A forma como você se alimenta nutre apenas seu corpo ou também sua vida? Coluna Bem-Estar por Renata Travaglini Gonçalves

Quando pensamos em alimentação, é comum focarmos apenas nos nutrientes, calorias ou escolhas consideradas saudáveis. Mas a forma como nos alimentamos vai muito além do que está no prato. Ela fala sobre ritmo, presença, autocuidado e sobre a qualidade da relação que construímos conosco mesmos.


Vivemos em uma época marcada pela pressa. Muitas refeições acontecem entre uma tarefa e outra, diante de telas, reuniões ou preocupações. Comemos sem perceber sabores, aromas e texturas. O corpo recebe o alimento, mas nem sempre recebe a atenção necessária para absorver verdadeiramente aquilo que está sendo oferecido. E, aos poucos, a alimentação deixa de ser um momento de nutrição para se tornar apenas mais uma atividade da rotina.

O olhar integral para o bem-estar nos convida a ampliar essa reflexão. Afinal, não nos nutrimos apenas de comida. Também nos nutrimos dos ambientes que frequentamos, das conversas que temos, das emoções que cultivamos e da energia que nos cerca. Uma refeição feita com presença, em um ambiente acolhedor e tranquilo, pode ter um impacto muito diferente daquela realizada em meio ao estresse e à correria.

Por isso, criar momentos de pausa é tão importante. Reservar um tempo para desacelerar, respirar e desfrutar de uma alimentação mais consciente é uma forma de cuidar não apenas do corpo, mas também da mente e das emoções. Buscar espaços que favoreçam esse estado de presença — ambientes que convidem ao acolhimento, à conexão e ao bem-estar — pode ser uma ferramenta valiosa para quem deseja viver de forma mais equilibrada.

Alimentar-se é um ato diário. Mas talvez a pergunta mais importante não seja apenas o que você está consumindo, e sim como você está se nutrindo. Porque, quando existe consciência nesse processo, a alimentação deixa de ser apenas combustível e passa a ser também um caminho de reconexão consigo mesmo.

Renata Travaglini Gonçalves

Coluna Bem-estar

Médica veterinária formada pela USP/SP e terapeuta holística, com atuação voltada ao bem-estar integral e à reconexão do ser humano consigo mesmo. É idealizadora e sócia proprietária do TAO Espaço Holístico & Café, um espaço que integra saúde, consciência e experiências que convidam a sair do automático e cultivar presença, equilíbrio e qualidade de vida. 

Seu trabalho parte do entendimento de que corpo, mente, emoções e energia são dimensões inseparáveis, que se expressam na forma como vivemos, nos relacionamos e buscamos equilíbrio — incluindo um olhar sistêmico que abrange também os animais e as dinâmicas da família multiespécie como parte desse mesmo campo de inter-relações.

Instagram: @renata.travaglini

Telefone: 11 98154-6401


Você já parou para pensar que o ambiente onde vive pode estar influenciando sua saúde? Coluna Geobiologia por Thais Ayres

Muitas vezes buscamos respostas na alimentação, nos exames, nos tratamentos e nos suplementos. Tudo isso é importante. Mas existe uma pergunta que raramente fazemos: o lugar onde passamos nossos dias e nossas noites está favorecendo ou dificultando nosso bem-estar?

A medicina integrativa nos ensina a olhar o ser humano de forma completa. Somos influenciados por nossos hábitos, emoções, relações e também pelo ambiente que nos cerca. Afinal, é nele que descansamos, trabalhamos, recuperamos nossas energias e construímos nossa saúde diariamente.

A geobiologia surge justamente com esse olhar ampliado. Ela nos ajuda a compreender como determinados fatores ambientais podem interferir na qualidade do sono, na disposição, na capacidade de recuperação do organismo e no equilíbrio geral do corpo.

Muitas pessoas convivem com cansaço persistente, sensação de desgaste, dificuldades para dormir ou para responder aos tratamentos, sem imaginar que o ambiente pode estar desempenhando um papel importante nesse processo.

