Como ajudar o corpo e a mente a encontrarem mais equilíbrio: 3 técnicas de autorregulação emocional - Coluna Psicologia por Dra, Elisa Pereira

Quando estamos ansiosos, sobrecarregados ou emocionalmente abalados, não é apenas a mente que reage. O corpo também participa dessa experiência.

O coração pode acelerar, a respiração ficar mais curta, os músculos se tensionarem e os pensamentos parecerem difíceis de controlar.

Por isso, aprender técnicas de autorregulação emocional pode ajudar a reduzir a ativação do organismo e recuperar, gradualmente, uma sensação maior de equilíbrio.

A seguir, conheça três recursos simples que podem ser utilizados no dia a dia.

1. Respiração lenta e consciente

Em momentos de ansiedade, é comum a respiração ficar rápida e superficial.

Experimente inspirar lentamente pelo nariz e soltar o ar de forma ainda mais tranquila.

Repita algumas vezes, sem forçar, percebendo o movimento do peito e do abdômen.

A respiração consciente ajuda você a voltar a atenção para o corpo e para o momento presente.

2. Abraço de borboleta

Cruze os braços sobre o peito e coloque as mãos sobre lados opostos do corpo.

Em seguida, faça pequenos toques alternados: uma mão, depois a outra, mantendo um ritmo confortável.

Enquanto realiza o movimento, observe sua respiração e as sensações que aparecem.

Essa prática pode favorecer uma sensação de acolhimento e ajudar na organização emocional em momentos de maior tensão.

3. Técnica de aterramento 5-4-3-2-1

Quando os pensamentos estão muito acelerados, direcionar a atenção para aquilo que está acontecendo ao redor pode ajudar.

Observe e identifique:

  • 5 coisas que você consegue ver;

  • 4 coisas que consegue tocar;

  • 3 sons que consegue ouvir;

  • 2 cheiros que consegue perceber;

  • 1 sabor ou sensação na boca.

Faça o exercício devagar, permitindo que sua atenção retorne ao presente.

Mas autorregulação não significa apenas aprender a se acalmar

As técnicas são recursos importantes, mas também precisamos compreender por que o corpo entra tantas vezes em estado de alerta.

É justamente nesse ponto que entra o meu trabalho na psicoterapia.

No meu trabalho terapêutico, integro a compreensão dos pensamentos e padrões emocionais com a percepção das respostas do corpo.

Observamos não apenas o que a pessoa pensa, mas também:

  • como o corpo reage diante de determinadas situações;

  • quais emoções aparecem com maior intensidade;

  • quais gatilhos ativam ansiedade, medo ou sobrecarga;

  • quais padrões emocionais vêm se repetindo ao longo da vida;

  • e quais formas de proteção foram sendo construídas ao longo da própria história.

Porque, muitas vezes, o sintoma que aparece hoje pode estar relacionado a padrões emocionais que foram se formando muito antes.

Por isso, a psicoterapia não busca apenas ensinar a pessoa a controlar uma crise.

O processo também ajuda a desenvolver consciência emocional, autorregulação e compreensão das raízes dos padrões que mantêm o sofrimento.

Aprender uma técnica pode ajudar você em um momento difícil.

Mas compreender o que o seu corpo e suas emoções estão tentando comunicar pode abrir um caminho muito mais profundo de autoconhecimento.

Corpo e mente não funcionam separados. Cuidar da saúde emocional também significa aprender a escutar os sinais do corpo.

Psicóloga Elisa Maria Pereira

@psi.elisape

Mentora e Palestrante – contato 19981281661




Expansão de eventos corporativos e sociais impulsiona investimento da Rede Vitória Hotéis em novo espaço no Cambuí

Espaço V, com 430 m², amplia a estrutura da rede para eventos na região de Campinas e reúne versatilidade, gastronomia, serviços e localização estratégica

O crescimento da demanda por eventos corporativos e sociais em Campinas levou a Rede Vitória Hotéis a investir aproximadamente R$ 400 mil na revitalização de um novo espaço dedicado a eventos no bairro Cambuí. Batizado de Espaço V, o local já está disponível para reservas e chega ao mercado com 430 m² de área e estrutura preparada para receber diferentes formatos de celebrações, encontros e eventos corporativos.

