Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Old Man and the Gun, O Grande Circo Místico e Mary Queen of Scots (Duas Rainhas)

Old Man and the Gun

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Não sou muito fã do Robert Redford, mas como este será, aparentemente, seu último filme (decidiu se aposentar), fiquei curioso. E a história é baseada em fatos reais, o que eu gosto de assistir.

 Em 1979, Forrest Tucker (Robert Redford), criminoso que desde novo fugiu de várias prisões, inclusive da prisão de San Quentin, na Califórnia, aos 70 anos, começou uma série de assaltos, na sua maioria a bancos. Tornou-se famoso por ser considerado um simpático assaltante.

O detetive John Hunt (Casey Affleck) está altamente envolvido na perseguição de Tucker, e fica fascinado com o empenho do assaltante.

 Apesar do enredo ser interessante, e o filme muito bem ambientado nos anos 80, o filme é muito parado (e sonolento). Nada de mais. Esperaria passar na TV.

 O Grande Circo Místico

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Pouco sabia sobre o enredo deste filme. Sabia apenas que era inspirado em um poema, que depois virou um musical, nos anos 1980. E que era a volta de Cacá Diegues à direção depois de alguns anos.

 O “Grande Circo Místico” é um circo que abriu portas em 1910 e, até os dias de hoje, foi comandado por várias gerações da mesma família, sempre de pai pra filhos. E mostra algumas histórias desta família.

 Não achei ruim, apenas um filme sem grandes acontecimentos marcantes. Acho que daqui uma semana, não devo mais me lembrar dele.

 Mary Queen of Scots (Título em Português: “Duas Rainhas”)

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Nunca fui muito bem em história, na época do colégio. Mas hoje, tenho mais interesse em saber algumas coisas do passado do mundo, já que memória disso eu não tenho rs Filmes baseados em fatos reais é comigo mesmo...

 O filme mostra a vida da carismática Mary Stuart (Saoirse Ronan, atriz de “Ladybird”), que foi rainha da França aos 16 anos, e viúva dois anos depois. Mary, então, retorna à Escócia para recuperar o seu trono, sob o domínio de sua prima Elizabeth I (Margot Robbie).

Cada jovem rainha vê a outra com um misto de medo e fascínio. Rivais no poder e no amor, e regentes do sexo feminino num mundo essencialmente masculino, as duas mulheres têm de escolher a forma de manter o equilíbrio entre casamento e independência.

Determinada a governar, Mary afirma a reivindicação ao trono inglês, ameaçando a soberania de Elizabeth.

 Ambas atrizes estão muito bem em seus papéis (coincidentemente, as duas concorreram ao Globo de Ouro de melhor atriz no ano passado)! E o filme é bastante interessante, bem ambientado. Vale a vista!

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Bumblebee e Bem is back (O retorno de Bem)

Bumblebee

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Quando criança, eu era fã dos desenhos dos Transformers, que passava em algum programa na TV. Quando lançaram os filmes, eu assisti a todos, e gostei (de uns mais que outros, apesar de achar que são todos muito parecidos). Então, não tinha como não ir conferir mais este filme da franquia.

Em 1987, Bumblebee, um Autobot que há anos lutou contra os Decepticons em seu planeta natal, Cybertron, encontra refúgio na pequena cidade californiana de Brighton Falls.

Charlie Watson, uma garota à beira dos 18 anos, encontra um Fusca no ferro-velho onde trabalha. Após consertá-lo, seu carro se transforma, revelando ser Bumblebee. Ambos desenvolvem grande amizade enquanto são caçados por uma agência governamental, liderado pelo Agente Burns. Logo após fugirem de casa, para não serem pegos pelo tal agente, eles descobrem que Bumblebee não é o único Transformer na Terra.

Sim, esse também é mais do mesmo, mas é bem divertido. Quem é fã da franquia, não vai se arrepender. Vale a diversão!

 Bem Is Back (Título em Português: “O Retorno de Bem”)

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Mais um filme com Julia Roberts e, mais uma vez, não pude deixar de assistir. Havia visto o trailer, e achando interessante, mas nada demais. Mas depois de assistir a uma entrevista com a atriz, e falar sobre o filme, minha curiosidade aumentou.

Ben Burns, um jovem de 19 anos toxicodependente em tratamento, regressa inesperadamente a casa da sua família na manhã da véspera de Natal. A sua mãe, Holly (Julia Roberts), está aliviada e recebe-o de braços abertos, mas teme o risco do seu filho ter uma recaída.