Nas clínicas integrativas, a geobiologia complementa o cuidado ao considerar algo essencial: a saúde não acontece apenas dentro do corpo. Ela também é influenciada pelo espaço onde vivemos.

Quando criamos ambientes mais saudáveis, harmoniosos e favoráveis ao descanso e à recuperação, oferecemos ao organismo melhores condições para expressar seu potencial de equilíbrio e bem-estar.

Porque, no fim das contas, cuidar da saúde é também cuidar do lugar onde a vida acontece.

Um olhar mais amplo. Mais humano. Mais integrativo. Porque cada detalhe importa quando o objetivo é promover saúde de verdade.

Thais Ayres

Coluna Geobiologia

Formada em Arquitetura, mas me dediquei maisao Paisagismo e Hortas Naturais. Especialista em Medicina do Habitat voltada à Geobiologia, Radiestesia Terapêutica e em Decoração do Bem-Estar. Avalia, e faz intervenções necessárias em ambientes residenciais e empresariais, além de terrenos. Contato: @thais.ayres_geodecor e Whatsapp: (11) 99635-096





Leitura corporal: o que o corpo pode revelar sobre as emoções - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

O corpo e as emoções estão profundamente conectados. Muitas vezes, antes mesmo de percebermos racionalmente o que estamos sentindo, o corpo já começa a demonstrar sinais de tensão, sobrecarga ou sofrimento emocional.

A leitura corporal busca compreender justamente essa relação entre emoções e manifestações físicas. Não se trata de “adivinhar” a história de alguém apenas observando sua aparência, mas de perceber como sentimentos, experiências e padrões emocionais podem impactar o corpo ao longo da vida.

Situações de ansiedade, medo, excesso de responsabilidade, autocobrança ou estresse constante fazem o organismo entrar em estado de alerta. Quando isso acontece por muito tempo, o corpo começa a responder através de sintomas e tensões físicas.

Alguns exemplos comuns na leitura corporal são:

  • ombros constantemente tensionados;

  • mandíbula apertada;

  • dores no pescoço e na cervical;

  • respiração curta e acelerada;

  • postura rígida;

  • sensação frequente de cansaço;

  • dificuldade para relaxar;

  • insônia;

  • dores musculares recorrentes.

Pessoas que passaram grande parte da vida tentando controlar emoções ou “ser fortes o tempo todo” frequentemente apresentam rigidez corporal e dificuldade de desacelerar. Já quem vive em constante preocupação pode manter o corpo sempre preparado para reagir, como se estivesse permanentemente em alerta.

A respiração também revela muito sobre o estado emocional. Em períodos de ansiedade e tensão, ela costuma ficar superficial, impedindo o corpo de relaxar completamente. Muitas pessoas passam o dia inteiro respirando de forma curta sem perceber.

Outro aspecto importante é que emoções reprimidas nem sempre desaparecem apenas porque foram silenciadas. Muitas vezes, elas continuam presentes no organismo através de tensão acumulada, dores recorrentes e sensação de esgotamento emocional.

O corpo registra experiências emocionais ao longo da vida. Por isso, aprender a observar sinais físicos pode ajudar no desenvolvimento de maior consciência emocional e autocuidado.

A leitura corporal não substitui acompanhamento médico ou psicológico, mas pode ser uma ferramenta importante para compreender como o emocional influencia diretamente o funcionamento do corpo.

Muitas vezes, o corpo não está apenas cansado fisicamente. Ele também pode estar tentando comunicar emoções, sobrecargas e sentimentos que ficaram tempo demais em silêncio.

