A Transformação Pela Raiz: O Caminho para um Sucesso Verdadeiro e Duradouro - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Vivemos em uma sociedade que valoriza resultados rápidos. Há fórmulas para aumentar a produtividade, melhorar relacionamentos, controlar emoções e alcançar sucesso. No entanto, muitas pessoas descobrem que, mesmo após conquistar objetivos importantes, continuam sentindo ansiedade, vazio, insegurança ou a sensação de estarem presas aos mesmos padrões.

Isso acontece porque a verdadeira transformação não ocorre apenas quando mudamos comportamentos. Ela acontece quando tratamos a raiz que sustenta esses comportamentos.

O que significa transformar pela raiz?

Imagine uma árvore com folhas secas. Pintar as folhas de verde pode até melhorar sua aparência por um tempo, mas não resolverá o problema se as raízes estiverem adoecidas.

Com o ser humano acontece o mesmo.

A procrastinação, a ansiedade, a irritabilidade, os conflitos nos relacionamentos, o medo de fracassar, a necessidade de agradar ou a baixa autoestima são, muitas vezes, apenas sintomas de questões emocionais mais profundas.

Quando tratamos apenas os sintomas, o sofrimento tende a retornar. Quando cuidamos da raiz, a mudança se torna consistente.

A raiz do sofrimento emocional

Ao longo da vida, cada pessoa constrói crenças sobre si mesma, sobre os outros e sobre o mundo.

Experiências de rejeição, abandono, críticas constantes, traumas, excesso de cobranças ou falta de afeto podem formar padrões emocionais que permanecem ativos por muitos anos.

Esses padrões influenciam decisões, relacionamentos, desempenho profissional e até a saúde física, muitas vezes de forma inconsciente.

É por isso que tantas pessoas repetem os mesmos ciclos, mesmo desejando profundamente uma vida diferente.

A ciência confirma essa transformação

Hoje sabemos, por meio dos estudos sobre neuroplasticidade, que o cérebro é capaz de criar novas conexões ao longo da vida.

Quando a psicoterapia promove novas formas de compreender emoções, elaborar experiências e desenvolver respostas mais saudáveis, o cérebro também reorganiza seus circuitos.

Ou seja, mudar a raiz emocional não é apenas uma experiência subjetiva. É um processo que também produz mudanças reais no funcionamento cerebral.

O sucesso começa de dentro para fora

Muitas pessoas acreditam que terão paz quando alcançarem sucesso.

Na prática, o caminho costuma ser o contrário.

Quando existe equilíbrio emocional, torna-se mais fácil tomar decisões, lidar com desafios, construir relacionamentos saudáveis, liderar equipes, educar os filhos e aproveitar as oportunidades da vida.

O sucesso sustentável nasce de uma estrutura emocional fortalecida.

Não basta controlar as emoções. É preciso compreendê-las.

Controlar emoções pode aliviar o sofrimento temporariamente.

Transformar pela raiz significa entender por que determinada emoção aparece, qual necessidade ela revela e quais experiências contribuíram para sua formação.

Somente assim é possível interromper ciclos repetitivos e construir uma nova forma de viver.

A verdadeira liberdade emocional

Liberdade emocional não significa nunca sentir medo, tristeza ou ansiedade.

Significa não ser governado por essas emoções.

É desenvolver maturidade emocional para responder às situações com consciência, em vez de apenas reagir aos gatilhos do passado.

Esse é o processo que permite uma transformação sólida, profunda e duradoura.

Conclusão

A mudança verdadeira não acontece quando apenas aprendemos novas estratégias. Ela acontece quando cuidamos daquilo que está escondido sob a superfície.

Assim como uma árvore cresce forte quando suas raízes são saudáveis, pessoas que transformam sua estrutura emocional desenvolvem mais equilíbrio, clareza, segurança e capacidade para viver relacionamentos mais saudáveis e alcançar sucesso em todas as áreas da vida.

A transformação pela raiz não oferece soluções imediatas. Ela oferece algo muito mais valioso: uma mudança que permanece.

