ACESA Capuava faz vakinha para levar crianças ao Zoo de Americana

Quer transformar um dia comum em uma memória para a vida toda? Imagine o brilho nos olhos de uma criança ao ver, pela primeira vez, um tigre, jacaré ou um macaco bem de pertinho.

Agora imagine esse momento sendo vivido por crianças com deficiência e que talvez nunca tenham tido a oportunidade de fazer um simples passeio. Esse é o sonho que a ACESA Capuava quer realizar no dia 29 de setembro, com uma excursão especial ao Zoológico de Americana.

A entidade, que atualmente atende 183 pessoas com deficiência, em sua maioria crianças autistas, está organizando essa saída com um objetivo muito maior do que apenas um passeio: estimular a integração social, promover a autonomia e ampliar o conhecimento das crianças por meio da vivência fora do ambiente institucional.

Cada criança será acompanhada por um familiar e pela equipe técnica especializada da ACESA, garantindo segurança, acolhimento e muito aprendizado ao longo do dia. E para que esse sonho vire realidade, está no ar uma vakinha solidária, com o objetivo de arrecadar recursos para locação de ônibus e kits de alimentação para todos os participantes.

“Com a sua doação, você oferecerá muito mais do que transporte e comida. Oferecerá pertencimento, inclusão, dignidade e um dia que ficará marcado para sempre na vida dessas crianças”, afirma Fernanda Teixeira, presidente da ACESA Capuava. “Vamos juntos mostrar que a empatia e a solidariedade são capazes de mudar histórias”, finaliza.

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/acesa-vai-ao-zoo?utm_campaign=share_show_link&utm_content=4&utm_medium=website&utm_source=social-shares

Sobre a ACESA Capuava A ACESA CAPUAVA é uma entidade filantrópica de Valinhos-SP que atende pessoas com transtorno do espectro autista; deficiência intelectual; deficiência múltipla e surdez. Fundada em 2002, atua junto à comunidade carente de toda Região Metropolitana de Campinas e é formada por um grupo de profissionais que se unem com a missão de prestar um serviço de amor incondicional e de cidadania. Todos os seus colaboradores acreditam não ser humano, em suas infinitas possibilidades e em sua capacidade de transformar e transcender toda e qualquer condição de vida.

Morte de jovem após extração do siso acende alerta: especialista da Unicamp reforça importância da avaliação prévia e cuidados no pós-operatório

Cirurgião-dentista destaca que a cirurgia é segura, mas exige atenção clínica, exames prévios e acompanhamento cuidadoso




A recente morte da jovem Isadora Belon Albanese, de 23 anos, após complicações decorrentes da extração dos dentes do siso em Porto Feliz (SP), gerou forte comoção e levantou questionamentos sobre a segurança do procedimento. Segundo informações divulgadas pela imprensa, a jovem teria desenvolvido uma infecção generalizada, um dos riscos raros, mas possíveis, quando não há os devidos cuidados.

Em nota oficial, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) ressaltou que a cirurgia de remoção dos sisos é segura quando realizada por profissional habilitado e com os protocolos clínicos corretos. Ainda assim, o caso reforça a necessidade de atenção desde a avaliação inicial até o pós-operatório.

O cirurgião-dentista  Edinei da Silva, formado pela Unicamp e especialista em reabilitação oral, reforça que, apesar de rotineira, a extração dos sisos não pode ser tratada com banalidade.

“Mesmo sendo um procedimento comum, a extração do siso exige cautela. Avaliação do histórico clínico, exames de imagem, identificação de comorbidades e estrutura adequada para a cirurgia são pontos fundamentais. E o acompanhamento no pós-operatório é indispensável para prevenir complicações”, afirma Edinei.

Segundo ele, casos de infecção generalizada, como o da jovem, podem acontecer quando há falhas no controle bacteriano, tanto na condução clínica quanto na higiene do paciente após a cirurgia.

“A boca é uma área altamente vascularizada e suscetível a contaminações. Se o paciente tem imunidade baixa, doenças autoimunes ou faz uso de certos medicamentos, o risco aumenta. Nessas situações, o uso de antibióticos preventivos e orientações precisas são essenciais”, explica.