Elisa Maria Pereira

Coluna Psicologia

Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psi.elisape



53 Happy Meeting no Kilimanjaro sempre um sucesso!

53 Happy Meeting no Kilimanjaro sempre um sucesso!

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Diáspora não é lar, Nina Rizzi e Série: 56 dias (Prime Video)

Dica de livro: Diáspora não é lar, Nina Rizzi

Diáspora não é lar é corte latejante. Quando o li, de uma só vez, senti a força das palavras que atravessam gerações, campos e continentes, palavras do passado e ainda do presente, que fizeram e fazem sentido. O novo lar, que deveria ser passagem e se tornou permanente, é e não é. Mas o dia a dia torna lar o lugar, não lugar, dessa passagem que se tornou o que nos constitui hoje, aqui e agora.

Neste livro, nina rizzi se propõe a “recuperar e ressignificar linguagens, mas também criar linguagens”, numa diáspora em que a língua falada é nova e não é. É a “linguagem do opressor, e mesmo assim preciso dela para falar”.

Na construção poética da autora, a poema se manifesta sobretudo no pretuguês, que está “no centro, não nas periferias ou à margem”. E, em meio aos versos que rememoram episódios de racismo sofridos na infância, juventude e vida adulta, nina aborda o amar-se como forma de resistência, ante uma sociedade que não tem “problemas com gente preta”, mas prefere que “não as há”. Obrigada por nos confiar essa preciosidade para publicação.

Mariana Warth

Fonte: Amazon

Dica de filme: 56 dias

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

7 Happy Meeting Talks no TAO espaço holístico

Mais um Talks de sucesso

7 Happy Meeting Talks no TAO espaço holístico, tivemos palestrantes de peso

Gráfica ByCyber

Dedetização Ártica com demonstração de escorpião vivo

Estética Mari Mingheti

Dra Luciana Radomile ginecologista e Adriana Monteiro psicanalista

Prave Hub com Pri Valim, Sté e Mari Sances fanado de rede social

Kzulo viagens

Mary Arruda Previdências

Cynthia Colbano e Priscila Lelli paisagismo e arquitetura

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: O livro de Aisha de Sylvia Aguilar Zeleny e Filme: Águas profundas

Dica de livro: O livro de Aisha de Sylvia Aguilar Zeleny

Patrícia, a irmã aventureira que vai morar na Europa decidida a desbravar o mundo, um dia volta para casa, no México, transformada em Aisha, uma mulher casada, convertida ao islamismo, temente ao marido rígido e disposta a apagar completamente o seu passado. Este é o ponto de partida deste livro de Aisha, que é também o livro de Patrícia, ou ainda o livro de Sylvia ― que, dedicada a entender a mudança da irmã, acaba mergulhada em si mesma. Uma investigação profundamente pessoal sobre a ausência, a transformação da memória e a perplexidade diante de lacunas que parecem incompletáveis.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Águas profundas

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Backrooms (título no Brasil: “Backrooms: Um Não-Lugar”)

Backrooms (título no Brasil: “Backrooms: Um Não-Lugar”)

Este é um filme que eu não tinha ouvido absolutamente nada a respeito (mesmo sendo meio famoso na internet) e só o ‘conheci’ quando vi o trailer. Fiquei muito curioso e com muita vontade de assistir, mesmo achando que seria um filme que eu não iria entender muito bem rs

Partindo do universo das "creepypastas" — histórias curtas de terror que circulam e se propagam pela internet — e de uma lenda urbana surgida em 2019, o filme explora as backrooms, uma suposta dimensão paralela onde algumas pessoas acabam inexplicavelmente aprisionadas.

Num labirinto de salas vazias e corredores monocromáticos iluminados por luzes fluorescentes, a realidade se transforma lentamente num ambiente claustrofóbico dominado por ruídos perturbadores e presenças estranhas. Enquanto tentam escapar, os que ali se encontram são forçados a enfrentar uma ameaça cada vez mais opressiva.

Nem sei o que dizer rs. Realmente é um filme maluco mas dá pra tentar sugerir umas compreensões (não vou falar nada para não dar spoiler). Gostei do visual dele, da atmosfera. Se passa nos anos 1990 e algumas várias cenas feitas com “câmeras caseiras”. Me fez lembrar de Blair Witch Project (mas o enredo não tem nada a ver). Achei interessante, apesar de confuso rs

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.