 

A novidade amplia a atuação do grupo no segmento de eventos e reforça a estratégia da Rede de oferecer soluções completas para empresas, organizadores e anfitriões. O espaço foi projetado para receber desde casamentos, festas de 15 anos e confraternizações até reuniões, encontros corporativos, lançamentos e outros eventos empresariais.

 

Com a nova operação, a expectativa é gerar cerca de 10 postos de trabalho por evento, entre profissionais envolvidos na operação, atendimento, gastronomia, limpeza e demais serviços. Diferentemente de uma estrutura com equipe fixa, a mão de obra será dimensionada de acordo com o perfil e o porte de cada evento.

 

Localizado em uma das regiões mais tradicionais e valorizadas de Campinas, o Espaço V combina localização estratégica e flexibilidade de configuração. Os 430 m² do espaço permitem diferentes montagens, de acordo com a proposta de cada evento. A capacidade máxima é de 250 pessoas em pé ou com mesas bistrô e de 100 pessoas com mesas redondas.

 

A estrutura inclui pé-direito de 3 metros, ar-condicionado, cozinha equipada, área para bar, deck/varanda, palco e mobiliário. O local também conta com serviço de garçons e limpeza antes e após os eventos.

 

Para eventos que demandem recursos audiovisuais específicos, o Espaço V dispõe de telão de LED e infraestrutura para som, imagem e iluminação aérea, com esses serviços sendo orçados separadamente conforme as necessidades de cada produção.

 

O mobiliário disponível pode atender diferentes propostas de montagem. Caso o cliente deseje modelos ou configurações específicas que não façam parte do acervo do espaço, também existe a possibilidade de contratação de mobiliário de empresa especializada por conta própria.

Gastronomia integrada à experiência

 

Rodrigo Porto, Diretor de Alimentos e Bebidas (A&B) da Rede Vitória Hotéis, explica que a gastronomia é outro componente importante da proposta do Espaço V. “O serviço de buffet será realizado exclusivamente pelo Buffet Casa Bellini, responsável pela elaboração de menus personalizados de acordo com o perfil e as características de cada evento”, explica ele.

 

“A proposta é integrar gastronomia, serviço e estrutura para facilitar a organização e oferecer uma experiência completa aos convidados. Os cardápios podem ser pensados considerando fatores como número de participantes, horário, formato do evento e tipo de serviço desejado”, acrescenta.

 

Reconhecido pela combinação de sabor e apresentação, o Casa Bellini trabalha com menus personalizados, valorizando a seleção de ingredientes e a apresentação dos pratos. No Espaço V, a operação gastronômica contará ainda com o suporte da cozinha equipada, área para bar e equipe de garçons.

 

Estrutura pensada para facilitar a organização

Além da área destinada aos eventos, o Espaço V oferece uma série de serviços de apoio para tornar a organização mais prática. O local possui acessibilidade para pessoas com deficiência, inclusive nos banheiros, estacionamento, serviço de valet e limpeza antes e depois dos eventos.

 

“A integração com a estrutura do Vitória Hotéis também cria uma alternativa para eventos que recebem convidados de outras cidades. Os participantes poderão ter acesso a promocodes de hospedagem com desconto nos hotéis da rede em Campinas, conforme as condições disponíveis para cada evento”, conta Eduardo Porto, diretor de Vendas e Marketing da rede hoteleira.

 

A combinação entre espaço, gastronomia, serviços e hospedagem permite concentrar diferentes necessidades da organização em uma mesma operação, facilitando a experiência de empresas, cerimonialistas, produtores e anfitriões.

Uma rede com estrutura consolidada para eventos

 

Segundo Eduardo Porto, o Espaço V passa a integrar o portfólio de espaços para eventos do Vitória Hotéis. Atualmente, a rede conta com 41 salas destinadas a eventos, distribuídas entre suas diferentes operações.