O especialista faz questão de alertar que o mesmo cuidado se aplica a qualquer procedimento odontológico invasivo — não apenas à extração dos sisos.

“Seja para retirar outro dente, realizar implantes ou mesmo fazer enxertos ósseos, todo procedimento na cavidade oral exige atenção rigorosa.

Os enxertos ósseos, por exemplo, são fundamentais para repor volume ósseo e garantir a estabilidade do implante, mas se não planejados e acompanhados corretamente podem acarretar infecções e falhas na cicatrização. Por isso, a avaliação clínica detalhada, exames de imagem precisos e o respeito às orientações no pós-operatório são essenciais para o sucesso do tratamento”, destaca Edinei.

O cirurgião-dentista também reforça que nem todos os sisos precisam ser extraídos.

“A indicação deve ser sempre baseada em critérios técnicos. Sisos que estão bem posicionados e não causam problemas podem e devem ser apenas monitorados”, conclui.




Especialistas alertam para riscos de flacidez na pele após uso de canetas emagrecedoras

Com preços mais acessíveis, novos produtos devem ampliar o uso da técnica, exigindo planejamento estético para evitar impactos na face e no corpo



Agosto marca a chegada de novas versões de canetas emagrecedoras ao mercado brasileiro, agora com preços mais acessíveis e promessas de resultados rápidos no processo de perda de peso. A expectativa é de que o uso da técnica se torne ainda mais popular, especialmente entre quem busca emagrecimento acelerado. No entanto, o avanço dessa solução acende um alerta entre especialistas em estética: sem o devido planejamento, os efeitos colaterais podem comprometer a saúde da pele, principalmente na região do rosto, onde a flacidez tende a ser mais perceptível.

A médica especialista em dermatologia estética Vanessa Penteado relata que, nos últimos seis meses, houve um aumento de 40% na procura por tratamentos voltados ao combate à flacidez em seu consultório, em Campinas. “As pessoas alcançam o objetivo inicial, que é a perda de peso rápida, mas acabam esquecendo dos efeitos colaterais, e um deles é a flacidez. Por isso, sempre orientamos que o uso das canetas emagrecedoras seja feito com acompanhamento médico e com planejamento estético individualizado associado”, destaca.

Vanessa explica que, como o processo de emagrecimento com o uso dessas canetas é progressivo e pode resultar em uma perda de peso considerável ao longo de semanas ou meses, as etapas do tratamento estético também precisam ser respeitadas. “É comum que a paciente, ao notar os primeiros sinais de emagrecimento, já queira tratar o rosto imediatamente. Mas, muitas vezes, é necessário respeitar o tempo de emagrecimento, preparar a pele adequadamente e combinar técnicas para garantir segurança e resultado, pois a perda de peso continuará e com ela, o aumento da flacidez.”

Entre os procedimentos mais procurados e indicados estão os que estimulam a produção de colágeno, como radiofrequência, ultrassom microfocado, laser e bioestimuladores. “A tecnologia vem trabalhando cada vez mais a favor da estética. Esses recursos trazem resultados visíveis e, quando bem indicados, promovem um efeito mais natural e duradouro”, afirma. Segundo ela, o investimento em tecnologia tem sido uma das principais apostas em seu consultório para alcançar melhores resultados e tratar a flacidez de forma eficaz.

Vanessa também chama a atenção para os cuidados complementares, que fazem diferença no resultado final. “Uma alimentação equilibrada e rica em proteínas, hidratação adequada com no mínimo dois litros de água por dia e exercícios físicos regulares são fundamentais para manter a saúde da pele durante o emagrecimento. Não existe fórmula mágica. Pensar no tratamento como um todo é o que garante resultados mais duradouros e satisfatórios”, finaliza.



Dicas de livros e filmes: Livro: Vamos comprar um poeta e Filme: A Teia

Dica de livro: Vamos comprar um poeta, Afonso Cruz

Numa sociedade dominada pelo materialismo, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. É nesse cenário, onde cada espaço tem um patrocinador, cada passo é medido com exatidão, e até a troca dos afetos é contabilizada, que uma menina pede ao pai um poeta. Com humor e leveza, Afonso Cruz conduz uma narrativa para fazer pensar sobre o utilitarismo e o papel da arte em um mundo onde tudo precisa ser mensurado.

