Museu Sir John Soane em Londres - Coluna Arte/Fotografia e Design por Mônica Fraga

Acabei de voltar de uma viagem para Londres focada no estudo da arte e do papel da arquitetura na construção das cidades. O Roteiro de Museus em Londres (museusemconexao.org) foi apresentado por três professoras incríveis, do Mackenzie São Paulo, sendo duas da área de Arquitetura, Ana Paula Pontes e Patrícia Martins, e uma de Artes Plásticas, Fanny Feigenson Grinfeld.

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Diante de tanta descoberta e informação confesso que estou extasiada e feliz com a transformação que já sinto em mim.

Fizemos várias visitas, sobre as quais pretendo falar um pouco nesse canal.

Para começar quero compartilhar uma visita que fizemos a um museu chamado Sir John Soane, que muito me impressionou...

John Soane nasceu em 1753. Era arquiteto e construiu obras importantes, como o Banco da Inglaterra.

Ele se tornou um colecionador de arte. O museu que visitei nada mais é do que a casa em que ele viveu. As peças eram adquiridas e colocadas na casa fazendo parte da decoração.

Foi fascinante entrar no museu e conhecer o interior daquela arquitetura tão característica da Inglaterra.

Como designer de interiores, me chamou atenção o quanto ele entendia de interiores, especialmente de luminotécnica, a qual se tornou um dos pontos altos do local.

Os quadros, esculturas, espelhos e objetos são dispostos de uma maneira muito interessante. Era algo sempre em construção. À medida em que ele adquiria mais obras de arte, ele reorganizava a sua coleção, que conta com mais de 5000 peças, sendo que uma das peças mais valiosas é um sarcófago de alabastro do faraó Seti I, que foi comprada por Soane em 1825. Existem pinturas de William Hogarth, Turner (meu queridinho!), Henry Howard, dentre outros.

Um pouco antes da sua morte ele negociou com o Parlamento para preservarem sua casa e coleção, e que ela fosse aberta para servir de inspiração e educação para os estudantes e apreciadores de arquitetura, pintura e escultura. E assim aconteceu...

Dentro é proibido fotografar, mas no site do museu - soane.org - dá para ver algumas fotos.

Minha dica é: ao viajar para Londres, faça uma visita e mergulhe no estilo de vida do século XVIII ao estilo inglês... simplesmente inesquecível!

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Mônica Fraga

Arte, Fotografia & Design

Designer de Interiores pela Arquitec., Fotógrafa pelo Senac São Paulo. Atualmente faço um curso sobre História da Arte, em SP, com o crítico de Arte Rodrigo Naves. Instragram: @monicafraga monicabmfraga@gmail.com



Prédio que toca música quando chove atrai turistas na Alemanha

Localizado em Dresden, o edifício se transforma em um gigante instrumento musical ao cair das gotas d’água

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Durante uma viagem, é comum torcer para que o sol brilhe forte em um céu azul e para que nenhuma chuva apareça para evitar contratempos, certo? Bom, mais ou menos. Na Alemanha, mais especificamente em Dresden, turistas do mundo todo aguardam ansiosos a chuva chegar. O motivo? Há um prédio que toca música ao cair das gotas d’água.

Funciona assim: um sistema de drenos, calhas e funis fica anexado do lado de fora do prédio de paredes coloridas. Quando chove, o conjunto de tubos capta  a água pluvial que, ao escoar, emite diferentes sons. Podemos dizer que o prédio se torna um gigante instrumento ao ar livre.

Arte, música e um pouquinho de chuva 

O prédio faz parte de um complexo conhecido como Neustadt Kunsthofpassage, composto por cinco edifícios de diferentes temas localizados no bairro Neustadt. Há o prédio das luzes, dos animais, das criaturas míticas, da metamorfose e, claro, o da música.

O prédio da música, o mais procurado de todos, é obra da escultora Anette Paul e dos designers Christoph Rossner e André Tempel, que curiosamente vivem no edifício. Segunda Anette, a inspiração veio do tempo em que vivia em São Petersburgo, na Rússia, onde os dias cinzentos criavam verdadeiras sinfonias com o som da água batendo nas janelas.

Com um espetáculo desses, tomar chuva deixa de ser um problema e acaba se tornando um verdadeiro deleite para diversos turistas. Se você também deseja conhecer o complexo Kunsthofpassage em Dresden, o acesso é gratuito e o comércio local, que reúne diversas lojinhas e cafeterias charmosas, funciona de segunda a sexta, das 13h às 19h. Já aos sábados e domingos, fica aberto das 10h às 20h.