 

Somente no Concept, são 15 espaços para eventos, considerando ambientes como Esquinica, Iff e Vitória Hall, entre outros. A ampliação com o Espaço V reforça a capacidade da rede de atender diferentes perfis, tamanhos e formatos de eventos em Campinas.

 

“Com o novo espaço, o Vitória Hotéis busca acompanhar a expansão do mercado de eventos corporativos e sociais na cidade e oferecer uma alternativa que combine localização, flexibilidade, infraestrutura, gastronomia e serviços integrados”, completa o  diretor de Vendas e Marketing.

 

Contato para a imprensa
Comunicação Estratégica Campinas
Marcelo Oliveira - (19) 99199-8258
release@comunicacaoestrategicacps.com.br

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Um defeito de cor, Maria Gonçalves e Filme: A garota no fim da rua, Prime Video

Dica de livro: Um defeito de cor, Maria Gonçalves

Livro que inspirou o samba enredo da Portela, no carnaval de 2024. A fascinante história de uma africana em busca do filho perdido que se tornou um clássico da literatura contemporânea. Um defeito de cor , de Ana Maria Gonçalves, é narrado de uma maneira original e pungente que prende a atenção da primeira à última página. 

Vencedor do prestigioso Prêmio Casa de las Américas e incluído na lista da  Folha de S.Paulo  como o sétimo entre 200 livros mais importantes para entender o Brasil em seus 200 anos de independência,  Um defeito de cor  conta a saga de Kehinde, mulher negra que, aos oito anos, é sequestrada no Reino do Daomé, atual Benin, e trazida para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

No livro, Kehinde narra em detalhes a sua captura, a vida como escravizada, os seus amores, as desilusões, os sofrimentos, as viagens em busca de um de seus filhos e de sua religiosidade. Além disso, mostra como conseguiu a sua carta de alforria e, na volta para a África, tornou-se uma empresária bem-sucedida, apesar de todos os percalços e aventuras pelos quais passou. A personagem foi inspirada em Luísa Mahin, que teria sido mãe do poeta Luís Gama e participado da célebre Revolta dos Malês, movimento liderado por escravizados muçulmanos a favor da Abolição.

Pautado em intensa pesquisa documental,  Um defeito de cor  é um retrato original e pungente da exploração e da luta de africanos na diáspora e de seus descendentes, durante oito décadas da formação da sociedade brasileira. O livro inspirou, em 2022, uma exposição homônima no Museu de Arte do Rio (MAR), com curadoria de Amanda Bonan, Marcelo Campos e da própria Ana Maria Gonçalves.

“ Um defeito de cor , da Ana Maria Gonçalves, é um [livro] que precisa ser colocado nas escolas. Ele me transformou.” - Fábio Porchat.

“Escrito pela mineira Ana Maria Gonçalves, a obra, de leitura voraz, prende a atenção do leitor da primeira à última página.” -  Glamurama.

“Nesse livro, Ana Maria Gonçalves produz um corte plurissignificativo nos protocolos de representação do negro e da negrura na sociedade e na literatura brasileiras..” - Leda Maria Martins, pesquisadora, ensaísta e professora aposentada da UFMG.

“Romance histórico da diáspora negra do Brasil. Apresenta-se como contraponto ao apagamento da história do povo negro. Primeiro épico antiescravagista da literatura brasileira.” - Luiz Fernando Carvalho, diretor de cinema e TV.

“Com uma perspectiva feminina e moderna sobre um fenômeno que determina a vida brasileira até os dias de hoje, é um livro essencial para a compreensão do país.” - Noemi Jaffe, escritora, professora e crítica literária.

Fonte: Amazon

Dica de filme: A garota no fim da rua, primevideo

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Dog Stars (título no Brasil: “Ponto Sem Retorno”)

The Dog Stars (título no Brasil: “Ponto Sem Retorno”)

Pela falta de estreias que me atraíssem mais, optei por assistir a este filme, mesmo não tendo achado o trailer interessante. Fui na fé, por ser um filme do Ridley Scott.

