Receita de Creme de couve-flor com alho-poró - Coluna Nutrição por Thalyta Morandi nutricionista

Preparo:

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3 dentes de alho picados,1/2 talo de alho-poró picado,1 fio de azeite de oliva para refogar

1 cabeça de couve-flor pequena picada grosseiramente,2 unidades de chuchu picadas

300 mililitros de água, 3 folhas de couve-flor ou couve-manteiga,3 unidades de cebolinha-verde picadas, sal a gosto.

Modo de preparo:Refogue o alho e o alho-poró no azeite. Adicione a couve-flor e o chuchu. Mexa por 3 minutos, acrescente 100 ml de água, tampe e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Em seguida, deixe a mistura amornar e bata no liquidificador com o resto da água. Volte o creme para panela com as folhas de couve-flor e a cebolinha picadas. Cozinhe por 1 minuto e acrescente mais água, caso prefira um caldo mais líquido. Acerte o sal.

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Thalyta Morandi Ridolfi de Carvalho

Coluna Nutrição

Nutricionista - CRN: 22.369  Mestre em Clínica Médica - FCM - UNICAMP 

thalyta@allnuttry.com.br Telefone: (19) 33876666 instagram: @nutricionistathalytamorandi

Tendência verão: mule transparente da Chanel - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

No verão do hemisfério norte, o que mais se vê nos pés das fashionistas antenadas são os mules (tamanquinhos) da Chanel, feitos em PVC e couro de carneiro.

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(Detalhe no salto cristal).

Mesmo o modelo sendo o mais novo hit da temporada, tenho um certo receio por ser feito de plástico (imagina no verão o suorzão no pé! Eca! kkk), mas pode apostar que veremos muito desses tamanquinhos por aqui, inclusive em variadas versões tupiniquins.

E aí, vai encarar o PVC?

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Fonte: Chanel. Fotos Reprodução: chanel.com / Google

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Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Atualmente presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

Mitos sobre aleitamento materno - Coluna Pediatria por Dra. Carolina Calafiori de Campos

Já estamos chegando ao fim do nosso mês de agosto, o nosso AGOSTO DOURADO - cor que simboliza o padrão ouro de qualidade do leite materno e a luta pelo incentivo à amamentação. Hoje vamos falar um pouco sobre os maiores mitos em relação a amamentação e desmistificar algumas idéias erradas sobre o tema, que acabam prejudicando muitas mães na hora de oferecer o peito ao bebê. É claro que amamentar gera uma séria de dúvidas por isso veja aqui algumas MENTIRAS em relação ao leite materno e a amamentação:

1- "O colostro (primeiro leite produzido pela mãe) não é tão importante"

O colostro possui 700 espécies de bactérias saudáveis, que irão fazer a colonização inicial do intestino dos bebês e isso é fundamental para que ele tenha um sistema imunológico eficiente durante a vida toda. Estas bactérias são responsáveis pela formação de 70% das nossas células de defesa. Esta colonização adequada também auxilia o organismo na prevenção de processos alérgicos e de doenças crônicas não-transmissíveis, como diabetes por exemplo pelo resto de nossas vidas. Além disso ele é rico em anticorpos, sendo considerado a “ primeira vacina do bebê”

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2- "Meu leite é fraco e não está suprindo as necessidades do meu bebê"

NÃO EXISTE LEITE FRACO! As mães muitas vezes interpretam como leite fraco quando o bebê mama com muita frequência. Mas mamar com frequência é normal e esperado, principalmente nos primeiros meses de vida, por isso dizemos que o aleitamento deve ser em livre demanda, ou seja: o bebê deve mamar sempre que desejar. A dúvida do “ leite fraco” também surge por conta das variações de cor do leite, isso acontece mas todos os leites são adequados sob o ponto de vista imunológico e nutricional, por isso é considerado o alimento ideal para o bebê, sendo recomendado exclusivamente até o 6º mês de vida e até os dois anos de vida ou mais, após a introdução alimentar. Além disso, com frequência o choro do bebê é interpretado como fome, porém muitas vezes esse choro é causado por algum desconforto do bebê ( por exemplo cólicas ) ou simplesmente trata-se de uma forma de solicitar aconchego e proteção da mãe.

