Dicas de séries por Raquel Baracat - The Society (Netflix)

A primeira impressão que tive desta série foi a de reviver a história de Lost, só que com adolescentes.

Ainda não acabei os episódios, mas adianto que assisti de uma vez 4 episódios de uma vez, pois achei muito interessante, quero saber o que vai acontecer, ou seja, é um bom suspense e os atores trabalham bem com assuntos polêmicos da adolescência, vale a pena ver!

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Release:

The Society, nova série original da Netflix dirigida por Marc Webb, acabou de chegar no catálogo. Ela está sendo descrita como um encontro de Lost com Senhor das Moscas, onde Jovens devem lutar pela sobrevivência em sua cidade quando todos misteriosamente desaparecem.

Na história, um grupo de adolescentes é transportado para um mundo sem os adultos. Eles aproveitam a liberdade, mas descobrem que ela também pode ser perigosa. Enquanto lutam para entender o que aconteceu, eles precisam estabelecer uma certa ordem e formar alianças, se quiserem sobreviver. Kathryn Newton, de Big Little Lies, está no elenco.

Fonte: https://temalguemassistindo.com.br/um-mundo-sem-os-adultos-the-society-nova-serie-misteriosa-chegou-da-netflix-veja-o-trailer/



Dicas de séries por Raquel Baracat - Hanna (Amazon Prime Vídeo)

Bem bacana este remake de Hanna de 2011 com Cate Blanchet foi transformado em série e já foi aceita para segunda temporada, antes mesmo da primeira acabar é uma série de drama, suspense e muita aventura e lutas, os atores deram um show e a Amazon acertou nesta filmagem.

Hanna foi criada nas terras geladas da Finlândia por seu pai, um ex-agente da CIA. Treinada para se tornar a assassina perfeita, a jovem leva uma vida completamente diferente daquela das outras garotas da sua idade.

Certo dia, seu pai lhe dá uma missão arriscada e ela precisa atravessar a Europa enganando agentes muito experientes. Mas logo alguns segredos vêm à tona e Hanna começa a questionar seus atos.

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Vingadores - do cinema para as séries - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

“Vingadores: Ultimato” está agora nos cinemas mostrando que o universo cinematográfico da Marvel nunca mais será o mesmo e, em breve, o universo das séries também.

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Com o lançamento do Disney+, plataforma de streaming do estúdio, os produtores da Marvel não perderam tempo e já trataram de anunciar quatro séries contendo seus personagens e, assim como foi com “Agentes da SHIELD” e “Agente Carter”, será feito um elo entre cinema e TV.

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 Um dos primeiros a estrear será Wanda Vision, que irá apresentar em seis episódios, o relacionamento entre a Feiticeira Escarlate e o Visão, vividos novamente por Elizabeth Olsen e Paul Bettany.

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Os melhores amigos do Capitão América -Falcão & Soldado Invernal-também terão uma série, com 8 episódios interpretados por Anthony Mackie e Sebastian Stan, conforme no cinema. ALERTA SPOILER: como o Falcão recebeu o escudo do Capitão América tem tudo para se tornar a nova identidade do herói.

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Em Gavião Arqueiro & Kate Bishop, a série terá como foco central o Gavião Arqueiro passando as suas responsabilidades e o seu manto para Kate Bishop - uma atleta amadora, que se tornou uma super-heroína por acidente e que apareceu pela primeira vez em uma edição da HQ Jovens Vingadores, lançada em 2005.

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 E a mais esperada de todas: LOKI.

Na pele de Tom Hiddleston, Loki se tornou um dos maiores personagens e vilões do universo cinematográfico da Marvel. Queridinho dos fãs, roubou a cena consecutivamente em todos os filmes em que apareceu.

Na série, ele também será interpretado por Tom Hiddleston, mas não se sabe ainda como a produção será encaixada na cronologia, já que ele foi morto por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”.

Disney+ chega em novembro nos Estados Unidos e apenas no segundo semestre de 2020 no Brasil.

FONTE: Disney+ / Fotos: Reprodução

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

 

Dicas de séries por Raquel Baracat - Bonding (Amizade Dolorida) da Netflix

Série divertida e gostosa de assistir e mostra o universo das Dominatrix e descarta preconceitos sobre o assunto.

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“A série “Amizade Dolorida” (Bonding), original Netflix, foi adicionada no catálogo do streaming nesta semana. A comédia apresenta a vida de Tiff (Zoa Levin), uma jovem que estuda psicologia de manhã, mas que reserva a noite para trabalhar como dominatrix. O termo não é tão conhecido como se imagina: “não sabia nem que essa profissão tinha nome”, me confessou uma amiga. Com episódios curtos (o menor deles tem 13 minutos de duração), “Bonding” é escrita, dirigida e produzida por Rightor Doyle, que colocou suas experiências de vida como base para a história.

