Crítica cinema por Vicente Neto - Filmes: Fahrenheit 11/9 e the Girl in the Spider's Web: A New Dragon Tattoo Story (Millennium: A Garota na Teia de Aranha)

Fahrenheit 11/9



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Os filmes do Michael Moore sempre me atraem. Gosto do jeito que ele edita as imagens, do texto dele.

 É uma visão “tragicômica” e provocadora dos tempos que vivemos. Explora as duas questões cruciais da Era Trump: como viemos aqui parar? E como saímos daqui? 

 Realmente nos deixa preocupados com o futuro dos EUA com este governante mimado e arrogante. Espero que este governo tenha um bom final!

  

The Girl in the Spider’s Web: A New Dragon Tattoo Story (título em Português: “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”)


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O que me levou a assistir a este filme, além da falta de opção das estreias, foi a atriz principal Claire Foy, que atua como Rainha Elisabeth na série ‘The Crown’. E fiquei curioso pela referência ao filme “The Girl with the Dragon Tattoo” de 2011 (ambos filmes tem os mesmos personagens principais, apesar de agora serem outros atores).

 

O filme se passa em Estocolmo, na Suécia. Lisbeth Salander (Claire Foy) ficou conhecida como uma espécie de anti-heroína, que ataca homens que agridem mulheres.

Um dia, Lisbeth é contratada para recuperar um programa de computador chamado Firefall, que dá ao usuário acesso a todos os tipos de armamentos militares. O programa foi criado para o governo dos Estados Unidos, mas agora, seu criador deseja deletá-lo por considerá-lo perigoso demais. Lisbeth aceita a tarefa e consegue roubá-lo da Agência de Segurança Nacional, mas não esperava que um outro grupo, os Aranhas, também estivesse interessado nele.

 

Filme cheio de ações, bem filmado, porém, com alguns absurdos e falta de explicações sobre alguns detalhes. Roteiro fraco, infelizmente. Eu sugiro esperar passar na TV.

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Bad Times at the El Royale (Maus Momentos no Hotel Royale), Halloween e Bohemian Rhapsody

Bad Times at the El Royale (Título em Português: “Maus Momentos no Hotel Royale”)

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Vi o cartaz, bem colorido, com alguns nomes conhecidos. Fiquei bem curioso! Assisti ao trailer, que não me animou muito. Mas ainda assim, fui conferir do que se tratava.

 

No final da década de 1960, sete pessoas encontram-se no El Royale, um hotel decadente construído precisamente em cima da fronteira entre os estados norte-americanos da Califórnia e de Nevada. Cada personagem guarda os seus segredos. Durante a estadia em uma fatídica noite, vão descobrir que algo de muito sinistro existe naquele lugar...

 

O filme me lembrou Tarantino, nas devidas proporções... Foi uma grata surpresa, apesar de ter achado o filme um pouco mais longo do que deveria. Mas achei interessante e até divertido. Vale a vista!

 Halloween

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Quando era mais novo, era muito fã dos filmes de terror. Sempre ía à locadora e alugava todos os disponíveis! Halloween, então, era um dos clássicos daquela época. Quando vi que a Jamie Lee Curtis estaria de volta ao papel de Laurie, fiquei muito curioso para ver o que ía acontecer (apesar de já ter uma ideia de como seria).

 

Nas quatro décadas seguintes da trágica noite de Halloween que mudaram para sempre a vida da ex-babá Laurie (Jamie Lee Curtis), ela se armou e preparou para o inevitável retorno de Michael Myers.

 

Sim, nada além do que se espera deste filme... mas achei bem legal os créditos iniciais serem no mesmo formato do filme original e também, a famosa música tema. Isso já nos coloca no clima dos anos 80, o que deixa o filme bem interessante para os fãs da época. Se é (ou foi, como eu) um destes fãs, assista sem medo.

 Bohemian Rhapsody



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Nunca fui fã da banda Queen. Aliás, sempre tive muita preguiça do Freddie Mercury (das coisas que já li sobre ele, arrogância, etc.), mas obviamente sei o quão bom eles eram (ainda são, os instrumentistas da banda) e pelo trailer, achei que ficaram muito parecidos.

