Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Social Reckoning (título no Brasil: “O Outro Lado das Redes”)

The Social Reckoning (título no Brasil: “O Outro Lado das Redes”)

Estava bastante curioso pra assistir a este filme, e saber um pouco mais sobre este caso. Lembro de ter ouvido falar a respeito, na época, mas não fui muito “a fundo”, pra saber mais.

 

Anos depois de Mark Zuckerberg (Jeremy Strong) ter criado o Facebook, a rede social se transformou numa das maiores e mais influentes plataformas do mundo. Mas, por detrás do sucesso, surgem várias questões sobre os malefícios sociais associados.

Em 2021, a engenheira Frances Haugen, gestora de produto do Facebook, decide tornar públicos documentos confidenciais que mostram de que forma a empresa toma decisões para aumentar os lucros e impulsionar o crescimento, em detrimento do bem-estar dos seus utilizadores. Para divulgar essas informações e dar a conhecer algumas das práticas da empresa, conta com Jeff Horwitz(Jeremy Allen White), jornalista de investigação do The Wall Street Journal que, a partir dos documentos, desenvolve uma pesquisa que expõe alguns dos seus segredos. As revelações colocam em risco não só o emprego de Haugen, mas também a sua segurança.

 

Muito bom filme! Muito bem atuado, bem representado e interessante. Há momentos com muitas informações, que me deixou um pouco sem entender alguns detalhes, mas nada que atrapalhe o contexto, e dá pra perceber tudo do que se tratou. Vale assistir!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Verity

Verity

A Anne Hathaway faz muitos filmes, e normalmente, eu sempre acho que são boas escolhas dela. Todos os que já vi com ela, me agradaram. Este me pareceu ser mais um dos bons, apesar de eu ter tirado algumas conclusões prévias de como seria o final do filme, e na minha cabeça, seria um grande clichê.

A atravessar uma fase particularmente complicada da sua carreira como escritora, Lowen Ashleigh (Dakota Johnson) recebe uma proposta inesperada: concluir, enquanto escritora-fantasma, os livros de uma série de sucesso de Verity Crawford (Anne Hathaway), que ficou incapacitada na sequência de um acidente.

Contratada por Jeremy (Josh Hartnett), marido de Verity, Lowen se instala temporariamente na casa do casal para conhecer a fundo a obra e o processo criativo da autora. Lá, encontra um manuscrito autobiográfico que parece revelar pormenores perturbadores sobre o passado e sobre as verdadeiras circunstâncias do acidente que a incapacitou.

Sim, eu estava errado quanto ao final do filme (na minha cabeça risos). Achei o filme bem atuado e ambientado, apesar de alguns momentos óbvios e outro ponto que não teve explicação (desculpe, mas não posso comentar o que, pois entregaria o final do filme), mas apesar de tudo, é um bom filme! Recomendo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Digger

Digger

Quando assisti ao trailer, e já havia ouvido falar deste filme, fiquei realmente muito curioso e ansioso em assisti-lo. Imaginava ser algo muito bom e curioso (pelo perfil da personagem principal).

Com um Tom Cruise transfigurado a dar vida a Digger Rockwell, um bilionário autocentrado e pouco escrupuloso, o realizador mexicano Alejandro G. Iñárritu constrói uma sátira sobre o poder e a ambição desmedida.

Quando uma operação de perfuração de petróleo das empresas de Rockwell na Groenlândia provoca o desprendimento de uma enorme massa de gelo, dando origem a um desastre ambiental sem precedentes, o magnata se vê obrigado a enfrentar as consequências da tragédia. Mas, por detrás do aparente empenho em controlar os danos, está sobretudo a vontade de transformar a crise numa oportunidade para se afirmar aos olhos do mundo como o grande salvador da humanidade.

Fiquei decepcionado! O filme é bastante cansativo! Diálogos longos e umas situações desinteressantes. Até quase o final, realmente estava achando muito ruim. Depois, as coisas são melhores explicadas (não vou aqui dar spoiler), dá um sentido ao filme e ameniza, mas ainda assim, não é um filme que eu assistiria novamente, não.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Amarga Navidad (título no Brasil: “Natal Amargo”)

Amarga Navidad (título no Brasil: “Natal Amargo”)

Não sou do tipo “fã do Almodóvar”, mas sempre que estreia algum filme dele, sempre assisto. Alguns poucos eu gosto bastante. Talvez ele não faça muito o gênero de filmes que eu gosto mais, mas é indiscutível a sua maestria e genialidade.

Depois de perder a mãe durante o período natalício, em 2004, Elsa se refugia no trabalho como publicitária, para evitar o luto e anestesiar a dor. Esse excesso de trabalho dá origem a um colapso nervoso que a obriga a parar. É assim que, enquanto o namorado permanece em Madrid, ela vai de viagem com uma amiga até Lanzarote, nas Ilhas Canárias, onde encontra no sofrimento alheio material de inspiração para os seus próprios projetos criativos.

Em paralelo, em 2025, Raúl, um realizador e argumentista em crise criativa, está em busca de inspiração para um filme. A história que começa a lhe surgir na cabeça se cruza, de forma inesperada, com a de Elsa, o fazendo questionar os tênues limites entre a realidade e a ficção.

