Prevenção de acidentes em crianças palestra de Dra. Carolina Calafiori na Loja Marcia Mello

Foi um sucesso a palestra da Dra. Carolina Calafiori na Loja Marcia Mello na última sexta-feira, além de aprendermos sobre prevenção de acidentes em crianças, a tarde foi regada a um delicioso coquetel e distribuição de brindes da Não + Pelo Taquaral e ainda teve docinhos gostosos da Thata Formiga!

Foi muito legal, confiram fotos, algumas clicadas por Allex Goren

Excesso de tecnologia faz mal para meu filho? Coluna Pediatria por Dra. Carolina Calafiori de Campos

Você sabia que , segundo documento divulgado no fim de 2017 pela UNICEF , um em cada três usuários de internet no mundo é uma criança? E por que isso pode ser prejudicial ao meu filho ? O problema vem da falta de equilíbrio no uso desses equipamentos eletrônicos ; o uso EM EXCESSO desses equipamentos gera uma lista de prejuízos já comprovados cientificamente como obesidade ,sedentarismo, alterações na postura , miopia , problemas de sono, depressão , ansiedade ,agressividade, baixo rendimento escolar .

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E não se trata só de computadores , isso vale para também para tablets , celulares , videogames e televisão.

Um exemplo são as telas ligadas na hora de dormir ... a luz das telas diminui a produção de melatonina, um hormônio que faz a gente ter vontade de dormir. Portanto, esse é um daqueles momentos em que você precisa criar regras: nada de telas (no mínimo uma hora) antes de deitar. De preferência, não coloque uma TV no quarto do seu filho e jamais permita que ele leve celulares e tabletes para a cama.

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Por isso a SBP - Sociedade Brasileira de Pediatria lançou um Manual de Orientação “Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital”, determinando o tempo de uso da tecnologia digital, também denominado TEMPO DE TELA (do inglês screen time), o qual deve ser limitado e proporcional às idades e às etapas do desenvolvimento cerebral-mental-cognitivo-psicossocial das crianças e adolescentes.

Então fique atento a essas recomendações:

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- zero a dois anos : é necessário que seja evitado ou até proibida a exposição passiva às telas digitais, principalmente, durante a hora das refeições ou nas que antecedem o sono

- dois e cinco anos : também devem ter o tempo de exposição limitado para no máximo UMA HORA por dia

- maiores de seis anos e adolescentes: o tempo de tela não deve exceder a DUAS HORAS por dia, a não ser em caso de trabalhos acadêmicos, estabelecendo intervalos de descanso e atividade física, restringindo o tempo de jogos online, uso de aplicativos e redes sociais.

Fique sempre atento ao conteúdo acessado por seu filho na internet e estabeleça limites e horários , e lembre-se uma criança saudável será um adulto saudável

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Carolina Calafiori de Campos

Coluna Pediatria

Dra Carolina Calafiori de Campos - CRM 146.649 RQE nº 73444 

Médica Formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, Especialização em Pediatria pelo Hospital da Puc Campinas, Especialização em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital da Puc Campinas, Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria - Contato: carolinacalafiori@hotmail.com  

 

Os riscos e perigos da obesidade infantil - Coluna Pediatria por Dra. Carolina Calafiori de Campos

Na semana passada conversamos sobre como a obesidade infantil tem se tornado um problema nutricional grave e hoje é considerado uma epidemia mundial. Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que 41 milhões de crianças menores de cinco anos sejam ou obesas ou estejam acima do peso; no Brasil, cerca de 20% dos pequenos estão nessas condições.
Sabemos que as principais causas da obesidade infantil são o desmame precoce , a alimentação inadequada e o sedentarismo .

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Hoje vamos falar sobre as consequências dessa obesidade na vida e na saúde dos nossos pequenos. Crianças obesas têm grandes chances de se tornarem adultos obesos e assim como uma maior probabilidade de encarar todos os problemas de saúde que acompanham a obesidade na vida adulta como hipertensão, diabetes, acidente vascular cerebral, infarto precoce, alguns tipos de câncer, e menor expectativa de vida.

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Além das alterações e complicações podem aparecer na própria infância: aumento no colesterol, acúmulo de gordura no fígado ( chamado de esteatose hepática ) , pressão alta, diabetes, problemas ortopédicos ( nos ossos e nas articulações ) , problemas de pele como alergias pelo calor, estrias , infecções secundárias causadas por fungos e acne, puberdade precoce , distúrbios do sono como apneia, além de baixa autoestima e até depressão.

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A criança e o adolescente sofrem e a família também...

