Quando o futebol revela quem somos emocionalmente - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

A Copa do Mundo é muito mais do que um campeonato esportivo. Durante algumas semanas, milhões de pessoas vivem intensamente cada lance, comemoram vitórias como se fossem pessoais e sofrem com derrotas que parecem atingir o coração. Mas por que um jogo desperta emoções tão profundas?

A resposta está na Psicologia.

O futebol funciona como um espelho das nossas emoções. Ele revela como lidamos com expectativas, frustrações, pressão e esperança. Enquanto alguns conseguem aproveitar o jogo como um momento de lazer, outros experimentam ansiedade intensa antes da partida, explosões de raiva diante de um erro ou uma tristeza desproporcional após uma derrota.

Essas reações dizem menos sobre o resultado do jogo e mais sobre a maneira como enfrentamos os desafios da vida. Quem tem dificuldade em lidar com frustrações pode sentir cada derrota como um fracasso pessoal. Já pessoas mais resilientes tendem a reconhecer que perder faz parte do caminho e conseguem seguir em frente sem carregar o peso do resultado.

Outro aspecto interessante é o sentimento de pertencimento. Ao vestir a camisa da seleção, torcedores compartilham uma identidade coletiva. Por alguns instantes, diferenças sociais, culturais e econômicas ficam em segundo plano, dando lugar a uma sensação de união e propósito comum. Esse vínculo fortalece conexões e desperta emoções positivas.

No entanto, é importante lembrar que paixão não deve ser confundida com descontrole. Quando a rivalidade gera agressividade, intolerância ou conflitos familiares, o esporte deixa de cumprir seu papel de promover lazer e integração.

Talvez a maior lição que o futebol nos ofereça seja justamente esta: nem sempre teremos o resultado que esperamos. Assim como na vida, haverá vitórias, derrotas, erros e superações. O verdadeiro aprendizado está em como reagimos a cada um desses momentos.

No fim, o futebol não cria nossas emoções. Ele apenas ilumina aquilo que já existe dentro de nós. E, quando olhamos para essas reações com consciência, percebemos que cada partida também pode ser uma oportunidade para conhecer melhor a nós mesmos.

Por Elisa Maria Scognamiglio Pereira
Psicóloga  / Palestrante  

  @psi.elisape

Contatos: 19981281661




Geobiologia e Negócios: como o ambiente pode influenciar a experiência dos clientes e o crescimento das vendas - Coluna Geobiologia por Thais Ayres

Quando um cliente entra em uma loja, restaurante ou espaço comercial, ele toma muitas decisões antes mesmo de perceber conscientemente. A sensação de acolhimento, conforto, permanência e bem-estar pode influenciar diretamente a experiência de compra e o desejo de retornar.

É por isso que cada vez mais empresários investem em iluminação, decoração, aromas, música ambiente e design dos espaços. Mas existe um aspecto que ainda é pouco explorado: a qualidade energética e ambiental do local.

A geobiologia oferece um olhar diferenciado sobre a relação entre as pessoas e os ambientes, ajudando a identificar fatores que podem impactar a sensação de conforto, permanência e harmonia dentro de um espaço.

Em um restaurante, por exemplo, o objetivo não é apenas servir uma boa refeição. É criar uma experiência agradável, onde as pessoas se sintam bem, relaxadas e desejem voltar. Da mesma forma, em uma loja, quanto mais acolhedor e confortável for o ambiente, maiores tendem a ser as chances de o cliente permanecer por mais tempo, explorar os produtos e construir uma conexão positiva com a marca.

Além da experiência do cliente, existe outro ponto fundamental: a equipe. Funcionários passam muitas horas por dia dentro do mesmo ambiente. Quando o espaço favorece o bem-estar, a concentração e a disposição, isso pode refletir na qualidade do atendimento, na produtividade e até no clima organizacional.

A geobiologia não substitui estratégias de marketing, gestão ou vendas. Ela atua como uma ferramenta complementar, ajudando a criar ambientes mais equilibrados e agradáveis para quem trabalha e para quem frequenta o local.

Empresas de sucesso entendem que vender não é apenas oferecer um produto ou serviço. É proporcionar uma experiência. E toda experiência começa pelo ambiente.

Ao olhar para o espaço de forma mais ampla, lojistas e proprietários de restaurantes podem descobrir novas oportunidades para tornar seus negócios mais acolhedores, fortalecer a conexão com seus clientes e criar condições favoráveis para o crescimento sustentável.