Durante as próximas 24 horas, novas verdades são reveladas, e o amor incondicional de uma mãe pelo seu filho é posto à prova, enquanto Holly tudo faz para manter Ben são e salvo.

É um tema bastante pesado, e os dois protagonistas mandam muito bem! Apesar de ser um drama, uma triste realidade, é um bom filme para se assistir.

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Mortal Engines (Máquinas Mortais) e Aquaman

Mortal Engines (título em Português: “Máquinas Mortais”)

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Estava muito curioso para ver este novo filme do Peter Jackson (escritor e produtor deste filme), apesar de o trailer não ter me atraído muito.

 Num futuro não muito distante, o planeta Terra foi praticamente destruído devido a chamada ‘Guerra dos Sessenta Minutos’. Para escapar às constantes catástrofes que daí decorreram, as grandes metrópoles foram colocadas sobre rodas gigantes. Cada uma delas avança pelo planeta de modo a obter recursos naturais que assegurem a sobrevivência dos seus habitantes, mesmo que isso se traduza em saques e conflitos armados.

Ao mesmo tempo, a perda de conhecimentos científicos em várias áreas fez a sociedade regredir em termos tecnológicos, culturais e humanitários.

Uma jovem misteriosa, Hester Shaw, surge como a única pessoa capaz de parar Londres, agora uma cidade gigante e predadora sobre rodas, a devorar tudo no seu caminho.

 Me lembrou muito Mad Max (o estilo). Achei um pouco confuso no começo, e com alguns clichês. Já imaginava como seria o final... Não é assim tão imperdível quanto pensava que poderia ser. É apenas um divertimento para os fãs de bons efeitos especiais.

 Aquaman

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Depois de ter lido que este filme foi ovacionado na primeira exibição, em algum festival, fiquei ainda mais curioso para assisti-lo. Gosto de filmes dos super-heróis que cresci assistindo em desenhos animados.

 Filho de um humano com a rainha atlante Atlanna (Nicole Kidman), Arthur Curry cresce com a vivência de um humano e as capacidades excepcionais de um atlante. Na adolescência, teve um treinamento secreto com o atlante Vulko (Willem Dafoe), já o preparando para um eventual combate com seu meio-irmão Orm (Patrick Wilson).

Orm deseja se tornar o Mestre dos Oceanos, para que possa atacar a superfície e dominar ambos ‘mundos’. Cabe a Arthur a tarefa de impedir esta guerra e, para tanto, ele recebe a ajuda de Mera, princesa de um dos reinos aquáticos.

 Só pelos efeitos visuais, o filme já vale o ingresso. E o enredo é interessante, e explica a origem deste integrante da Liga da Justiça. Para os fãs da DC, altamente recomendado!

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu. 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Suspiria, Querido menino (Beautiful boy) e

Suspiria

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Confesso que não gostei do trailer, quando vi, mas acabei indo assistir por pura falta de opção.

 Remake de um filme de 1977. A jovem bailarina americana Susie Bannion (Dakota Johnson) chega à Berlim nos anos 70 para uma audição na famosa Companhia de Dança Helena Markos, impressionando a reconhecida coreografa do grupo, Madame Blanc (Tilda Swinton), com o seu talento natural. Quando Susie passa ao lugar de bailarina principal, a bailarina que ocupava essa posição, descontrola-se e acusa as diretoras da companhia de serem bruxas.

Enquanto isso, um psicoterapeuta curioso que tenta desvendar os terríveis segredos da companhia, recruta a ajuda da bailarina Sara, que investiga as profundezas dos aposentos escondidos do estúdio, onde terríveis descobertas a aguardam.

 Um dos filmes mais doidos e bizarros que já assisti. Muito confuso, muitas imagens non-sense e com mais de 2:30h de duração. Vale apenas pela trilha de Thom Yorke. E bom ver uma boa atuação de Dakota Johnson. Mas só. Fuja!

 Beautiful Boy (título em Português: “Querido Menino”)

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Quando assisti ao trailer, e vi que os protagonistas eram Steve Carell e Timothée Chalamet, fiquei bem interessado em assistir, pois gosto muito destes atores. E o enredo do filme também me chamou bastante a atenção.

