O que podemos construir depois das eleições? Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Quando as urnas se fecham e o resultado chega, diferentes sentimentos encontram espaço dentro de nós. Para alguns, há alegria e esperança. Para outros, frustração, preocupação ou tristeza. E há também quem esteja apenas cansado das discussões e queira reencontrar um pouco de tranquilidade.

Por trás de cada voto existem histórias, necessidades, valores e expectativas. Reconhecer isso pode nos ajudar a olhar para quem pensa diferente com mais humanidade.

Depois de um período de tantas opiniões e disputas, fica uma pergunta: o que podemos construir a partir de agora?

Podemos começar pela maneira como convivemos. Uma conversa em família, uma mensagem no grupo de amigos ou um comentário nas redes sociais são oportunidades de escolher como vamos nos posicionar. Podemos expressar nossas convicções com firmeza e, ao mesmo tempo, preservar a dignidade de quem está do outro lado.

Respeitar alguém não exige concordar com tudo. Exige reconhecer que a diferença não nos autoriza a humilhar, ameaçar ou ferir.

Construir também é reconhecer o que sentimos

Se o resultado trouxe decepção, permita-se reconhecer esse sentimento sem se cobrar uma aceitação imediata. Se trouxe alegria, celebre com sensibilidade diante de quem vive esse momento de outra maneira.

Antes de responder a uma provocação, vale fazer uma pausa e perceber: “O que estou sentindo? O que desejo comunicar? Essa conversa tem espaço para escuta?”

Às vezes, continuar o diálogo será possível. Em outras situações, será necessário estabelecer um limite e retomar o assunto em outro momento. Cuidar dos vínculos também envolve perceber quando uma conversa deixou de ser respeitosa.

A esperança ganha forma nas atitudes

Há decisões coletivas que não dependem apenas de nós. Ainda assim, podemos participar da vida em sociedade: acompanhar propostas, cobrar compromissos, buscar informações responsáveis e contribuir com a comunidade.

Também construímos algo quando acolhemos alguém em sofrimento, dividimos responsabilidades em casa e oferecemos uma escuta atenta. São gestos que tornam concretos os valores que desejamos ver no mundo.

A esperança pode caminhar junto com a preocupação e com o senso crítico. Ela ganha força quando encontramos maneiras possíveis de agir, mesmo diante das incertezas.

Que relações queremos cultivar?

Depois das eleições, continuaremos compartilhando famílias, espaços de trabalho, bairros e projetos. Precisaremos conversar, resolver problemas e encontrar caminhos em comum.

Talvez este seja um bom momento para observar o que queremos cultivar nessas relações: mais curiosidade antes do julgamento, mais responsabilidade com as palavras e mais disposição para reconhecer a humanidade do outro.

Hoje, além de olhar para o resultado, podemos olhar para nossas próprias escolhas.

Qual atitude está ao seu alcance para tornar a convivência mais respeitosa e a vida de alguém um pouco melhor?

Elisa Maria Pereira

Coluna Psicologia

Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psi.elisape

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Asma de Adelaide Ivanova e Filme: O aniversário do Prime Video

Dica de livro: Asma de Adelaide Ivanova

Vashti Setebestas é uma personagem que anda pela Terra atravessando o tempo, transmutando-se em muitas entidades, muitos corpos e muitos povos.

Pelo caminho, é perseguida pela opressão de uma narrativa histórica escrita pelos homens. ASMA é um livro radical para tempos radicais, de Adelaide Ivánova, um dos grandes nomes da poesia brasileira contemporânea.

Um projeto caleidoscópico, que vai de Homero a Virginia Woolf, de Chico Science a Ferreira Gullar.

Dica de fiime: o aniversário do Prime Video

 Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Casa da Criança Paralítica promove Feijoada do Bem no dia 14 de novembro

Convites já podem ser adquiridos pelo WhatsApp da CCP; receita obtida no evento será revertida à manutenção das atividades da tradicional instituição de Campinas

A Casa da Criança Paralítica (CCP) realiza no próximo dia 14 de novembro, das 12 às 17 horas, a Feijoada do Bem, um sábado para reunir a família e amigos em prol da instituição de Campinas (SP). Com música ao vivo, espaço kids e bingo, a feijoada ocorrerá na sede da CCP, localizada à Rua Pedro Domingos Vitalli, 160, no Parque Itália.