Porque, muitas vezes, o diferencial não está apenas no que você vende, mas na forma como as pessoas se sentem quando estão no seu ambiente. 

Afinal, clientes lembram de experiências. E ambientes bem cuidados ajudam a criar experiências memoráveis.


Thais Ayres

Coluna Geobiologia

Formada em Arquitetura, mas me dediquei maisao Paisagismo e Hortas Naturais. Especialista em Medicina do Habitat voltada à Geobiologia, Radiestesia Terapêutica e em Decoração do Bem-Estar. Avalia, e faz intervenções necessárias em ambientes residenciais e empresariais, além de terrenos. Contato: @thais.ayres_geodecor e Whatsapp: (11) 99635-096








Descansar também é produtividade: o poder das pausas em uma vida acelerada - Coluna Bem-estar por Renata Travaglini Gonçalves

Vivemos em uma cultura que associa valor à produtividade. Quanto mais ocupados estamos, mais bem-sucedidos parecemos ser. Nesse cenário, o descanso acaba sendo visto como algo secundário, um luxo ou uma recompensa que só vem depois de cumprir todas as obrigações.

Mas o corpo funciona de outra forma. Assim como a natureza possui ciclos de atividade e recolhimento, nós também precisamos de pausas para restaurar nossa energia. Quando ignoramos essa necessidade, acumulamos cansaço físico, mental e emocional, comprometendo nossa clareza, criatividade e qualidade de vida.

Existe uma expressão italiana que traduz bem essa reflexão: Dolce Far Niente, ou "a doçura de não fazer nada". Mais do que o ócio, ela representa a capacidade de desacelerar e aproveitar conscientemente os pequenos momentos da vida. Em um mundo que nos impulsiona constantemente para a próxima tarefa, talvez tenhamos esquecido que a pausa também tem valor.

Descansar não significa fazer menos da vida, mas vivê-la melhor. Uma caminhada, alguns minutos de silêncio, uma refeição sem pressa ou um momento em um ambiente acolhedor podem ajudar a reorganizar pensamentos, emoções e energia. São pausas simples, mas que nos reconectam ao presente.

Renata Travaglini Gonçalves

Coluna Bem-estar

Médica veterinária formada pela USP/SP e terapeuta holística, com atuação voltada ao bem-estar integral e à reconexão do ser humano consigo mesmo. É idealizadora e sócia proprietária do TAO Espaço Holístico & Café, um espaço que integra saúde, consciência e experiências que convidam a sair do automático e cultivar presença, equilíbrio e qualidade de vida. 

Seu trabalho parte do entendimento de que corpo, mente, emoções e energia são dimensões inseparáveis, que se expressam na forma como vivemos, nos relacionamos e buscamos equilíbrio — incluindo um olhar sistêmico que abrange também os animais e as dinâmicas da família multiespécie como parte desse mesmo campo de inter-relações.

Instagram: @renata.travaglini

Telefone: 11 98154-6401


LBV abre 120 vagas para atendimento à pessoa idosa em Campinas

Diagnósticos socioterritoriais apontam o processo de envelhecimento populacional como uma das mais significativas transformações sociais contemporâneas.

A população idosa cresce em ritmo acelerado, o que exige dos municípios ampliação de políticas públicas e de iniciativas da sociedade civil voltadas à garantia dos direitos, à proteção social e à promoção da qualidade de vida.

Em Campinas e região metropolitana (RMC), a longevidade ocorre simultaneamente a desafios relacionados às desigualdades socioeconômicas, às mudanças nas estruturas familiares, à crescente demanda por cuidados de longa duração e ao aumento das situações de isolamento social.

Pensando no fortalecimento da convivência comunitária e na promoção da participação social da pessoa 60+, a Legião da Boa Vontade (LBV) surge como um importante instrumento, ao implantar o serviço Vida Plena, cuja característica é de cunho preventivo e proativo, com vistas para suprir as necessidades específicas nessa fase da vida.

