Mc Donald's distribuirá máscaras e stickers do filme Vingadores: Ultimato

Uma campanha promocional com os restaurantes do McDonald’s distribuirá para algumas famílias máscaras e stickers de Vingadores: Ultimato.

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Um usuário do Reddit e funcionário do McDonald’s compartilhou uma imagem de papelão do Capitão América, Capitã Marvel e Máscaras de Homem de Ferro com a marca “Calling All Heroes”. Por uma folha de instruções vislumbrada na foto, máscaras e adesivos devem ser distribuídos para “famílias com crianças” começando em 23 de abril e até 20 de maio.

Um outro olhar veio a tona através de um usuário do Twitter, mostrando forros de bandeja revelando Vingadores: Ultimato como tema das caixas do McLanche Feliz e brinquedos, bem como um código de barras especializado que acessa um vídeo exclusivo de bastidores, uma vez que o usuário de aplicativo desbloqueia os sete vingadores através da coleção: Capitão America ( Chris Evans), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Thor (Chris Hemsworth), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Hulk (Mark Ruffalo), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e Capitã Marvel (Brie Larson).

Fonte: http://pipocasclub.com.br/2019/04/17/vingadores-ultimato-mcdonalds-mascaras/?fbclid=IwAR1CIo7k4UUCFoLk1gUOus5gGkhm2nRZWP7DzkVvTcxRpclUK42wGtduEEo

Crítica cinema por Vicente Neto - Filmes: Fahrenheit 11/9 e the Girl in the Spider's Web: A New Dragon Tattoo Story (Millennium: A Garota na Teia de Aranha)

Fahrenheit 11/9



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Os filmes do Michael Moore sempre me atraem. Gosto do jeito que ele edita as imagens, do texto dele.

 É uma visão “tragicômica” e provocadora dos tempos que vivemos. Explora as duas questões cruciais da Era Trump: como viemos aqui parar? E como saímos daqui? 

 Realmente nos deixa preocupados com o futuro dos EUA com este governante mimado e arrogante. Espero que este governo tenha um bom final!

  

The Girl in the Spider’s Web: A New Dragon Tattoo Story (título em Português: “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”)


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O que me levou a assistir a este filme, além da falta de opção das estreias, foi a atriz principal Claire Foy, que atua como Rainha Elisabeth na série ‘The Crown’. E fiquei curioso pela referência ao filme “The Girl with the Dragon Tattoo” de 2011 (ambos filmes tem os mesmos personagens principais, apesar de agora serem outros atores).

 

O filme se passa em Estocolmo, na Suécia. Lisbeth Salander (Claire Foy) ficou conhecida como uma espécie de anti-heroína, que ataca homens que agridem mulheres.

Um dia, Lisbeth é contratada para recuperar um programa de computador chamado Firefall, que dá ao usuário acesso a todos os tipos de armamentos militares. O programa foi criado para o governo dos Estados Unidos, mas agora, seu criador deseja deletá-lo por considerá-lo perigoso demais. Lisbeth aceita a tarefa e consegue roubá-lo da Agência de Segurança Nacional, mas não esperava que um outro grupo, os Aranhas, também estivesse interessado nele.

 

Filme cheio de ações, bem filmado, porém, com alguns absurdos e falta de explicações sobre alguns detalhes. Roteiro fraco, infelizmente. Eu sugiro esperar passar na TV.

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Noite de espera e Filme: As metas de Jessica Darling

Dicas de livro: Noite de espera de Milton Hatoum

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"Nove anos após a publicação de Órfãos do Eldorado, Milton Hatoum retorna à forma da narrativa longa em uma série de três volumes na qual o drama familiar se entrelaça à história da ditadura militar para dar à luz um poderoso romance de formação. Nos anos 1960, Martim, um jovem paulista, muda-se para Brasília com o pai após a separação traumática deste e sua mãe. Na cidade recém-inaugurada, trava amizade com um variado grupo de adolescentes do qual fazem parte filhos de altos e médios funcionários da burocracia estatal, bem como moradores das cidades-satélites, espaço relegado aos verdadeiros pioneiros da capital federal, migrantes desfavorecidos. Às descobertas culturais e amorosas de Martim contrapõe-se a dor da separação da mãe, de quem passa longos períodos sem notícias. Na figura materna ausente concentra-se a face sombria de sua juventude, perpassada pela violência dos anos de chumbo. Neste que é sem dúvida um dos melhores retratos literários de Brasília, Hatoum transita com a habilidade que lhe é própria entre as dimensões pessoal e social do drama e faz de uma ruptura familiar o reverso de um país cindido por um golpe". 

Fonte: https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13387

Dicas de filme: As metas de Jessica Darling

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Luciana Andrade

Coluna Dica de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicologa formada há alguns anos.. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicologa voluntária . Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: 120 Battements par Minute, Last Flag Flying, Star Wars: The Last Jedi

120 Battements par Minute (título em Português: “120 Batimentos por Minuto”)

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Filme mais pra indie e um pouco até documental que se passa na França, início dos anos 1990, e mostra o grupo ativista Act Up, que está intensificando seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento em relação a Aids, que mata cada vez mais.

