Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: It: Chapter Two e The Goldfish

It: Chapter Two (título em Português: “It: Capítulo Dois”)

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Quando era adolescente, lembro de ter assistido ao ‘It’ e achado ok (como já havia comentado, eu era muito fã de filmes de terror). Não era mesmo um dos meus favoritos. Quando fizeram um remake, em 2017, achei apenas bem feito (de novo, nada demais).

 Sem que nenhum adulto percebesse, os adolescentes do “Clube dos Perdedores” foram alvo de um ser chamado Pennywise que, para os seduzir as crianças, assumia a forma de palhaço. Vinte e sete anos depois, Pennywise volta a surgir em Derry, assim como novos desaparecimentos. É, então, que os membros do Clube, agora adultos, se reúnem para honrar o pacto que haviam feito: acabar de vez com o monstro que quase os matou e cujas memórias os têm atormentado.

 Para assistir a este filme, tive que rever o primeiro na Netflix, pois pouco lembrava dos detalhes. Este é bem mais do mesmo, só que com 34 minutos a mais. Então, dá uma cansada! É aparentemente um desfecho para a história, mas só recomendo para quem realmente lembra do anterior e quer muito saber como termina. Fora isso, deixa prá lá. Rs

 The Goldfinch (título em Português: “O Pintassilgo”)

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Mais um filme que decidi assistir pelo trailer e pelo elenco (Ansel Elgort, que sou fã, e Nicole Kidman). A história também me pareceu ser bem interessante.

 Aos 13 anos, Theodore Decker sobrevive a um atentado terrorista num museu. Sua mãe, porém, morre. Enquanto está saindo dos destroços, encontra e é incentivado por um desconhecido a levar consigo um quadro lá exposto, "O Pintassilgo", quadro a óleo do holandês Carel Fabritius pintado em 1654, além de um anel com o brasão de sua família.

Nos dias seguintes, Theo recebe o abrigo da sra. Barbour (Nicole Kidman) e, ao pesquisar sobre o brasão, conhece Hobie, um vendedor de antiguidades que agora é o tutor de Pippa, filha do homem desconhecido que também estava no museu no momento do atentado. Tal encontro modifica para sempre a vida do garoto, seja por seu interesse no mercado de antiguidades ou mesmo pela paixão que sente pela jovem.

 Excelentes atuações dos atores adolescentes e um enredo muito bom. O ponto negativo, na minha opinião, é que o filme é um tanto longo (2h30), e acaba cansando um pouco. Mas vale assistir, sim!

 

 

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Blinded by the light e Dolor y Gloria

Blinded by the Light (título em Português: “A Música da Minha Vida”)

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Fiquei curioso para assistir a este filme, quando soube que era sobre as músicas de Bruce Springsteen. Não sabia que era baseado em fatos reais (sobre um jovem fanático pelo músico), e isso me deixou ainda mais motivado em assistir.

 Luton (Inglaterra), 1987. Javed, um jovem imigrante paquistanês, tenta adaptar-se à cultura de um país radicalmente diferente do seu, ao mesmo tempo que se esforça por respeitar e seguir as tradições da sua família. Um dia, um amigo lhe mostra uma fita cassete com as músicas de Bruce Springsteen. Aquelas letras ecoam no mais profundo de si mesmo, e vão transformá-lo. Com elas, vai aprender qual o seu lugar no mundo, mas o pai, um homem autoritário e com resistência à mudança, vai ter dificuldades em aceitar as suas escolhas.

 Um filme bem bonitinho, agradável e divertido. Bem estilo de filme da Netflix. E sugiro aguardar esperar para assistir na TV, se não fizer questão de ver no cinema. Mas vale assistir, especialmente para os fãs do “Boss” (como os fãs chamavam Bruce Springsteen nos anos 80).

  Dolor y Gloria (título em Português: “Dor e Glória”)

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Confesso que não muito apreciador dos filmes do Almodóvar. Já gostei de alguns de seus filmes, mas já de outros, aclamados, achei fracos. De qualquer forma, sei da qualidade deste diretor, então, resolvi conferir.

