Contratura Muscular - Coluna Fitness por Isabela Casline da Cia Athletica Campinas

A contratura muscular ocorre quando o músculo contrai-se de maneira incorreta e não volta ao seu estado normal de relaxamento. Isso pode acontecer após um exercício muito forte ou quando um indivíduo está muito tenso, vivendo situações de estresse e cheio de preocupações.

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A contratura pode ser sentida quando se coloca a mão sobre o músculo e nota-se uma parte mais dolorida e dura, como se fosse uma bolinha ou um nódulo. Esse tipo de lesão muscular é muito comum em quem passa muito tempo trabalhando em escritórios na mesma posição por muito tempo e, geralmente, não pratica nenhuma atividade física de forma regular.

Pode-se evitar a formação de contraturas nas costas, pescoço e ombros ao adotar uma postura correta e ao praticar algum tipo de atividade física, que além de fortalecer os músculos, irá aliviar o estresse e a tensão acumulada. Bons exemplos são a natação e o Pilates.

O tratamento para contratura muscular é feito através de massagens que dissolvam o nódulo formado e que melhoram o aporte sanguíneo local, uso de bolsas de água morna e, por vezes, fisioterapia. Esta última é mais indicada para casos graves, onde as contraturas são grandes, muito dolorosas ou em grande número, diminuindo a qualidade de vida do indivíduo.

 

 

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Isabela Casline

Coluna Fitness

Isabela Casline é educadora física, bacharel em Treinamento Esportivo pela UNICAMP e personal trainer; cursando Certificação Mundial de Personal Trainer, Grupo Mastermind, módulo Coaching. Escreve sobre emagrecimento, treinamento funcional, corrida e condicionamento físico.

Blog:  www.isacasline.com.br

Prevenção de dores no joelho

Salve salve galera...

A dor femoro-patelar é um dos distúrbios do joelho mais comuns observados na prática ortopédica. Portanto, é sempre bom ressaltar a importância dos exercícios preventivos e corretivos para o tratamento deste tipo de lesão/patologia que afeta aproximadamente 1 em cada 4 indivíduos da população geral em diferentes níveis e intensidade. 

Os fatores mais comuns para as síndromes femoro-patelares são: desequilíbrios musculares e/ou articulares e processos degenerativos. 

Tratamento e prevenção

O tratamento real e ideal envolve o diagnóstico de um médico ortopedista, fisioterapia para reverter as causas da dor e exercícios para o fortalecimento dos músculos.

A seguir estão citadas algumas orientações que podem ajudar na diminuição da dor no joelho e em sua prevenção:

- Fortalecimento dos músculos: 

Quadríceps (anterior da coxa), glúteo médio (lateral do quadril) e glúteo máximo (posterior do quadril), exercícios para fortalecimento de quadril em geral e rotadores externos do joelho, poplíteo, isquiotibial, fibular longo e tibial anterior. 

- Pisada:

Saiba o tipo de pisada e compre o melhor tênis para evitar desequilíbrios articulares. 

- Programe os seus treinos:

O volume alto de treino associado à alta intensidade dos exercícios podem provocar desequilíbrios musculares e/ou desalinhamentos articulares além de provocar processos degenerativos. 

Fique atento e programe o seu treino com qualidade.

Para saber mais, procure o seu professor de Educação física. 

EVITE DOR - SENTIR DOR NÃO É NORMAL. 


#FICA A DICA!

rodrigo borgo

Rodrigo B. Borgo é Especialista em Bioquímica, fisiologia, treinamento e nutrição desportiva - Unicamp. Companhia Athletica - Unidade Campinas/World Gym (Atual W Gym). Professor de musculação e corrida/Personal Trainer/Avaliador físico. CREF - 063184-G/SP  Telefone: (19) 9789-6280 / (19) 3207-0540

Exercício e endorfina

A beta-endorfina é um hormônio de produção natural sintetizado pela hipófise anterior, glândula localizada abaixo da base do cérebro e que é responsável pela secreção de pelo menos mais seis hormônios diferentes.

