Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Four Letters of Love (título em Português: “Amor em Quatro Letras”)

Four Letters of Love (título em Português: “Amor em Quatro Letras”)

Dentre as estreias da semana, nenhuma chamou muito a atenção, mas havia assistido ao trailer deste, e me interessado. Pareceu ser um romance interessante. E o elenco contribuía para a curiosidade.

Aos 17 anos, Nicholas vê o seu mundo ruir quando, após uma suposta revelação divina, o pai abandona a família para se dedicar à pintura. Isabel, por seu lado, cresce feliz numa ilha até um problema familiar faz com que tenha de ir estudar para um colégio religioso, longe da família.

Marcadas por perdas e tragédias pessoais, as vidas de ambos decorrem em paralelo. Mas, embora separados pelas circunstâncias, as suas trajetórias parecem ligadas por uma força invisível. Quando finalmente se encontram e se apaixonam, ambos percebem que o destino sempre direcionou os seus caminhos para um encontro inevitável.

É baseado num livro que foi o mais vendido do autor. Talvez o livro tenha um resultado melhor, mas no filme eu achei que faltou alguma coisa. O romance do casal principal, foi mais demonstrado nos últimos 20 minutos de filme. Acho que ficou muito tempo mostrando a vida de ambos em separado, para acontecer o encontro muito “rápido” no final. Mas é um filme agradável. 



Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Beast (título no Brasil: “Em Nome do Sangue”)

Beast (título no Brasil: “Em Nome do Sangue”)

Por simples falta de uma estreia melhor, e por ver que tinha Russell Crowe no elenco, e uma boa nota no IMDb, resolvi arriscar, apesar do enorme pé atrás. rs 

Há algum tempo, Patton James foi uma lenda de MMA (artes marciais mistas). Depois de anos afastado dos ringues e totalmente dedicado à família, se vê forçado a regressar aos combates quando o irmão é brutalmente espancado por um grupo de criminosos. Para saldar uma dívida avantajada, Gabriel (Luke Hemsworth), o chefe desse grupo, lhe propõe que enfrente Xavier Grau (Bren Foster, campeão mundial de taekwondo e karatê na vida real) num evento do ONE Championship. Com apenas sete semanas para se preparar para a competição, Patton vai se apoiar em Sammy (Russell Crowe), o seu ex-treinador e mentor. Focado em salvar a vida do irmão, Patton não imagina que todo o processo servirá também como forma de pacificação com o próprio passado.

Sim, meu “pé atrás” tinha razão! O filme é ok, mas clichê atrás de clichê! Total “lugar comum”... mas numa tarde, sem nada melhor na TV, e quem gosta de filme sobre luta, até vale perder esses 80 minutos.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Devil Wears Prada 2 (título no Brasil: “O Diabo Veste Prada 2”)

The Devil Wears Prada 2 (título no Brasil: “O Diabo Veste Prada 2”)

O primeiro é um daqueles filmes que eu já assisti inúmeras vezes! Sempre que passo em algum canal, e está passando, paro para assistir. E nunca canso ou enjoo! Sobre a sequência: sempre que um filme que eu gosto muito, tem uma sequência, eu fico com pé atrás... com muito receio de ser ruim e/ou estragar a franquia. Mas depois que li alguns relatos de quem já havia assistido, dizendo que era igualmente bom, fiquei mais sossegado.

Agora com provas dadas e um percurso próprio, Andrea Sachs (Anne Hathaway) volta a cruzar caminho com Miranda Priestly (Meryl Streep), a icônica editora da revista "Runway", cujo prestígio permanece intacto num meio onde a aparência dita regras e o poder raramente se vê questionado. E como seria de esperar, o reencontro entre elas vai ser tudo menos pacífico.

É um filme muito divertido, e igualmente bom. Tem as suas diferenças nos personagens, obviamente (20 anos depois, as coisas mudam!), mas nada que venha a estragar o resultado. É aquele tipo de filme que dá pra ficar horas assistindo, e não quer que acabe! Quem gostou do primeiro, corra para os cinemas!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Michael

Michael

Bom, quem me lê sabe o quanto eu sou viciado em biografias e filmes com fatos reais. Ainda mais se são eventos mais recentes ou pessoas famosas que eu conheço. Então, ao ver que havia sido lançado este filme, estava realmente muito a fim de assistir, mesmo não sendo fã do cantor, mas não existe uma pessoa no mundo que não conheça algo ou saiba da história e músicas dele.


O filme acompanha o percurso artístico e pessoal do artista Michael Jackson (Jaafar Jackson, sobrinho do cantor), atravessando o contexto familiar que o fez entrar na indústria musical com apenas cinco anos de idade, a ascensão meteórica ao lado dos The Jackson 5 e o seu esforço de continuar numa carreira a solo, sempre marcada por um excesso de exposição mediática.

Na década de 1980, se afirmou como artista a solo com álbuns como "Thriller", "Bad" e "Off the Wall", que vieram definir novos padrões da indústria musical e do espetáculo ao vivo ao fundir pop, soul, funk e R&B.

Entre o amor aos palcos e a pressão da fama, este drama biográfico mostra as contradições de uma vida em que o sucesso global entra em choque com a dimensão mais reservada e pessoal do cantor.

