise de ir contra ao sistema, teve a arte como libertação.

Estive essa semana na Galeria Estação, em São Paulo, onde tem uma exposição linda homenageando esse artista brasileiro, que tinha uma mente inquieta e um talento artístico maravilhoso!

Ao ver as obras dele fiquei pensando no poder da arte, de nos sensibilizar, de nos transformar, de canalizar a dor, as angústias e nos ajudar a exteriorizar.

A arte nutre de várias maneiras e talvez a mais importante seja a de fazer-nos expressar o que temos interiormente sem que tenhamos que dizer uma palavra.

A dra Nise foi uma das primeiras mulheres a se formar em Medicina no Brasil. Durante a Intentona Comunista foi denunciada por uma enfermeira pela posse de livros marxistas. A denúncia levou a sua prisão em 1936 por 18 meses, onde também se encontrava preso Graciliano Ramos, com o que ela tornou-se uma das personagens do seu livro Memórias do Cárcere. Ela fundou a Seção de Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Dom Pedro II, em 1946. Introduziu a Psicologia Junguiana no Brasil e fundou em 1952 o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um centro de estudo e pesquisa destinado à preservação dos trabalhos produzidos nos estúdios de modelagem e pintura que criou na instituição.

Que ela seja inspiração para nós, mulheres, para que façamos a diferença e tenhamos a coragem para defender e lutar pelo que acreditamos.

Conheça o trabalho do FERNANDO DINIZ! Seu acervo no Museu de Imagens do Inconsciente reúne mais de 28 mil trabalhos, entre telas, desenhos e esculturas, e é tombado pelo IPHAN. Sem contar os 45 mil desenhos que fez para a animação Estrela de oito pontos, ganhador de dois kikitos de ouro no Festival de Gramado.

 Visite a exposição na Galeria Estação. Vai até 11 de outubro de 2019.

 

“O pintor é feito um livro que não tem fim.”

Fernando Diniz

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Mônica Fraga

Arte, Fotografia & Design

Designer de Interiores pela Arquitec., Fotógrafa pelo Senac São Paulo. Atualmente faço um curso sobre História da Arte, em SP, com o crítico de Arte Rodrigo Naves. Instragram: @monicafraga monicabmfraga@gmail.com

Lina Bo Bardi, arquiteta italo-brasileira, vem saber mais lendo a Coluna Arte/Fotografia e Design

Começo meu post em um lugar inspirador, projetado pela Lina Bo Bardi, arquiteta ítalo- brasileira que  incorporou a nossa brasilidade e deixou sua marca no nosso país.

Lina trabalhava para a revista Domus, de Milão, quando conheceu Pietro M. Bardi, seu marido.

Veio para o Brasil na década de 40 e projetou vários edifícios, dentre eles o MASP – Museu de Arte de São Paulo, onde escrevo essa matéria, o qual possui a mais importante coleção de arte européia deste hemisfério. Ela concebeu o museu e toda expografia. Pensou o MASP como um espaço permeável e de congregação do público.

Lina, por quem tenho a maior admiração, foi uma mulher à frente do seu tempo, com uma arquitetura ousada, provocativa, “que fala” e agrega. Se hoje fico impressionada, imagino o que representou naquela época.

Uma mulher incansável. Nos seus projetos pensava nos detalhes, projetava desde o mobiliário, luminárias, até os famosos cavaletes de cristal onde são expostos os quadros no MASP. As legendas que trazem os dados da obra ficam posicionadas no verso do cavalete, pois a idéia original da Lina é de que o primeiro encontro do visitante com a obra fosse mais direto, livre de contextualizações e de informações de autoria, título e data, e ainda que ele pudesse criar seu próprio percurso. Os cavaletes tinham sido retirados do museu e voltaram graças ao Diretor Artístico atual do MASP, Adriano Pedrosa.

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Para quem deseja saber um pouco mais e sentir na pele a forma dela pensar arquitetura, sugiro que visite em Sâo Paulo o MASP, o SESC Pompéia, o Teatro Oficina e a Casa de Vidro, onde ela viveu com Bardi até o fim de sua vida.

Na viagem à Londres que citei nos posts anteriores, tive o privilégio de assistir o documentário sobre a vida dela, dirigido pelo artista britânico Isaac Julien.

