Kitty Spencer, sobrinha da Princesa Diana, é a mais estilosa da realeza

Saiba quem é e como se veste a garota mais fashionista da família real britânica

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Desde aquela aparição sensacional no Casamento Real, quando escolheu um belo vestido verde estampado Dolce & GabannaLady Kitty Spencer, 27, sobrinha da Princesa Diana, entrou definitivamente no mapa fashionista e se tornou um dos alvos favoritos da imprensa britânica. Não, nada de escândalos, pelo contrário, a garota virou assunto por outro motivo: o interessante e fashionista guarda-roupa dela.

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Filha de Charles Spencer, irmão mais novo da Lady Di, e Victoria Aitken, ela nasceu na Inglaterra, mas, ainda criança, em 1995, foi viver com os pais em Cidade do Cabo, na África do Sul, para fugir dos holofotes. Em 2012, de volta a Londres, fez mestrado em gestão de marcas de luxo na escola de negócios européia Regent’s University London e, bem, aí não teve jeito, foi “picada” pelo bichinho da moda: engatou uma carreira como modelo.

Ela divide o tempo, óbvio, com alguns trabalhos filantrópicos, mas, por exemplo, já fechou campanhas e parcerias com a própria Dolce & Gabanna (ela é amiga pessoal de Domenico e Stefano, os polêmicos estilistas donos da grife) e com a Bvlgari, joalheria italiana na qual ela também atua como embaixadora.

No Reino Unido, aliás, ela é atualmente a “it girl” do momento, é sempre fotografada em desfiles e, de acordo com especialistas, por causa dos seguidores no Instagram (ela tem quase meio milhão!), do estilo e, claro, da ~linhagem real~, ela é um dos nomes do momento e pode, inclusive, faturar milhões de libras em trabalhos por causa desse perfil.

Fonte: https://mdemulher.abril.com.br/moda/kitty-spencer-looks-estilo-quem-sobrinha-princesa-diana/amp/

Kate Middleton causa polêmica com a cor do vestido no casamento real

Apesar de todo o burburinho em volta do casamento real, que aconteceu no sábado (19/5), sempre tiramos um momento para apreciar e comentar os looks mais estilosos e inusitados. Entre fascinators, tons pastéis e muita elegância, é o coat dress Alexander McQueen da Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, que está dando o que falar.

Além de ser a quarta vez que Kate usou o vestido – gerando rumores de descaso com a cerimônia – a duquesa apostou em um tom de amarelo tão claro, que muito se assemelhava ao branco do vestido da noiva, Meghan.

Repetir o look não é um problema. Inclusive Kate é conhecida por fazer isso. A questão é que, para um evento de tal porte, como o casamento do cunhado, o príncipe Harry, a duquesa deveria ter investido em algo exclusivo.

Houve quem achasse isso digno, inclusive eu. Afinal, moda sustentável está em alta e Kate estava linda.

Mas o que realmente desagradou não foi o suposto descaso com o evento, mas a tonalidade do coat dress de Kate, que muito se aproximava da cor branca – fator que ofuscaria a noiva.

Foi em 1840 que o branco se tornou a cor oficial dos vestidos de noiva, quando a rainha Victoria, do Reino Unido, escolheu o tom para o casamento com o príncipe Albert. Desde então, noivas do mundo inteiro aderiram à ideia. Surgiu uma nova regra de etiqueta: no dia do casamento, apenas a noiva pode usar vestido branco.

Seja qual for sua opinião sobre o assunto, a verdade é que Kate, mesmo não querendo, conseguiu ganhar as manchetes, sobretudo por seu look cheio de sofisticação e ornamentado perfeitamente.

Holofotes
O casamento real aconteceu no sábado (19) e todos os olhares ainda estão voltados para as notícias do evento mais esperado do ano. Meghan, a americana que se casou com o príncipe Harry, conquistou corações em todos os cantos do mundo. É uma mulher contemporânea que quebra os padrões da monarquia. É atriz, negra, divorciada e feminista. Um verdadeiro marco.