Kunsthofpassage
Görlitzer Str. 21-25, 01099 – Dresden
Segunda a sexta das 13 às 19h/ Sábados e domingos das 10h às 20h

Fonte: https://www.guiaviajarmelhor.com.br/predio-que-toca-musica-quando-chove-atrai-turistas-na-alemanha/?fbclid=IwAR04ooVPbaxVgL8Xf1rH-5dyXAOI5rnmX1rnVatFIHsF5Oors69hf1TC4Ss

Hotel vegano no Reino Unido oferece hospedagem 100% livre de produtos com origem animal

Estabelecimento tem aparência medieval, e só trabalha com alimentos, bebidas, peças e produtos de limpeza que sejam ecológicos e à base de plantas

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O Reino Unido tem mirado no mercado de hospedagem específica para pessoas veganas. Depois de Londres inaugurar a primeira suíte vegana do mundo em janeiro, no Hilton’s London Bankside, agora a Escócia ganha um hotel totalmente vegano e que oferece uma hospedagem 100% livre de produtos com origem animal.

Saorsa 1875 fica em Highland Perthshire, e será inaugurado já no próximo dia 15 de junho. O estabelecimento tem aparência medieval, e só trabalha com alimentos, bebidas, peças e produtos de limpeza que sejam ecológicos, à base de plantas e sem nenhum envolvimento com animais no processo de fabricação/produção.

A acomodação também se descreve como “luxo ético”, vinculando as origens góticas vitorianas às comodidades modernas contra os “tons neutros do norte da Europa” para proporcionar aos hóspedes uma pausa da vida agitada da cidade.

Além das refeições que são todas com base na culinária vegana e comandadas pelo chef Luca Sordi, todos os vinhos, drinques e demais bebidas também são veganos. Tudo é plantando pelo próprio hotel ou comprado de produtores de produtores locais.

O hotel possui 11 quartos, todos com mobiliário e decoração de estilo antigo e boêmio. 

Fonte: https://www.b9.com.br/109011/hotel-vegano-no-reino-unido-oferece-hospedagem-100-livre-de-produtos-com-origem-animal/?fbclid=IwAR1_8IDsrsIjgl2CXCVWgN-dGocemuNOBMHxpR4W0ps6BsYz7vQ8E062ysg

Alerta aerolook: saiba o que usar para viajar sem perder o estilo

A consultora de moda, Karine Rodrigues, dá dicas de looks práticos e confortáveis para usar no aeroporto

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Quando pensamos em aeroporto, logo vem a mente um look confortável, mas conforto não significa relaxo, muito pelo contrário, a moda hoje está muito mais versátil. O conforto vem sendo um tema abordado por muitas marcas e coleções, por isso, conseguimos sim usar um look comfy, mas com muito estilo.

 

Para a consultora de moda, Karine Rodrigues, peças em alfaiataria esportiva são ótimas opções, pois o look fica estiloso e confortável. O mix com calças de alfaiataria + camisetas e tênis, ou blazer com uma calça de moletom são ótimas saídas para um look cool. Evite roupas que amassam fácil, como linho, viscose ou peças com tecidos naturais, amassam com mais facilidades, pois provavelmente você passará muito tempo sentada.

 

O estilo hi-low é uma ótima saída para um look de aeroporto, pois são peças mais confortáveis, t-shirts “podrinhas”, peças com elastano, mobilidade e práticas. A consultora de moda recomenda mixar essas peças com alguma mais elegante, tipo alfaiataria ou tecidos mais refinados, como seda. Abuse das leggings, calça jeans com elastano, calças de alfaiataria, moletom, calças de algodão para compor com camisetas, blusas básicas e confortáveis.

 

Dica importante: não esqueça a sua blusa de frio, no avião faz frio, então um casaquinho é sempre bem vindo. Na sua mala de mão leve sempre uma troca de roupa e uma blusinha de frio, como um cardigã e uma pashmina. “Não esqueça também que você irá passar no detector de metais, cuidado com o excesso de acessórios, sapato difíceis de colocar, assim como cintos.”, diz Karine.

 

Sobre:

Karine C. Rodrigues é formada em design de moda pela faculdade Esamc campinas e está sempre dedicando e buscando novos conhecimentos na área de moda. Ela é consultora de moda e estilo pelo Instituto Marangoni – Paris, pelo Image Resource Center of NY e pós graduada em criação de imagem e Styling pelo Senac – SP. Formada também em Visagismo pelo renomeado Phillip Hallawel, entre outros.

Trabalhou nos backstages do NYFW em setembro de 2016 nas marcas Lacoste, Desigual e Kate Spade. Em Setembro de 2017 participou da semana de moda de Paris.  Atualmente é Stylist da TVB Record de Campinas e da revista A3 de Paulínia, colunista de estilo da Revista Prado, consultora de moda do programa mulher.com entre diversos trabalhos já realizados.

