Imposto de Renda: como destinar parte do imposto a pagar para ACESA Capuava

A Receita Federal inicia no dia 23 de março o prazo para envio da declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025.

O período de entrega vai até 29 de maio. O que muitos contribuintes ainda não sabem é que é possível destinar até 6% do imposto devido para projetos sociais — sem pagar nada a mais por isso.

Em Valinhos, uma das instituições aptas a receber esses recursos é a ACESA Capuava, entidade filantrópica que atende gratuitamente mais de 200 pessoas, entre crianças, jovens e adultos com deficiência, em sua maioria, autistas, além de oferecer apoio às famílias.

A destinação é feita por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), indicando a ACESA Capuava (Associação Cultural Educacional Social e Assistencial A.C.E.S.A Capuava) como beneficiária. Para a instituição, esse gesto pode fazer grande diferença no dia a dia dos atendidos.

“Um pequeno percentual do imposto pode significar, por exemplo, uma sessão de fonoaudiologia, uma oficina de artes ou o suporte necessário para uma família” conta Fernanda Teixeira, presidente da entidade.

A ACESA Capuava atua há mais de duas décadas promovendo inclusão social e desenvolvimento humano para pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez, além de oferecer suporte às famílias.

Como doar Pessoas físicas que fazem a declaração completa do Imposto de Renda podem destinar até 6% do imposto devido ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Valinhos durante o ano-calendário, até 31 de dezembro. Já pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real podem destinar até 1% do IR devido ao fundo.

Uma novidade da legislação permite que o doador indique diretamente a entidade ou projeto que deseja apoiar, entre os aprovados pelo CMDCA Valinhos, como a A.C.E.S.A Capuava.

Pessoas de todo o território nacional podem direcionar sua doação para a A.C.E.S.A Capuava. O processo é simples: primeiro, o contribuinte pode utilizar o Simulador de Doações da Receita Federal para calcular o valor disponível.

Em seguida, realiza a doação ao fundo municipal indicando a entidade beneficiária e, por fim, utiliza o comprovante para fazer a dedução na declaração do Imposto de Renda.

Os depósitos devem ser feitos no Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente de Valinhos, no Banco do Brasil (001), agência 0811-7, conta corrente 41560-X, CNPJ/Chave Pix 18.992.463/0001-42.

Após a transferência, o doador deve encaminhar o comprovante para casadosconselhos@valinhos.sp.gov.br ou pelo WhatsApp (19) 3859-9191, informando nome ou razão social e CPF ou CNPJ, para receber o Recibo de Destinação.

Do valor doado, 80% são destinados à entidade indicada pelo contribuinte, enquanto 20% permanecem no fundo municipal para custeio administrativo e aplicação em projetos gerais.

Mais informações sobre o processo podem ser consultadas em: https://www.valinhos.sp.gov.br/impostosolidario ou no site www.acesacapuava.com.br

Sobre a A.C.E.S.A Capuava A A.C.E.S.A Capuava é uma entidade filantrópica sediada em Valinhos (SP) que atende pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez.

Fundada em 2002, atua junto à comunidade de toda a Região Metropolitana de Campinas, oferecendo serviços especializados voltados ao desenvolvimento, inclusão e qualidade de vida dos atendidos e suas famílias. Mais informações: Site: www.acesacapuava.com.br

Facebook: www.facebook.com/ACESACapuava

Instagram: www.instagram.com/acesa_capuava

LinkedIn: www.linkedin.com/company/acesa-capuava

Palavra-chave principal: imposto de renda Slug: destinar-imposto-de-renda-acesa-capuava Meta description: Destine até 6% do IR para a A.C.E.S.A Capuava e apoie atendimentos gratuitos a pessoas com deficiência em Valinhos, sem custo extra.

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Nossa vingança é o amor, Cristina Perri Rossi. e Filme: Presença.