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E sabe qual a melhor arma contra a obesidade infantil? A PREVENÇÃO!
Em relação à dieta da criança, mantenha um cardápio equilibrado, com frutas, legumes e verduras, quem devem ser incentivados em todas as fases da infância. O consumo frequente de refrigerantes e sucos industrializados, por exemplo, está diretamente associado ao ganho exagerado de peso. E mesmo o suco natural de algumas frutas pode ser bastante calórico , por isso as sociedades de pediatria sugerem priorizar a ingestão das frutas in natura.

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A sua alimentação influencia muito no que os seus filhos comem!Então, alimente-se bem na frente deles. Evite o consumo de alimentos industrializados ricos em gorduras e açúcares, assim como diminua a quantidade de açúcar e óleo servida a toda a família. Isso fará bem a todos !

Diminua o tempo da crianças em frente às telas e estimule a prática de atividade física e brincadeiras ao ar livre!

Vamos cuidar das nossas crianças!!!

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Carolina Calafiori de Campos

Coluna Pediatria

Dra Carolina Calafiori de Campos - CRM 146.649 RQE nº 73444 

Médica Formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, Especialização em Pediatria pelo Hospital da Puc Campinas, Especialização em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital da Puc Campinas, Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria - Contato: carolinacalafiori@hotmail.com  

Meu filho está obeso, e agora? Coluna Pediatria por Dra. Carolina Calafiori de Campos

MEU FILHO ESTÁ OBESO! E AGORA?

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Antigamente aquela " criança gordinha " era considerada forte e saudável, hoje sabemos o quanto a obesidade infantil vem aumentando e é um verdadeiro problema de saúde. Mas afinal o que é OBESIDADE? Essa doença, sim DOENÇA, é caracterizada por um aumento da massa gorda corporal por conta de um desequilíbrio entre o ganho e o gasto energético, ou seja , você consome muito mais do que gasta . E como isso acontece? Esse número enorme de crianças e adolescentes obesos está diretamente ligado a uma péssima qualidade de vida com dieta e escolhas alimentares inadequadas, pouca atividade física, muito sedentarismo, sono inadequado e muito tempo em frente das telas (celular, tablet, televisão e computador). Essa é a maior e principal causa, porém existem fatores como: doenças genéticas, doenças endócrinas como o Hipotireoidismo, doenças neurológicas, uso de algumas medicações, baixo nível socioeconômico e residência urbana.

"Doutora como posso prevenir que meu filho se torne obeso?" Esse é o mês “ Setembro Laranja” – de combate a Obesidade Infantil, em que estimulamos medidas de prevenção da obesidade infantil.

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Os cuidados começam quando você ainda está grávida sabia? Sim! A prevenção da obesidade começa desde o pré-natal com os cuidados que a mãe deve ter com seu ganho de peso e alimentação balanceada. Depois que o bebê nasce devemos promover o aleitamento materno e mantê-lo exclusivo até o sexto mês de vida e complementado até dois anos ou mais. Para as crianças e adolescentes devemos sempre promover hábitos saudáveis, veja aqui algumas dicas:

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HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS - Desde a introdução alimentar com 6 meses de vida, estimule bons hábitos alimentares, apresentando todos os grupos alimentares desde a primeira papa; isso contribui para o reconhecimento das notas dos diversos paladares pela criança, e quando esta introdução é realizada sem adição de sal, açúcar e gordura saturada, permite-se à criança que perceba com mais naturalidade os outros diversos paladares, atingindo a sua saciedade com alimentos saudáveis e diminuindo o risco de formação de um hábito alimentar obesogênico. Em relação a alimentação um outro aspecto muito importante é o comportamento dos pais e cuidadores. O hábito da família de comer junto com a criança deve ser incorporado, uma vez que o comportamento dos pais no momento da refeição tem muito mais influência na formação de hábitos alimentares saudáveis do que a transmissão verbal de informações.

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Lembre-se sempre que você é o maior exemplo para seu filho e a prevenção da obesidade começa pela base familiar. O cotidiano da criação de uma rotina saudável com regras, orientações e limites não são o objetivo final de uma boa educação alimentar, mas um meio de colocá-la em prática.

ATIVIDADE FÍSICA E BRINCAR - A atividade física regular está entre as principais medidas de prevenção da obesidade infantil. Exercícios físicos controlam o peso, levam à redução da pressão arterial, aumentam o HDL-colesterol, diminuem o risco de desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 e alguns tipos de câncer, levam a um maior bem-estar físico e psicológico, melhora da autoestima e da autoconfiança da criança. Uma criança sedentária muito provavelmente se tornará um adulto sedentário.