 

Serviço

Sitewww.windk.com.br/index.html

Instagram: @karinecrodrigues

Contatokcr.windk@gmail.com



Coluna viagem - O que fazer em Cambridge em 24 horas?

“Esse post foi feito para você que vai fazer um bate-volta de Londres para Cambridge, ou que tem uma noite apenas na cidade. Com tão pouco tempo, o melhor é otimizar o seu roteiro ao máximo e planejar bem o que fazer em Cambridge nessas 24 horas. O o colunista Felipe Mortara (Segredos de Viagem), que já morou na cidade quando pequeno e voltou várias outras vezes, dá a letra e te mostra o que você não pode perder por lá. 

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A ciência costuma sempre elaborar uma hipótese e aplicar experimentos para comprová-la ou contestá-la. A Universidade de Cambridge é um polo de excelência científica há mais de 800 anos. Na minha recente visita por lá resolvi aplicar a teoria de que basta um bate-volta de Londres para conhecê-la. Quer saber o resultado? Não é verdade. A cidade é bem mais complexa e fascinante do que parece a quem nunca pisou lá e vale pelo menos dois dias inteiros (ou pelo menos uma noite, vai…).

A proximidade da capital – fica a 101 quilômetros, ou seja, 1h20 de trem ou 1h40 de ônibus – dá a falsa ilusão de que é só chegar, correr visitando os principais colleges, e retornar no fim do dia. Dá para fazer assim? Claro que dá, mas você terá perdido a chance de conhecer melhor uma das joias da coroa britânica do turismo histórico e de conhecimento.

O mesmo vale para a famosa cidade de Oxford, a 83 km de Londres, também universitária e com a qual Cambridge mantém uma antiga rivalidade. Uma disputa saudável, que impulsiona a ciência, a tecnologia e o saber no mundo. Ah, e todo ano desde 1829, equipes das duas universidades disputam anualmente uma corrida de remo no Rio Tâmisa, em Londres. A próxima Boat Race será dia 7 de abril de 2019.

Qual a importância de Cambridge?

Essencialmente a principal atividade é deslumbrar-se com o poder do conhecimento. A Universidade de Cambridge foi fundada por dissidentes de Oxford em 1209 e passou séculos aprofundada nos estudos matemáticos, para depois seguir também pela biologia e física.

Por lá viveram e produziram algumas figuras que você talvez conheça, como Isaac Newton, Charles Darwin e Stephen Hawking. Coisas incríveis para a humanidade aconteceram por lá, como o a descoberta da estrutura do DNA pelos cientistas James Watson e Francis Crick nos anos 1950. E também a quebra de códigos nazistas por Alan Turing, que resultou no fim da Segunda Guerra Mundial.

Mas afinal, o que fazer em Cambridge em 24 horas? 

Passear pela cidade é perder-se pelos 31 colleges. Vou tentar explicar. É mais ou menos como se Cambridge fosse a Cidade Universitária da USP e cada uma das faculdades fosse um college. Só que você pode estudar praticamente todos os temas em cada um dos colleges. Pode até dar uma confusão e a sensação de que a cidade inteira é a universidade em si. E no fundo é bem isso mesmo. Mas antes de começar a entrar de cabeça na vida que gravita ao redor da Universidade de Cambridge, comece com um programa mais contemplativo e igualmente imperdível. 

-Passeio de punt pelo Rio Cam

O Rio Cam corta a cidade e eu não deixaria de fazer um passeio a bordo dos punts, pequenas canoas quadradas empurradas por uma vara que o barqueiro apoia no fundo do rio. Custa 20 libras e recomendo ir com a tradicional Scudamore’s, ativa desse 1910.

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Tour pelos colleges da Universidade de Cambridge

Zanzar pela rua principal é descobrir que ela muda de nome de acordo com o college diante do qual você está. Ela começa St. John’s Street, vira Trinity Street e depois, a famosa King’s Parade. Estes são alguns dos principais colleges e que têm visitas guiadas ao longo do dia.

O St. John’s e o King’s cobram 10 libras para entrar, o que dá uma bela baqueada no orçamento, mas vale muito a pena, principalmente se seguir um tour. O Trinity é mais singelo, custa apenas 3 libras, mas sem poder entrar na sua famosa biblioteca, a Wren Library, de 1695, onde estão originais de Newton e Shakespeare.