Dica de livro: Nossa vingança é o amor, Cristina Perri Rossi

Poeta, romancista, contista, ensaísta e tradutora, Cristina Peri Rossi (Montevidéu, 1941) é uma das principais escritoras de língua espanhola do nosso tempo. Com mais de quarenta livros publicados e traduzida para mais de vinte idiomas, recebeu diversos prêmios por sua obra, entre eles o Prêmio Cervantes, em 2021.

De um lirismo contundente, seu primeiro livro de poemas,Evoé, lançado em 1971, causou escândalo ao explorar o erotismo lésbico. No ano seguinte seus livros foram censurados e seu nome foi proibido nos meios de comunicação em seu país. Em outubro de 1972, às vésperas do golpe que implantaria a ditadura militar no Uruguai, fugiu para a Europa e exilou-se em Barcelona, onde vive até hoje.


Consciente de que “O poeta não escreve sobre as coisas/ senão sobre o nome das coisas”, criou uma obra multifacetada, não dogmática, atravessada pelos temas do exílio, do desejo ― em suas múltiplas dimensões ― e por um anseio constante de transgredir toda ordem estabelecida pelo sistema patriarcal.


Nossa vingança é o amorreúne ― em edição bilíngue, com seleção e tradução de Ayelén Medail e Cide Piquet ― 150 poemas de seus dezoito livros de poesia, além do discurso da autora para o Prêmio Cervantes e de um posfácio assinado por Ayelén Medail.

Fonte: Amazon



Dia de filme: Presença



Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: How to Make a Killing (título no Brasil: “Manual Prático da Vingança Lucrativa”)

How to Make a Killing (título no Brasil: “Manual Prático da Vingança Lucrativa”)

Uma das estreias da semana que eu estava bastante curioso em assistir. Pelo trailer que vi, parecia ter um enredo bastante divertido, e sem demonstrar como tudo iria acontecer e de que forma seria finalizado.


Condenado à morte por vários homicídios, Becket Redfellow passa as suas últimas horas no corredor da morte conversando com um padre. Nessas conversas, conta sobre sua infância, ao lado da mãe, expulsa da família Redfellow, dona de uma fortuna avaliada em bilhões de dólares, por se recusar a interromper a gravidez. Criado na pobreza, graças ao grande esforço da progenitora, Becket recorda uma vida feita de privações, ressentimento e muitos sonhos por concretizar. Acabou por ser o plano de eliminar tios e primos — que, na verdade, eram o único obstáculo entre ele e uma herança que considerava ser sua por direito — que o conduziu àquele momento e lugar fatídicos.


Apesar de ser um filme divertido, e até legal de assistir, os ‘finalmentes’ deixou a desejar, em minha opinião. Não que tenha estragado, mas não achei que foi o final mais interessante. É sim um bom divertimento, mas sugiro esperar pra assistir em algum streaming.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Reconexão Feminina: o caminho de volta para si mesma

Por Dra. Elisa Maria Scognamiglio Pereira – Psicóloga

A mulher contemporânea conquistou espaços importantes na sociedade. Hoje ela participa ativamente do mercado de trabalho, lidera equipes, constrói carreiras e ocupa posições que antes eram pouco acessíveis ao universo feminino.

Essas conquistas representam avanços fundamentais. No entanto, junto com elas surgiu um desafio silencioso: a necessidade de conciliar múltiplos papéis e responsabilidades ao mesmo tempo.

Muitas mulheres vivem uma rotina intensa, divididas entre trabalho, família, relacionamento, cuidados com os filhos e organização da casa. Em meio a tantas demandas, é comum que a mulher se torne também o apoio emocional de todos ao seu redor.

Com o passar do tempo, essa multiplicidade de funções pode gerar uma sobrecarga emocional significativa.





O peso invisível que muitas mulheres carregam

Existe um tipo de cansaço que muitas vezes não é percebido pelas outras pessoas.

Não é apenas o cansaço físico depois de um dia cheio. É um cansaço emocional, resultado da constante necessidade de pensar em tudo, organizar tudo e resolver problemas.