 

O filme conta a história por trás da ascensão da banda, através de suas canções e som revolucionário. Relata também a quase implosão da própria banda graças ao estilo de vida de Mercury, e da sua reunião triunfante nas vésperas do Live Aid, onde Mercury, lutando contra a AIDS, guia a banda por uma das suas maiores atuações.

 

A única coisa “ruim” do filme, foi a ordem cronológica (por exemplo, o famoso show do Rock in Rio em 1985, no filme mostra que aconteceu no final da década de 1970). De resto, o filme é muito legal. As atuações estão ótimas (em especial Gwilym Lee, como Brian May, está idêntico! E, obviamente Rami Malek parece demais com Freddie Mercury, nos trejeitos)! Vale ver mesmo que não é fã.

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: The Wife (A Mulher); First Man (O primeiro homen) e Pedro e Inês

The Wife (Título em Português: “A Mulher”)



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Pouco sabia sobre o enredo do filme. Havia assistido ao trailer e, com esta dupla de protagonistas, difícil ter um filme ruim.

 

Joan e Joseph Castleman (Glenn Close e Jonathan Pryce) são casados há mais de quatro décadas. Ele é um escritor consagrado; ela viveu toda a vida à sombra do marido, sacrificando os seus desejos e ambições mais íntimas em prol dos valores familiares.

Quando Joseph é nomeado para o Prêmio Nobel da Literatura, os dois viajam até Estocolmo, juntamente com o filho aspirante a escritor, para participar na cerimônia. Durante a pressão dos dias seguintes, alguns segredos guardados durante anos são expostos, reavivando ressentimentos e modificando drasticamente as suas vidas.

 Excelentes atuações e um ótimo enredo. Pouco esperava deste filme, foi uma grata surpresa!

  

First Man (Título em Português: “O Primeiro Homem”)



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Mais um daqueles blockbusters que me sinto na obrigação em assistir no IMAX (ainda mais sabendo que o mesmo foi filmado com câmeras IMAX!!!).

Filme baseado no livro homônimo que descreve os acontecimentos que deram origem à primeira viagem do ser humano à Lua, e a forma como astronauta Neil Armstrong e toda a equipe conseguiram realizar tal fato.

 Detalhes da vida de Neil Armstrong que eu desconhecia (e provavelmente muita gente também). Cenas em “primeira pessoa” dos voos e as cenas altamente realistas de pouso na lua, valem o filme. Muito diferente de qualquer outro filme o gênero. Vale ver em IMAX!

  

Pedro e Inês



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Assisti ao trailer, mas fiquei mesmo curioso pela história/lenda em si. Já tinha ouvido falar a respeito e gostei de saber que teria um filme.

Inspirado na lenda de Pedro e Inês (da famosa frase “agora Inês é morta!”), e adaptado a partir do romance “A Trança de Inês”, o filme narra a história de paixão ao longo de três épocas: na idade média, onde tudo originalmente aconteceu; no tempo atual, onde Pedro e Inês são arquitetos numa grande cidade e; num futuro pós moderno, onde as pessoas fogem das cidades para o campo para sobreviver. 

Pedro e Inês sempre se encontram e se apaixonam perdidamente, ao longo dos tempos, imortalizando a mais gloriosa história de amor portuguesa.

Apesar dos acontecimentos entre as histórias terem algumas pequenas diferenças, o enredo no geral é muito interessante. Única coisa que o filme é meio poético (obviamente, por ser uma história de amor), mas isto me cansou um pouco. Mas vale ver, pois a lenda é realmente muito curiosa!

 

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu. 

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Venom, Billionaire Boys Club e A Star is Born

Venom



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Fui ver mais por curiosidade, pois como não sou profundo conhecedor dos quadrinhos, só lembrava deste personagem em um dos filmes do Spiderman.

Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake, o criador da Fundação Vida, que tem investido em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. Após acessar em segredo a um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos. Ele resolve denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido.

Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela Dra. Dora Skirth com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias. Drake acaba, então, sendo hospedeiro de um destes simbiontes, transformando-se, assim, em Venom.

Tom Hardy realmente não me convence. E pior: neste filme, até a Michelle Williams ficou canastrona. E os efeitos visuais não estão 100%, não. Realmente, precisa de muito mais pra bater os demais filmes da Marvel. Uma pena!

 

Billionaire Boys Club (Título em Português: “Clube dos Bilionários”)



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Gosto dos protagonistas (Ansel Elgort, Taron Egerton e Kevin Spacey), e estava bem curioso para assistir. Filme baseado em fatos reais, passado na década de 1980.

Beverly Hills, Califórnia. Joe Hunt (Ansel Elgort), um jovem muito inteligente de 23 anos, tem uma ideia: juntar um grupo de rapazes de famílias ricas, com quem frequentou escola junto, e começar um negócio que lhes promete dinheiro fácil. O resultado é o BBC (Billionaire Boys Club), uma associação que, segundo Hunt, os tornará bilionários.

Porém, o que parece um plano sem falhas depressa ganha contornos que faz deles notícia em jornais de todo o mundo...

Apesar do bom elenco, o filme é bem fraco! Com um enredo um pouco confuso. Uma pena...

 A Star Is Born (Título em Português: “Nasce Uma Estrela”)



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Nunca assisti a nenhuma das outras versões deste filme, apesar de ter ouvido falar muito da versão dos anos 70 com Barbra Streisand. Há algum tempo, ao aparecer o trailer nas redes sociais, vi muita gente postando, mas inicialmente não me interessei muito. Depois, vi por curiosidade, e não fiquei tão entusiasmando... mas fiquei curioso em assistir.

Jackson Maine (Bradley Cooper) é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber algo. É quando conhece Ally (Lady Gaga), uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Jackson se encanta pela mulher e seu talento, e a convida para cantar em seu show.

Os dois se apaixonam e vivem uma grande história de amor. Mas, ao mesmo tempo que ela começa a atingir o estrelato e a emocionar multidões, Maine torna-se vítima de seu vício em álcool e drogas, e inicia uma decadência pessoal e profissional, deixando marcas profundas no seu relacionamento com Ally.

Achei o filme legal, mas nada de extraordinário. Lady Gaga, obviamente, manda muito bem nas partes onde canta, mas nas partes como atriz, faz um bom trabalho. B. Cooper também está bem no papel. Vale assistir!

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: American Animals - O assalto e Um pequeno favor

American Animals (título em Português: “American Animals – O Assalto”)

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Por falta de opção, procurando que filme assistir nesta semana, vi o trailer deste filme. Reconheci apenas um dos atores (que participou da penúltima temporada de “American Horror Story”), e gostei do enredo do filme. O filme diz não ser baseado em factos verídicos, mas sim, ser uma história real!

Faz uma mistura muito interessante entre documentário e ficção, contando a história de uma tentativa de assalto muito audaciosas: roubar livros da biblioteca da Universidade de Kentucky, que pelo seu valor científico e histórico, são avaliados em mais de 10 milhões de dólares.

Spencer, Warren, Eric e Chas procuravam uma mudança nas suas vidas. Procuravam o sonho americano e para isso, acreditaram ser possível tornarem-se ricos do dia para a noite.

Muito legal o fato de os verdadeiros personagens aparecerem contando a história, ao mesmo tempo que as cenas vão acontecendo. O suspense de como o tal assalto vai acontecer, deixa o filme ainda mais interessante. Fui esperando pouco, e me surpreendi. Bem legal!

A Simple Favor (título em Português: “Um Pequeno Favor”)

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Achei o trailer um pouco estranho, pois tinha um enredo de filme de suspense policial, mas ao mesmo tempo, pareceu ser mais leve, com jeito de sit-com americano. Curioso, fui conferir.

Stephanie, uma viúva de uma pequena cidade do Connecticut, mãe de um garoto, apresenta um programa na internet em que ensina receitas. Ela vivia uma vida solitária até conhecer Emily, uma sofisticada executiva com um trabalho muito exigente em Manhattan, mãe de um amiguinho de escola de seu filho. 

