Crítica de cinema por Vicente neto - Filme: Affeksjonsverdi (título no Brasil: “Valor Sentimental”)

Affeksjonsverdi (título no Brasil: “Valor Sentimental”)

Quando vi da estreia deste filme, confesso que não me animei tanto assim em assisti-lo. Gosto do Stellan Skarsgård (apenas de ele tem sempre a cara de vilão rs), e da Elle Fanning, mas achei que seria um filme meio chatinho (“pré conceito” meu). Mas ao ver que foi bem avaliado, premiado e está concorrendo ao Oscar, junto com “O Agente Secreto”, me animei em conferir para poder avaliar.


Depois da morte da mãe, as irmãs Nora e Agnes se deparam com o regresso de Gustav (Stellan Skarsgård), o pai de ambas, à cidade de Oslo, de onde partiu alguns anos antes, na sequência do divórcio. Diretor famoso, mas com a carreira suspensa há algum tempo, Gustav sempre manteve com as filhas uma relação distante e difícil.

Ao oferecer a Nora, atriz de teatro, o papel principal num filme cujo argumento se baseia na história da sua própria mãe, Gustav desperta memórias dolorosas e ressentimentos provocados pela sua ausência. Quando ela recusa a proposta, a escolha recai sobre Rachel Kemp (Elle Fanning), uma jovem estrela de Hollywood. Mas essa decisão não vai ajudar a cicatrizar as feridas ainda abertas.


É realmente um bom filme, MAS não me “pegou”, talvez por se tratar de assuntos que eu não me encaixe (vi muita gente que tem filhos, avaliar melhor sobre o tema). É muito bem filmado e atuado, porém, não vai muito além disso, pra mim. E a forma como o filme foi editado, com muitos “fade outs”, não me agrada tanto. Mas vale assistir, sem dúvida.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Wuthering Heights (título no Brasil: “O Morro dos Ventos Uivantes”)

Wuthering Heights (título no Brasil: “O Morro dos Ventos Uivantes”)

Este livro já produziu outros filmes, mas eu nunca assisti a nenhum (e nem li o livro). Rs Conheço o clássico de nome, mas nem sabia exatamente do que se tratava. Como vi que este novo trazia Margot Robbie no elenco, e sou fã, fiquei bastante animado em assistir.

Durante uma visita a Liverpool, um agricultor abastado conhece Heathcliff (Jacob Elordi), um rapaz órfão e totalmente abandonado à sua sorte, e decide trazê-lo consigo para fazer parte da sua família. Nos campos isolados de Yorkshire, na Inglaterra, o rapaz acaba por criar um elo especial com Cathy (Margot Robbie), a filha mais nova do agricultor. Mas, com o passar dos anos, a relação inocente entre as duas crianças se transforma num amor obsessivo que acabará por conduzir toda a família à perdição.

Enredo interessante (pra alguém que desconhecia a história), excelentes atuações e uma fotografia bem bacana! Me lembrou, em alguns momentos, o “Marie Antoinette” da Sofia Coppola, pelo visual e pela trilha sonora. Só acho que podia ser um pouco mais ágil... demora um pouco pra desenrolar as coisas, mas nada que atrapalhe.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Hamnet (título no Brasil: “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”)

Hamnet (título no Brasil: “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”)

Vi que este filme estava com várias indicações a prêmios importantes (inclusive a atriz principal, ganhou o Globo de Ouro). Assisti ao trailer e me interessei bastante em assisti-lo.



O filme mostra a intimidade do drama humano, acompanhando um William Shakespeare (Paul Mescal) devastado pela morte de um filho, experiência que estaria na origem de Hamlet, uma das suas obras-primas. O argumento adapta o romance homônimo de Maggie O’Farrell.


Um filme bem teatral, até, no modo de filmar e em algumas cenas. Mas isso não o deixa monótono de forma alguma. Muito bem representado, por todos os atores, e o enredo é muito interessante, apesar de um pouco triste. Recomendo!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Send Help (título no Brasil: “Socorro!”)

Send Help (título no Brasil: “Socorro!”)