Este é um dos filmes que eu achei ok, e nada de mais. E certamente, daqueles que, daqui a um tempo, não devo me lembrar mais da trama. Raúl é explicitamente um alter-ego de Pedro. Pra quem é fã, é um prato cheio.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Runner (título no Brasil: “Três Horas Para Viver”)

Runner (título no Brasil: “Três Horas Para Viver”)

Pela falta de melhores estreias para vez nesta semana, estava curioso para vez este, apenas pela presença de Rodrigo Santoro no elenco. Os poucos trechos que eu havia visto nas redes sociais, ele parecia muito bem no papel.

Hank Malone é um ex-militar que agora trabalha como entregador. Um dia recebe uma incumbência de máxima importância: transportar um fígado destinado a uma menina de sete anos que precisa de um transplante urgente.

Mas o que deveria ser uma entrega rápida se transforma numa perseguição quando um grupo de mafiosos decide segui-los para se apoderar do órgão. Acompanhado por Ben Bishop (Owen Wilson), o homem responsável pelo transporte médico, Hank tem exatamente três horas para cumprir a missão. Debaixo de tiros, explosões e atropelamentos, tem de encontrar um modo de escapar às investidas dos criminosos e entregar a encomenda a tempo de salvar a criança.

Pra quem gosta do estilo “tiro, porrada e bomba”, o filme não decepciona. É um pouco previsível, mas até não feio, não. Santoro realmente está muito bem no papel. Só achei estranho ele falar Português em alguns momentos, sendo que ele é de uma família colombiana... isso não teve explicação, mas também, seria pedir demais rs.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: By Any Means (título no Brasil: “No Limite da Justiça”)

By Any Means (título no Brasil: “No Limite da Justiça”)

Tenho um pouco de “pé atrás” com os filmes com Mark Wahlberg, apesar de ter feito bons filmes, mas sempre fico em dúvida se vale a pena confiar na qualidade do filme que ele protagoniza. Mas arrisquei! 

A ação decorre durante a década de 1960, quando nos EUA o racismo estava ainda muito enraizado e, em particular, as pessoas de origem afroamericana eram alvo da brutalidade de elementos de vários grupos extremistas, entre eles o Ku Klux Klan. Esta organização, criada no século XIX e de base protestante, se caracterizava por defender o nacionalismo branco e pelas suas convicções anti-imigração, anticatolicismo e anti-semitismo. 

O ódio às minorias resultou num particular rancor aos movimentos pelos direitos civis e dessegregação, que se traduziu em atos violentos contra os seus ativistas. Nessa altura, no estado do Mississippi (EUA), vários líderes foram brutalmente assassinados.

Num esforço para levar os culpados à justiça, um agente do FBI propõe uma colaboração a um mafioso (Mark Wahlberg) que, com os seus métodos pouco ortodoxos de se vingar dos seus inimigos, aceita cooperar com as autoridades. À medida que se vão deparando com provas e criando laços de companheirismo, os dois acabam por desvendar uma conspiração muito mais abrangente e perigosa do que esperavam.

Filme baseado em fatos verídicos, do jeitinho que eu gosto. Achei bem ambientado, enredo coerente e boas cenas de ação. Em alguns momentos achei as atuações medianas, mas nada que tenha estragado o filme. Bom divertimento, mas creio que seja daqueles filmes que daqui um tempo, não lembrarei muito dele.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Couture (título no Brasil: “Vidas Entrelaçadas”)

Couture (título no Brasil: “Vidas Entrelaçadas”)

Por pura falta de opção, escolhi assistir a este filme. Não sabia do que se tratava, apenas que tinha Angelina no papel principal, e participação de Vincent Lindon. Não tinha ideia do que se tratava, além de referências com o mundo da moda em Paris.

Três mulheres se cruzam em Paris durante a Semana da Moda. Maxine (Angelina Jolie), uma realizadora norte-americana que ali se encontra para rodar um filme para a abertura do evento, descobre que tem câncer. Ada é uma jovem modelo recém-chegada do Sudão que, embora muito requisitada, questiona se aquele é o seu lugar. Angèle, uma maquilhadora francesa exausta pelas exigências da profissão, anseia por mudar a sua vida. Cada uma a viver o seu próprio momento difícil, as três acabam por criar laços inesperados de amizade e entreajuda.

É um filme bem simples, com boas atuações, e assuntos diversos, dentro do universo da moda. Apesar das personagens principais do filme terem, em alguns momentos, uma relação, achei as histórias delas meio avulsas demais. Pouco “entrelaçadas”, como sugere o título no Brasil. É um filme interessante, mas acho que é daqueles que um tempo depois, nem se lembra mais.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Whisper Man (título no Brasil: “O Homem que Sussurra”)

The Whisper Man (título no Brasil: “O Homem que Sussurra”)

Assim que vi esta estreia na Netflix, com Robert De Niro, de quem sou fã, já fui assistir, sem nem ter lido nada a respeito.

Um escritor viúvo se muda com o filho de 8 anos, mas o menino acaba por ser sequestrado. O caso tem ligações ao modus operandi de um assassino em série (o "Homem dos Sussurros") que aterrorizou a região no passado e foi capturado pelo pai do protagonista (Robert De Niro), um ex-detetive com quem não fala há anos.

Filme bom pra TV, com um enredo interessante, mas pra quem já viu esse tipo de filme, não vai ter muita novidade. É um pouco parecido com os inúmeros filmes do mesmo tema, mas é bem feito e bem atuado. Vale assistir!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.