Tudo começa com um pequeno favor, quando Emily pede à melhor amiga que busque seu filho na escola, mas Emily desaparece! Stephanie sabe que algo de terrível aconteceu e procura pela amiga.

Filme interessante, nem tanto pelo enredo, mas pelo estilo. Apesar do assunto sério, tem um ar de comédia. Bastante divertido e vale assistir!

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Papilon, A Freira e Infiltrado na Klan

Papillon

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O primeiro filme, de 1973, não me lembrava de tê-lo assistido (sim, é um clássico, mas acho que nunca o vi). Sabia pouco do enredo, do que sempre é comentado deste clássico.

 

Henri "Papillon" Charrière (Charlie Hunnam), bandido arrombador de cofres na Paris da década de 30. É condenado à prisão perpétua por um crime que não cometeu e acabou sendo enviado para uma prisão na costa da Guiana Francesa. Lá, ele conhece Louis Dega, um famoso falsificador, de quem se torna amigo.

Os dois fazem um pacto: em troca de proteção contra a violência de alguns prisioneiros, Dega compromete-se a ajudá-lo no seu plano de fuga. Mas eles sabem que qualquer tentativa de fuga será punida com anos de solitária. Em alguns casos, o castigo é ser levado para a Ilha do Diabo, de onde nunca ninguém conseguiu escapar com vida...

Apesar de não ter referência do filme original, achei bem interessante. Apesar de meio lento, em alguns momentos, é um bom filme. Vale assistir!

  

The Nun (título em Português: “A Freira”)

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Quando começaram a falar deste filme, como ‘o mais aterrorizante filme já feito’, fiquei muito curioso, apesar de imaginar o que assistiria...

 Romênia, 1952. Um padre veterano e uma noviça são enviados pelo Vaticano para investigarem o suicídio de uma freira no antigo mosteiro de Cârța. Juntos, descobrem o segredo da ordem, e enfrentam uma força maléfica na forma de uma freira demoníaca.

 É um "spin-off" da série "The Conjuring" e "Annabelle". Um pouco mais do mesmo, pra quem viu os filmes da franquia. Mas se gosta do estilo, é um prato cheio.

  

BlacKkKlansman (título em Português: “Infiltrado na Klan”)

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Spike Lee não me atrai muito, não. Assisti a poucos de seus filmes, e no geral, não achava nada demais. Claro que sei do valor que os filmes dele tem, especialmente por cutucar os problemas políticos e raciais americanos...

Colorado Springs, 1978. Ron Stallworth, um policial negro, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local, inicialmente pelo telefone. Quando precisou estar fisicamente presente, enviava um outro policial branco no seu lugar (Adam Driver), para se passar pelo ‘Ron do telefone’.

Depois de meses de investigação, Ron chegou a ser nomeado líder da seita, e conseguiu também sabotar uma série de ataques e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas.

Gostei do filme, apesar de um pouquinho longo demais para o meu gosto. Apesar das fortes cenas de racismo, e infelizmente, ter bastante referências atuais (especialmente com o atual presidente norte americano), é um filme bastante interessante. Tem até uns momentos divertidos, acho que para contra balancear com o peso dos conceitos criminosos presentes.

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Meg (título em Português: “Megatubarão”)

The Meg (título em Português: “Megatubarão”)

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Sabia que não podia esperar muito deste filme. Convenhamos: todo mundo sabe o que vai ver num filme desse tipo, né? Rs

Na fossa mais profunda do Oceano Pacífico, na costa da China, a tripulação de um submarino fica presa dentro do local após ser atacada por uma criatura pré-histórica que se achava estar extinta, um tubarão de mais de 20 metros de comprimento, o Megalodon. Para salvá-los, contratam Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em água profundas que já encontrou com a criatura anteriormente.

Fiquei um pouco constrangido pelo Jason Stathan, pois ele já esteve em filmes melhores, mas no final, não é de todo ruim, não. É completamente previsível, mas os efeitos visuais são muito bons. É um divertimento para quando não tem nada melhor.

 

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.