7 Happy Meeting Talks no TAO espaço holístico

Mais um Talks de sucesso

7 Happy Meeting Talks no TAO espaço holístico, tivemos palestrantes de peso

Gráfica ByCyber

Dedetização Ártica com demonstração de escorpião vivo

Estética Mari Mingheti

Dra Luciana Radomile ginecologista e Adriana Monteiro psicanalista

Prave Hub com Pri Valim, Sté e Mari Sances fanado de rede social

Kzulo viagens

Mary Arruda Previdências

Cynthia Colbano e Priscila Lelli paisagismo e arquitetura

Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: O livro de Aisha de Sylvia Aguilar Zeleny e Filme: Águas profundas

Dica de livro: O livro de Aisha de Sylvia Aguilar Zeleny

Patrícia, a irmã aventureira que vai morar na Europa decidida a desbravar o mundo, um dia volta para casa, no México, transformada em Aisha, uma mulher casada, convertida ao islamismo, temente ao marido rígido e disposta a apagar completamente o seu passado. Este é o ponto de partida deste livro de Aisha, que é também o livro de Patrícia, ou ainda o livro de Sylvia ― que, dedicada a entender a mudança da irmã, acaba mergulhada em si mesma. Uma investigação profundamente pessoal sobre a ausência, a transformação da memória e a perplexidade diante de lacunas que parecem incompletáveis.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Águas profundas

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Backrooms (título no Brasil: “Backrooms: Um Não-Lugar”)

Backrooms (título no Brasil: “Backrooms: Um Não-Lugar”)

Este é um filme que eu não tinha ouvido absolutamente nada a respeito (mesmo sendo meio famoso na internet) e só o ‘conheci’ quando vi o trailer. Fiquei muito curioso e com muita vontade de assistir, mesmo achando que seria um filme que eu não iria entender muito bem rs

Partindo do universo das "creepypastas" — histórias curtas de terror que circulam e se propagam pela internet — e de uma lenda urbana surgida em 2019, o filme explora as backrooms, uma suposta dimensão paralela onde algumas pessoas acabam inexplicavelmente aprisionadas.

Num labirinto de salas vazias e corredores monocromáticos iluminados por luzes fluorescentes, a realidade se transforma lentamente num ambiente claustrofóbico dominado por ruídos perturbadores e presenças estranhas. Enquanto tentam escapar, os que ali se encontram são forçados a enfrentar uma ameaça cada vez mais opressiva.

Nem sei o que dizer rs. Realmente é um filme maluco mas dá pra tentar sugerir umas compreensões (não vou falar nada para não dar spoiler). Gostei do visual dele, da atmosfera. Se passa nos anos 1990 e algumas várias cenas feitas com “câmeras caseiras”. Me fez lembrar de Blair Witch Project (mas o enredo não tem nada a ver). Achei interessante, apesar de confuso rs

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dia dos Namorados: quando o amor encontra a realidade - Coluna Psicologia por Elisa Pereira

Dia dos Namorados: quando o amor encontra a realidade

Por Elisa Pereira

Por trás das flores, dos jantares românticos e das declarações nas redes sociais, o Dia dos Namorados também desperta algo mais silencioso: expectativas emocionais. Como psicóloga, percebo que essa data costuma tocar não apenas o amor, mas também inseguranças, carências, memórias afetivas e a forma como cada pessoa aprendeu a se relacionar.

Vivemos em uma época em que os relacionamentos são constantemente comparados. Casais felizes aparecem em fotos perfeitas, viagens impecáveis e textos emocionantes. Mas, na prática, nenhuma relação é feita apenas de momentos bonitos. Amar alguém exige convivência com diferenças, frustrações e limites reais. O amor saudável não é aquele que nunca enfrenta conflitos, mas aquele que consegue atravessá-los sem perder o respeito.

Muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que o problema do relacionamento está apenas no outro. Porém, em muitos casos, a dificuldade está em padrões emocionais antigos que continuam sendo repetidos. Quem cresceu precisando agradar para receber afeto pode se tornar alguém que vive anulando as próprias necessidades. Quem aprendeu que amor vem acompanhado de instabilidade pode sentir desconforto diante de relações tranquilas. O passado emocional frequentemente conversa com o presente afetivo.