Fonte: Amazon

Dica de filme: A teia

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Jardins Sustentáveis: A Nova Tendência que Une Beleza, Bem-Estar e Cuidado com o Planeta”

Cresce o interesse por jardins que não só encantam os olhos, mas também regeneram o solo, atraem polinizadores e promovem o equilíbrio ambiental.

Especialistas explicam como tornar seu quintal um oásis ecológico.

• O que é um jardim sustentável?

Um conceito que vai além da estética, focando no uso consciente de recursos, biodiversidade e conexão com o ciclo natural da vida.

• Plantas nativas e solo vivo: os pilares verdes Além de mais adaptadas ao clima local, plantas nativas exigem menos água e cuidados.

E o solo é o coração do jardim — precisa estar vivo e fértil.

• Reaproveitamento criativo e água como tesouro.

De pallets transformados em canteiros a sistemas de irrigação com água da chuva, o reaproveitamento é parte essencial da filosofia.

• Mais do que paisagem: um espaço de cura Jardins terapêuticos, sensoriais e comestíveis estão ganhando espaço nas cidades. E o contato com a terra é, também, autocuidado.

• Como começar o seu jardim sustentável Pequenas ações, como compostar, usar cobertura morta e atrair abelhas, já fazem grande diferença.

“Um jardim sustentável é mais do que um lugar bonito. É uma promessa de futuro.”

1. O que exatamente significa ter um jardim sustentável hoje?

Ter um jardim sustentável significa criar e cuidar de um espaço verde que respeita os ciclos naturais da vida.

É usar práticas que preservam os recursos naturais, como água e solo, estimular a biodiversidade, reduzir impactos ambientais e transformar o jardim em um ecossistema equilibrado e regenerativo.

Isso envolve escolhas conscientes: como usar plantas nativas, reaproveitar resíduos orgânicos, captar água da chuva, evitar produtos químicos e acolher a presença de insetos e polinizadores. É também uma filosofia de vida que une estética, ecologia e bem-estar.

2. Quais são os principais benefícios de adotar práticas ecológicas no paisagismo? Os benefícios são amplos, tanto para o ambiente quanto para as pessoas:

• Ambientais: redução do uso de recursos, recuperação do solo, proteção da fauna, polinização e aumento da biodiversidade.

• Econômicos: menor consumo de água, adubos e defensivos, com mais autonomia e baixo custo a longo prazo.

• Estéticos: paisagens vivas, dinâmicas e integradas ao bioma local, com cores, aromas e texturas naturais.

• Humanos: contato com a natureza melhora a saúde mental, o humor e a sensação de pertencimento ao ambiente.

3. Por que as plantas nativas são consideradas essenciais para a sustentabilidade?

Plantas nativas são adaptadas ao clima, solo e fauna do local, o que faz com que demandem menos água, menos manutenção e nenhum uso de agrotóxicos. Elas alimentam e atraem polinizadores locais, como abelhas, beija-flores e borboletas, que dependem dessas espécies para sobreviver.

Além disso, sua presença ajuda a manter o equilíbrio ecológico, evitando a invasão de espécies exóticas e contribuindo com a resiliência ambiental do jardim. Elas são peças-chave para criar um ecossistema funcional e regenerativo.

4. É possível ter um jardim bonito e sustentável mesmo em pequenos espaços urbanos? Sim, completamente! Mesmo em varandas, quintais pequenos ou até janelas é possível montar minijardins sustentáveis.

O segredo está em:

• Escolher plantas adaptadas ao clima local e ao tamanho do espaço

• Reaproveitar recipientes e substratos

• Fazer compostagem doméstica ou usar húmus de minhoca

• Usar cobertura morta e irrigação inteligente (como gotejamento com garrafas PET)

• Criar microhabitats: hortas em vasos, jardins verticais, plantas que atraem polinizadores Beleza, sustentabilidade e bem-estar podem coexistir em qualquer escala.