Recomendado que todas as crianças, incluindo as que não têm boa coordenação motora, sejam estimuladas a praticar exercícios prazerosos e adaptados à faixa etária, objetivando a participação e a inclusão, e não a competitividade. Dessa forma, a atividade física deve ser incorporada à vida do indivíduo desde a infância, tornando-se um hábito e uma rotina salutar. A American Heart Association (AHA) recomenda que todas as crianças a partir de dois anos de idade devam praticar atividades físicas com as seguintes características : Intensidade moderada a intensa, agradável, apropriada à idade do ponto de vista do desenvolvimento físico e emocional, variada, pelo menos por 60 minutos, DIARIAMENTE. Dar preferência a atividades aeróbicas. Caso não seja possível realizar a atividade física por uma hora consecutiva, procurar promover dois períodos de 30 ou quatro de 15 minutos. (Disponível em: https://www.heart.org/en/healthy-living/fitness/fitness-basics/american-heart-associations-recommendations-for-physical-activity-in-children)

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REDUÇÃO DO TEMPO DE “TELA”: Na minha opinião, um dos maiores vilões e causadores da obesidade infantil e da vida sedentária são as telas: televisão, videogames, computador , tablets e celulares. Antes de tudo, vale ressaltar que “tempo de tela” é encarado pela Academia Americana de Pediatria como o período que a criança usa os eletrônicos para entretenimento. Por isso, o tempo de tarefas e pesquisas escolares não entra nessa conta. Veja aqui a recomendação da AAP e da Sociedade Brasileira de Pediatria:

Bebês: nenhuma exposição diária às telas.

2 a 5 anos: uso limitado a uma hora por dia, de programação de qualidade e apropriada à idade.

6 anos e mais: o tempo de tela não deve exceder duas horas por dia .

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O TEMPO DE SONO: O sono atua em vários sistemas. Boa qualidade de sono contribui para a memória, imunidade, crescimento e também na manutenção do peso. As crianças e os adolescentes que dormem menos do que o recomendado para a idade têm risco aumentado de ganho de peso em 1 ano.

Finalizamos citando que a causa da obesidade é multifatorial, necessitando de equipe interdisciplinar para acompanhar essas crianças e esses adolescentes. As repercussões clínicas e o aumento da morbimortalidade dos obesos justificam a necessidade primordial da prevenção. A ausência de familiar colabora de forma importante em horários do lazer infantil, portanto, torna-se prudente melhorar, favorecer e oportunizar as inter-relações sociais materno-infantis.

No próximo texto falaremos das consequências da Obesidade Infantil na saúde e na vida das nossas crianças

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 1. American Academy of Pediatrics 2. Sociedade de Pediatria de São Paulo 3. Sociedade Brasileira de Pediatria 4. American Heart Association (AHA)

 

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Carolina Calafiori de Campos

Coluna Pediatria

Dra Carolina Calafiori de Campos - CRM 146.649 RQE nº 73444 

Médica Formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, Especialização em Pediatria pelo Hospital da Puc Campinas, Especialização em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital da Puc Campinas, Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria - Contato: carolinacalafiori@hotmail.com  

Mitos sobre aleitamento materno - Coluna Pediatria por Dra. Carolina Calafiori de Campos

Já estamos chegando ao fim do nosso mês de agosto, o nosso AGOSTO DOURADO - cor que simboliza o padrão ouro de qualidade do leite materno e a luta pelo incentivo à amamentação. Hoje vamos falar um pouco sobre os maiores mitos em relação a amamentação e desmistificar algumas idéias erradas sobre o tema, que acabam prejudicando muitas mães na hora de oferecer o peito ao bebê. É claro que amamentar gera uma séria de dúvidas por isso veja aqui algumas MENTIRAS em relação ao leite materno e a amamentação:

1- "O colostro (primeiro leite produzido pela mãe) não é tão importante"

O colostro possui 700 espécies de bactérias saudáveis, que irão fazer a colonização inicial do intestino dos bebês e isso é fundamental para que ele tenha um sistema imunológico eficiente durante a vida toda. Estas bactérias são responsáveis pela formação de 70% das nossas células de defesa. Esta colonização adequada também auxilia o organismo na prevenção de processos alérgicos e de doenças crônicas não-transmissíveis, como diabetes por exemplo pelo resto de nossas vidas. Além disso ele é rico em anticorpos, sendo considerado a “ primeira vacina do bebê”