O participante paga R$ 90 por convite e consome a feijoada à vontade, enquanto as bebidas são cobradas à parte. Crianças de até 2 anos não pagam e as de 2 a 10 anos pagam R$ 60,00. É necessário fazer a aquisição dos convites até o dia 13 de novembro, pelo WhatsApp da instituição: (19) 98389 1110. O pagamento deve ser realizado utilizando a chave PIX 46042370000192, CNPJ da CCP.

“Nossa instituição se une, mais uma vez, à Cervejaria Campinas e ao Bar Candreva para preparar uma feijoada especial em benefício da manutenção das atividades da CCP, que oferece atendimento gratuito especializado a cerca de 420 crianças, adolescentes e jovens com deficiência física e comprometimento neurológico. Atuamos nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, médica, odontologia, psicologia, nutrição, serviço social, pedagogia e tecnologia assistiva, além de orientação às famílias – a maioria de baixa renda. Além de boa comida e bebida, o evento contará com atrações que agradarão todas as faixas etárias”, afirma Antonio Pedro Rodrigues, gerente geral da instituição.

Desde 2018, a Casa também realiza adaptações e manutenção de cadeiras de rodas na Oficina Locomover, que, com a ampliação finalizada em agosto do ano passado, passou a ser uma oficina ortopédica completa, com confecção de órteses e próteses, possibilitando melhor qualidade de vida e inclusão às pessoas com deficiência física do município. Mais de 500 pessoas passam pela Oficina por ano.

Sobre a Casa da Criança Paralítica

Fundada em Campinas (SP) em 17 de janeiro de 1954, a Casa da Criança Paralítica (CCP) já atendeu cerca de 20 mil pessoas ao longo dos 72 anos de atividades. A instituição foi eleita em 2022 e 2025 como uma das 100 organizações não governamentais do País pelo Prêmio Melhores ONGs, honraria, que reconhece, anualmente, entidades de excelência em gestão, governança, sustentabilidade financeira e transparência.

Já sua Oficina Locomover foi uma das cinco iniciativas vencedoras da 13ª Edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, realizado este ano, na categoria Novas Tecnologias Sociais. O prêmio reconheceu em 29 de maio último a Oficina como uma solução com maior potencial de transformação social e reaplicação em diferentes territórios.

 

Serviço:

Feijoada do Bem da CCP

Data: 14/11/2026.

Horário: das 12h às 17h.

Local: Sede da CCP, à Rua Pedro Domingos Vitalli, 160, no Parque Itália, em Campinas.

WhatsApp para aquisição dos convites até dia 13 de novembro: (19) 98389 1110.

Convite individual: R$ 90,00. Crianças de até 2 anos não pagam e as de 2 a 10 anos pagam R$ 60,00.

Pagamento via chave PIX: 46042370000192 (CNPJ da CCP).



Informações à Imprensa:

Ana Carolina Silveira e Ana Heloísa Ferrero

Carol Silveira Assessoria de Comunicação

(19) 99791 8261 / (19) 99794 4050

Design que transforma comportamentos: como o mobiliário influencia o bem-estar, a produtividade e as relações humanas - Coluna Design e Inovação por Tibeti Cavigliolni Daniel

 

Por: Tibeti Caviglioni Daniel*


Quando pensamos em design, é comum que as primeiras associações sejam estética, funcionalidade e conforto. Mas existe uma dimensão menos evidente e cada vez mais relevante nessa relação: a capacidade que os espaços e os objetos têm de influenciar a maneira como nos comportamos.

 

A forma como uma cadeira é posicionada, a distância entre dois assentos, a escolha de uma mesa, a possibilidade de movimentar um móvel ou até a criação de um pequeno espaço de recolhimento podem interferir na maneira como trabalhamos, descansamos, conversamos e nos relacionamos.

 

É nesse ponto que acredito que o mobiliário deixa de ser apenas um elemento que ocupa o ambiente e passa a participar ativamente da experiência de quem o utiliza.