Nove anos passados desde que uma pandemia de gripe aniquilou praticamente toda a população mundial, Hig (Jacob Elordi), um antigo piloto civil, sobrevive no hangar de um pequeno aeroporto abandonado no Colorado, na companhia do seu cão Jasper e de Bangley (Josh Brolin), um ex-fuzileiro naval que se dedicou a técnicas de sobrevivência.

As rotinas de ambos são feitas de escassez, silêncio e vigilância constante para se protegerem de outros sobreviventes que se tentam impor pelo terror. Ainda em luto por todos os que perdeu, com dificuldade em lidar com o isolamento e com a falta de sentido da sua vida, Hig tenta encontrar a origem de uma misteriosa mensagem recebida através da rádio da sua pequena aeronave. E quando decide abandonar a relativa segurança daquele lugar, segue com o avião através da planície, mesmo ciente de que não tem combustível suficiente para o regresso. O resultado dessa decisão, apesar de assustadora e arriscada, vai transformar a sua existência.

Filme bem feito, bem filmado, interessante, porém sem grande entusiasmo. Morno, eu diria. Não teve nada que não fosse completamente esperado. Apenas um bom ‘passatempo’. Nada além.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.




O futuro do mobiliário: como inovação, tecnologia e novos materiais estão redefinindo o design contemporâneo - Coluna Design e Inovação por Tibeti Caviglioni Daniel

Por Tibeti Caviglioni Daniel*

Se a inteligência artificial já começa a transformar a forma como projetos de interiores são pensados e desenvolvidos, o próximo passo dessa transformação está no próprio mobiliário. Novas tecnologias, materiais de alta performance e processos mais precisos estão ampliando as possibilidades do design e mudando a maneira como pensamos funcionalidade, estética, durabilidade e sustentabilidade.

O mobiliário contemporâneo precisa responder a um consumidor que busca mais do que beleza. Ele quer peças que façam sentido para seu estilo de vida, que sejam confortáveis, funcionais, resistentes e capazes de acompanhar diferentes usos e ambientes.

Nesse cenário, a inovação nos materiais tem papel fundamental. O alumínio, por exemplo, combina leveza, resistência e versatilidade, enquanto tecnologias de acabamento, como a pintura eletrostática, contribuem para aumentar a proteção e a durabilidade das estruturas. São soluções que permitem desenvolver móveis preparados para diferentes condições de uso sem abrir mão da estética.

Também ganham espaço materiais como cordas náuticas, telas sling e fibras sintéticas, que ampliam as possibilidades de composição e permitem criar peças contemporâneas, leves e resistentes. No caso dos tecidos, materiais de alta performance, desenvolvidos para maior resistência à exposição solar e à umidade, ajudam a transformar o mobiliário outdoor em uma extensão cada vez mais sofisticada dos ambientes internos.

Essa evolução mostra que inovação não significa necessariamente criar algo completamente inédito. Muitas vezes, ela está em encontrar novas aplicações para materiais existentes, combinar tecnologias diferentes e desenvolver soluções que respondam melhor às necessidades das pessoas.

A sustentabilidade também passa por essa discussão. Embora a escolha de materiais com menor impacto ambiental seja importante, existe outro aspecto que precisa ser considerado: a longevidade. Um móvel desenvolvido para resistir ao tempo, às condições de uso e às mudanças de comportamento tende a permanecer por mais tempo nos espaços, reduzindo a necessidade de substituição constante.

Nesse sentido, falar em sustentabilidade no mobiliário é também falar em qualidade, resistência e durabilidade. É pensar no ciclo de vida do produto desde a escolha dos materiais até sua utilização ao longo dos anos.

Ao mesmo tempo, a tecnologia vem permitindo ampliar a personalização e a precisão dos projetos. Ferramentas digitais, modelagem, novos processos produtivos e recursos de inteligência artificial ajudam profissionais e fabricantes a testar possibilidades, aperfeiçoar soluções e criar produtos cada vez mais alinhados às necessidades específicas de cada projeto.