Os efeitos do exercício físico sobre a estimulação da produção e liberação de endorfina, começaram a ser investigados a partir da década de 70. Alguns estudos concluíram que atletas submetidos a “stress” físico apresentavam aumento nos níveis sanguíneos deste hormônio após o esforço.

Com isso, várias alterações importantes foram relatadas, principalmente sob o aspecto psicológico: maior capacidade de tolerância à dor, controle do apetite, redução da ansiedade, entre outros.

O mais importante desses efeitos foi descrito como “A alegria do exercício “ onde a sensação de jovialidade e euforia, aumentam com a duração do exercício aeróbio de intensidade moderada à alta. 

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Cassius Oliveira é Professor e Personal  Trainer da Cia Athletica Campinas. Seis vezes campeão sul americano de Levantamento de Peso Básico. Pós-graduado em Ciências do Esporte pela Unicamp.

 

Fascite plantar

A fascite plantar é uma das causas mais frequentes de dor crônica nos pés dos corredores e se caracteriza por uma lesão por sobrecarga localizada na região plantar do pé.

A fáscia sofre alterações inflamatórias (fascite) e degenerativas (fasciose) em decorrência da sobrecarga da corrida, podendo formar áreas de calcificação, sofrer roturas parciais e até totais no decorrer do tempo.

Algumas causas da fascite plantar:alterações na formação do arco dos pés, pisada errada, encurtamento do tendão de Aquiles e da musculatura posterior da perna e esforço excessivo da sola do pé.

As maneiras de se evitar: correr em terrenos macios, fortalecimento muscular, alongamento antes e depois da corrida e perda de peso do peso excessivo.

Inicialmente, a forma de se tratar a lesão é sempre conservadora, sendo feita com antiinflamatórios e analgésicos. Também é importante fisioterapia com exercícios para alongamento da fáscia plantar e do tendão de Aquiles (tendão da perna posterior).

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Isabal Casline é Professora e Persoanl trainer da Cia Athletica Campinas

 

Contato: isabela.casline@soucia.com.br

Fratura por estresse: conheça sinais, riscos e tratamento para o problema

As fraturas por estresse representam  a 20 % de todas as lesões esportivas, e aproximadamente 4,7% a 15,6% das lesões entre corredores. Resultam de carregamento cíclico e repetitivo sob a estrutura óssea e diferem das outras fraturas por não decorrerem de eventos traumáticos agudos.

O fator de risco extrínseco mais frequentemente descrito é a associação entre o baixo nível de condicionamento físico e o grande volume de treinamento. Outros fatores são: o aumento súbito na velocidade e distância percorridas na corrida, as condições de superfície inadequadas (piso e calçado).

Os membros inferiores representam os locais preferenciais das fraturas por estresse nos atletas. A tíbia representa cerca de 50 % de todos os casos de fraturas por estresse, seguida em geral pelos ossos do tarso, metatarsais (dois e três), fêmur (colo), fíbula, pelve e outros ossos. Nos corredores, a localização predominante das fraturas por estresse da tíbia ocorre na transição do terço médio-distal.

  Os principais sintomas:

-dor de início insidioso, piora com atividade física e melhora com repouso, edema após esforço, sem história de trauma;

- Dor forte à palpação do local acometido;

- Queda de desempenho e alterações abruptas no treinamento

O tratamento é conservador, principalmente nas fraturas de baixo risco, com interrupção das atividades de impacto, sendo permitida a realização de atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento, com intuito de manter a condição muscular e cardiorrespiratória. No geral, a imobilização não é necessária ou pode ser utilizada por curto período.

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 Isabela Casline é Professora e Personal Trainer da Cia Athletica Campinas   

contato: 

isabela.casline@soucia.com.br

 

A região do “Core”

Atualmente, uma região do corpo tem sido observada com maior atenção pelos estudiosos do esporte, devido sua relação direta com a produção de força, estabilidade, aceleração e desaceleração: o “core”.

O termo “core” significa centro, essência, de onde parte algo. É uma região formada pelos músculos profundos do abdome, pelve e lombares.

É comum encontrarmos indivíduos que sentem dores nas costas, principalmente na região lombar. É muito provável que esses tenham a região do “core” fraca. Um programa de fortalecimento dos mecanismos de estabilização, pode trazer um grande benefício nesses casos.

