Sábado tem Dog Folia! Vem!

Sábado (02-03) será realizado o DOG FOLIA para todo mundo curtir o carnaval com seu peludo!

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Vai ter concurso de melhor fantasia PET e os prêmios estão super bacanas, inclusive o ganhador vai receber uma coleira LINDA da @usebuddydog.

Vai ter marchinha, música ao vivo, cerveja, chopp e comida boa.

Além disso, parte da renda será REVERTIDA prol das ONGs @focinhoabandonado @ongateac e ong Ateac.

Vem com a gente aproveitar esse evento do bem!

Local: Armazém do padre - Rua Guapuruvu 395, em frente ao Alphaville Campinas.

ENTRADA GRATUITA!


Insuficiência renal em gatos - Coluna Vida de bicho por Isadora dos Reis Casline

A insuficiência renal em gatos é uma patologia muito comum, principalmente nos gatos mais idosos. Ela pode aparecer de duas formas, uma aguda, onde geralmente se tirarmos a causa base e o rim não tiver sido muito danificado, a função volta ao normal e a crônica, onde o animal realmente perde parte da função do rim sendo necessário acompanhamento médico rotineiro.

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Apesar de ser uma doença comum em gatos mais idosos, eu mesma já peguei alguns casos em animais bem mais jovens. Nesses casos , a doença aparece porque o animal já veio com um problema congênito no rim  ou infecções que podem se instalar no rim de um gato jovem, gerando uma insuficiência renal que pode evoluir rapidamente.

Os principais sintomas são emagrecimento progressivo, apatia , falta de apetite e pelo fato do rim não estar filtrando corretamente as toxinas do corpo do animal , é muito comum o vômito.

O diagnóstico é feito através de exames de sangue e nao há uma cura específica para a doença mas em muitos animais conseguimos fazer um controle, mantendo a qualidade de vida do animal. Muitas vezes é necessário a mudança de alimentação, administração de medicamentos que auxiliam o rim na sua função e soroterapia quando o animal se encontra desidratado.

Por isso, se perceber qualquer alteração de peso ou comportamento do seu gatinho, nunca demore para levá-lo ao veterinário.

Para maiores dúvidas entre em contato comigo através da minha fan page Na casa do bicho- Isa Casline Veterinária.

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Isadora dos Reis

Coluna Vida de Bicho

Formada em dezembro de 2001, pela Fundação de Ensino Octavio Bastos, em São João da Boa Vista. Especialização em clinica medica de pequenos animais e dermatologia veterinaria. Área de clinica médica e atendimentos personalizados em domicílio na zona norte  e central de São Paulo e também em Guarulhos.Contato: isacasline@gmail.com

 

 

Como prevenir e tratar as otites? Coluna Vida de Bicho por Isadora dos Reis Casline

As otites são caracterizadas por um processo inflamatório no conduto auditivo de cães e gatos, tendo maior incidência em cães. Podem ser agudas ou crônicas. E ainda externa( a mais comum), médias e internas( mais grave).

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Essa é a Uvinha, paciente alérgica crônica.

Muita gente me questiona se as otites podem ser causadas por banhos dados em pet shop ou mesmo em casa. Sabe-se que a umidade é sim um fator predisponente , portanto se as orelhas não forem protegidas durante o banho, existe uma chance grande de desenvolver o problema, mas esse não é o único fator predisponente. Além do que limpezas profundas com pinças e cotonetes , ou a retirada excessiva de pelos causam traumas ao epitélio que pode se inflamar e infeccionar.

Então, sempre antes do banho, o correto é proteger os ouvidos colocando algodão no interior deles, evitando assim que se molhem excessivamente( e não esquecer de tirar!) e também não utilizar cotonetes ou pinças na limpeza após o banho, que deve ser feita apenas com um algodão enrolado no dedo.

Fatores como doenças alérgicas, conformação anatômica do ouvido( citando por exemplo raças de orelhas pendulares como Cockers) , estenose do canal auricular e até o excesso de pelos podem contribuir para o aparecimento da otite, já que estes dois últimos impedem a passagem normal da cera para o exterior.

Nas otites além da inflamação, vemos o aparecimento de bactérias, causando também infecção, muitas vezes com secreções purulentas saindo dos ouvidos, fungos( que se proliferam com a umidade) ou ácaros( bem comum em gatos).

Os sintomas na maioria  dos casos são dor, prurido, e o mais comum é você perceber o chacoalhar constante das orelhas.

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O tratamento deve ser feito segundo cada caso, e geralmente os insucessos se devem ao fato da pessoas irem ao pet e comprar um medicamento sem saber exatamente que tipo de otite o animal tem. Em muitos casos, além do medicamento tópico, lança-se mão de antibióticos e anti inflamatórios orais, para ajudar a controlar os sintomas e principalmente em otites recorrentes.

Por isso sempre que perceber esses sintomas, não automedique seu animal, leve ao médico veterinário e siga exatamente a receita que ele lhe passar. Um tratamento bem feito de uma otite demanda tempo.

Qualquer dúvida , entre em contato comigo em Isa Casline Veterinária

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Isadora dos Reis

Coluna Vida de Bicho

Formada em dezembro de 2001, pela Fundação de Ensino Octavio Bastos, em São João da Boa Vista. Especialização em clinica medica de pequenos animais e dermatologia veterinaria. Área de clinica médica e atendimentos personalizados em domicílio na zona norte  e central de São Paulo e também em Guarulhos.Contato: isacasline@gmail.com

Convivência entre crianças e animais - Coluna Vida de Bicho por Isadora dos Reis Casline

Desde novinha, sempre gostei de escrever. Escrevia em diários, agendas, cartas para as primas que eram enormes. E aí, me veio a idéia do blog, que juntaria a minha vontade de escrever com a propagação de informações que poderiam ser úteis às pessoas. E eu fico muito feliz que as pessoas estejam me dando idéias para artigos aqui do blog, ou porque tem dúvidas sobre o assunto, ou porque acham interessante.