Mas, por mais que a tecnologia avance, existe um elemento que continua insubstituível: o olhar humano. A inteligência artificial pode analisar informações, gerar referências, sugerir combinações, acelerar processos e ampliar as possibilidades criativas, mas não possui a experiência, a sensibilidade e a capacidade de compreender integralmente as pessoas e suas necessidades.

No design, a tecnologia deve ser entendida como uma ferramenta de apoio, e não como substituta da criatividade e da experiência profissional. É o olhar humano que interpreta um ambiente, percebe proporções, entende hábitos, reconhece necessidades e transforma informações em escolhas que fazem sentido para quem vai viver aquele espaço.

O futuro, portanto, não deve ser pensado como uma disputa entre tecnologia e pessoas, mas como uma combinação entre as duas. Quanto melhor utilizada, a tecnologia pode liberar o profissional de tarefas operacionais e permitir que ele dedique mais tempo àquilo que realmente agrega valor: criar, interpretar, experimentar e tomar decisões.

No mobiliário, essa combinação se torna ainda mais relevante. Novos materiais e processos tecnológicos podem oferecer resistência, precisão e novas possibilidades, mas é o conhecimento humano que define como essas soluções serão utilizadas para criar peças que tenham beleza, funcionalidade, conforto e significado.

O resultado é uma mudança importante na própria concepção do móvel. Ele deixa de ser apenas um objeto colocado em determinado espaço e passa a participar da experiência de quem o utiliza. Conforto, ergonomia, resistência, estética e praticidade precisam coexistir.

O futuro do mobiliário, portanto, não está apenas em peças mais sofisticadas ou visualmente inovadoras. Está na capacidade de unir design, tecnologia, novos materiais e conhecimento humano para criar produtos mais inteligentes, duráveis e adequados às novas formas de viver, trabalhar e ocupar os espaços.

Mais do que acompanhar tendências, o design contemporâneo precisa antecipar necessidades. E talvez seja justamente essa a grande transformação que veremos nos próximos anos: móveis que não apenas ocupem os espaços, mas que sejam pensados para acompanhar as pessoas, seus hábitos e suas novas formas de se relacionar com o ambiente.

Tibeti Caviglioni Daniel é CEO da Mavie Móveis e executiva de marketing com mais de 20 anos de experiência em branding, comunicação e gestão estratégica. Atua no desenvolvimento de projetos que unem design, inovação e posicionamento de marcas, além de liderar iniciativas voltadas ao crescimento de empresas e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.





Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: A pérola que rompeu a concha, Nádia Hashim e Filme: Queime todas as minhas cartas

Dica de livro: A pérola que rompeu a concha, Nádia Hashim

"Uma história maravilhosa de resistência em uma cultura que não valoriza as mulheres. A escrita de Nadia Hashimi evoca a de Khaled Hosseini." – Book Reporter

"Nadia Hashimi nos agracia com uma história familiar sensível e bela. Seu cativante relato é um retrato do Afeganistão em toda a sua desconcertante e enigmática glória e um espelho das lutas ainda atuais das mulheres afegãs." – Khaled Hosseini, autor de O caçador de pipas

Filhas de um viciado em ópio, Rahima e suas irmãs raramente saem de casa ou vão à escola em meio ao governo opressor do Talibã. Sua única esperança é o antigo costume afegão do bacha posh, que permite à jovem Rahima vestir-se e ser tratada como um garoto até chegar à puberdade, ao período de se casar.

Como menino, ela poderá frequentar a escola, ir ao mercado, correr pelas ruas e até sustentar a casa, experimentando um tipo de liberdade antes inimaginável e que vai transformá-la para sempre.

Contudo, Rahima não é a primeira mulher da família a adotar esse costume tão singular. Um século antes, sua trisavó Shekiba, que ficou órfã devido a uma epidemia de cólera, salvou-se e construiu uma nova vida de maneira semelhante. A mudança deu início a uma jornada que a levou de uma existência de privações em uma vila rural à opulência do palácio do rei, na efervescente metrópole de Cabul.