O filme foca também na história de Nathan, novo no Act Up e logo se interessa por Sean, um dos mais enérgicos integrantes do grupo, apesar de seu delicado estado de saúde.

Apesar do assunto ser muito interessante, o filme fica um pouco maçante, pelos vários minutos mostrando os encontros do grupo, as discussões internas... acaba cansando um pouco. E também algumas várias cenas desnecessárias de alguns personagens (não vou descrevê-las para não fazer spoiler).

Acho que vale mais esperar ir pro Netflix, mas mesmo assim, com alguma disposição extra para assisti-lo. Uma pena.

Last Flag Flying (título em Português: “A Melhor Escolha”)

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Confesso que fiquei ansioso quando soube que tinha um filme com Bryan Cranston e Steve Carell, pois gosto do que vejo deles. Quando assisti ao trailer, acabei não me interessando tanto pelo filme. Mas, por falta de opção, acabei indo ver.

Depois de alguns anos sem se encontrarem, ‘Doc’ (Carell) vai ao encontro dos ex-companheiros de Marinha, Sal (Cranston) e Mueller (Fishburne). Ele acaba de saber que seu único filho foi morto na Guerra do Iraque, e quer a companhia destes antigos amigos, para enterrar seu filho. Para isto, viajam até o local onde está o corpo do filho, na base militar, e o transportam até a cidade onde Doc vive.

Sinceramente, um desperdício de talentos! O filme simplesmente não decola! Não emociona, e o personagem de Cranston era para ser ‘o engraçado’, mas fica tão over, que cansa. Desses filmes que em alguns dias, não lembrarei mais de muita coisa dele.

Star Wars: The Last Jedi (título em Português: “Star Wars: Os Últimos Jedi”)

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Gosto da franquia, mas não sou dos mais fanáticos, não. Faço sempre questão de assistir no cinema, pois é o tipo de filme obrigatório pra telona.

Neste episódio, Rey, após encontrar Luke Skywalker recluso em uma ilha isolada, a garota busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre jedi. Enquanto isto, o Primeiro Império de Kylo Ren se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde, liderada pela princesa Leia.

Filme com mais de 2 horas de duração, com boas cenas, com alguns assuntos se encerrando e outros começando. Na minha opinião, melhor que o episódio anterior.

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Síndrome de Treacher Collins - que inspirou a criação do protagonista do filme “Extraordinário” existe de verdade - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

existe de verdade

“Eu sei que nunca serei uma criança normal. As pessoas não tocam em mim com medo de que eu possa ser contagioso.”

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O desabafo acima é do personagem Auggie Pullman (Jacob Trambley) no filme “Extraordinário” (Wonder), cuja trama é baseada no livro homônimo de R.J. Palacio, sobre um garoto que nasceu com rara síndrome genética que deforma seu rosto e que o fez passar por 27 cirurgias para sobreviver.

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Com vergonha de sua aparência, Auggie passa a se esconder atrás de um capacete. Mas, ao completar dez anos, tem que ir à escola pela primeira vez e lidar com a chacota dos outros estudantes.

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“Extraordinário” mexe com o coração do telespectador e para tornar tudo ainda mais tocante, a autora se inspirou em uma síndrome real para criar o personagem.

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SOBRE SÍNDROME

A emocionante história de aceitação e superação do filme, trouxe à tona a Síndrome de Treacher Collins, uma condição genética muito rara, que atinge principalmente os ossos do rosto.

Apesar de ser genética, a síndrome não é necessariamente passada de pais para filhos. Em mais da metade dos casos, os pacientes nem têm histórico da doença na família.

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As mutações ocorrem no gene TCOF1 (cromossomo 5), que tem 26 éxons e codifica uma proteína chamada treacle. Esta tem funções importantes na manutenção das células derivadas da crista neural (células que vão formar os ossos do ouvido, face e também as orelhas), durante as primeiras semanas de desenvolvimento do embrião.

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As características da síndrome são: achatamento dos ossos malares da face (hipoplasia malar); queixo pequeno (micrognatia); orelhas pequenas, malformadas ou ausentes; surdez total ou parcial; defeitos nas pálpebras inferiores (coloboma); olhos com os cantos externos “caídos” para baixo e palato estreito ou fissurado.

Em alguns casos, a malformação das vias aéreas pode prejudicar a respiração, o que pode levar a danos cerebrais e, em ocorrências raras, à morte.

É impossível reverter a síndrome ou mesmo evitar que ela aconteça (dada a sua origem genética), mas alguns tratamentos (e cirurgias) são possíveis de serem realizados para minimizar ao máximo todos os efeitos negativos e prejudiciais que o problema pode trazer.

Fontes:

http://genoma.ib.usp.br/?page_id=924

http://www.cefac.br/library/teses/bcfcde35656d85bfd023ce757cb6703c.pdf

Fotos / Reprodução

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Esportes

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).  Atualmente atua com profissionais  no desenvolvimento, tratamento de acervos, informatização e tecnologia da informação aplicada para bibliotecas particulares e privadas.