Muitas mulheres vivem com a sensação de que precisam estar sempre disponíveis e fortes para dar conta de todas as responsabilidades. Essa carga mental pode gerar ansiedade, irritação, dificuldade para relaxar e a sensação constante de que nunca estão fazendo o suficiente.





Quando a mulher começa a se afastar de si mesma

Em meio a tantas demandas, muitas mulheres começam a colocar as necessidades de todos ao redor em primeiro lugar.

Os filhos, o trabalho, a família e as responsabilidades passam a ocupar o centro das prioridades. Pouco a pouco, o espaço dedicado ao cuidado consigo mesma diminui.

Esse processo geralmente acontece de forma silenciosa. A mulher continua funcionando, cumprindo seus papéis e responsabilidades, mas pode começar a perceber um vazio interno ou a sensação de que perdeu parte de quem é.

É comum ouvir relatos como:
"Eu sinto que me perdi de mim mesma."


A visão da psicologia sobre esse processo

Na psicologia, especialmente na Terapia do Esquema, compreendemos que alguns padrões emocionais podem influenciar a forma como a mulher se relaciona consigo mesma e com os outros.

Entre esses padrões estão o autossacrifício, a necessidade constante de aprovação e a tendência a estabelecer padrões muito rígidos de exigência consigo mesma.

Esses esquemas emocionais podem levar a mulher a priorizar sempre as necessidades dos outros, enquanto suas próprias necessidades ficam em segundo plano.


O corpo também manifesta emoções

A psicoterapia corporal nos ensina que o corpo registra emoções que muitas vezes não foram expressas.

Quando sentimentos são ignorados ou reprimidos por muito tempo, podem surgir sinais físicos como tensão muscular, respiração curta, ansiedade constante e cansaço persistente.

O corpo muitas vezes expressa aquilo que a mente tentou silenciar.





Reconectar-se consigo mesma

Diante desse cenário, a reconexão feminina torna-se um processo fundamental para o equilíbrio emocional.

Reconectar-se consigo mesma significa voltar a escutar o próprio corpo, reconhecer emoções e respeitar limites. Não se trata de abandonar responsabilidades, mas de compreender que o autocuidado é essencial para sustentar uma vida saudável.

Antes de ser mãe, profissional, parceira ou cuidadora, existe uma mulher com sonhos, necessidades e emoções que também precisam ser acolhidos.

A reconexão muitas vezes começa com pequenos movimentos, como reservar momentos para si mesma, estabelecer limites saudáveis e reconhecer quando é necessário descansar.


A mulher inteira

Uma mulher inteira não é aquela que consegue dar conta de tudo o tempo todo.

É aquela que aprende a respeitar suas emoções, reconhecer seus limites e cuidar de si mesma com mais gentileza.

Em uma sociedade que valoriza a força feminina associada à capacidade de sustentar múltiplas responsabilidades, talvez seja importante repensar o significado dessa força.

Talvez a verdadeira força não esteja em suportar tudo sozinha.

Talvez a verdadeira força esteja em não se abandonar no meio do caminho.


Dra. Elisa Maria Scognamiglio Pereira
Psicóloga Clínica
Atendimento Online e Presencial

Instagram: @psicologa.elisapereira

Whats:( 19) 981281661




Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Pillion

Pillion

Este é um daqueles filmes que fui conferir por pura curiosidade, pois não sabia quase nada a respeito. Nem do que se tratava. Só havia lido que Alexander Skarsgård estava protagonizando um filme onde fazia o papel de um gay, juntamente com um ator que fez uma personagem na saga Harry Potter.



Este filme, baseado em um romance, conta a história de um homem introvertido que é arrastado para uma relação sadomasoquista com um enigmático motoqueiro (Alexander Skarsgård), algo que muda completamente a sua vida.


Filme bem intenso, com relação de submissão e dominação, mas nada muito impressionante (não há cenas com agressões, por exemplo). Apesar de ser algo que não temos contato, algo não muito mostrado em nosso dia-a-dia, o filme é até divertido em alguns momentos, e muito interessante conhecer essa parte da sociedade. E as atuações estão excelentes.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.