 

Quando penso em design, não estou falando apenas sobre criar um objeto bonito. Estou falando sobre criar possibilidades de uso e de interação. Um móvel pode estimular uma conversa, favorecer a concentração, proporcionar uma pausa ou simplesmente fazer com que uma pessoa se sinta mais acolhida naquele espaço.

 

A maneira como organizamos um ambiente transmite mensagens, mesmo quando não percebemos. Uma sala com assentos voltados uns para os outros sugere encontro. Uma área mais reservada convida à concentração. Uma mesa compartilhada pode estimular colaboração. Um sofá amplo aproxima e favorece a convivência.

 

Por isso, acredito que o design de interiores e o mobiliário têm uma relação cada vez mais próxima com o comportamento humano. O ambiente não determina nossas ações, mas cria estímulos, possibilidades e experiências.

 

Quando o espaço também comunica

 

No universo corporativo, essa percepção ganhou ainda mais importância. Com a transformação das relações de trabalho, os escritórios passaram a precisar atender a diferentes momentos: concentração, reuniões, colaboração, criatividade e também pausas.

 

A empresa pode dizer que valoriza colaboração, criatividade e bem-estar, mas o espaço também precisa comunicar isso. Se todo o ambiente é rígido, individualizado e não oferece possibilidades de interação, existe uma contradição entre o discurso e a experiência.

 

O espaço físico precisa acompanhar aquilo que a empresa deseja construir em sua cultura. Se queremos estimular troca, precisamos criar oportunidades para que as pessoas se encontrem. Se precisamos de concentração, devemos oferecer ambientes que favoreçam esse estado. Se falamos em bem-estar, é importante que existam lugares onde seja possível fazer uma pausa.

 

Nesse sentido, o mobiliário tem um papel muito importante. Ele ajuda a organizar os fluxos, estabelecer distâncias, criar aproximações e oferecer diferentes possibilidades de uso.

 

Em casa, o mobiliário também conta histórias

 

A mesma lógica aparece nos ambientes residenciais. A casa contemporânea deixou de ter funções tão rígidas. A sala pode ser escritório durante o dia e espaço de convivência à noite. A varanda pode ser lugar para receber amigos, trabalhar ou simplesmente observar a cidade. Um mesmo ambiente pode assumir diferentes papéis ao longo do dia.

 

Nesse contexto, móveis versáteis e ambientes capazes de acompanhar mudanças de comportamento ganham importância. Mais do que preencher espaços, eles ajudam a construir rituais.

 

Uma poltrona próxima à janela pode transformar alguns minutos de descanso em um hábito. Uma mesa que reúne a família pode favorecer conversas que dificilmente aconteceriam diante de telas. Uma rede ou um balanço pode introduzir no cotidiano uma experiência de pausa e contemplação.

 

São pequenas decisões que, repetidas diariamente, acabam participando da maneira como vivemos.

 

É justamente por isso que acredito que projetar um móvel exige olhar para além de sua forma. É preciso pensar em como ele será usado, por quem, em quais momentos e que tipo de experiência poderá proporcionar.

 

Conforto também é emocional

 

Durante muito tempo, conforto foi associado principalmente à ergonomia: uma cadeira adequada, uma boa postura, dimensões corretas. Esses aspectos continuam fundamentais, mas hoje acredito que o conceito de conforto pode ser ampliado.

 

Existe também o conforto de sentir que aquele ambiente acolhe, representa e respeita quem o utiliza.

 

Há uma diferença entre um móvel confortável e uma experiência confortável. A experiência envolve a forma como a pessoa se sente naquele ambiente, se consegue relaxar, se concentrar, interagir ou ter privacidade quando precisa.

 

Essa visão aproxima o design de temas como psicologia ambiental e neuroarquitetura, áreas que ajudam a compreender como as características dos ambientes podem influenciar percepção, emoções e comportamento.

 

Não se trata de criar espaços que determinem como devemos agir, mas de compreender que nossas escolhas espaciais têm consequências.

 

Um ambiente pode estimular encontros ou favorecer a introspecção. Pode gerar sensação de acolhimento ou de distanciamento. Pode facilitar uma atividade ou torná-la mais difícil.