Durante o ensino médio, Tiff e Pete (Brendan Scannell) eram melhores amigos. Quando começaram a vida adulta, seguiram rumos diferentes e a amizade dos dois perdeu o fôlego. “Amizade Dolorida” se inicia quando a protagonista resolve ligar para Pete, anos depois, oferecendo uma vaga de emprego como assistente de Telemarketing. Recém-saído do armário, Pete aceita a proposta para poder pagar sua parte do aluguel que divide com outro colega. 

O reencontro dos personagens principais, que deveria ser um motivo para resgatar a amizade dos dois, se torna complicado quando Pete percebe que Tiff mentiu sobre o seu trabalho. Na verdade, Tiff é uma conceituada dominatrix de Nova York e precisa que o amigo colabore em seu negócio de BDSM (BondageDisciplinaDominaçãoSubmissãoSadismo e Masoquismo). A explicação que Tiff dá ao amigo pode ser usada, em paralelo, para outras questões retratadas na produção, como o bloqueio das pessoas na hora de ultrapassar limites na vida. “Se eu te falasse o que faríamos antes de fazermos, você não toparia”, diz em cena. Por prender o telespectador no sofá com piadas bem construídas, o único defeito que realmente incomoda na série é que ela acaba. 

Amizade Dolorida” apresenta o universo das práticas sexuais pouco mencionadas publicamente, vistas como estigma pela maioria das pessoas. A especialista que atua na área, representada por Tiff, serve de "guia" sexual, dominando a pessoa e respeitando os limites impostos. A série não é, nem de longe, parecida com a franquia “50 Tons de Cinza”, longa que retrata a relação do empresário bilionário Christian Gray (dominante) e da estudante de literatura, Anastasia Steele (submissa). 

Primeiro que, em “Amizade Dolorida”, Tiff deixa claro para seus clientes que ela não se envolve sexualmente com nenhum deles e nem pode ser tocada, afinal, o seu trabalho difere do oferecido por profissionais do sexo. Uma dominatrix transforma as fantasias em realidade, seja ela amarrar ou dar ordens, por exemplo. A tortura é proibida. Os episódios não estão diretamente relacionados com a prática de BDSM dentro de um relacionamento romântico, como aconteceu no cinema, mas, sim, com o mundo de quem se interessa por coisas pouco convencionais e os tipos de desejos que as pessoas omitem por conta da sociedade. 

Outro fator que é válido na série e que se distancia da adaptação cinematográfica é que o indivíduo que age como dominante é a protagonista, ou seja, o gênero feminino em nenhum momento é visto com inferioridade. Por ser um tema pouco retratado na TV e no cinema, algumas cenas podem trazer certo desconforto e incômodo para o público desacostumado, já que a dor física (moderada) é mostrada como fonte de prazer. O assunto não é tratado como uma anomalia, as escolhas dos clientes nunca são julgadas, pelo contrário, eles são incentivados a se descobrirem e conhecer o próprio corpo. Isso é o ponto alto da produção. As atuações são marcantes e a participação de D’Arcy Carden é uma ótima e inesgotável motivação de riso, ainda que não esteja fazendo nada que já não tenha feito em “The Good Place”. 

O contraste está no corte brusco do gênero apenas no último episódio. O público pode dar risadas durante toda a temporada, mas nos momentos finais o suspense/drama toma conta e causa uma tensa estranheza. A versão vilanesca do que seria Christian Gray (50 Tons de Cinza), embora tenha aparecido uma vez no início da história, acaba sendo inserido no contexto aleatoriamente – mesmo fazendo sentido. É interessante mostrar os contras da profissão da protagonista. Apresentar o perigo apenas no final da trama, com sangue mal inserido no cenário, é um problema que não afeta o todo, porém não deixa de ser perceptível. 

Assim como em “Special”, também original da Netflix e lançada esse mês “Amizade Dolorida” possui baixa duração por episódio – média de 14 minutos – e pode ser maratonada em uma única manhã. A série termina com aquele gostinho de ‘quero mais’ e não fala apenas sobre sexo, usando esse contexto para aprofundar nas dificuldades que a dupla enfrenta fora do ‘escritório’ e como eles podem superar os medos e as limitações da vida, correndo juntos e de mãos dadas”.