 O espanhol Salvador Mallo (Banderas) possui uma extensa e aclamada carreira internacional como diretor de cinema. Agora, solitário, doente e atravessando uma crise de inspiração, faz uma reflexão sobre as escolhas feitas ao longo da vida. As suas memórias o conduzem à infância, numa pequena aldeia espanhola, até aos tempos de juventude e idade adulta, já na cidade de Madrid. Essa viagem o fará avaliar a sua relação com os pais, os amigos e amantes; assim como os sentimentos de alegria, tristeza e perda que foram deixando marcas profundas e o transformaram no que é hoje.

 Este é um dos filmes dele que posso dizer que gostei. Até Banderas, que não me agrada tanto como ator, está muitíssimo bem no papel. Vale muito assistir!

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

 

 

 

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Nomis (Night hunter) e Angel has fallen (Invasão ao serviço secreto)

Nomis (título no Brasil: “Night Hunter”)

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Assisti ao trailer e fiquei bem interessado em assistir. Elenco bom, história me pareceu bem interessante...

 Cooper (Ben Kingsley) é um juiz aposentado que se dedica a capturar predadores sexuais. Para isso, conta com a ajuda da jovem Lara, que se apresenta como isca. Mas, durante uma investigação, a garota desaparece sem deixar rasto, e Cooper se vê forçado a pedir ajuda a Marshall (Henry Cavill), policial que investiga casos semelhantes.

No decorrer do inquérito, capturam Simon, um homem muito perigoso que revela ter múltiplas personalidades e que está ligado a inúmeros casos de raptos e assassinatos de mulheres ao longo de anos. Contudo, quando todos julgavam que o caso estava encerrado, surgem novos crimes com características semelhantes. 

 Infelizmente, o filme é bem fraco. Alguns clichês e absurdos sem explicações que deixa muito a desejar. É daqueles filmes que você assiste na TV e, dias depois, esquece completamente. Um desperdício de elenco.

 Angel Has Fallen (título em Português: “Invasão ao Serviço Secreto”)

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Terceiro filme da série (“Olympus Has Fallen” ou “Invasão a Casa Branca” e “London Has Fallen” ou “Invasão a Londres”), com basicamente o mesmo elenco, apenas a troca de posição do personagem de Morgan Freeman, que no último era o vice-presidente americano.

 Mike Banning (Gerard Butler), chefe de segurança do Presidente dos EUA Allan Trumbull (Morgan Freeman), vê a sua vida mudar drasticamente quando é acusado de conspirar contra a vida do homem que protege. Com o FBI e a sua própria agência o perseguindo, tem de encontrar uma forma de provar sua inocência e, ao mesmo tempo, salvar Trumbull de quem o pretende eliminar.

 Mais um filme com muita ação, tiros e explosões. Pra quem gosta do gênero, e quem gostou dos filmes anteriores, um prato cheio. Recomendo!

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: The Kitchen; Scary Stories to Tell in the Dark e Once Upon a Time... in Hollywood

The Kitchen (título em Português: “Rainhas do Crime”)

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Pouco me atraiu neste filme, além de ver Melissa McCarthy que considero muito boa atriz (de comédia, geralmente). Mas, por falta de mais opções, acabei indo conferir.

Na década de 1970, em Nova York, as esposas de mafiosos irlandeses ficam no controle dos negócios em Hell's Kitchen depois que agentes do FBI prendem seus maridos.

O grupo é liderado por três mulheres com temperamentos extremamente diferentes, mas que compartilham do mesmo objetivo: proteger a empresa de suas famílias, custe o que custar.

É um bom filme, enredo interessante e tal, mas acho que é daqueles filmes que você assiste e, uns dias depois, já nem lembra mais. Vale assistir, mas espere sair na Netflix.

 Scary Stories to Tell in the Dark (título em Português: “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro”)

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Como já havia comentado antes, na minha adolescência, era muito fã de filmes de terror, mas depois achei que os filmes acabram virando sempre mais do mesmo. Quando vi o trailer deste, não me interessei muito, mas quando soube que tinha a produção de Guillermo del Toro, fiquei motivado a ir conferir.

 A cidade de Mill Valley é assombrada há décadas pelos mistérios envolvendo o casarão da família Bellows. No final do sécilo XIX, a jovem Sarah Bellows, uma garota problemática que mantinha um mau relacionamento com os pais, é trancada no porão e começa a escrever um livro de histórias macabras.

Quase 100 anos mais tarde, um grupo de adolescentes descobre o livro e começa a investigar o passado de Sarah. No entanto, as histórias do livro começam a se tornar reais.