O filme é muito bom! Mesmo! Extraordinariamente bem feito, bem atuado... impressionante o quanto os atores que fizeram os papeis de Michael, quando criança e mais adulto, mandaram bem nas danças e trejeitos (apesar do ator mais velho ser mesmo sobrinho na vida real, a voz dele, ao falar, é inacreditavelmente igual). Só senti um pouco falta de um final melhor (pois termina no “meio” da carreira dele, meados dos anos 1980 e não vai até o seu falecimento), e algumas cenas de shows/músicas longas demais, mas LONGE de estragar qualquer coisa! Vale cada minuto!


Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Fackham Hall 

Fackham Hall 

Quando assisti ao trailer, e vi que era um daqueles filmes de sátira escrachada, com vários absurdos engraçados, achei muito curioso. Fiquei com vontade de assistir pra dar boas risadas!

Inglaterra, 1931. Os Davenport, uma das mais antigas famílias da aristocracia inglesa, vivem em Fackham Hall, a imponente mansão por onde passaram várias gerações. É ali que Eric Noone, pequeno criminoso e batedor de carteira habilidoso, consegue emprego como criado. Não demora muito até o seu charme natural conquistar o coração de Rose, uma das filhas da família. Porém, quando David, o patriarca, é encontrado morto, Eric se torna o principal suspeito, situação que se complica ainda mais com a chegada do inspetor Watt, muito empenhado em desvendar o crime.

Realmente é bem divertido e cheio de absurdos! Mas tudo dentro do que promete... Pra quem entende inglês, é ainda melhor pois há vários trocadilhos ou frases que soam como outras coisas (como o próprio título do filme que soa como “fuck them all” rs), que se perdem um pouco nas traduções. Vale ver para se divertir e muito!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Heel

Heel

Vi o trailer deste filme e achei que poderia ser interessante, mas ao mesmo tempo, fiquei com receio de ser sem graça. Gosto do ator principal (Stephen Grahan, o que fez o pai no famoso “Adolescence”) e a nota no IMDb era boa. Então, fui conferir.

Apesar da sua curta vida, Tommy, de 19 anos, acumula já um enorme histórico de uso de drogas e prática de violência. Numa noite, é raptado por Chris (Stephen Grahan) e Kathryn, um casal com uma visão própria da criminalidade, que o mantém aprisionado no porão da sua casa. Possuidores de uma moralidade algo retorcida, decidem “reabilitar” Tommy e transformá-lo num rapaz exemplar — mesmo que, para isso, recorram a métodos bastante cruéis. Mas, até numa família disfuncional como aquela, Tommy acaba por encontrar um lugar seguro e, por mais estranho que pareça, o amor que lhe faltava.

O filme é muito bem feito, bem atuado, e o enredo interessante, MAS tiverem muitos assuntos comentados durante o filme, que não foram explicados, e isso me frustrou. Vale ver, quando disponível em algum streaming, mas já aviso que tem esses “buracos” rs.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Dossier 137 (título no Brasil: “Caso 137”)

Dossier 137 (título no Brasil: “Caso 137”)

As estreias desta semana, nos cinemas, não me atraíram muito. Apenas este filme me chamou a atenção, pelo assunto ser baseado em fatos reais, e pela boa avaliação da crítica.


Stéphanie, investigadora do IGPN, o departamento de assuntos internos da polícia nacional francesa, é encarregada de reavaliar o caso 137. Trata-se de um processo que envolve um ataque violento com balas de borracha efetuado por agentes da polícia de intervenção contra um jovem manifestante durante os protestos do movimento dos “coletes amarelos” em Paris, em 2018. À medida que a investigação progride, ela se depara com várias contradições nos testemunhos e muitas lacunas nos fatos, obrigando à reavaliação de conclusões que outros consideraram certas. Mas a sua insistência em encontrar a verdade acaba por afetar a forma como é vista pelos colegas.


Gostei bastante! Muito bem filmado, mesclando cenas reais com os atores, nas ruas de Paris, e um enredo bem dinâmico. Recomendo!!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Le Mage du Kremlin (título no Brasil: “O Mago do Kremlin”)

Como sou muito fã de filmes biográficos ou baseados em fatos reais, me animei muito em assistir a este filme, ainda mais com um elenco dos bons.

Rússia, início dos anos 90. A URSS colapsou. No meio do caos de um país em reconstrução, um jovem inteligentíssimo, Vadim Baranov (Paul Dano), está traçando o seu caminho. Primeiro, artista de vanguarda, depois produtor de um realityshow, se torna o conselheiro não oficial de um ex-agente do KGB destinado a tomar o poder absoluto, o homem que em breve será conhecido como “O Czar”, Vladimir Putin (JudeLaw). Imerso no coração do sistema, Baranov se torna o arquiteto da propaganda da nova Rússia, moldando discursos, fantasias e percepções. Contudo, uma figura permanece fora do seu controle: Ksenia (Alicia Vikander), uma mulher de espírito livre e elusiva que encarna a possibilidade de fuga, longe da influência e dominação política. Quinze anos depois, após um período de silêncio, Baranov concorda em falar. O que ele revela esbate as fronteiras entre a verdade e a ficção, a crença e a estratégia.

 

O filme é um pouco longo, e um sem muitas ações. Na primeira metade (ou primeiro terço), chega a ser um pouco chato. Muita informação, muitos nomes, etc. Mas depois que entra o personagem Putin, por ser uma coisa mais atual, o filme ficou bem mais interessante. É um bom filme, com excelentes atuações, mas pode ser cansativo para algumas pessoas. Eu recomendo, com ressalvas.

 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.