Forever 21 contrata consultores de reestruturação para evitar falência - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Depois de atingir marcas como Victoria’s Secret, Abercrombie & Fitch, Gap, Guess, Macy’s, Michael Kors, Diesel, Aéropostale e American Apparel, a crise no varejo norte-americano alcançou a Forever 21.

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Vendendo tops a US$ 5 e vestidos a US$ 20, a gigante do varejo consegue reduzir seus preços com investimentos em grandes lotes de peças, mas boa parte dos itens tem ficado encalhado, gerando perdas de produtos.

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Com a redução da receita da marca, o fundador da rede, Do Won Chang, começou a liquidar seu patrimônio e recorrer a empréstimos. Em fevereiro, o sul-coreano vendeu sua sede em Los Angeles por US$ 166 milhões, mas a quantia não foi suficiente para cobrir os prejuízos de sua companhia. Em abril, a rede anunciou que deixaria o mercado chinês ainda em 2019 e, na Inglaterra, de cem lojas, atualmente são apenas três. No Brasil não se tem notícia, uns até dizem que a liquidação está fora do comum. Seria para liquidar inventário?

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Segundo uma matéria recente do Wall Street Journal, a Forever 21 contratou consultores para reestruturar as operações da empresa e conseguir um financiamento para reabastecer seus estoques.

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Se o empresário não conseguir quitar seus débitos, bem como comprar novas mercadorias, a rede pode fechar em breve.

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SURGIMENTO DA MARCA

Com pouquíssimo dinheiro, o sul-coreano Do Won Chang chegou em Los Angeles buscando o "sonho americano". Seu plano era abrir um café, mas, depois de três anos, mudou de ideia.

"Me dei conta de que as pessoas que dirigiam os melhores carros, trabalhavam na indústria de roupas", disse ele ao jornal Los Angeles Times.

Com US$ 11 mil juntados na poupança, Do Won e sua mulher, Jin Sook Chang, compraram uma loja de roupas que estava à venda perto do apartamento de um quarto em que moravam.

O negócio consistia em comprar roupas diretamente dos fabricantes coreanos locais a preços muito baixos e vendê-las também a preços irrisórios.

No primeiro ano, as vendas chegaram a US$ 700 mil, possibilitando a abertura de novas lojas. O empresário começou a abrir uma loja a cada seis meses e trocou o nome da marca de Fashion 21 para Forever 21, que se transformou no colosso de fast fashion, com uma receita de US$ 4,4 bilhões, proveniente de 790 estabelecimentos em 48 países, proporcionando a Do e Jin, uma fortuna estimada em US$ 3 bilhões e a 222ª posição no ranking dos 400 mais ricos dos Estados Unidos pela revista FORBES.

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(Foto: A Forever 21 nasceu em 1984 com o nome "Fashion 21")

 

Fonte: Los Angeles Business Journal / Los Angeles Times / Wall Street Journal / Valor Econômico / Exame.

Foto Reprodução: Google / Metrópoles / Forbes.

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

Nova anunciante do site - Bella'a Woman Store, confiram looks incríveis da loja

A Loja Bella’s Woman Store, fica na Rua Frei Manuel da Ressurreição, 800, Castelo e tem numeração do 36 ao 54, a loja possui roupas do dia a dia, sapatos, acessórios, bolsas, vestidos de festa e muito Jeans da marca Looper, com preços excelentes!

Este é o diferencial!

Tatiana Loureiro inaugura loja no Iguatemi Campinas

Unidade da marca expert em sapatos casual chic já pode ser visitada no segundo piso do shopping

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Expert em sapatos casual chic, Tatiana Loureiro amplia o repertório da grife com seu nome e inaugura uma loja no Shopping Center Iguatemi Campinas. O espaço de 38 metros quadrados traduz o universo da marca em um ambiente aconchegante e funcional que preza pela experimentação dos produtos e pela qualidade de atendimento.

 

A atuação da designer Tatiana Loureiro no mercado de moda teve início em 2007, após a aquisição de uma fábrica de calçados com mais de 20 anos de tradição. Três anos mais tarde, ela lançaria sua marca homônima, tendo como foco principal o conforto aliado ao design, sendo a primeira grife no Brasil a se especializar em flats.