O Dia dos Namorados também pode ser difícil para quem está solteiro. Em uma sociedade que ainda associa felicidade à ideia de estar acompanhado, muitas pessoas acabam sentindo inadequação por não estarem em um relacionamento. Mas existe uma diferença importante entre estar sozinho e sentir-se só. A solitude é a capacidade de estar bem consigo mesmo, enquanto a solidão aparece quando existe desconexão emocional, mesmo cercado de pessoas.

Relacionamentos saudáveis começam antes do encontro com o outro. Eles nascem na maneira como cada pessoa se enxerga, se valoriza e se posiciona emocionalmente. É difícil construir vínculos seguros quando existe medo constante de abandono, necessidade excessiva de aprovação ou dificuldade em estabelecer limites.

Amar não deveria significar perder a própria identidade para caber na vida de alguém. Relações maduras não são construídas apenas com intensidade, mas principalmente com presença, diálogo e reciprocidade. Pequenos gestos cotidianos costumam sustentar mais um relacionamento do que grandes promessas feitas em datas especiais.

Talvez o Dia dos Namorados possa ser menos sobre idealizações e mais sobre verdade emocional. Sobre olhar para os próprios vínculos com mais consciência. Sobre entender que o amor não precisa ser perfeito para ser saudável.

E, principalmente, sobre lembrar que relações afetivas não são lugares para provar valor pessoal, mas espaços onde duas pessoas podem crescer sem deixar de ser quem são.

Elisa Pereira

  • CRP 06/45961-4

  • @psi.elisape

  • Psicóloga com experiência de 25 anos em clínica, 

  • Mentora de Casais

  • Palestrante

  • Contato: 19981281661




Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Corsária e Filme: Hamnet, a vida antes de Hamlet

Dica de livro: Corsária

Com lirismo e espírito inconformista, Marilene Felinto toma de assalto todos ao redor com “Corsária”.

Uma história em que a memória familiar vira investigação, e a desigualdade, o racismo e a exploração do trabalho aparecem como feridas abertas do Brasil.

Dica de filme: Hamnet, a vida antes de Hamlet

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Zico entra em campo com a LBV em campanha pela infância brasileira

Ídolo do futebol brasileiro empresta seu nome à campanha da LBV, que prevê mais de 3,7 milhões de atendimentos a crianças e famílias vulneráveis

Fazer do Brasil campeão é o que desejam os brasileiros. Por isso, mais uma vez, a Legião da Boa Vontade (LBV) também entra em campo com seu time solidário para disputar uma partida muito importante: garantir oportunidades, proteção e esperança a quem mais precisa.

Com esse propósito, a LBV lança a campanha “Fiz um gol pela infância brasileira!”, realizada tradicionalmente durante as edições da Copa do Mundo da Fifa. A iniciativa tem como objetivo mobilizar doações para a manutenção dos serviços e programas socioeducacionais promovidos pela Instituição em todo o país. 

As ações desenvolvidas pela LBV oferecem proteção social, educação, cultura, alimentação, saúde e capacitação profissional, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de milhares de crianças, adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social.

Para torcer pelo Brasil uniformizado.

Com o uniforme do time Solidário, você pode torcer junto com a LBV pelo Brasil. Escolha seu modelo de camiseta — disponíveis nas cores azul, verde ou amarelo. Adquira pelo Clube Cultura de Paz (https://www.clubeculturadepaz.com.br/torcida-solidaria-2026)

A nossa torcida é pelo seu SIM!

A campanha conta com o apoio do eterno craque Zico, padrinho da iniciativa, que se une à LBV para convocar a população a fazer também um gol pela infância brasileira.

Com a ajuda solidária do povo brasileiro, a Instituição prevê realizar, até agosto, mais de 3,7 milhões de atendimentos em suas unidades e serviços espalhados pelo Brasil.

Vamos torcer pelo Brasil e ajudar o nosso país a vencer essa partida fora dos gramados. Faça a sua doação pelo site www.lbv.org.br ou via Pix pela chave: pix@lbv.org.br.

Acompanhe as ações da LBV pelo perfil @LBVBrasil no Instagram e no Facebook.



Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Le Assaggiatrici (título no Brasil: “As Provadoras de Hitler”)

Le Assaggiatrici (título no Brasil: “As Provadoras de Hitler”)

Apesar de sempre ter sido muito ruim em história, na escola, e ter pouca memória para o assunto, ainda assim sempre me interessei pelo tema “II Guerra” e todo filme ou documentário sobre o assunto, fico muito a fim de assistir. E este foi mais um caso.