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3- "Depois de 6 meses é bom substituir o leite materno por outros leites"

Já é um consenso entre as Sociedades de Pediatra que se deve evitar a introdução de leite de vaca ou de leite de soja até que o pequeno complete seu primeiro ano de vida. Isso ocorre porque os dois alimentos têm alto potencial alergênico, são compostos por proteínas que ainda não são bem digeridas e causam processos inflamatórios no organismo. De fato, com seis meses de vida quando a criança já consome todos os grupos alimentares o leite materno já não é imprescindível para a sua nutrição. Porém, a sua função não acaba aí. É só a partir dos seis meses que o sistema imunológico dos pequenos ficará independente do materno, neste período de transição ele precisa dos fatores imunológicos que serão transmitidos pelo leite da mãe.

4-"A alimentação da mãe não interfere no bem-estar do bebê"

Os nutrientes ingeridos pela mãe ou a falta deles influenciam diretamente no desenvolvimento do seu filho. O mesmo acontece com o consumo de alimentos alergênicos, como o leite de vaca. Mesmo que a criança não tenha contato com ele, ela sofrerá as consequências quando os anticorpos gerados pela mãe chegarem até ela por meio do aleitamento, ocasionando os mesmos sintomas de quando o bebê ou a criança os ingerem.

5 “A amamentação prolongada torna a criança dependente emocionalmente da mãe”

Na minha humilde opinião, essa é uma das crenças mais danosas a amamentação e ao vínculo materno com o bebê. Infelizmente essa crença é tida como verdade, inclusive por muitos profissionais de saúde, e não tem nenhum fundamento científico; muito pelo contrário, crianças com vínculo seguro tendem a ser mais independentes, a ter mais facilidade para se separar de suas mães e a entrar em novas relações com mais segurança e estabilidade. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), referendada pelo Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Pediatria, é que as mães amamentem seus filhos por até dois anos ou mais. Apesar de a orientação ser clara, a amamentação prolongada é cercada de mitos e, principalmente, críticas. Não existe uma data-limite para suspender a amamentação, o desmame deve acontecer naturalmente.


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6- “Preciso dar os dois peitos a cada mamada”

O tempo de cada mamada não deve ser fixado, pois o esvaziamento da mama pode variar conforme a fome do bebê, do intervalo entre uma mamada e outra, do volume de leite armazenado na mama, entre outros. O importante é que a mãe dê tempo suficiente para o bebê esvaziar adequadamente seu seio, caso esvazie uma mama por completo e a criança ainda deseje mamar, a mãe pode oferecer a outra mama. Na próxima mamada, recomenda-se que a mãe dê o seio que não foi oferecido na mamada anterior ou ofereça o que o bebê mamou por último, caso tenha sido ofertado as duas mamas.

7- “Seios muito pequenos não produzem leite na quantidade suficiente para o bebê.”

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O tamanho da mama não tem NENHUMA relação com a produção do leite. Tanto as mamas grandes quanto as pequenas possuem a mesma capacidade de produzir o mesmo volume de leite em um dia.

8- Quando o bebê começa a comer, o leite materno pode prejudicar a absorção de ferro.

Quase 70% do ferro do leite materno é absorvido adequadamente pelo bebê. O leite materno possui bactérias benéficas que atuam no fortalecimento da imunidade, assim como em outros fatores de proteção que otimizam a capacidade de absorção de ferro e outros nutrientes. O ferro presente no leite materno é de mais fácil absorção pelo organismo do bebê.

Dados: Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria

Fotos: Pinterest

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Carolina Calafiori de Campos

Coluna Pediatria

Dra Carolina Calafiori de Campos - CRM 146.649 RQE nº 73444 

Médica Formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, Especialização em Pediatria pelo Hospital da Puc Campinas, Especialização em Medicina Intensiva Pediátrica pelo Hospital da Puc Campinas, Membro da Sociedade Brasileira de Pediatria - Contato: carolinacalafiori@hotmail.com  

As férias românticas de William e Kate

O REFÚGIO ESCOCÊS CHEIO DE RECORDAÇÕES DOS TEMPOS DE ESCOLA DOS DUQUES


Os duques de Cambridge, William e Kate, tiraram uns dias para fazer um retiro romântico em Balmoral, na Escócia. O casal voltou à propriedade privada da rainha, local onde viveram momentos muito especiais antes de se casarem. 

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«Os duques de Cambridge são muito românticos e gostam de voltar aos lugares que os marcaram e que têm muito significado para eles», referiu a editora da revista Majesty, Ingrid Sewell. Os pais de George, Charlotte e Louis passaram grandes momentos juntos nas interrupções letivas enquanto eram estudantes da St Andrews University. 