5. Quais práticas simples uma pessoa leiga pode adotar em casa agora mesmo?

1. Começar uma compostagem caseira com restos de frutas e legumes

2. Cobrir a terra dos vasos com folhas secas, palha ou casca para reter umidade

3. Escolher plantas nativas ou rústicas, que não exigem regas constantes

4. Reaproveitar água de lavagem de vegetais para regar plantas

5. Evitar fertilizantes químicos, preferindo adubos orgânicos ou biofertilizantes naturais

6. Reutilizar materiais como pallets, latas, garrafas e madeiras como vasos ou cercas

7. Criar um pequeno canteiro de ervas (hortelã, manjericão, alecrim) mesmo em vasos.

Essas ações já reduzem impactos ambientais e iniciam uma nova relação com a natureza.

6. Como o solo vivo contribui para a saúde do jardim?

O solo vivo é um solo fértil, orgânico e cheio de vida — com minhocas, fungos, bactérias e matéria orgânica.

Ele é a base de um jardim saudável porque:

• Fornece nutrientes naturais para as plantas sem precisar de adubos químicos

• Permite que as raízes respirem e se aprofundem, tornando as plantas mais resistentes

• Retém melhor a umidade, reduzindo a necessidade de regas constantes

• Suporta uma rede de vida subterrânea que equilibra o ecossistema

• Decompõe resíduos e transforma folhas e restos vegetais em adubo Cuidar do solo é cuidar de todo o jardim — ele é o “organismo invisível” que sustenta a beleza visível.

Terapia Ortomolecular: Aliada no Reequilíbrio Emocional Pós-Férias

Volta à rotina pode gerar ansiedade e fadiga. Terapia baseada na reposição de nutrientes ajuda a restaurar o equilíbrio emocional, físico e mental.

Com o fim das férias e o retorno às demandas do dia a dia, é comum surgirem sintomas como cansaço excessivo, irritabilidade, falta de foco e desânimo. Diante desse cenário, a terapia ortomolecular vem se destacando como uma alternativa eficaz e integrativa para restaurar o bem-estar, atuando diretamente no equilíbrio bioquímico do organismo.

Diferente de abordagens convencionais, a ortomolecular não apenas trata os sintomas, mas identifica e corrige desequilíbrios internos causados pela carência de nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais, aminoácidos e antioxidantes. A proposta é simples e poderosa: fornecer ao corpo os elementos necessários para que ele volte a funcionar de forma plena e saudável — do metabolismo ao humor.

“O que muitas pessoas chamam de estresse ou esgotamento pode, na verdade, ser reflexo de deficiências nutricionais silenciosas. Quando o organismo está em desequilíbrio, até mesmo as emoções são impactadas. A terapia ortomolecular busca corrigir essas falhas de forma individualizada, trazendo clareza mental, energia, estabilidade emocional e qualidade de vida”, explica a Dra. Vera Lúcia, terapeuta ortomolecular e fundadora da Clínica Vida+ Odontologia Avançada e Estética, em Campinas.

A estratégia ortomolecular é personalizada, baseada em avaliações clínicas e, quando necessário, exames laboratoriais. Cada plano de reposição é elaborado para atender às necessidades reais de cada pessoa, sem excessos ou suplementações genéricas.

Além do impacto emocional positivo, os pacientes costumam relatar benefícios como:

Mais energia e disposição ao longo do dia

Redução da ansiedade e compulsões alimentares

Melhora no sono e na concentração

Regulação do intestino e da função digestiva

Fortalecimento da imunidade e redução de processos inflamatórios

A terapia ortomolecular é segura, natural e pode ser integrada a outros tratamentos médicos e psicológicos, servindo tanto para prevenção quanto como apoio em quadros de ansiedade, depressão leve, desequilíbrios hormonais e fadiga crônica.

Sobre a Dra. Vera Lúcia

Especialista em Terapia Ortomolecular e Estética Integrativa, pós-graduada em Tratamentos Injetáveis e com mais de 15 anos de experiência em saúde e bem-estar. Fundadora da Clínica Vida+, atua com foco na transformação da saúde feminina de dentro para fora, integrando estética, nutrição celular e equilíbrio emocional. Instagram: @vidamais_campinas