Tendo por base o romance homônimo de Rosella Postorino, que se inspira no testemunho de Margot Wölk (1917-2014), este drama histórico acompanha Rosa, uma jovem alemã que, no outono de 1943, foge de Berlim devastada pelos bombardeamentos para se refugiar junto dos sogros. Mas essa pequena aldeia, aparentemente tranquila, fica muito próxima da "Wolfsschanze" (Toca do Lobo), um dos quartéis-generais de Hitler.

Pouco depois da chegada, Rosa é recrutada pelas SS para integrar um grupo de mulheres que têm como função provar todas as refeições destinadas ao Führer. Entre o risco permanente de envenenamento, a desconfiança e a violência da guerra, nasce entre elas uma forte relação de solidariedade e resistência.

Filme muito interessante. Não mostra quase nada além da vida da personagem principal e de suas companheiras de “trabalho”. Da guerra, só se tem informações que elas recebem ou poucos momentos ouvem-se barulhos próximos, o que nos leva a ficar com as mesmas noções sobre o que acontece naquele local, como elas. Quem gosta do tema, com ressalvas por não ser um filme de muita ação, deve gostar também.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


“Solidão no inverno: como corpo e emoções respondem aos dias frios” - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Maria Pereira

Com a chegada do inverno, muitas pessoas percebem mudanças não apenas no clima, mas também nas emoções. Os dias mais frios e curtos parecem trazer junto maior sensação de tristeza, cansaço emocional, introspecção e solidão.

O frio modifica a rotina, reduz encontros sociais e aumenta o tempo dentro de casa. Além disso, a menor exposição à luz solar interfere na produção de serotonina e melatonina, substâncias importantes para o humor, energia e sono.

Por isso, durante essa época do ano, muitas pessoas relatam desânimo, irritabilidade, excesso de sono, sensação de vazio emocional e maior vontade de isolamento.

Mas existe diferença entre solitude e solidão.

A solitude é a capacidade de estar consigo mesmo de forma saudável, aproveitando momentos de reflexão, descanso e autoconhecimento. Já a solidão costuma vir acompanhada de sofrimento emocional, vazio interno e sensação de desconexão.

Muitas vezes, a pessoa está cercada de pessoas e ainda assim sente-se profundamente sozinha.

Pela visão da Psicologia Corporal Reichiana, criada por Wilhelm Reich, emoções não ficam apenas na mente. Elas também se manifestam no corpo.

Quando alguém vive sofrimento emocional prolongado, o organismo tende à contração: respiração mais superficial, tensão muscular, sensação de peso corporal e fechamento emocional.

No inverno, esse movimento de contração costuma aumentar. As pessoas ficam mais recolhidas, menos expansivas emocionalmente e mais isoladas.

Existe também um quadro chamado Transtorno Afetivo Sazonal, um tipo de depressão relacionado às mudanças de estação, especialmente durante o outono e inverno. Os sintomas incluem tristeza persistente, desânimo, excesso de sono, irritabilidade e maior tendência ao isolamento.

Esse transtorno é bastante estudado em países como Inglaterra e Canadá, onde os invernos são mais rigorosos e existe menor incidência de luz solar. Nessas regiões, muitas pessoas relatam piora importante no humor durante os meses mais frios.

Mesmo no Brasil, também percebemos impacto emocional importante no inverno, porque não é apenas a temperatura que influencia o emocional, mas também as mudanças na rotina, nos vínculos e no contato social.

A solidão não é considerada uma doença, mas quando se torna intensa e persistente pode afetar diretamente a saúde mental e física.

Por isso, a Psicologia orienta alguns cuidados importantes durante o inverno:

  • evitar isolamento prolongado;

  • manter vínculos afetivos;

  • preservar uma rotina;

  • praticar atividade física;

  • aproveitar a luz natural;

  • criar momentos de convivência;

  • acolher as próprias emoções sem julgamento.

Pela Psicologia Corporal Reichiana, tudo aquilo que favorece movimento, respiração, conexão e expansão emocional ajuda o organismo a sair do estado de retraimento.

E quando a solidão começa a afetar a qualidade de vida, os relacionamentos e a disposição emocional, procurar ajuda psicológica é fundamental.

O inverno pode ser um convite ao recolhimento, mas não ao abandono emocional.

Cuidar da saúde mental, fortalecer vínculos e escutar o próprio corpo também fazem parte do equilíbrio emocional.



Elisa Maria Pereira

Coluna Psicologia

Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psicologa.elisapereira