De acordo com o jornal Now, os duques de Cambridge estão hospedados na fazenda Tam-na-Ghar, longe da residência da rainha Isabel II no mesmo território, para aproveitarem uns momentos sozinhos, depois do Torneio de Wimbledon e da Regata do Rei e antes de regressarem aos compromissos reais.

William e Kate passaram o Hogmanay [definição escocesa para o último dia do ano] na fazenda romântica antes de trocarem alianças. O príncipe surpreendeu a duquesa com um encontro romântico numa cabana de madeira da residência real. «Eu acho que William vai tem em mente uma noite romântica isolada de todos - é assim que eles gostam de passar os seus momentos especiais», declarou Ingrid Sewell.  

Férias românticas antes de regressar aos compromissos reais

William e Kate estão a aproveitar os últimos dias de férias para passarem momentos verdadeiramente românticos e recatados, longe do stress e da agitação de Londres e dos olhares atentos dos meios de comunicação e dos fãs da família real britânica. Os duques de Cambridge iniciarão no dia 11 de setembro a Diamond Jubilee Tour, onde visitarão as florestas tropicais do Bornéu, Malásia, Singapura, as ilhas de Salomão e Tuvalu. 

A história de Balmoral

Balmoral é o castelo da rainha de Inglaterra e é também a principal residência real na Escócia. Ao contrário de outros castelos e palácios, Balmoral é uma propriedade privada da rainha, ou seja, nada tem a ver com a Coroa. 

O príncipe Alberto, marido da rainha Vitória, comprou a propriedade escocesa em 1852 e mandou construir um castelo maior, visto que o original era pequeno demais para a família real britânica. A construção do castelo foi concluída em 1956. 

A propriedade de Balmoral conta com 50 mil hectares, tendo montanhas, vales, florestas e jardins privados. Existem 150 edifícios na propriedade, incluído a casa de campo do príncipe Carlos, Birkghall, e o refúgio romântico de William e Kate, Tam-na-Ghar.

Todos os verões, a rainha Isabel II aproveita para passar algumas semanas na sua propriedade privada, onde consegue descansar e relaxar, longe dos compromissos reais. Também é costume a família real britânica ir passar uns dias com a rainha de Inglaterra a Balmoral. O príncipe Carlos e Camilla da Cornualha costumam ir lá passar uns dias, bem como os duques de Cambridge, e os duques de Sussex, Meghan Markle e o prícipe Harry, também visitaram a Escócia este ano. 

O último telefonema com a princesa Diana

Apesar de Balmoral trazer boas recordações à família real, principalmente a William e Harry, que passaram grande parte da sua infância na propriedade da avó durante as férias, também há recordações tristes de Balmoral para os filhos do príncipe Carlos. 

Foi lá que falaram pela última vez com a mãe, a princesa Diana, ao telefone e que receberam a notícia do trágico acidente de viação que tirou a vida à mãe dos dois. 

Depois da morte de lady Di, A rainha Isabel II tentou manter os netos em Balmoral o máximo tempo possível, para evitar a pressão mediática que se vivia em Londres, mas acabou por se ver forçada a regressar com os dois para o Palácio de Buckingham.

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Já estão à venda aqueles maravilhosos brincos de R$40,00 que Kate Middleton usou

O acessório está disponível nas lojas físicas e online da marca inglesa Accessorize

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Aos 37 anos, Kate Middleton é uma verdadeira trendsetter. As peças que usa são cobiçadas por mulheres de todo o mundo que querem recriar o seu estilo simples e sofisticado. O problema é que fazê-lo nem sempre é fácil, já que Kate é vestida por alguns dos designers mais caros e exclusivos do mundo — o que significa que as peças não são para a carteira de toda a gente.

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Os brincos chamam-se “Polly Petal Drop”, são da Accessorize e custam apenas R$40,00.

São uma peça clássica, com pedras cor de rosa pálido a imitar pétalas de flores. Os pormenores são em dourado. São bonitos e podem ser usados em todo o tipo de ocasiões: desde uma reunião de trabalho a um jantar com amigos. Estão disponíveis nas lojas físicas e online da Accessorize.

Fonte: https://nit.pt/vanity/lojas-e-marcas/ja-estao-a-venda-aqueles-maravilhosos-brincos-de-12e-que-kate-middleton-usou