Elisa Maria Pereira

Coluna Psicologia

Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psi.elisape


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Invite (título no Brasil: “O Convite”)

The Invite (título no Brasil: “O Convite”)

Fracos lançamentos desta semana, me fizeram escolher um filme “qualquer” para ver, mesmo sem ter muita informação a respeito. Tinha lido sobre este filme, bem por cima, falando bem. E a nota no IMDb era boa. Então, lá fui conferir.

Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde) atravessam um período conturbado no seu longo casamento. Um dia, para quebrar a rotina, ela decide convidar Hawk (Edward Norton) e Piña (Penélope Cruz), o casal que recentemente se mudou para o andar de cima, para um jantar a quatro.

O que começa como um encontro descontraído entre vizinhos, rapidamente se transforma em algo bastante desconfortável, uma vez que observar de perto a química entre os convidados realça as fragilidades do seu próprio relacionamento. Com o avançar da noite, a conversa envereda para temas mais íntimos, aumentando cada vez mais o constrangimento.

O filme parece bastante teatral (que poderia tranquilamente ser uma peça de teatro), pois se passa dentro de um apartamento, com apenas 4 pessoas. Apesar de soar “monótono”, é bastante dinâmico, até. Tem hora que o personagem ‘Joe’ cansa um pouco, mas o filme é bem curto, e tem uma vibe divertida. Edward Norton está muito bem (!). Quando for pro streaming, vale ver.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Brancura de Jon Fosse. e Filme: A sombra do meu pai

Dica de livro: Brancura, Jon Fosse

Neste breve romance em que a atmosfera onírica se mescla à transcendência, um homem começa a dirigir sem rumo e, desconhecendo as próprias motivações, conduz seu carro até uma floresta. Logo escurece e começa a nevar. Obedecendo à lógica trágica e misteriosa que opera nos pesadelos ― ou no encontro inescapável com o destino ―, em vez de procurar ajuda, ele decide se aventurar, pela mata escura, onde se depara com um ser de brancura reluzente.

Como a voz que o protagonista escuta em sua errância, tudo nesta breve narrativa é ao mesmo tempo estranho e excessivamente familiar. Num jogo de claro e escuro, concreto e sublime, Jon Fosse tensiona a escrita num fluxo de consciência que escala rapidamente para uma voltagem inesperada, tragando o leitor e fazendo-o experimentar fisicamente a radicalidade de seu projeto literário.

Considerado um dos maiores escritores europeus da atualidade, frequentemente comparado a grandes nomes do século 20, como Beckett, Ibsen, Bernhard, Fosse é dono de uma vasta obra que se debruça sobre questões existenciais, explorando as temáticas da morte, do amor, da fé e do desespero.

Sua escrita é construída de modo a replicar o ritmo e a repetição de uma oração, e a precisão obsessiva de seu trabalho fez com que ele ultrapassasse os limites do estilo para forjar algo próximo de uma nova forma literária, na qual a relação com a metafísica vai além do conteúdo, inscrevendo-se também na forma. Por isso, a experiência de ler seus livros é comparável à da meditação.

A singularidade da voz de Fosse também se deve ao fato de que ele é um dos poucos autores a escrever em neonorueguês, ou nynorsk ― variante minoritária da língua, que seria uma compilação de dialetos falados sobretudo na costa da Noruega. Brancura é a primeira obra de Jon Fosse após Septologia, o monumental romance que o consagrou como um clássico contemporâneo e lhe rendeu um lugar no panteão literário ao lado de seus mestres Faulkner, Woolf e Kafka. Meticulosamente traduzido por Leonardo Pinto Silva, que soube preservar o lirismo e a oralidade do idioma original, esta breve narrativa é uma excelente porta de entrada para a literatura do maior autor norueguês vivo e uma experiência literária única.