O fortalecimento do “core”, é um dos propósitos do treinamento funcional, que visa gerar uma base sólida garantindo uma estrutura eficiente.

 

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Cassius Oliveira é Professor e Personal  Trainer da Cia Athletica Campinas. Seis vezes campeão sul americano de Levantamento de Peso Básico. Pós-graduado em Ciências do Esporte pela Unicamp.

 

O problema das corredoras é na verdade funcional e não apenas anatômico

A quantidade de mulheres que praticam a corrida de rua vem aumentando. Desde que a americana Kathrine Switzer correu a Maratona de Boston, em 1967, disfarçada de homem, e quebrou o tabu de que as mulheres não tinham força e resistência para correr os 42km, as mulheres não pararam mais. Elas aderiram ao movimento de saúde e qualidade de vida através da caminhada e corrida. Porém, estudos publicados nos últimos 20 anos mostram que as mulheres não apenas estão se lesionando, mas possuem taxas absurdamente maiores do que os homens. Para a corrida, esta proporção de lesão no joelho extrapola o índice que é de um homem para sete mulheres lesionadas para a mesma intensidade e volume dos treinos.

Aliado a isso, o surgimento de assessorias e campeonatos focados no sexo feminino nos últimos 10 anos, sem dúvida, fomentam esta explosão de corredoras nas ruas. Segundo o site "Running USA", as mulheres já representam 53% dos corredores. O número foi apresentado no 19º Congresso Mundial da AIMS (Associação de Maratonas Internacionais e Corridas de Distância) em Praga, República Checa, em 2012.Autores que estudam a mulher corredora afirmam que as atletas exibiriam um tempo de recrutamento de grupos musculares mais prolongados do que os observados em homens e que isso poderia afetar a dinâmica de diversas articulações, principalmente do joelho.

De maneira mais didática, isso significa que, em uma aterrisagem do vôlei, por exemplo, o “comando” vindo do cérebro para que a musculatura se contraia de maneira adequada, chega “atrasado” em alguns músculos, principalmente nos glúteos médio e mínimo, no quadril (músculos estabilizadores da pelve) e no vasto medial (músculo interno da coxa). Isso faz com que o fêmur “rode para dentro” e deixe a patela mais lateralizada e em contato reduzido das superfícies articulares.

Isso significa que, a cada passo da corrida, a mulher estaria sujeita ao valgo dinâmico? Sim. A fase inicial é chamada de absorção de impacto, no qual a energia cinética do contato do pé ao solo é absorvida através da contração muscular e da flexão do joelho. Havendo o valgo dinâmico, existiria um micro trauma de repetição que, a médio e longo prazo, desenvolveriam sintomas como a dor, desconforto e inchaço no joelho.

Fonte: Globo Esporte

 

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isabela Casline é Professora e Personal Trainer da Cia Athletica Campinas

 

 

 

Contato: isabela.casline@soucia.com.br
 

A importância do SONO para a qualidade e resultados do treino

E ae galera !!!

Ter uma boa noite de sono é vital para nossa saude e traz muitos benefícios . Quando praticamos atividades físicas , nossos músculos sofrem microlesões que se recuperam em 24 horas se você tiver uma boa alimentaçao e sono tranquilo, além disso dormir bem ajuda a emagrecer, deixa você mais disposto durante o dia para render mais nas atividades diárias, principalmente nos exercícios físicos que requerem concentração , disposição e ânimo.
Dica : faça atividades calmas antes de dormir, se treinar pesado, espere duas horas para dormir...

Até a proxima ...

 

sergio cavarsan

Sergio Cavarsan é Professor formado em Educação Física e dá aulas há 11 anos na Cia Athletica de Campinas. Adora o que faz principalmente dar aulas de Spinning que é a sua vocação. Escolheu a educação Física, pois gosta de esportes desde criança e seu passatempo predileto era pedalar com os amigos o que faz até hoje dando aulas. Conseguiu realizar dois sonhos: trabalhar com atividade física, e dar aulas na Cia Athletica.