 

Por isso, acredito que pensar sobre comportamento deve fazer parte do processo de criação.

 

Criar ambientes que ofereçam escolhas

 

Talvez uma das principais mudanças no design contemporâneo seja justamente essa: criar ambientes que ofereçam escolhas.

 

Em vez de um espaço com uma única maneira de ser utilizado, ganha força a ideia de ambientes flexíveis, capazes de acompanhar diferentes necessidades e estados de espírito.

 

Afinal, nem sempre queremos conversar. Nem sempre queremos trabalhar em grupo. Nem sempre queremos estar sozinhos.

 

Um bom projeto consegue oferecer essas possibilidades sem que seja necessário transformar completamente o ambiente.

 

O design precisa acompanhar a vida real, que é dinâmica. As pessoas mudam de atividade, de humor e de necessidade ao longo do dia. Quanto mais um espaço consegue oferecer possibilidades, mais ele se torna humano.

 

Essa flexibilidade também muda a maneira como pensamos os móveis. Uma peça pode ter diferentes funções, mudar de posição, criar novas configurações ou simplesmente permitir que uma pessoa escolha como deseja ocupar aquele espaço.

 

No fundo, estamos falando de liberdade de uso.

 

O futuro do mobiliário é mais humano

 

Talvez o grande desafio do design contemporâneo não seja criar móveis cada vez mais tecnológicos ou visualmente surpreendentes, mas entender melhor as pessoas para quem eles são destinados.

 

Em um mundo marcado pelo excesso de estímulos, pela aceleração da rotina e pela mistura cada vez maior entre vida pessoal e profissional, criar espaços que favoreçam equilíbrio, conexão e bem-estar passa a ser também uma responsabilidade do design.

 

Por isso, acredito que o futuro do mobiliário está menos relacionado à quantidade de recursos que uma peça possui e mais à qualidade da experiência que ela proporciona.

 

No final, um móvel continua sendo um objeto. Mas a experiência proporcionada por ele pode ser muito maior.

 

Pode aproximar pessoas. Criar uma pausa. Estimular uma conversa. Favorecer a concentração. Dar sensação de pertencimento.

 

E é justamente aí que o design deixa de apenas ocupar o espaço para começar, de fato, a transformar a maneira como vivemos.

 

 

*Tibeti Caviglioni Daniel é CEO da Mavie Móveis e executiva de marketing com mais de 20 anos de experiência em branding, comunicação e gestão estratégica. Atua no desenvolvimento de projetos que unem design, inovação e posicionamento de marcas, além de liderar iniciativas voltadas ao crescimento de empresas e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.

 

Sobre a Mavie

 

A Mavie Móveis é uma marca brasileira de mobiliário para áreas internas e externas, com fábrica própria em Campinas (SP). Nascida da experiência de mais de 15 anos como fornecedora de móveis para alguns dos principais players do mercado nacional, a empresa lançou sua marca autoral em 2023, unindo design contemporâneo, produção artesanal, personalização e alta qualidade. Atende consumidores finais, arquitetos, designers de interiores, paisagistas e clientes corporativos em todo o Brasil, desenvolvendo soluções para residências, hotéis, restaurantes, condomínios, incorporadoras, clubes e empresas. Com fabricação própria, garantia de cinco anos e foco em conforto, durabilidade e excelência construtiva, a Mavie transforma ambientes por meio de móveis pensados para acompanhar os momentos e as necessidades únicas de cada cliente, materializadas em momentos que realmente importam.

 

Comunicação com a Imprensa:

 

Cláudia Carnevalli

19 99989-8535

claucarnevalli.jornalita@gmail.com

 Tibeti Caviglioni Daniel

Coluna Design e inovaçâo

 CEO da Mavie Móveis e executiva de marketing com mais de 20 anos de experiência em branding, comunicação e gestão estratégica. Atua no desenvolvimento de projetos que unem design, inovação e posicionamento de marcas, além de liderar iniciativas voltadas ao crescimento de empresas e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.

 

Médica de Campinas ganha destaque internacional em experiência de atualização em Harvard

Reconhecida pela atuação em medicina estética e pelo investimento em tecnologias inovadoras, Dra. Vanessa Penteado reforça trajetória de aperfeiçoamento profissional nos Estados Unidos.