 

Em 2016, acompanhando a evolução do mercado, a marca ampilou seu mix de produtos e agregou o salto médio a sua coleção, sem deixar de lado a sua essência de conforto sempre aliado ao estilo casual chic, marca registrada da estilista.

 

Além disso, a marca também passou a contar com uma curadoria de produtos de outros estilistas convidados para suas collabs, trazendo talentos de marcas conhecidas e novos designers para dentro da sua loja.

 

Além da Tatiana Loureiro, a marca conta com mais uma sócia, a designer Adriana Collino, que é formada em administração com especialização em moda pela Parson School of Design (NYC). E juntas são responsáveis por transformar a marca em referência no mercado de calçados. 

 

Sobre o Iguatemi Campinas - O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo.  Segundo shopping da Iguatemi Empresa de Shopping Centers e maior complexo da rede, são 388 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer.  Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime –, duas megalivrarias, além da única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas.

 

Kiabi - fast-fashion francesa abrirá no Brasil com peças a partir de R$ 15 - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Kiabi é uma rede de roupas e acessórios francesa - do mesmo grupo da Decathlon e da Leroy Merlin - e está presente em 25 países.

Em agosto, será inaugurada a primeira loja em solo brasileiro, no shopping Ibirapuera, em São Paulo e vai ser GIGA!!! 1.500 m².

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Segundo a marca, a previsão é de abrir 40 lojas em 5 anos nos grandes centros urbanos, sendo 4 lojas só em São Paulo.

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Conhecida por oferecer preços acessíveis, no Brasil o conceito “la mode à petitts prix” (moda a preços baixos) permanece: peças a partir de R$ 15, todas importadas a princípio, mas a ideia é desenvolver produção local futuramente.

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Sobre a kiabi

-Fundada em 1978.

-Se encontra presente em 25 países, dos quais 9 deles opera unicamente via site de venda on-line.

-Possui 500 lojas físicas em 16 países diferentes como: França, Espanha, Itália, Bélgica, Portugal, Emirados Árabes Unidos (duas lojas em Dubai), Turquia, Paquistão, China, Tailândia, Indonésia, Marrocos, Índia, Bangladesh, Argélia e Gabão, na África.

-Na França, é a segunda maior rede de vestuário e líder no segmento de jeans de baixo custo, segundo a consultoria Euromonitor.

-O Brasil será a primeira operação da Kiabi no continente americano.

-Movimenta 2 bilhões de euros por ano.

-Comercializa em média 275 milhões de peças, distribuídas em seis coleções anuais inspiradas em tendências das passarelas.

-O mix de produtos abrange todos os tamanhos, inclusive plus size, para o masculino, feminino, além de moda gestante e infantil.

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(Fotos reprodução do blog Dimples tiradas na loja KIABI do Marshopping)

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Esportes

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).  Atualmente atua com profissionais  no desenvolvimento, tratamento de acervos, informatização e tecnologia da informação aplicada para bibliotecas particulares e privadas.

"Loja do futuro" foi lançada esta semana pela Amazon nos EUA

Loja modelo em Seattle não tem caixas nem carrinhos de supermercado; chamado de Amazon Go, estabelecimento tem câmeras para registrar quando usuário retira item de gôndola

A primeira pista de que há algo pouco usual a respeito da “loja do futuro” da Amazon está logo na porta de entrada. Parece que você não está entrando numa loja, mas sim em uma estação de metrô, com direito a portões e tudo mais. No lugar de um bilhete, porém, só entra na loja – chamada de Amazon Go – quem tiver instalado no seu celular o aplicativo oficial do estabelecimento. 

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Dentro dela, há um minimercado de 167 metros quadrados, com estantes repletas de comida que você poderia encontrar em qualquer loja de conveniência, como refrigerantes, batatas chips e catchup. Também tem alguns dos produtos que podem ser encontrados na Whole Foods, a cadeia de mercados que a Amazon comprou no ano passado. 

Mas é a tecnologia presente dentro da loja – e na maior parte das vezes, fora das vistas dos consumidores – que permite uma experiência de compras como nunca antes vista. Não há caixas em nenhum lugar. Ao finalizar a compra, os consumidores simplesmente saem pelos mesmos portões que entraram, sem nem precisar sacar o cartão de crédito da carteira. Tudo o que está na sacola vai direto para a cobrança na conta do usuário na Amazon. 