Vale lembrar que Oprah Winfrey previa usar uma peça clara e mudou de ideia um dia antes da celebração. Com a ajuda de Stella McCartney, a apresentadora conseguiu substituir sua primeira escolha, que, no final das contas, era um tom de amarelo que fotografaria muito “branco”. A musa da TV americana acabou escolhendo uma peça rosa.

Fonte: https://www.metropoles.com/colunas-blogs/ilca-maria-estevao/kate-middleton-causa-polemica-com-a-cor-do-vestido-no-casamento-real

The Royal Wedding - Príncipe Harry e Meghan Markle dizem SIM! Vejam os looks do casamento!

Finalmente o Príncipe Harrye e Meghan Markle no dia 19 de Maio de 2018 no Castelo de Windsor disseram o sim e agora são o casal mais falado depois de William e kate Middlenton, mais um conto de fadas monárquico!

Vejam algumas fotos e looks do casório mais comentado do ano!

Na minha opinião:

Melhor look: Lady Kitty Spencer

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Pior look: Victoria Beckhan (aliás que mau humor, hein?)

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Figura mais linda e cute que roubou a cena: Princesa Charlotte

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Maior delicadeza do noivo: convidar duas ex namoradas (Cressida Bonas e Chelsy Davy), afinal, a amizade continua, né? 

Fonte: https://fashion.hellomagazine.com/fashion-news/gallery/201805198734/guests-arrive-royal-wedding-outfits/1/

 

Dress code - trajes de festa - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Ao receber um convite é comum algumas dúvidas surgirem em relação ao que vestir. Essa dúvida aparece justamente porque alguns eventos sociais exigem o tipo de traje no convite.

Para decidir o modelito e arrasar no dress code de sua festa ou evento, segue uma lista para eliminar qualquer confusão com as variações dos nomes.

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Traje esporte

O traje esporte é o mais casual e livre de regras. Pode ser usado materiais menos nobres, como o jeans, o algodão e a sarja.

-Para os homens significa sem gravata. Sapato -  um dock sider ou mocassim pode cair melhor.

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-Para as mulheres: tecidos mais rústicos, sapatos baixos (ou não), saia e blusa, calças compridas liberadas.

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Traje Passeio

Traje passeio é o que no Brasil, erroneamente, algumas pessoas insistem em chamar de "esporte fino". Isto não existe. Para que inventar? Não existe esporte fino, nem grosso. (rs)

Normalmente é indicado para reuniões a luz do dia e mais informais. (Até as 18h pode ser mais informal, depois deste horário é bom apostar em uma dose maior de glamour).

-Para os homens: um blazer com calça social, camisas em cores muito claras ou com listras finas e xadrez bem miúdo, gravatas mais divertidas... enfim: é a gravata em sua versão informal. (Antes das 18h o uso da gravata é dispensável, depois deste horário o uso do acessório é recomendável).

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-Para as mulheres: pantalonas, vestidos (na altura dos joelhos), tailleur, sapatos de salto de médio para alto, bolsas médias (nada de sacolas ou mochilas). Um visual mais bem cuidado.

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Passeio Completo

O passeio completo é o traje social. Bem formal, fica apenas um passo atrás do traje de gala em termos de sofisticação.

-Para os homens significa terno. Escuro e mais formal, de preferência marinho bem escuro ou grafite. Camisa social branca ou azul muito claro e gravata de estampas mais discretas.

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-Para as mulheres: tecidos mais nobres, como crepes, sedas, veludo e brocados, mas com discrição. Brilhos, bordados e transparências devem ser usados com parcimônia e dependendo da ocasião. O sapato deve ser de salto alto e a bolsa em modelo clutch ou carteira.

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À Rigor (ou Black Tie)

Se no convite estiver escrito "habillée", leia-se black tie.

-Para os homens não tem erro: é o smoking - com gravata borboleta preta.