A médica Vanessa Penteado, de Campinas, no interior de São Paulo, amplia sua trajetória de atualização internacional com uma experiência acadêmica em Harvard, nos Estados Unidos.

Reconhecida por sua atuação na medicina estética e pela incorporação de tecnologias e técnicas inovadoras aos tratamentos faciais e corporais, a profissional reforça a importância da qualificação contínua em um setor marcado por avanços científicos e novas possibilidades terapêuticas.

Com mais de duas décadas de experiência, Vanessa construiu uma carreira marcada pelo investimento em conhecimento, inovação e procedimentos que buscam resultados individualizados e naturais. Sua atuação inclui o desenvolvimento de protocolos que combinam diferentes tecnologias, técnicas de rejuvenescimento e abordagens voltadas à qualidade da pele, ao reposicionamento facial e à melhora da flacidez.

A experiência internacional em Harvard representa mais um capítulo dessa trajetória de aperfeiçoamento. A instituição norte-americana é reconhecida mundialmente por sua produção científica e excelência acadêmica, atraindo profissionais de diferentes países interessados em ampliar conhecimentos e acompanhar avanços em suas respectivas áreas.

Ao longo da carreira, a médica de Campinas tem participado de importantes encontros internacionais, incluindo o IMCAS, realizado em Paris, na França, um dos principais congressos mundiais dedicados à dermatologia, à cirurgia plástica e à medicina estética, no qual também atua como palestrante internacional.

A participação nesses ambientes de discussão científica reforça seu reconhecimento profissional e faz parte de uma estratégia permanente de atualização, intercâmbio de conhecimentos e compartilhamento de técnicas inovadoras com especialistas de diferentes países.

Entre os diferenciais de sua atuação está a utilização de tecnologias voltadas ao rejuvenescimento facial e corporal, além de técnicas de sustentação e reposicionamento dos tecidos. Vanessa também se destaca pelo trabalho com fios de sustentação, bioestimuladores de colágeno e equipamentos de última geração, recursos que ampliam as possibilidades de tratamentos personalizados.

A profissional defende uma abordagem que considera não apenas as características individuais de cada paciente, mas também a importância de preservar a naturalidade dos resultados.

Essa filosofia acompanha uma transformação no próprio mercado da medicina estética, cada vez mais voltado à associação entre conhecimento científico, tecnologia e planejamento individualizado

Com atuação em Campinas e Jaguariúna, Vanessa Penteado está à frente da Clínica Pantheon e mantém uma trajetória de investimentos em infraestrutura, qualificação e incorporação de novas tecnologias.

A proposta é aproximar os pacientes brasileiros de recursos e conhecimentos discutidos nos principais centros internacionais de atualização médica.

A experiência em Harvard reforça esse posicionamento e evidencia a importância da conexão entre profissionais brasileiros e ambientes internacionais de produção e disseminação do conhecimento, em um cenário no qual a medicina estética continua avançando em direção a tratamentos mais precisos, personalizados e fundamentados em evidências científicas.

Jantar Solidário do Instituto Padre Haroldo busca mobilizar empresários de Campinas em apoio à transformação social

Evento será realizado em 30 de outubro, na Sociedade Hípica de Campinas, e espera reunir 330 convidados; recursos serão destinados à continuidade dos serviços que impactam anualmente cerca de 20 mil pessoas

Uma noite para reunir empresários, associados, autoridades e apoiadores em torno de uma causa que transforma vidas. Essa é a proposta do Jantar Solidário do Instituto Padre Haroldo (IPH), que será realizado no dia 30 de outubro, a partir das 19h, no Salão Social da Sociedade Hípica de Campinas. A expectativa é reunir cerca de 330 pessoas em uma ação que combina solidariedade, gastronomia, música de qualidade, relacionamento e responsabilidade social.

Fundado em 1978, o Instituto Padre Haroldo atua no atendimento de pessoas socialmente vulnerabilizadas, desde gestantes, bebês, crianças e adolescentes até jovens, adultos e idosos. O trabalho da instituição está estruturado em quatro eixos: Educação e Prevenção; Inclusão Produtiva (Trabalho e Renda); Acolhimento Institucional; e Programa de Transtornos Aditivos. Seu propósito é oferecer oportunidades que transformam vidas.