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E hoje eu vou falar de um desses assuntos, que é a convivência entre animais e crianças. Essa pessoa me mostrou um texto que leu na net, onde um pediatra praticamente condenava a convivência intima entre crianças e bichos, enumerando regras a serem seguidas, como por exemplo evitar o livre acesso do animal pelos cômodos todos e deixando claro que o animal poderia transmitir raiva, toxoplasmose, entre outras doenças bacterianas e virais.

Vamos lá! Em primeiro lugar, a pessoa que vai adquirir um animal de estimação para uma criança deve ter os cuidados BÁSICOS, que são a vacinação e vermifugação, que serão explicadas e efetuadas corretamente pelo médico veterinário. Hoje em dia, a grande maioria dos animais ,criados dentro de casa com as pessoas tem vacinas e ainda lembrando que os municípios promovem vacinação antirabica gratuita. Então não é simplesmente convivendo com um cão ou gato que seu filho irá contrair raiva. Quanto a toxoplasmose eu fiz já um post sobre este assunto. Fala de mulheres grávidas, mas o contágio se dá da mesma forma para todos.

Quanto a reportagem dizer que o animal não possui a ” higiene necessária” para conviver com crianças, quero ressaltar de novo a importância de programas como o Cão Terapeuta, que leva animais a hospitais e asilos, com pessoas imunodeprimidas e debilitadas e que comprovadamente melhoram a qualidade de vida daqueles pacientes. Então, se é bom pra uma pessoa nessas condições, porque seria perigoso para a criança, sendo um animal sadio, vacinado e vermifugado e higienizado regularmente? O post completo sobre terapias assistidas por animais.

O que eu sempre ressalto, quando alguém vem tirar dúvidas sobre animais a serem adquiridos para crianças, além dos cuidados básicos já citados, é de que a criança, principalmente as mais novinhas, não sabem direito como segurar ou pegar um cão e gato,e isso pode gerar acidentes, machucando tanto a criança, quanto o animal, então sempre é bom supervisionar esse contato inicial, explicando como o animal deve ser cuidado e tratado.

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Isadora dos Reis

Coluna Vida de Bicho

Formada em dezembro de 2001, pela Fundação de Ensino Octavio Bastos, em São João da Boa Vista. Especialização em clinica medica de pequenos animais e dermatologia veterinaria. Área de clinica médica e atendimentos personalizados em domicílio na zona norte  e central de São Paulo e também em Guarulhos.Contato: isacasline@gmail.com

Plantas tóxicas aos animais - Coluna Vida de Bicho por Isadora dos Reis Casline

Muita gente me pergunta sobre as espécies de plantas que podem ser consideradas tóxicas tanto aos cães, como aos gatos. E muita gente também não sabe que existem plantas bem comuns que temos em casa que podem apresentar sérios riscos ao seu amigo.

O problema é bem comum, já que os animais mastigam as plantas , seja por disfunção digestiva ou até mesmo por tédio.

Quando a planta é inofensiva, observaremos apenas vômitos com restante de folhas mastigadas ou até pelos no caso de gatos, já que nesse caso o animal simplesmente mastigou a planta porque sentia algum desconforto abdominal.

Já no caso da planta que faz mal, os sintomas serão: salivação intensa, dor abdominal, tremores e até hemorragias, evoluindo para dificuldade respiratória e até óbito, dependendo da quantidade ingerida de folhas.

Já presenciei casos de gatos com mais idade que ingeriram plantas nocivas e chegaram a apresentar quadro de insuficiência renal aguda, levando depois ao óbito, por isso todo cuidado com a planta que irá se colocar no mesmo espaço que o animal.

A mais famosa das tóxicas e que muita gente tem em casa é a Comigo – ninguém – pode.  A ingestão de pequenas porções dessa planta já causa um estrago enorme, como cólicas abdominais, náuseas e vômitos e também diarréia sanguinolenta.

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Outra muito comum nas casas é a Azaleia. Ela causa alterações digestivas também e até alterações cardíacas.

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Muito bonita a Azaléia, desde que esteja longe do seu bichinho!

Na lista das perigosas também temos a Mamona, a Babosa , a Costela de Adão e a Hera, que são também facilmente encontradas como plantas de ornamentação em casa. Causam também salivação, vômitos, pruridos e até desordens neurológicas.

E temos também a que parece bem inofensiva mas não é. Nossa querida Samambaia! Ingerida pelos bichos , pode causar até perda aguda de sangue.

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Existem muitos outros tipo de plantas, principalmente as ornamentais que tem potencial extremamente tóxico, então quando quiser ter uma delas em casa , é sempre bom dar uma pesquisada antes.

A maioria das intoxicações por plantas em cães e gatos não tem mortalidade alta, desde que o tratamento seja precoce. Por isso, se você suspeitou de que seu amigo tenha mastigado alguma planta na sua casa e esteja intoxicado, nada de ficar dando leite, que é uma prática comum que as pessoas fazem, mas sim, corra pro seu veterinário!

Se gostou do post ou tenha alguma dúvida, entre em contato comigo aqui ou pela fan page Isa Casline Veterinária

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Isadora dos Reis

Coluna Vida de Bicho

Formada em dezembro de 2001, pela Fundação de Ensino Octavio Bastos, em São João da Boa Vista. Especialização em clinica medica de pequenos animais e dermatologia veterinaria. Área de clinica médica e atendimentos personalizados em domicílio na zona norte  e central de São Paulo e também em Guarulhos.Contato: isacasline@gmail.com