Diferente do padrão “espírito maligno assombra casa de pessoas”, e o que mais gostei, o filme não apela para sustos. É mais um filme que causa mais agonia do que nojo de cenas de mortes. Pra que gosta do gênero, acho que vale assistir.

 Once Upon a Time... in Hollywood (título em Português: “Era Uma Vez em... Hollywood”)

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Sou fã dos filmes do Tarantino. Assisti a todos os 8 filmes dele, e estava realmente ansioso para assistir a este, apesar de não ter achado o trailer muito atraente, não.

 O ano é 1969. Rick Dalton (DiCaprio) é um ator de "westerns" televisivos que, juntamente com o seu dublê e amigo de longa data Cliff Booth (Brad Pitt), chega a Hollywood determinado a reavivar a sua carreira.

Lá, os seus destinos vão cruzar-se com personagens que marcaram uma época. Entre elas está a jovem Sharon Tate, na altura grávida do cineasta Roman Polanski, e Charles Manson e sua ‘gang’ de seguidores hippies.

 Não é o filme de Tarantino que mais gostei, mas com certeza é um filme divertido. Recomendo fortemente, especialmente pra quem é gosta do diretor.

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Anna: o perigo tem nome; O Rei Leão e Brinquedo assassino

Anna (título em Português: “Anna: O Perigo Tem Nome”)

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Não sou grande fã de Luc Besson, mas acho legal alguns de seus filmes. Nem por ele, mas este me interessou mesmo pelo enredo e pelo trailer. Pareceu ser um bom filme de ação.

 Década de 1990. Anna Poliatova é uma requisitada modelo internacional que tem um segredo bem guardado: sob a sua beleza e aparente inocência, esconde-se uma assassina profissional que atua sob as ordens da KGB.

Vítima de violência doméstica durante anos, aceitou as regras da organização que, em troca, lhe salvou a vida. Porém, o que hoje mais deseja é libertar-se deste fardo e começar uma nova vida num lugar onde finalmente possa esquecer o passado. É então que é contatada por membros da CIA que lhe fazem uma proposta irrecusável.

 Filme cheio de ação, lutas, muitas reviravoltas surpreendentes e bem feito (ambientado nos anos 1990), mas sinceramente, acho que daqui uma semana não vou lembrar mais dele. Divertimento sem grandes pretensões.

 The Lion King (título em Português: “O Rei Leão”)

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Assisti ao premiado e famoso desenho de 1995 algumas vezes (assim como a maioria das pessoas que tinham criança em casa na época rs). Quando vi que teria este filme, em live action, fiquei realmente ansioso para assisti-lo.

 Traído e exilado de seu reino, o leãozinho Simba precisa descobrir como crescer e retomar seu destino como herdeiro real nas planícies da savana africana.

 Muitíssimo fiel à animação original, mas com visual altamente realista, este filme já é um sucesso. Quem viu o original, tem que assistir a este. Quem não, não deve perder esta chance. Assista nos cinemas e surpreenda-se!

 Child’s Play (título em Português: “Brinquedo Assassino”)

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Quando mais jovem, eu era fã dos filmes de terror. O clássico filme ‘Child’s Play’ de 1988 era um dos mais famosos (tanto que tiveram umas 6 sequências), e eu gostei muito, quando assisti. Quando vi este reboot, fiquei com um pé atrás, mas não poderia deixar de assistir.

 Numa fábrica vietnamita, é feita a montagem de milhares de Buddi, bonecos eletrônicos de última geração, capazes de se conectar com dispositivos domésticos de vários gêneros. Segundo as expectativas dos seus criadores, em breve este brinquedo se transformará no "melhor amigo" de crianças no mundo todo. Quando um dos empregados da fábrica é injustamente despedido, resolve vingar-se e desativar os sistemas de segurança de um boneco.

Algum tempo mais tarde, já em Chicago (EUA), Karen Barclay oferece ao seu filho Andy um Buddi, de nome Chucky, como presente de aniversário. Contudo, a ativação do boneco vai dar origem a uma onda de terríveis assassinatos que nem a polícia parece ser capaz de conter.

 Dentro do esperado, até que o filme não fez feito. É até mais plausível que o original de 30 anos atrás (no qual, o espírito de Chucky entra no boneco). Pra quem gosta do estilo, vale ver, mas espere passar na TV.

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.