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O traje masculino summer nada mais é que um smoking com paletó branco. Pouquíssimo usado em terras brasileiras, para se vestir um summer e não ser confundido com um garçom, só mesmo sendo uma celebridade de alto calibre.

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-Para mulheres, ao contrário do que se pensa, black tie, não as obriga a sair em busca de um vestido longo. Pode até usar, mas não é obrigatório. Aqui, os modelos são mais trabalhados, usa-se mais brilho, transparências, decotes e fendas mais pronunciados. Pantalonas largas, em tecidos mais nobres também são uma opção correta nestas ocasiões.

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Gala

-Para os homens: casaca (paletó preto com cauda bipartida, gravata borboleta branca e camisa de colarinho alto com as pontas viradas).

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-Para as mulheres: vestidos longos, abaixo do tornozelo e nada de conjuntos de saia e blusa, por mais elaborado que seja o tecido.

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Em tempo: o uso do Fraque

Mundo afora, é o traje usado em cerimônias formais durante o dia - normalmente antes do pôr-do-sol.

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No Brasil, a regra do horário não existe e o fraque muitas vezes é visto em casamentos noturnos, mas é preciso usá-lo com cautela, apenas em cerimônias realmente formais.

As principais características do fraque são sua longa cauda, que vai até a altura do joelho, e o corte triangular na frente. As cores mais comuns para paletó e calça são o preto e o cinza. O colete normalmente é cinza ou branco.

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O mais comum é apenas o noivo usar, mas, se o casal decidir, pais dos noivos e padrinhos também podem vestir.

-Meio-fraque

Você sabe onde surgiu o meio-fraque? No Brasil. Foi por aqui que nasceu esta adaptação do fraque, com a intenção de ser usado em situações menos formais do que as de seu inspirador. 

É o mesmo traje que o fraque, porém sem a cauda do casaco (tem uma cauda menor e corte quadrado na frente).

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Para qual tipo de casamento?

Casamentos chiques, mas com uma pitada de informalidade. Muitas vezes é usado em cerimônias durante o dia.

Quem deve usar?

Pais dos noivos e padrinhos. Não é regra absoluta, mas o meio-fraque raramente é usado pelo noivo, que normalmente opta pelo fraque.

 Aproveitando o tema de festa, saiba como montar uma mesa

Sob o prato principal coloca-se o prato de entrada, seja sopa ou salada.

Os talheres seguem a ordem de acordo com os pratos. Ao lado direito as facas e (se for servir sopa) a colher de sopa. Os talheres de sobremesa acima do prato.

Coloque os copos da esquerda para a direita começando pela taça de água, depois de vinho tinto e por último de vinho branco. Se tiver champanhe, a taça ficará mais à frente entre o vinho tinto e o branco.

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Fotos Reprodução: Conceito Eventos

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Esportes

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).  Atualmente atua com profissionais  no desenvolvimento, tratamento de acervos, informatização e tecnologia da informação aplicada para bibliotecas particulares e privadas.

A Nova fase do estilo das francesas

Se você é uma leitora assídua do The Coolest Office In Town, deve saber que amamos o estilo das francesas. A maneira com que as mulheres da França se vestem exala classe e elegância, sempre com peças que deixam a produção como um todo impecável sem fazer nenhum esforço, seja apenas adicionando um lenço aqui ou investindo no batom vermelho caprichado para dar um up no visual, não é mesmo?

No entanto, o que temos notado com as mil e uma it-girls provenientes do país, é que este estilo mais clássico tem cada vez mais ido em direção ao boho chic. Com direito à babados, estampas de poá e acessórios super delicados, as francesas agora deixam a cidade e inspiram seu visual no interior do país - isso tudo investindo em novas labels pequenas e, principalmente, labels vintage que exaltam o que há de melhor na categoria de décadas passadas - como os anos 60- que inspiram a releitura atual da essência francesa do que é moda.