Os números ajudam a dimensionar a importância desse trabalho para Campinas e região. Em 2026, o IPH executa 17 serviços contínuos e alguns projetos, distribuídos em dez endereços, alcançando anualmente aproximadamente 20 mil pessoas, entre atendidos diretamente e familiares. No mesmo período, a instituição serviu mais de 67 mil refeições por mês, ultrapassando 800 mil ao ano, e contou com mais de 150 profissionais.

“O impacto aparece na transformação da vida das pessoas que atendemos", destaca Lúcia Decot Sdoia, presidente da organização. Entre os resultados registrados, estão 85% das pessoas que deixaram a situação de rua, 30% dos desempregados que passaram a trabalhar e 69% daqueles que tinham vínculos familiares fragilizados ou rompidos e conseguiram resgatá-los. O IPH também registra atendimento integral em saúde para 100% dos bebês e gestantes e a participação de todas as crianças atendidas em atividades socioeducativas.

É justamente para ajudar a manter e ampliar esse trabalho que o Jantar Solidário foi criado. Além de arrecadar recursos, o evento tem entre seus objetivos divulgar o trabalho social desenvolvido pelo Instituto, fortalecer e ampliar sua rede de apoio, despertar a responsabilidade social e mobilizar recursos financeiros e humanos para a continuidade dos serviços e projetos.

Para os empresários de Campinas e região, o jantar representa também uma oportunidade de transformar o relacionamento em impacto social. A iniciativa privada tem papel importante na construção de uma rede de apoio capaz de contribuir para que projetos e serviços sociais continuem chegando a quem precisa.

“A responsabilidade social também se constrói quando empresas, empresários e a sociedade decidem participar de forma concreta das causas que transformam a comunidade”, afirma Lúcia. E completa, “o Jantar Solidário é uma oportunidade de conhecer mais de perto nosso trabalho e fazer parte dessa rede de transformação. O Amor em Gestos, é como no IPH costumamos nomear a solidariedade concreta”, destaca a presidente do Instituto Padre Haroldo.

A edição deste ano terá jantar do Buffet Delikatessen, apresentação musical de Janice Pezoa e Quarteto, DJ Ricardo Biglia, Divertekids com uma área para as crianças e sorteio de brindes. A proposta é proporcionar aos convidados uma experiência de confraternização e, ao mesmo tempo, reforçar o compromisso coletivo com a causa social.

Além dos convites individuais e para casais, as empresas podem participar como patrocinadoras. O material do evento prevê Cota Prime, no valor de R$ 15 mil, com 16 convites e espaço para exposição de produtos, e Cota Master, de R$ 7 mil, com oito convites. As cotas incluem exposição da marca nos materiais de divulgação, destaque nas redes sociais e possibilidade de ações no local.

A expectativa do Instituto é que o encontro reúna especialmente empresários, apoiadores e associados da Sociedade Hípica de Campinas, fortalecendo uma rede que possa ir além da noite do jantar. “Quando uma empresa escolhe apoiar a causa social, ela não está apenas destinando recursos. Está ajudando a criar oportunidades, fortalecer pessoas e transformar realidades” finaliza Lúcia.

Serviço

Jantar Solidário do Instituto Padre Haroldo

Data: 30 de outubro de 2026, quinta-feira
Horário: 19h
Local: Salão Social da Sociedade Hípica de Campinas
Público esperado: 330 convidados
Convite individual: R$ 285
Convite para casal: R$ 530

Informações e patrocínios:
Instituto Padre Haroldo
WhatsApp: (19) 99918-9264
E-mail: relacionamentos@padreharoldo.org.br
Site: www.padreharoldo.org.br

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Clayface (título no Brasil: “Cara-de-Barro”)

Clayface (título no Brasil: “Cara-de-Barro”)

Este é um daqueles filmes que eu não estava sabendo da existência, só descobri por causa das redes sociais (muita propaganda do seu lançamento), e eu nem li a sinopse antes de ir assistir. Só vi que já tinha uma boa avaliação no IMDb.