O jornalista David Sheff (Carell) vive um bom momento na sua vida, onde escreve para os importantes "The New York Times", "Rolling Stone", "Playboy", "Wired", etc.. Até descobrir que Nic (Chalamet), o filho mais velho, se debate com um grave problema de dependência de drogas. A descoberta o deixa chocado, pois sempre se sentiu muito próximo dos filhos, em especial de Nic.

Determinado a ajudá-lo, o interna numa clínica de reabilitação para jovens toxicodependentes. Mas, apesar dos aparentes progressos de cada terapia, o adolescente acaba por ter recaídas constantes. David resolve, então, investigar a fundo a toxicodependência pois acredita que, se compreender o problema em todas as suas dimensões, poderá encontrar a solução para o seu filho.

Este filme é baseado no livro do jornalista David Sheff mas também no livro escrito pelo seu filho Nic, escritos ao mesmo tempo, sem que nenhum dos dois soubesse.

Muito interessante, pois mostra como é difícil a vida de um pai presente, com um filho dependente. E ambos atores fazem um excelente trabalho!
Apesar do tema do filme ser bastante sério, vale a pena assistir. Gostei!

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu. 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Overlord, Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald e Widows

Overlord (título em Português: “Operação Overlord”)



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Mais um filme que acabei indo assistir por falta de opção. Dos filmes em cartaz, foi o que mais me interessou, apesar de não ter gostado muito do que vi no trailer.

 Nos dias anteriores às operações de desembarques na Normandia, o Dia D, um grupo de para-quedistas norte-americanos aterra numa aldeia francesa ocupada pelos alemães. A missão é destruir um transmissor de rádio no torre de uma igreja. Mas o que eles vão descobrir num laboratório nazista situado debaixo do edifício, vai muito além do esperado.

Posso dizer que foi uma surpresa boa. Apesar de não ser O filme, foi melhor do que eu esperava (achava que teriam alguns absurdos com zumbis, etc.). Vale a pena para quem gosta de filme de guerra. E a sequência inicial, da descida dos paraquedistas, é muito boa. Valeu assistir!

  

Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald (título em Português: “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”)



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Assisti ao filme anterior e tava bastante curioso para ver este, mas mais pelos efeitos especiais do que pela história, pois pouco lembrava do primeiro.

Newt Scamander é recrutado por Dumbledore, seu antigo professor em Hogwarts, para enfrentar o terrível Gellert Grindelwald (Johnny Depp), considerado um dos mais poderosos feiticeiros de todos os tempos, que recentemente escapou da prisão. Como prometido quando foi capturado pelo MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos), Grindelwald pretende reunir magos puro sangue dos quatro cantos do mundo e assim dominar toda a população não-mágica.

Para ajudá-lo a impedir o vilão, Newt terá a seu lado Tina Goldstein e Jacob Kowalski, os únicos em quem pode confiar.

Prato cheio pra que gostou do primeiro filme e quem é fã dos filmes de Harry Potter. É um bom divertimento!

  

Widows (título em Português: “As Viúvas”)



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Quando assisti ao trailer, e vi que tinha Viola Davis no elenco, fiquei com muita vontade de assistir. Assim que estreou, fui conferir.

O enredo é inspirado na série britânica dos anos 1980. Neste caso, a história se passa em Chicago, nos EUA.

As ‘viúvas’ são quatro mulheres que não têm nada em comum, exceto uma dívida deixada pelos seus maridos mortos - criminosos que trabalhavam juntos, mas um golpe arriscado revelou-se fatal.

Para pagarem essa dívida e conseguirem sobreviver, este grupo de mulheres tem que se unir para um crime que vai resolver tudo (os maridos já tinham o plano para este golpe que nunca chegaram a conseguir fazer).

Vale a pena assistir! Muito interessante e surpreendente. Só poderia ser um pouquinho menos longo, mas nada que atrapalhe. Gostei!

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Vicente Neto

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Crítica cinema por Vicente Neto - Filmes: Fahrenheit 11/9 e the Girl in the Spider's Web: A New Dragon Tattoo Story (Millennium: A Garota na Teia de Aranha)

Fahrenheit 11/9



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Os filmes do Michael Moore sempre me atraem. Gosto do jeito que ele edita as imagens, do texto dele.

 É uma visão “tragicômica” e provocadora dos tempos que vivemos. Explora as duas questões cruciais da Era Trump: como viemos aqui parar? E como saímos daqui? 