As atrizes Fernanda Montenegro e Fernanda Torres interpretam o papel da Lina em duas fases de sua vida, onde é possível ver a mulher forte que ela foi. E por se tratar de arte, o documentário foi uma das coisas mais incríveis que vi durante o Roteiro de Museus em Londres. A forma como foi apresentado, a fotografia, o roteiro e originalmente na língua portuguesa – de arrepiar! Imagino que em breve tenhamos a oportunidade de assistir aqui também. Simplesmente IMPERDÍVEL!

Um fato curioso nas biografias sobre ela foi no momento da construção do vão do MASP, os pedreiros questionaram se os pilares sustentariam a estrutura, e ela que praticamente se mudava para o canteiro de obras garantiu que a estrutura seria suportada pelos quatro pilares. O vão dá leveza à estrutura de concreto e emoldura a vista dessa cidade tão interessante que é São Paulo.

Hoje o vão do MASP, que fica na Avenida Paulista, se tornou um local de contrastes, encontros e  protestos reunindo todas as classes sociais na luta pelo seus direitos e na busca por Arte.

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Mônica Fraga

Arte, Fotografia & Design

Designer de Interiores pela Arquitec., Fotógrafa pelo Senac São Paulo. Atualmente faço um curso sobre História da Arte, em SP, com o crítico de Arte Rodrigo Naves. Instragram: @monicafraga monicabmfraga@gmail.com

 

 

 

Sobre Vincent Van Gogh - Coluna Arte/Fotografia e Design por Mônica Fraga

O Roteiro de Museus em Londres me levou a mais uma exposição maravilhosa: Van Gogh and Britain no Tate Britain. A curadoria foi incrível ao relacionar artistas que o influenciaram em determinado momento e os que foram influenciados por ele na sequência.

Ver algumas das cartas dele escritas a seu irmão Theo foi inesquecível. As cartas escritas à mão  foram de arrepiar - logo eu que sou apaixonada por caligrafia, pois acredito que a letra diz muito sobre a pessoa.

Recentemente ganhei um presente especial, o livro Cartas a Theo. A cada leitura admiro mais o seu trabalho, sua busca por se descobrir, de fazer sempre o melhor, buscando referências, inspirações e construindo seu próprio estilo, deixando assim um legado às gerações!

Van Gogh lia muito, falava várias línguas. Viveu até os 37 anos e nos deixou mais de 800 quadros e 800 desenhos, vendendo apenas um quadro em vida: O Vinhedo Vermelho.

Em uma carta que ele escreveu quando morou em Londres, no período de julho de 1873 a maio de 1875, ele cita: “A arte inglesa não me atraía muito no começo, é preciso acostumar-se a ela. Contudo, existem aqui pintores hábeis... Além disso, entre os velhos pintores, Constable... e ainda Turner, de quem você deve ter visto algumas gravuras.” Para quem leu o penúltimo post da coluna, sobre Turner, pode imaginar o quanto a arte influencia gerações.

A pincelada inconfundível e suas cores fazem de sua obra única e confere a ele o título de um dos maiores pintores modernos.

Em 1990, um dos “retratos do dr Gachet” foi vendido pela Christie`s, uma das mais poderosas casas de leilões do mundo, por 82,5 milhões de dólares para um empresário japonês. Ele morreu em 1996 e o quadro desapareceu. Diz a lenda (ou realidade) que a pintura foi cremada junto com seu proprietário. Será?

Aqui coloco o meu quadro preferido... Noite Estrelada!

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Imagina se ele pudesse ver o que ele representa para a nossa geração?

Uma amiga, Claudia Medeiros, me enviou um vídeo onde ele viaja através do tempo e visita o Museu d’ Orsay em Paris. Maravilhoso:

https://www.youtube.com/watch?v=ubTJI_UphPk

 Quer ver uma obra do Van Gogh? Visite o MASP em São Paulo!

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Mônica Fraga

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Designer de Interiores pela Arquitec., Fotógrafa pelo Senac São Paulo. Atualmente faço um curso sobre História da Arte, em SP, com o crítico de Arte Rodrigo Naves. Instragram: @monicafraga monicabmfraga@gmail.com