A carreira de Matt Hagen, um ator de Hollywood bastante conhecido, fica comprometida quando é brutalmente atacado por vários homens que o deixam intencionalmente desfigurado. Incapaz de aceitar a sua nova aparência e determinado a recuperar a vida que perdeu, se submete a um tratamento experimental com uma substância semelhante a barro.

A intervenção parece resultar, até Hagen começar a sentir os efeitos secundários, entre eles a capacidade de assumir diferentes formas e reproduzir a aparência de outras pessoas. Mas o que parecia ser uma segunda oportunidade depressa se transforma numa descida aos infernos.

 

Fiquei surpreendido, positivamente, quando vi que se tratava de um filme sobre uma personagem da DC Comics, e que se passava em Gotham City. E o filme é muito bem feito e o enredo bastante interessante. Foi uma agradável surpresa, como já disse. Recomendo pra quem gosta de filmes oriundos de quadrinhos, e, conforme rotulado, filme de terror (o que eu não acho que seja bem um filme de terror, não).

 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Ansiedade além dos pensamentos: como corpo e mente participam da regulação emocional - Coluna Psicologia por Dra Elisa Pereira

Você já percebeu que, mesmo tentando controlar seus pensamentos, seu corpo continua inquieto?

O coração acelera, os ombros ficam tensos, a respiração se torna curta e, muitas vezes, surge uma sensação de que algo ruim está prestes a acontecer.

É como se a mente quisesse descansar, mas o corpo continuasse em estado de alerta.

Essa experiência é mais comum do que imaginamos e revela algo importante: a ansiedade não acontece apenas na mente. Ela também se manifesta no corpo.

Ao longo dos meus 25 anos de experiência na Psicologia Clínica, uma das questões que considero fundamentais no processo terapêutico é compreender que pensamentos, emoções e sensações corporais estão profundamente conectados.

Quando o corpo entra em estado de alerta

A ansiedade é uma resposta natural do organismo diante de situações percebidas como ameaçadoras ou desafiadoras.

Quando identificamos um possível perigo, nosso sistema nervoso autônomo participa da preparação do organismo para reagir.

A frequência cardíaca pode aumentar, os músculos ficam mais tensionados, a respiração se modifica e a atenção se direciona para possíveis ameaças.

Esse mecanismo é importante para nossa sobrevivência.

O problema surge quando esse estado de alerta se torna frequente, intenso ou desproporcional às circunstâncias.

Muitas pessoas passam a viver como se precisassem estar preparadas o tempo todo: antecipando problemas, tentando controlar situações e sentindo dificuldade para relaxar.

Com o passar do tempo, essa ativação pode contribuir para cansaço, irritabilidade, dificuldades de concentração, alterações no sono e desconfortos físicos.

O corpo não está separado da nossa história emocional. Ele participa da maneira como vivenciamos e respondemos às experiências.

Por que pensar positivo nem sempre é suficiente?

É comum ouvir orientações como:

“Pare de pensar nisso.”

“Você precisa se acalmar.”

“Não fique tão preocupada.”

Embora essas frases possam ter boas intenções, a regulação emocional não acontece simplesmente por uma decisão racional.

Quando estamos ansiosos, nossos pensamentos podem intensificar as sensações físicas, enquanto essas sensações também podem alimentar novas preocupações.

Por exemplo, uma pessoa percebe o coração acelerado e interpreta essa sensação como sinal de que algo grave está acontecendo. Essa interpretação pode aumentar o medo e intensificar ainda mais a resposta corporal.

Forma-se, assim, um ciclo entre pensamentos, emoções e reações fisiológicas.

Por isso, aprender a lidar com a ansiedade envolve reconhecer esse ciclo, desenvolver novas formas de interpretar as experiências e ampliar a capacidade de responder às próprias emoções.

O que significa regular as emoções?

Regulação emocional não significa deixar de sentir medo, tristeza, raiva ou ansiedade.

Significa desenvolver recursos para reconhecer, compreender e lidar com essas emoções de maneira mais consciente e flexível.

Uma pessoa emocionalmente regulada não é aquela que permanece tranquila o tempo todo, mas aquela que consegue perceber suas reações e encontrar formas mais saudáveis de responder às situações.