Nesse serviço de convivência, a LBV visa desenvolver atividades reflexivas, experimentações culturais, artísticas, atividades físicas e de lazer que contribuam para o processo do envelhecimento saudável e para uma vida digna, ativa, autônoma e participativa;

Informações:

Serviço de Convivência Vida Plena

De segunda a quinta-feira, das 13h30 às 16h

Abertura de 120 vagas para pessoas idosas

Local: Centro Comunitário de Assistência Social Victorino Baccari Sobrinho, da LBV

Endereço: Rua Professora Maria Cecília Tozzi, 391, Vila Rica – Campinas/SP

Contato: (19) 3227-3888



Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Orbital, Samantha Harvey e Filme: Luz entre oceanos

Dica de livro: Orbital, Samantha Harvey

Quatrocentos quilômetros acima da Terra, quatro homens e duas mulheres ― dos Estados Unidos, do Japão, da Inglaterra, da Itália e da Rússia ― compartilham a estação espacial internacional. Em um período de vinte e quatro horas, a uma velocidade de vinte e oito mil quilômetros por hora, eles dão dezesseis voltas ao redor do planeta.

Cada órbita é um capítulo breve deste tour de force de beleza contemplativa: da calculada rotina espacial de cada um dos astronautas e cosmonautas ― os exames de sangue diários, os experimentos científicos ―, das implicações emocionais com aqueles que deixaram na Terra ― a morte de um familiar, um casamento sem amor ― e dos diálogos mais ou menos reveladores entre eles, Orbital extrai indagação filosófica e instantes de arrebatamento.

Com uma pesquisa profunda e um repertório poético transbordante, Samantha Harvey lança sobre o planeta e a humanidade ― tão poderosos, tão frágeis ― um olhar afetuoso: um astronauta é “um animal que não apenas testemunha as coisas, mas ama o que testemunha”.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Luz entre oceanos

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

A forma como você se alimenta nutre apenas seu corpo ou também sua vida? Coluna Bem-Estar por Renata Travaglini Gonçalves

Quando pensamos em alimentação, é comum focarmos apenas nos nutrientes, calorias ou escolhas consideradas saudáveis. Mas a forma como nos alimentamos vai muito além do que está no prato. Ela fala sobre ritmo, presença, autocuidado e sobre a qualidade da relação que construímos conosco mesmos.


Vivemos em uma época marcada pela pressa. Muitas refeições acontecem entre uma tarefa e outra, diante de telas, reuniões ou preocupações. Comemos sem perceber sabores, aromas e texturas. O corpo recebe o alimento, mas nem sempre recebe a atenção necessária para absorver verdadeiramente aquilo que está sendo oferecido. E, aos poucos, a alimentação deixa de ser um momento de nutrição para se tornar apenas mais uma atividade da rotina.

O olhar integral para o bem-estar nos convida a ampliar essa reflexão. Afinal, não nos nutrimos apenas de comida. Também nos nutrimos dos ambientes que frequentamos, das conversas que temos, das emoções que cultivamos e da energia que nos cerca. Uma refeição feita com presença, em um ambiente acolhedor e tranquilo, pode ter um impacto muito diferente daquela realizada em meio ao estresse e à correria.

Por isso, criar momentos de pausa é tão importante. Reservar um tempo para desacelerar, respirar e desfrutar de uma alimentação mais consciente é uma forma de cuidar não apenas do corpo, mas também da mente e das emoções. Buscar espaços que favoreçam esse estado de presença — ambientes que convidem ao acolhimento, à conexão e ao bem-estar — pode ser uma ferramenta valiosa para quem deseja viver de forma mais equilibrada.

Alimentar-se é um ato diário. Mas talvez a pergunta mais importante não seja apenas o que você está consumindo, e sim como você está se nutrindo. Porque, quando existe consciência nesse processo, a alimentação deixa de ser apenas combustível e passa a ser também um caminho de reconexão consigo mesmo.

Renata Travaglini Gonçalves

Coluna Bem-estar

Médica veterinária formada pela USP/SP e terapeuta holística, com atuação voltada ao bem-estar integral e à reconexão do ser humano consigo mesmo. É idealizadora e sócia proprietária do TAO Espaço Holístico & Café, um espaço que integra saúde, consciência e experiências que convidam a sair do automático e cultivar presença, equilíbrio e qualidade de vida. 

Seu trabalho parte do entendimento de que corpo, mente, emoções e energia são dimensões inseparáveis, que se expressam na forma como vivemos, nos relacionamos e buscamos equilíbrio — incluindo um olhar sistêmico que abrange também os animais e as dinâmicas da família multiespécie como parte desse mesmo campo de inter-relações.

Instagram: @renata.travaglini

Telefone: 11 98154-6401


Você já parou para pensar que o ambiente onde vive pode estar influenciando sua saúde? Coluna Geobiologia por Thais Ayres

Muitas vezes buscamos respostas na alimentação, nos exames, nos tratamentos e nos suplementos. Tudo isso é importante. Mas existe uma pergunta que raramente fazemos: o lugar onde passamos nossos dias e nossas noites está favorecendo ou dificultando nosso bem-estar?