A pérola que rompeu a concha entrelaça as histórias dessas duas mulheres extraordinárias que, apesar de separadas pelo tempo e pela distância, compartilham a coragem e vão em busca dos mesmos sonhos. Uma comovente narrativa sobre impotência, destino e a busca pela liberdade de controlar os próprios caminhos.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Queime todas as minhas cartas

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Do descarte consciente à transformação social: LBV promove coleta de eletrônicos

Iniciativa convida a população a descartar corretamente eletroeletrônicos sem uso, contribuindo para o meio ambiente e para causas sociais.



Descartar corretamente um equipamento eletrônico é um gesto simples que beneficia o meio ambiente e fortalece ações sociais. Em agosto, mês em que são lembrados o Dia de Combate à Poluição e o Dia do Vizinho, a Legião da Boa Vontade (LBV) convida a população a participar da Coleta Solidária do programa Eletrosolidário, iniciativa que une sustentabilidade e Solidariedade.

Realizada em parceria com a Indústria Fox, a ação recebe equipamentos eletroeletrônicos em desuso, funcionando ou não, para que tenham a destinação ambientalmente adequada. Além de contribuir para a redução do descarte irregular de resíduos, a iniciativa incentiva práticas mais conscientes de consumo e preservação ambiental.

Celulares, computadores, notebooks, impressoras, cabos, carregadores, tablets e outros aparelhos frequentemente permanecem guardados em casas e empresas, sem utilização. Quando encaminhados para reciclagem especializada, esses materiais retornam à cadeia produtiva, reduzindo impactos ambientais e valorizando o reaproveitamento de recursos.

O material arrecadado é destinado à Indústria Fox, que realiza a reciclagem e remanufatura, gerando recursos que ajudam a fortalecer os programas e serviços desenvolvidos pela LBV em benefício de crianças, adolescentes, famílias e idosos atendidos pela Instituição.

A iniciativa reforça que atitudes individuais podem gerar resultados coletivos. Ao unir descarte responsável e Solidariedade, a ação mostra que um equipamento sem uso pode ter um novo destino e gerar benefícios para o meio ambiente, para a comunidade e para as ações desenvolvidas pela LBV - Legião da Boa Vontade.

SERVIÇO

Coleta Solidária | Eletrosolidário LBV

Data: de 18 a 31/08/2026
Horário: das 8h às 16h
Local: Centro Comunitário de Assistência Social da LBV
Endereço: Rua Professora Maria Cecília Tozzi, 391, Vila Rica, Campinas/SP

O que pode ser doado: celulares, computadores, notebooks, tablets, monitores, impressoras, cabos, carregadores, roteadores, aparelhos de som, videogames, eletrodomésticos e demais equipamentos eletroeletrônicos, mesmo que estejam quebrados ou sem funcionamento.



Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Elisa

Elisa

Mais uma semana sem grandes estreias no cinema. Nenhum filme que eu estava aguardando para assistir. Dentre os novos, este me chamou um pouco a atenção, mesmo não tendo visto nenhum trailer, apenas pela sinopse. 

Elisa tem 35 anos e há dez que cumpre pena de prisão pelo homicídio da irmã mais velha, cujo corpo queimou depois de matar. Como afirma não ter quaisquer recordações sobre o momento do crime, nunca foram descobertas as suas verdadeiras motivações.

Quando aceita participar numa investigação conduzida pelo professor Alaoui, um criminologista que estuda o processo da culpa e está muito interessado no seu caso, Elisa começa a confrontar as memórias que, durante anos, tentou suprimir. À medida que os fatos são reconstituídos, cria entre eles uma relação de confiança que se transforma numa possibilidade de redenção que ela julgava perdida.

Um filme que fica bastante dentro do psicológico da personagem principal, mais do que nos atos por ela praticados. Um filme bem montado, com o enredo simples e muito curioso. Calmo, porém, com um tema pesado. Bastante interessante!


Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.