Fonte: https://www.folhape.com.br/diversao/diversao/uma-serie-de-coisas/2019/04/26/NWS,103126,71,1114,DIVERSAO,2330-AMIZADE-DOLORIDA-EXPOE-TABUS-EROTICOS-TOM-COMEDIA.aspx

Peaky Blinders: a gangue mais cool que há - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

O drama gangster produzida pela BBC estreou em 2013 e está na sua quarta temporada (todas disponíveis no Netflix), mas desde o ano passado vem ganhando cada vez mais atenção e adeptos.

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 A série - que se passa no início dos anos 20 em Birmingham, coração da revolução industrial da Inglaterra e lar de gangues famosas - narra o mundo violento, charmoso e ambíguo da máfia britânica, quando, Thomas Shelby (líder da família e da gangue Peaky Blinders ) volta da Primeira Guerra Mundial com o objetivo de estabelecer domínio na cidade com muito contrabando, assalto e apostas ilegais.

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Peaky Blinders é excelente em todos os sentidos: elenco, roteiro, fotografia, ambientação e trilha sonora (White Stripes, Tom Waits, Arctic Monkeys, The Black Keys, Jack White, Nick Cave...). Não há uma única crítica negativa a ser feita. A escolha do elenco não poderia ter sido melhor. Assistir Cillian Murphy em seu personagem Thomas ‘Tommy’ Shelby, que parece frio emocionalmente com seu olhar congelante... vale o show!

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Misture tudo isso ao fato de ser inspirada nos gângsteres reais do final do século XIX. Embora o personagem central Thomas Shelby seja uma obra de ficção, os verdadeiros mafiosos também foram tão dramáticos, violentos e sombrios quanto aparece na série.

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Segundo Steven Knigh, criador da série, essa foi uma era decadente, quando armas e gangues dominavam. “Havia muita cocaína, muito ópio. Se você ler o Daily Mail daqueles dias, o grande escândalo era sobre casas noturnas, com muita cocaína e orgias. Todo mundo estava fazendo sexo com todo mundo. As pessoas achavam que a Inglaterra estava indo para o inferno.”

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Mas, afinal, quem foram os verdadeiros Peaky Blinders?

Em entrevista ao Birmingham Mail, o historiador britânico Carl Chinn, acredita que os Peaky Blinders foram seguidos por uma grande gangue pré-guerra chamada Brummagem Boys (do grupo conhecido por The Birmingham Gang): uma “coleção solta de batedores de carteira, ladrões de corridas e pragas que estavam ganhando muito poder”. Eles se tornaram as gangues mais temidas e notórias do país, lideradas por Billy Kimber, um temível gângster, ex-Brummagem Boy, que se tornou o mafioso mais poderoso da Inglaterra. Aliás, ele está na primeira temporada da série.

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DETALHE: A série começa com o roubo de um carregamento de armas da fábrica BSA (Birmingham Small Arms, em Small Heath). O plano é revendê-lo para o Exército Republicano Irlandês, o IRA. Winston Churchill, então secretário de Estado, manda um investigador para Birmingham. Não se sabe ao certo se o roubo do armamento da BSA realmente ocorreu como é contado na série, mas Churchill teria mandando, sim, um investigador para Birmingham na época.

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Apesar de ser um tesouro da BBC, a série ficou meio que escondida no catálogo na Netflix, mas é muito, muito famosa na Inglaterra.

Há hoje inúmeros sites dedicados ao estilo de Tommy Shelby e sua turma. “Como se vestir como um Shelby”, “como conseguir o autêntico look Peaky Blinders”, “como fazer o corte de cabelo em casa”, “a história dos chapéus usados pelos Peaky Blinders” e por aí vai, sempre com serviços para você comprar online as peças necessárias para montar o look.

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Tem até lojas especializadas na época e que usam a série como marketing. E muitas marcas se beneficiam com essa procura, de Topman a Alexander McQueen. “Há um retorno às peças nostálgicas que emanam os arredores dos irmãos Shelby”, diz Gordon Richardson, diretor de design da Topman.

Fazia tempo que uma série não tinha tanta influência no universo masculino.

Enfim, por todos esses motivos, Peaky Blinders, se tornou a gangue mais cool que há, portanto, “by the order of the Peaky fucking Blinders”, ASSISTA!

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FONTE: The Sun / Radiotimes / Birmingham Mail / The Gardian / Netflix / Crédito: Uol (ffw.uol.com.br)

Livro: The Real Peaky Blinders de Carl Chinn (£ 12.95, Brewin Books) está disponível online e em boas livrarias.

 

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.