Brasileira produz e vende Falkors de pelúcia, o amado cão-dragão de ‘História sem Fim

Quem cresceu na década de 1980 certamente trazem com nostalgia e carinho a lembrança de embarcar no universo fantástico do filme História Sem Fim. E dentro os diversos personagens que habitam a história – como um caracol de corrida, um morcego planador, elfos, a come-pedra e uma imperatriz criança – o mais querido é sem dúvida Falkor, o dragão da sorte – que até hoje muitos pensam se tratar de um gigante cachorro voador.


Passados 34 anos da estreia do filme, e Falkor segue no imaginário de muita gente. Pois ainda que o verdadeiro sonho de dar um passeio pelos céus montado em Falkor não seja possível, a criação da brasileira Erika G. Permite ao menos que possamos ter o nosso próprio Falkor em casa.



Trata-se de um Dragão da Sorte de pelúcia, velboa e feltro, que nos ajuda a saciar a nostalgia e lembrar do amor que sentimos pelo personagem. Os Falkors de pelúcia tem 2 metros de cumprimento aproximadamente, e custam 390 reais.

Fonte: https://www.hypeness.com.br/2016/12/brasileira-produz-e-vende-falkors-de-pelucia-o-amado-cao-dragao-de-historia-sem-fim/?utm_source=facebook&utm_medium=hypeness_fb&fbclid=IwAR1Y1cj_y7_vfqlalCklblOQizF7kfFb7ZvfWhMrlZMEt7GWXhpFAenoNbo

Dança com a Rainha, tombo e confusão com cachorros: Brasileira que trabalhou para a Família Real revela curiosidades, gafes e bastidores da experiência

Quando o assunto é a família real britânica, a gente sabe que tudo é pensado nos mínimos detalhes, certo? Festas, casamentos… os eventos são sempre impecáveis. Mas você já pensou no trabalhão que isso deve dar? A paulista Danielle dos Santos Cabral não só pensou como viveu essa realidade. Ela trabalhou para a família por alguns anos e tem muita história para contar, como a vez que dançou com a Rainha Elizabeth II e o dia em que tirou uma selfie com Barack Obama.

Danielle trabalhava como caixa de supermercado em Londres quando foi chamada para trabalhar no Palácio de Buckingham como parte da equipe de limpeza terceirizada, diz ela à RFI. Poucos dias depois, se candidatou para uma vaga na equipe que serve refeições aos funcionários do local. Foram nove entrevistas e oito meses até que recebesse um sim, já que há um longo processo de varredura pelos 10 últimos anos da vida de quem quer trabalhar para a família real.

Segundo ela, sua aprovação demorou também porque muita gente não acreditava que era mesmo o Palácio ligando para confirmar as referências anteriores de Danielle no Brasil. Imagina atender o telefone e ouvir que a família real está do outro lado da linha? Parece trote mesmo kkk.

Como funcionária do restaurante, a brasileira teve de aprender como colocar a mesa com talheres de prata e copos de cristal e deveria se certificar de que tudo estava perfeito, da disposição dos pratos ao tamanho exato das bolinhas de manteiga. Porém nem tudo era ralação. Danielle acompanhava a rainha para outros lares da família real, como o Castelo de Windsor e a casa de campo em Sandringham, onde Betinha e cia. passam o Natal.

Foi no Castelo de Balmoral (“aquele lugar é mágico, e era a viagem mais longa que a gente fazia com ela”) que Danielle viveu um momento inesquecível. É lá que a rainha realiza dois bailes anualmente, e os funcionários podem participar da festa. “Tem todo um protocolo para ir para esse baile. A gente tinha que estar com os ombros e os joelhos cobertos. Aprendemos também a dançar uma dança escocesa”.

Fonte: https://hugogloss.uol.com.br/famosos/danca-com-a-rainha-tombo-e-confusao-com-cachorros-brasileira-que-trabalhou-para-a-familia-real-revela-curiosidades-gafes-e-bastidores-da-experiencia