Sendo assim, nada mais justo do que criarmos um dossiê completo sobre essa transição de guarda-roupa das musas, não é mesmo? Aqui você encontra quais são as tendências que tomam a cena, o que ainda vale a pena investir por muito tempo, quem seguir para se inspirar e até mesmo quais etiquetas são a cara desse novo cenário da moda. Amou? Então confira agora tudo sobre o novo estilo das francesas:

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Se é boho, chic e delicado, provavelmente entrou no guarda-roupa de alguma francesa nos últimos meses. A estamparia de poá dá o tom leve para blusas repletas de nós e amarrações, enquanto o wrap dress incorpora a elegância que já é de natureza das francesas em estamparias florais. A boina chega para se contrapor a tudo isso e ser utilizada como elemento descolado na composição.

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O top de nó evidencia toda a essência boho e, nos tons mais neutros, deixa o visual impecável e elegante. Nos sapatos, o decote v neck chega para alongar a silhueta, enquanto a mule de salto blocado e peep toe são a aposta para um look de verão mais sóbrio.

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Se você está procurando looks das musas francesas para se inspirar, uma dessas três belas com certeza te convencerá a apostar no visual. A primeira, Adenorah, conta com o estilo leve e boêmio, com decotes em v super delicados e vestidos transpassados de cair o queixo. Em segundo lugar temos Jeanne Damas - que com produções mais sóbrias, sabe muito bem como incorporar o boho para o dia a dia na cidade. E, não menos importante, Sabina socol, que mescla elementos praianos com produções super girlie dignas de uma francesa para lá de romântica! 

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E as brasileiras também já começaram a chamar o estilo de seu, viu? Basta olhar para os vestidos super leves e coloridos da Viih Rocha,  ou para os looks cool com toque francês da Frida Becker  e até mesmo observar (e se inspirar) no carioquismo para lá de french da Angelica Bucci.

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Quer saber quais as marcas iniciaram esse movimento e que agora fazem todo o sucesso lá fora? Então veio ao lugar certo: todos esses vestidos transpassados que você viu no post podem ser encontrados na label Réalisation Par, além de modelos repletos de poá e decotes delicados que dão sensualidade sem perder a mão. Se seu negócio são looks praianos, a marca Posse pode ser uma ótima opção - ainda mais para os apaixonados por nós e laços na composição.

Já se o seu estilo é mais urbano, a Rouje é a label certeira a se apostar. Por lá, os vestidos sóbrios e calças jeans retas dão o tom da marca sem perder o visual boho. Agora, precisamos te contar que estamos completamente apaixonadas pela label Bagatiba. O nome parece brasileiro, mas a casa de acessórios como correntinhas delicadas e argolas para todos os gostos é californiana. 

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E, apesar de tudo isso que você já leu por aqui, alguns clássicos seguem em alta, como já se era de esperar de uma fiel francesa. A calça reta ainda compõe quase todos os visuais, mesmo quando coordenada com uma blusa super western. Para os lábios, o vermelho continua sendo o campeão e compra staple que tem que estar no nécessaire de toda mulher.

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A camisa de nó, antecessora do top de nó, também segue em alta e continua sendo a melhor opção para um visual elegante e cool de verão. Assim como a bolsa de palha, que agora se encaixa tanto no look da cidade quanto da praia. O lenço, atemporal e chic, ainda fica nos cabelos, bolsas e pescoços das francesas.

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Romantismo e delicadeza são as palavras de ordem das peças de bijuteria e joias nas quais as french girls estão optando no momento. Para o pescoço, aposte em mix de colares super finos e pingentes pequenos, como cruzes e medalhas. Nas orelhas as argolas chegam em diferentes tamanhos e sempre bem finas, para não perder o ar sóbrio e luxuoso.

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As cores por aqui são alegres, mas com um toque de seriedade. O pink se transforma em blush, o verde neon em oliva, e o marrom em tons de areia e terracota. Tudo para se igualar ao mood leve e calmo pelo qual as francesas passam no momento. Quer ousar? Vá de azul marinho ou vermelho, outras cores que se encaixam perfeitamente nas trends. 