Esse processo também envolve respeitar limites, reconhecer necessidades e compreender padrões emocionais construídos ao longo da vida.

Em alguns casos, experiências anteriores podem contribuir para que determinadas situações sejam interpretadas como ameaçadoras, mesmo quando não representam um perigo imediato.

É nesse ponto que o autoconhecimento e o processo psicoterapêutico podem fazer diferença.

Como ajudar corpo e mente a encontrar mais equilíbrio?

Existem algumas práticas que podem favorecer a regulação emocional no cotidiano.

1. Reconheça os sinais do seu corpo

Observe como seu organismo reage em momentos de estresse.

Sua mandíbula fica contraída? Seus ombros permanecem elevados? Sua respiração se torna rápida?

Desenvolver essa percepção é um primeiro passo para reconhecer quando você precisa desacelerar.

2. Utilize a respiração de maneira consciente

A respiração lenta e confortável pode auxiliar na redução da ativação fisiológica associada ao estresse.

Uma possibilidade é inspirar suavemente contando até quatro e expirar contando até seis, sem forçar ou prender o ar.

Repita algumas vezes, respeitando seu ritmo. Caso sinta desconforto ou tontura, interrompa o exercício.

A intenção não é eliminar imediatamente a ansiedade, mas oferecer ao organismo uma oportunidade de encontrar maior estabilidade.

3. Identifique seus pensamentos automáticos

Pergunte a si mesma:

“O que estou imaginando que pode acontecer?”

“Esse pensamento representa um fato ou uma possibilidade?”

“Existe outra maneira de compreender essa situação?”

Essas perguntas podem ajudar a reduzir interpretações catastróficas e ampliar a flexibilidade emocional.

4. Respeite seus limites

Nem toda ansiedade está relacionada apenas à maneira como pensamos.

Às vezes, existe uma rotina excessivamente exigente, uma relação desgastante ou uma sobrecarga de responsabilidades que precisa ser reconhecida.

Regular as emoções também significa fazer mudanças concretas na maneira como vivemos.

5. Procure acompanhamento psicológico quando necessário

Quando a ansiedade se torna frequente e começa a comprometer o sono, o trabalho, os relacionamentos ou a qualidade de vida, é importante buscar avaliação profissional.

A psicoterapia pode ajudar a compreender os fatores envolvidos na ansiedade, identificar padrões emocionais e desenvolver estratégias de enfrentamento adequadas às necessidades de cada pessoa.

Corpo e mente precisam ser compreendidos juntos

No meu trabalho clínico, integro a compreensão dos padrões emocionais, dos pensamentos e das manifestações corporais, respeitando a singularidade de cada pessoa.

Essa perspectiva reconhece que não basta observar apenas o sintoma. É importante compreender também os contextos, as experiências e os padrões que podem estar contribuindo para o sofrimento.

Muitas vezes, uma pessoa aprendeu a ser forte, assumir responsabilidades, evitar conflitos e ignorar suas próprias necessidades.

Com o tempo, essa forma de funcionar pode contribuir para um estado persistente de tensão e sobrecarga.

O processo terapêutico oferece um espaço para reconhecer essas experiências, desenvolver novas possibilidades de resposta e construir uma relação mais saudável consigo mesma.

Uma reflexão para finalizar

Talvez você esteja tentando silenciar seus pensamentos quando, na verdade, também precisa aprender a reconhecer os sinais do seu corpo.

Talvez esteja exigindo de si mesma tranquilidade quando sua rotina precisa de mudanças.

E talvez esteja buscando controlar suas emoções quando o primeiro passo seja compreender o que elas estão comunicando.

Cuidar da ansiedade não é apenas aprender a pensar de maneira diferente. É também desenvolver uma relação mais consciente com seu corpo, suas emoções e sua própria história.

Você não precisa esperar chegar ao limite para começar a cuidar de si.

A saúde emocional merece atenção antes que o sofrimento se torne insuportável.

Elisa Pereira

Psicóloga Clínica | 25 anos de experiência

Psicoterapia Corporal e Terapia do Esquema

Criadora do Método Essência do Cedro

Atendimentos presenciais em Vinhedo/SP e on-line