A medicina integrativa nos ensina a olhar o ser humano de forma completa. Somos influenciados por nossos hábitos, emoções, relações e também pelo ambiente que nos cerca. Afinal, é nele que descansamos, trabalhamos, recuperamos nossas energias e construímos nossa saúde diariamente.

A geobiologia surge justamente com esse olhar ampliado. Ela nos ajuda a compreender como determinados fatores ambientais podem interferir na qualidade do sono, na disposição, na capacidade de recuperação do organismo e no equilíbrio geral do corpo.

Muitas pessoas convivem com cansaço persistente, sensação de desgaste, dificuldades para dormir ou para responder aos tratamentos, sem imaginar que o ambiente pode estar desempenhando um papel importante nesse processo.

Nas clínicas integrativas, a geobiologia complementa o cuidado ao considerar algo essencial: a saúde não acontece apenas dentro do corpo. Ela também é influenciada pelo espaço onde vivemos.

Quando criamos ambientes mais saudáveis, harmoniosos e favoráveis ao descanso e à recuperação, oferecemos ao organismo melhores condições para expressar seu potencial de equilíbrio e bem-estar.

Porque, no fim das contas, cuidar da saúde é também cuidar do lugar onde a vida acontece.

Um olhar mais amplo. Mais humano. Mais integrativo. Porque cada detalhe importa quando o objetivo é promover saúde de verdade.

Thais Ayres

Coluna Geobiologia

Formada em Arquitetura, mas me dediquei maisao Paisagismo e Hortas Naturais. Especialista em Medicina do Habitat voltada à Geobiologia, Radiestesia Terapêutica e em Decoração do Bem-Estar. Avalia, e faz intervenções necessárias em ambientes residenciais e empresariais, além de terrenos. Contato: @thais.ayres_geodecor e Whatsapp: (11) 99635-096





Leitura corporal: o que o corpo pode revelar sobre as emoções - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

O corpo e as emoções estão profundamente conectados. Muitas vezes, antes mesmo de percebermos racionalmente o que estamos sentindo, o corpo já começa a demonstrar sinais de tensão, sobrecarga ou sofrimento emocional.

A leitura corporal busca compreender justamente essa relação entre emoções e manifestações físicas. Não se trata de “adivinhar” a história de alguém apenas observando sua aparência, mas de perceber como sentimentos, experiências e padrões emocionais podem impactar o corpo ao longo da vida.

Situações de ansiedade, medo, excesso de responsabilidade, autocobrança ou estresse constante fazem o organismo entrar em estado de alerta. Quando isso acontece por muito tempo, o corpo começa a responder através de sintomas e tensões físicas.

Alguns exemplos comuns na leitura corporal são:

  • ombros constantemente tensionados;

  • mandíbula apertada;

  • dores no pescoço e na cervical;

  • respiração curta e acelerada;

  • postura rígida;

  • sensação frequente de cansaço;

  • dificuldade para relaxar;

  • insônia;

  • dores musculares recorrentes.

Pessoas que passaram grande parte da vida tentando controlar emoções ou “ser fortes o tempo todo” frequentemente apresentam rigidez corporal e dificuldade de desacelerar. Já quem vive em constante preocupação pode manter o corpo sempre preparado para reagir, como se estivesse permanentemente em alerta.

A respiração também revela muito sobre o estado emocional. Em períodos de ansiedade e tensão, ela costuma ficar superficial, impedindo o corpo de relaxar completamente. Muitas pessoas passam o dia inteiro respirando de forma curta sem perceber.

Outro aspecto importante é que emoções reprimidas nem sempre desaparecem apenas porque foram silenciadas. Muitas vezes, elas continuam presentes no organismo através de tensão acumulada, dores recorrentes e sensação de esgotamento emocional.

O corpo registra experiências emocionais ao longo da vida. Por isso, aprender a observar sinais físicos pode ajudar no desenvolvimento de maior consciência emocional e autocuidado.

A leitura corporal não substitui acompanhamento médico ou psicológico, mas pode ser uma ferramenta importante para compreender como o emocional influencia diretamente o funcionamento do corpo.

Muitas vezes, o corpo não está apenas cansado fisicamente. Ele também pode estar tentando comunicar emoções, sobrecargas e sentimentos que ficaram tempo demais em silêncio.

Elisa Maria Pereira

Coluna Psicologia

Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psi.elisape