Fonte: http://stealthelook.com.br/a-nova-fase-do-estilo-das-francesas/

Bolsa Chanel em forma de carretel chama atenção no look das famosas. Veja preço!

Sophie Charlotte, Ingrid Guimarães e Kiernan Shipka chamaram atenção ao usar bolsa em forma de carretel em seus looks.

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Um acessório diferente e poderoso vem chamando atenção no look de famosas. Depois de Sophie Charlotte combinar o longo dourado e brilhoso Versace com uma bolsa em forma de carretel no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, em setembro, Ingrid Guimarães optou pela mesma peça para complementar o vestido curto azul-marinho de brilho no baile de gala da BrazilFoundation, na Casa Fasano, em São Paulo, na última quarta-feira (29).

Atriz de 'Mad Men' usa bolsa de carretel

As brasileiras, no entanto, não foram as únicas a apostarem no modelo. A atriz norte-americana Kiernan Shipka, de 18 anos, conhecida por sua participação na série "Mad Men", usou o acessório durante um evento em celebração à bolsa Chanel Gabrielle, em Santa Mônica, na Califórnia, no início de abril.

Bolsa Chanel é avaliada em cerca de R$ 25 mil

A peça de base preta com linhas em dourado, imitando os fios de um carretel, pertence à grife de Coco Chanel e foi exibida pela primeira vez no desfile outono/inverno 2016 da maison, durante a Semana de Moda de Paris, na capital francesa. Embora não esteja mais disponível para venda, a bolsa spool minaudiere é avaliada em $ 7.600, aproximadamente R$ 25 mil.

Fonte: https://www.msn.com/en-us/news/lifestylefashion/bolsa-chanel-em-forma-de-carretel-chama-aten%C3%A7%C3%A3o-no-look-das-famosas-veja-pre%C3%A7o/ar-BBGcIvL

A história por trás do padrão xadrez tão usado em roupas e acessórios na Escócia

No Museu Nacional da Escócia, localizado no centro de Edimburgo, um item resume o relacionamento do país com o tartã, o padrão quadriculado há séculos associado com o país. Um casaco com punhos e colarinhos feitos de veludo vermelho não apenas tem estilo como parece confortável para ser usado nos dias de hoje.

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Mas trata-se de uma peça com 272 anos de idade.

É o casaco usado por Carlos Eduardo Stuart durante sua tentativa frustrada de reconquistar a coroa britânica para os Stuart, a família real católica britânica destronada no século 17. Os Stuart eram escoceses e - assim como inúmeros escoceses de ontem e hoje, Carlos Eduardo usava o padrão como forma de afirmar sua identidade nacional.

O casaco é apenas um de muitos tesouros que fazem parte de uma exposição sobre o Levante Jacobita, liderado por Carlos em 1745. A exibição lança nova luz sobre a política do conflito, mas não deixa de lado a interessante estética da revolta - em especial a transição do tartã como costume regional para "marca" internacional.

Carlos Eduardo Stuart era neto de James II, o último rei católico da Inglaterra, derrubado em 1688 pelo nobre protestante William III. James fugiu para a França, mas até morrer nunca abriu mão de seu direito ao trono. E, em 1745, Carlos, então o "herdeiro" após a morte do pai (também chamado James) foi para a Escócia tentar formar um exército para lutar com os ingleses e remover do trono George II, o que restauraria a dinastia Stuart.

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Apesar de ser descendente de escoceses, Carlos nasceu e cresceu em Roma - e jamais tinha visitado a terra dos antepassados. Mas o casaco com o padrão tartã era um sinal de simpatia perante os "compatriotas". Esse lance de relações-públicas funcionou e retratos do príncipe rebelde foram reproduzidos em toda sorte de objetos, de talheres a caixinhas de rapé - ganhou ainda o apelido de Bonnie Prince Charlie, algo como Carlos, o Bonitão.