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2- "Meu leite é fraco e não está suprindo as necessidades do meu bebê"

NÃO EXISTE LEITE FRACO! As mães muitas vezes interpretam como leite fraco quando o bebê mama com muita frequência. Mas mamar com frequência é normal e esperado, principalmente nos primeiros meses de vida, por isso dizemos que o aleitamento deve ser em livre demanda, ou seja: o bebê deve mamar sempre que desejar. A dúvida do “ leite fraco” também surge por conta das variações de cor do leite, isso acontece mas todos os leites são adequados sob o ponto de vista imunológico e nutricional, por isso é considerado o alimento ideal para o bebê, sendo recomendado exclusivamente até o 6º mês de vida e até os dois anos de vida ou mais, após a introdução alimentar. Além disso, com frequência o choro do bebê é interpretado como fome, porém muitas vezes esse choro é causado por algum desconforto do bebê ( por exemplo cólicas ) ou simplesmente trata-se de uma forma de solicitar aconchego e proteção da mãe.

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3- "Depois de 6 meses é bom substituir o leite materno por outros leites"

Já é um consenso entre as Sociedades de Pediatra que se deve evitar a introdução de leite de vaca ou de leite de soja até que o pequeno complete seu primeiro ano de vida. Isso ocorre porque os dois alimentos têm alto potencial alergênico, são compostos por proteínas que ainda não são bem digeridas e causam processos inflamatórios no organismo. De fato, com seis meses de vida quando a criança já consome todos os grupos alimentares o leite materno já não é imprescindível para a sua nutrição. Porém, a sua função não acaba aí. É só a partir dos seis meses que o sistema imunológico dos pequenos ficará independente do materno, neste período de transição ele precisa dos fatores imunológicos que serão transmitidos pelo leite da mãe.

4-"A alimentação da mãe não interfere no bem-estar do bebê"

Os nutrientes ingeridos pela mãe ou a falta deles influenciam diretamente no desenvolvimento do seu filho. O mesmo acontece com o consumo de alimentos alergênicos, como o leite de vaca. Mesmo que a criança não tenha contato com ele, ela sofrerá as consequências quando os anticorpos gerados pela mãe chegarem até ela por meio do aleitamento, ocasionando os mesmos sintomas de quando o bebê ou a criança os ingerem.

5 “A amamentação prolongada torna a criança dependente emocionalmente da mãe”

Na minha humilde opinião, essa é uma das crenças mais danosas a amamentação e ao vínculo materno com o bebê. Infelizmente essa crença é tida como verdade, inclusive por muitos profissionais de saúde, e não tem nenhum fundamento científico; muito pelo contrário, crianças com vínculo seguro tendem a ser mais independentes, a ter mais facilidade para se separar de suas mães e a entrar em novas relações com mais segurança e estabilidade. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), referendada pelo Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Pediatria, é que as mães amamentem seus filhos por até dois anos ou mais. Apesar de a orientação ser clara, a amamentação prolongada é cercada de mitos e, principalmente, críticas. Não existe uma data-limite para suspender a amamentação, o desmame deve acontecer naturalmente.


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6- “Preciso dar os dois peitos a cada mamada”

O tempo de cada mamada não deve ser fixado, pois o esvaziamento da mama pode variar conforme a fome do bebê, do intervalo entre uma mamada e outra, do volume de leite armazenado na mama, entre outros. O importante é que a mãe dê tempo suficiente para o bebê esvaziar adequadamente seu seio, caso esvazie uma mama por completo e a criança ainda deseje mamar, a mãe pode oferecer a outra mama. Na próxima mamada, recomenda-se que a mãe dê o seio que não foi oferecido na mamada anterior ou ofereça o que o bebê mamou por último, caso tenha sido ofertado as duas mamas.

7- “Seios muito pequenos não produzem leite na quantidade suficiente para o bebê.”

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O tamanho da mama não tem NENHUMA relação com a produção do leite. Tanto as mamas grandes quanto as pequenas possuem a mesma capacidade de produzir o mesmo volume de leite em um dia.

8- Quando o bebê começa a comer, o leite materno pode prejudicar a absorção de ferro.

Quase 70% do ferro do leite materno é absorvido adequadamente pelo bebê. O leite materno possui bactérias benéficas que atuam no fortalecimento da imunidade, assim como em outros fatores de proteção que otimizam a capacidade de absorção de ferro e outros nutrientes. O ferro presente no leite materno é de mais fácil absorção pelo organismo do bebê.

Dados: Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria

Fotos: Pinterest

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Carolina Calafiori de Campos

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