Mais um filme que não conhecia, mas vi o trailer e fiquei sem saber muito o que esperar. Apesar de gostar dos filmes do diretor Sam Raimi, e ser fã da Rachel McAdams, achei que o enredo poderia ser meio obvio demais. Depois que vi boas críticas e uma boa nota no IMDb, fui conferir.



Durante uma importante viagem de trabalho com destino a Bangkok, o avião em que Linda (Rachel McAdams) e Bradley seguiam cai numa ilha deserta, os tornando os únicos sobreviventes. Bradley, diretor executivo da empresa onde Linda trabalha, é uma pessoa intratável que sempre demonstrou desprezo e total falta de consideração por ela.

Ali, totalmente isolados, com recursos escassos e rodeados por um ambiente bastante perigoso, são forçados a colaborar para sobreviver. Mas numa situação limite como esta, e porque ela tem muito mais capacidades de adaptação e sobrevivência, a dinâmica de poder entre eles se inverte. E Linda começa a sentir um desejo descontrolado de vingança.


Diferente do que imaginava ser. Tem uma certa comédia, algumas cenas mais nojentas (sangue espirrando etc.), mas foi inusitado. Não sei se achei muito legal, mas não foi um desagrado. É só mais um filme não muito marcante, para mim. Apenas um bom passatempo.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Mercy (título no Brasil: “Justiça Artificial”)

Mercy (título no Brasil: “Justiça Artificial”)

Assisti ao trailer e achei o enredo muito interessante e atual. Pareceu ser um filme com muita ação e investigações, coisas que eu gosto muito. Porém, tive um pé atrás, pois é um tipo de filme que pode ser bem legal, mas também pode ser uma bomba rs



Num futuro próximo dominado pelo crime, é criado algo que, em termos teóricos, garante a segurança absoluta: o Mercy, um sistema judicial gerido por inteligência artificial (IA) com acesso total a câmaras, telefones e bases de dados. Assim, qualquer cidadão indiciado por um crime grave dispõe agora de apenas 90 minutos para provar a sua inocência perante um juiz de IA. As regras ditam que se a probabilidade de culpa ultrapassar os 92%, a sentença é atribuída imediata e irreversivelmente.

É neste contexto que o detetive Christopher Raven (Chris Pratt), um dos envolvidos na criação do sistema, se vê inesperadamente do outro lado da justiça ao ser acusado do assassinato da sua mulher. Para salvar a vida e provar a sua inocência, tem de lutar contra o tempo e contra uma lógica puramente estatística, criada para condenar e punir sem espaço para a subjetividade.



É um bom entretenimento, mas com alguns clichês, e matei a “charada” nos primeiros momentos do filme. É um típico filme de ação pra TV aberta. Não é ruim, mas é fraco.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Eleanor the Great (título no Brasil: “A Incrível Eleanor”)

Eleanor the Great (título no Brasil: “A Incrível Eleanor”)

Vi o trailer e achei muito interessante e divertido, até. Vi que era o primeiro filme dirigido por Scarlett Johansson, então aumentou ainda mais a minha curiosidade.

O filme conta a história de Eleanor, uma senhora de 94 anos. Quando vê partir Bessie, uma amiga com quem dividiu a casa durante várias décadas, Eleanor se depara com o peso da solidão. Por causa disso, decide deixar a Flórida e aceitar o convite de Lisa, a filha, para viver com ela em Nova Iorque.

Para a ajudar a se integrar, Lisa a inscreve num centro de apoio a idosos, onde, quase sem intenção, Eleanor começa a relatar a vida de Bessie — uma sobrevivente do Holocausto — como se fosse a sua própria. É assim que se aproxima de Nina, uma jovem estudante de jornalismo que lhe pede autorização para usar essa história num trabalho da faculdade. Ao aceitar, a velha senhora não imagina as consequências dessa decisão.

Um filme muito gostoso de assistir, apesar de ter alguns momentos emotivos e tristes, mas nada que deixe o filme pra baixo. Todas as atuações estão excelentes e valeu muito ter ido assistir! Recomendado para todas as idades!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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