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Na última segunda-feira, 22, a loja, no centro de Seattle, foi aberta ao público pela primeira vez. Não há carrinhos ou cestas de mercado: uma vez que o processo de pagamento é automático, esses artefatos do século passado não são necessários. No lugar disso, basta apenas colocar as coisas na sacola que o usuário preferir. 

Toda vez que um consumidor pegar um item da estante, a Amazon interpreta que o produto já está no “carrinho de compras” online da conta do cliente. Se o produto voltar à gôndola, a Amazon o retira da cestinha virtual. 

O único sinal de tecnologia que torna isso possível está bem acima das estantes: são fileiras de pequenas câmeras, centenas delas espalhadas pela loja. A Amazon não explica exatamente como o sistema funciona, mas diz que envolve reconhecimento de imagem e softwares de aprendizado de máquina. Ou seja, em bom português: a tecnologia da loja consegue ver e identificar todos os itens presentes nas estantes, sem precisar adicionar um chip a cada loja de sopa ou pacote de salgadinhos. 

Em 2016, os Estados Unidos tinham pelo menos 3,5 milhões de pessoas empregadas como caixas de supermercado. É bem fácil pensar que seus empregos estão em risco se a tecnologia da Amazon se espalhar pelo varejo. Por agora, a empresa diz apenas que a tecnologia muda o papel dos empregados – da mesma forma que descreve o papel da automação para seus funcionários em centros de distribuição espalhados pelos EUA. 

“Colocamos nossos funcionários em diferentes tipos de tarefas que podem ser úteis à experiência dos consumidores”, diz Gianna Puerini, a executiva responsável pela loja. 

Entre essas tarefas, estão a reposição de itens nas estantes e prestar auxílio a consumidores com qualquer problemas técnicos. Há um grupo dedicado a ajudar os clientes a encontrar seus produtos favoritos, bem como uma cozinha em uma porta próxima, com chefs preparando refeições à venda na loja. Como não há caixas, um empregado fica à disposição na seção de vinhos e cervejas da loja, checando as identidades dos consumidores que podem retirar bebidas alcóolicas das estantes. 

A maioria das pessoas que já passaram tempo em uma fila de caixa de supermercado entendem o quanto esse processo pode ser atrapalhado, com gente furando fila ou empacando o ritmo com problemas no cartão de crédito. Na Amazon Go, por outro lado, o processo de pagamento – vá lá, não tem outro jeito de se dizer isso – se parece com roubar uma loja. É só depois de alguns minutos depois que o consumidor sai da loja e recebe um recibo eletrônico em seu email é que esse sentimento vai embora. 

Por outro lado, tentar furtar a Amazon Go não é exatamente algo fácil. Com a permissão da loja, tentei enganar o sistema de câmeras ao esconder um pacote de latas de refrigerante, no valor de US$ 4,35, dentro da minha sacola quando ela ainda estava nas estantes. A ideia era puxar a sacola com o produto, esconder debaixo do meu braço e simplesmente sair. Recebi a cobrança em poucos minutos. 

Uma pergunta, porém, paira sem resposta: aonde a Amazon vai usar essa tecnologia? A empresa não diz se vai abrir mais lojas do tipo ou se é apenas um teste localizado. Uma possibilidade intrigante é usar a tecnologia nas lojas do Whole Foods, mas Puerini diz que a Amazon não tem planos de fazer isso. 

Especula-se ainda que a Amazon poderia vender o sistema para varejistas, da mesma forma que faz com serviços de nuvem para outras empresas. Por agora, é importante fazer um último aviso: sem um caixa para assustar o consumidor na hora de pagar, é fácil gastar mais do que o necessário na Amazon Go. Fique de olho na sua carteira. 

TRADUÇÃO DE BRUNO CAPELAS

Por NICK WINGFIELD, DE SEATTLE - THE NEW YORK TIMES

Fonte: http://link.estadao.com.br/noticias/empresas,conheca-a-loja-do-futuro-que-a-amazon-lanca-nesta-segunda-feira-nos-eua,70002159579.amp