 Realmente nos deixa preocupados com o futuro dos EUA com este governante mimado e arrogante. Espero que este governo tenha um bom final!

  

The Girl in the Spider’s Web: A New Dragon Tattoo Story (título em Português: “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”)


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O que me levou a assistir a este filme, além da falta de opção das estreias, foi a atriz principal Claire Foy, que atua como Rainha Elisabeth na série ‘The Crown’. E fiquei curioso pela referência ao filme “The Girl with the Dragon Tattoo” de 2011 (ambos filmes tem os mesmos personagens principais, apesar de agora serem outros atores).

 

O filme se passa em Estocolmo, na Suécia. Lisbeth Salander (Claire Foy) ficou conhecida como uma espécie de anti-heroína, que ataca homens que agridem mulheres.

Um dia, Lisbeth é contratada para recuperar um programa de computador chamado Firefall, que dá ao usuário acesso a todos os tipos de armamentos militares. O programa foi criado para o governo dos Estados Unidos, mas agora, seu criador deseja deletá-lo por considerá-lo perigoso demais. Lisbeth aceita a tarefa e consegue roubá-lo da Agência de Segurança Nacional, mas não esperava que um outro grupo, os Aranhas, também estivesse interessado nele.

 

Filme cheio de ações, bem filmado, porém, com alguns absurdos e falta de explicações sobre alguns detalhes. Roteiro fraco, infelizmente. Eu sugiro esperar passar na TV.

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Bad Times at the El Royale (Maus Momentos no Hotel Royale), Halloween e Bohemian Rhapsody

Bad Times at the El Royale (Título em Português: “Maus Momentos no Hotel Royale”)

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Vi o cartaz, bem colorido, com alguns nomes conhecidos. Fiquei bem curioso! Assisti ao trailer, que não me animou muito. Mas ainda assim, fui conferir do que se tratava.

 

No final da década de 1960, sete pessoas encontram-se no El Royale, um hotel decadente construído precisamente em cima da fronteira entre os estados norte-americanos da Califórnia e de Nevada. Cada personagem guarda os seus segredos. Durante a estadia em uma fatídica noite, vão descobrir que algo de muito sinistro existe naquele lugar...

 

O filme me lembrou Tarantino, nas devidas proporções... Foi uma grata surpresa, apesar de ter achado o filme um pouco mais longo do que deveria. Mas achei interessante e até divertido. Vale a vista!

 Halloween

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Quando era mais novo, era muito fã dos filmes de terror. Sempre ía à locadora e alugava todos os disponíveis! Halloween, então, era um dos clássicos daquela época. Quando vi que a Jamie Lee Curtis estaria de volta ao papel de Laurie, fiquei muito curioso para ver o que ía acontecer (apesar de já ter uma ideia de como seria).

 

Nas quatro décadas seguintes da trágica noite de Halloween que mudaram para sempre a vida da ex-babá Laurie (Jamie Lee Curtis), ela se armou e preparou para o inevitável retorno de Michael Myers.

 

Sim, nada além do que se espera deste filme... mas achei bem legal os créditos iniciais serem no mesmo formato do filme original e também, a famosa música tema. Isso já nos coloca no clima dos anos 80, o que deixa o filme bem interessante para os fãs da época. Se é (ou foi, como eu) um destes fãs, assista sem medo.

 Bohemian Rhapsody



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Nunca fui fã da banda Queen. Aliás, sempre tive muita preguiça do Freddie Mercury (das coisas que já li sobre ele, arrogância, etc.), mas obviamente sei o quão bom eles eram (ainda são, os instrumentistas da banda) e pelo trailer, achei que ficaram muito parecidos.

 

O filme conta a história por trás da ascensão da banda, através de suas canções e som revolucionário. Relata também a quase implosão da própria banda graças ao estilo de vida de Mercury, e da sua reunião triunfante nas vésperas do Live Aid, onde Mercury, lutando contra a AIDS, guia a banda por uma das suas maiores atuações.

 

A única coisa “ruim” do filme, foi a ordem cronológica (por exemplo, o famoso show do Rock in Rio em 1985, no filme mostra que aconteceu no final da década de 1970). De resto, o filme é muito legal. As atuações estão ótimas (em especial Gwilym Lee, como Brian May, está idêntico! E, obviamente Rami Malek parece demais com Freddie Mercury, nos trejeitos)! Vale ver mesmo que não é fã.

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Vicente Neto

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