De quebra, o garoto-propaganda do movimento Jacobita, como ficou conhecida a campanha pró-Stuart, arrebanhou adeptos suficientes para obter interessantes vitórias militares e marchar de forma triunfal até a cidade de Derby, percorrendo quase metade do território do Reino Unido antes de ser derrotado na Batalha de Culloden.

O príncipe fugiu da Escócia em 1746 e o Reino Unido ainda tem no trono a dinastia protestante que ele falhou em derrubar. Mas, apesar de derrotado nos campos de batalha, o tartã resistiu não apenas na Escócia e ganhou o mundo.

Mas como esse padrão virou uma marca global?

"Estamos falando de um tecido que sempre foi uma marca de distinção", diz Viccy Coltman, professora de História da Arte da Universidade de Edimburgo. "Isso faz parte de sua história".

Depois da Batalha de Culloden, o tecido foi banido da Escócia por ordem real. Mas isso deu ao tartã um certo status cult e, quando a proibição foi suspensa, em 1782, o padrão virou moda. Não era um sinal de apoio ao movimento jacobita, mas sim uma forma de ostentação da aristocracia e de uma emergente classe média.

"O movimento criou uma indústria de vestimentas consideradas relíquias", explica Coltman.

E os maiores compradores eram justamente os escoceses que ajudaram a derrotar Carlos Stuart. Essa apropriação teve seu auge em 1822, quando o rei George 4 visitou Edimburgo e Walter Scott, escritor de romances históricos sobre uma Escócia idealizada e um dos organizadores da visita real, arranjou um comitê de recepção nas ruas da cidade em que o traje era o tartã. Há até um retrato do soberano usando um kilt.

O padrão não era mais ameaçador - e sua suposta reabilitação estava completa.

A rainha Vitória continuou essa apropriação, usando xadrez em fotos oficiais em suas visitas a Balmoral, a residência de verão da família real na Escócia. Antes inimiga, a Escócia, virara destino de férias. O país se tornara uma marca e o tartã era parte integral de sua identidade - o padrão passou a fazer parte de todos os produtos para turistas.

Até o final do século 19 havia apenas algumas variedades do xadrez. Mas a mecanização da produção têxtil possibilitou a produção de imensas variações. Um consumidor com um sobrenome escocês podia escolher um tartã particular, quiçá associado a uma região específica, que depois era vendido para alguém com o mesmo sobrenome.

"Era tudo uma questão de tino comercial", explica David Forsyth, curador da exposição no Museu Nacional da Escócia.

E esse marketing misturado à mitologia criou uma vestimenta nacional.

No final do século, o tartã era muito diferente da vestimenta original do século 18. Feito à máquina em vez de à mão, o material moderno era mais barato e adaptado para todo tipo de usos. Acima de tudo, transformou-se em símbolo de lealdade à supremacia protestante, em vez de um tecido associado à causa católica.

O Império Britânico fez do xadrez um símbolo internacional. Regimentos militares escoceses vestiam o padrão e mercadores britânicos exportaram produtos com a estampa ao redor do mundo. O tartã era exótico, mas ao mesmo tempo familiar. Perigoso, mas respeitável. Você poderia vesti-lo como um outsider, ou um membro do status quo.

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Findo o império, o tartã continua em voga. Designers de moda britânicos seguiram usando o padrão como inspiração, que também chegou à moda francesa. No mundo da música, tanto punks como novos românticos usaram tartã. O padrão se tornou tanto uma marca de rebeldia quanto de sofisticação.

"A história é escrita pelos vencedores", diz Forsyth. Mas embora tenha perdido a Batalha de Culloden, Carlos Eduardo Stuart ganhou a guerra da moda.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/vert-cul-41908736

Versão em inglês: http://www.bbc.com/culture/story/20170912-why-tartan-is-a-symbol-of-both-rebellion-and-sophistication