Fonte: Amazon

Dica de filme: A sombra do meu pai

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Nova NR-1: como transformar obrigação legal em redução de custos e aumento de produtividade - Coluna Geobiologia por Thais Ayres

Para muitas empresas, a atualização da NR-1 (26/05/2026) pode ser vista inicialmente apenas como mais uma exigência regulatória. No entanto, a inclusão dos riscos psicossociais no gerenciamento ocupacional evidencia que fatores relacionados ao ambiente de trabalho têm impacto direto sobre afastamentos, produtividade, absenteísmo e custos operacionais.

Nesse cenário, a geobiologia pode atuar como uma ferramenta complementar na avaliação das condições ambientais da empresa. O trabalho geobiológico consiste em analisar fatores físicos e ambientais que podem influenciar o bem-estar e o desempenho dos colaboradores, como a incidência de campos eletromagnéticos, interferências elétricas, condições geofísicas do local, distribuição dos ambientes de trabalho e outros fatores ambientais associados ao conforto e à permanência prolongada das pessoas em determinados espaços.

A efetividade das ações voltadas ao bem-estar corporativo aumenta significativamente quando há integração entre o profissional responsável pela NR-1 e o geobiologista. Segundo Ivania Konno, psicanalista e especialista em saúde mental nas organizações, enquanto o profissional responsável pela NR-1 atua na avaliação e gestão dos riscos previstos na legislação, o geobiologista contribui com a análise dos fatores ambientais e das condições do espaço físico que podem influenciar o conforto, a disposição, a concentração e a qualidade de vida dos colaboradores. Essa atuação multidisciplinar permite que a empresa tenha uma visão mais completa do ambiente de trabalho, transformando o cumprimento legal em uma verdadeira estratégia de promoção da saúde e aumento da produtividade.

Em uma empresa atendida, a gestora relatava uma situação curiosa: a secretária passava boa parte do expediente longe de sua mesa. Sempre encontrava um motivo para trabalhar em outro local, demonstrando pouca disposição para permanecer em seu posto de trabalho. A avaliação geobiológica identificou fatores ambientais que poderiam estar contribuindo para esse desconforto. Após as adequações recomendadas, a colaboradora passou a permanecer naturalmente em sua estação de trabalho. Segundo a empresa, ela demonstrou mais disposição, maior capacidade de concentração e um desempenho significativamente melhor nas atividades diárias.

A nova NR-1 amplia a responsabilidade das empresas sobre o bem-estar dos trabalhadores. Diante desse novo cenário, avaliar todos os fatores que podem influenciar a saúde ocupacional deixa de ser apenas uma questão de conformidade e passa a ser uma estratégia inteligente de gestão, prevenção e competitividade.

Thais Ayres

Coluna Geobiologia

Formada em Arquitetura, mas me dediquei maisao Paisagismo e Hortas Naturais. Especialista em Medicina do Habitat voltada à Geobiologia, Radiestesia Terapêutica e em Decoração do Bem-Estar. Avalia, e faz intervenções necessárias em ambientes residenciais e empresariais, além de terrenos. Contato: @thais.ayres_geodecor e Whatsapp: (11) 99635-096






Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Pressure (título no Brasil: “Pressão”)

Pressure (título no Brasil: “Pressão”)

Sendo repetitivo, gosto muito dos filmes sobre a Segunda Guerra. Vi uma entrevista com o Brendan Fraser, falando sobre o filme, e fiquei muito curioso! E, ao ver que estava muito bem avaliado no IMDb, fiquei ainda mais interessado.

Nos três dias anteriores ao desembarque dos aliados na Normandia, fundamental para a derrota das forças nazistas, houve uma previsão que, caso tivesse falhado, teria alterado o rumo da Segunda Guerra Mundial.

Responsável pela avaliação meteorológica, um fator determinante para o sucesso da operação, o capitão James Martin Stagg, considerado o melhor meteorologista do Reino Unido, se deparou com o aproximar de duas grandes tempestades para o dia 5 de Junho de 1944, a data previamente marcada.

Quando, depois de avaliar relatórios contraditórios e fazer cálculos minuciosos, Stagg previu uma breve janela temporal com uma melhoria no tempo, o general Dwight D. Eisenhower (Brendan Fraser), Comandante Supremo das Forças Aliadas, tomou a arriscada decisão de avançar para o dia seguinte.