Uma ótima opção é fazer um tour de 90 minutos com ex-alunos da universidade no Cambridge Alumni Tours por 10 libras – o lance é reservar até uma hora antes no quiosque na frente da igreja de Great St. Mary’s, na porta do King’s College. Se comprar online é mais caro (17,50 libras). O tour entra em alguns colleges e te enche de informações úteis para você entender a dimensão daquela beleza toda. Aliás, a igreja é linda e subir na torre (4 libras) pode valer a pena em dias bonitos 

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Os prédios são majestosos e você pode ver exemplos fantásticos de arquitetura gótica, como a esplêndida Capela do King’s College. Só tenho fotos de fora dela por um simples motivo: não quis pagar 10 libras para visitá-la. Aqui vai uma dica preciosa para você, um verdadeiro segredo de viagem: diariamente, às 17h30 há uma missa aberta, gratuita e maravilhosa com o coral de meninos (chamam “services”, em inglês). Chegue às 17h na fila. O único porém é que não é permitido fotografar nem filmar DE JEITO NENHUM. Há tempos eu não passava uma hora sem ver sequer um celular ao redor.

-Ponte dos Suspiros, na St. John’s college

O St. John’s é um sonho de lugar. Os jardins são inacreditáveis e dá para passar uma manhã curtindo por ali. O prédio mais antigo é do século 16, e o prédio “novo” foi inaugurado em 1831 e é muito simbólico. Foi uma das locações mais usadas no filme A Teoria de Tudo (2014), que narra a trajetória do físico Stephen Hawking. Mas o destaque do St. John’s é a famosa Bridge of Sights, ou Ponte dos Suspiros, também de 1831, que atravessa o Rio Cam. Passar de punt por debaixo da ponte é de arrancar suspiros, literalmente.  

Não é por frescura nem mimimi que não se pode pisar na grama, trata-se de simbolismo apenas. Só professores e fellows, alguns poucos alunos condecorados por seus trabalhos, podem usufruir do privilégio. Pode reparar: quem pisa na grama geralmente tem cabelo branco… Enfim, aproveite os “Backs”, os fundos dos colleges são tão lindos quanto as fachadas nas ruas.

-Mathematical Bridge, em Queen’s College

Entre as maravilhas do passeio de punt pelo Rio Cam, a Mathematical Bridge é tida como uma das mais intrigantes. Fica dentro do Queen’s College e o mais comum é contemplá-la da Silver Street Bridge. Alguns guias podem tentar enganá-lo dizendo que foi erguida por Isaac Newton, mas ele já estava morto há 20 anos quando a ponte foi erguida, em 1749. O projeto da Wooden Bridge, como é chamada oficialmente, foi feito por William Etheridge e construído por James Essex e, dizem, é toda feita com vigas encaixadas, sem pregos.

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Fitzwilliam Museum

Fitzwilliam Museum é um museu com coleções arqueológicas comparáveis ao inigualável British Museum, em Londres. Seções do Egito, da Mesopotâmia, da Ásia e de Chipre reúnem objetos impressionantes. Moedas e medalhas da Grécia e da Roma antiga também encantam. É tudo parte do acervo multicentenário de anos de pesquisa da Cambridge University. E tudo com um ar de museu de bairro, pequenino, tudo perto e acessível. Dá quase para achar que é tudo uma grande coleção de um tio avô distante. É o máximo.

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Centro de Cambridge

Fora isso tudo, não deixe de dar uma boa volta pelo centrinho. O Market Square abriga uma feira diária, com frutas, legumes, embutidos e queijos. Tudo muito saboroso e fresco. O All Saints Garden Art, na frente do Trinity College tem ótimas ofertas de artesanato regional delicado e a bons preços.

Ali do lado, a Grand Arcade é uma galeria que reúne algumas das principais marcas inglesas, como Marks & Spencer, Boots, Clarks, etc… Vizinho, o Lion Yard Shopping Centre é mais tímido, mas tem uma série de lojas e uma casa de câmbio com boa cotação.

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Pubs famosos, e muito bem frequentados

Antes de ir embora, não deixe de brindar sua visita a Cambridge com um pint de IPA no Anchor Pub, na beira do Rio Cam, onde o Pink Floyd se reunia no começo da banda. Ou então no The Mitre, fundado em 1754, na Magdaleine St., bem do ladinho do St. John’s College.

A essa altura você já deve estar cansado e pronto para ir pro hotel dormir, ou tem que voltar para Londres e está morrendo de vontade de passar mais um dia em Cambridge. De todo modo terá aproveitado bem a cidade, e nada mau esse tanto de conhecimento e informação passando apenas um dia em Cambridge, não é mesmo? “

Fonte: https://segredosdeviagem.com.br/2019/03/o-que-fazer-em-cambridge/