Durante essas longas horas de incerteza, a maior invasão anfíbia da História (que conjugava 156 mil soldados, sete mil navios de guerra, 50 mil veículos militares e 11 mil aviões), assim como o futuro de muitos milhões de pessoas, ficou em suspenso.

Um bom filme, com um enredo fácil se acompanhar, sem grandes enrolações, e atuações excelentes! Pra quem gosta do tema, um ótimo divertimento, e ótimo para saber mais sobre esta história real.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.




Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Nostalgias, Mircea Cartarescu e Filme: Dinheiro suspeito, Netflix

Dica de livro: Nostalgias, Mircea Cartarescu

Romance inebriante em cinco partes independentes, de um dos principais escritores europeus da atualidade. Mircea Cărtărescu é cogitado como possível primeiro Nobel de Literatura em língua romena, e frequentemente associado a autores como Franz Kafka e Julio Cortázar.

A memória aqui é a chave para a compreensão da existência e, mesmo quando fantasiosa, fundamental para a percepção da realidade. Memória caleidoscópica que alcança períodos de formação e se funde com a imaginação indomada, os desejos desconhecidos e as transformações inesperadas da infância e da adolescência.

Memória reconstruída por uma linguagem sinuosa e sedutora, repleta de descrições sensoriais, imersa na atmosfera cálida e fantástica dos sonhos perturbadores.

Dica de filme: Dinheiro suspeito, Netflix

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Você está vivendo pelas suas escolhas ou pelas expectativas dos outros? Coluna Bem-estar por Renata Travaglini Gonçalves

Em algum momento da vida, muitos de nós começamos a tomar decisões guiados mais pelo que esperam de nós do que pelo que realmente sentimos. Escolhemos caminhos para corresponder a padrões, atender expectativas ou buscar aprovação. E, sem perceber, vamos nos afastando daquilo que faz sentido para a nossa essência.

Vivemos em uma época de muitas referências externas. As redes sociais mostram constantemente como deveríamos ser, viver, trabalhar, nos relacionar e até cuidar da saúde. Com tantas vozes ao redor, torna-se cada vez mais difícil escutar a própria.

Esse distanciamento nem sempre é percebido de imediato. Ele costuma aparecer na forma de insatisfação, falta de propósito, sensação de vazio ou na impressão de que estamos vivendo uma vida que não nos representa por completo. Por fora, tudo pode parecer certo. Por dentro, algo pede atenção.

O autoconhecimento é um caminho de retorno. Um convite para observar crenças, identificar condicionamentos e compreender o que realmente faz sentido para cada pessoa. Não se trata de abandonar responsabilidades ou ignorar o mundo ao redor, mas de construir uma vida mais alinhada com seus valores, necessidades e verdade.

Em meio a tantas influências externas, talvez uma das perguntas mais importantes seja: as escolhas que você faz hoje refletem quem você é ou apenas quem esperam que você seja? A resposta pode revelar muito sobre o caminho que está construindo para si mesmo.

Renata Travaglini Gonçalves

Coluna Bem-estar

Médica veterinária formada pela USP/SP e terapeuta holística, com atuação voltada ao bem-estar integral e à reconexão do ser humano consigo mesmo. É idealizadora e sócia proprietária do TAO Espaço Holístico & Café, um espaço que integra saúde, consciência e experiências que convidam a sair do automático e cultivar presença, equilíbrio e qualidade de vida. 

Seu trabalho parte do entendimento de que corpo, mente, emoções e energia são dimensões inseparáveis, que se expressam na forma como vivemos, nos relacionamos e buscamos equilíbrio — incluindo um olhar sistêmico que abrange também os animais e as dinâmicas da família multiespécie como parte desse mesmo campo de inter-relações.

Instagram: @renata.travaglini

Telefone: 11 98154-6401


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Disclosure Day (título no Brasil: “Dia D”)

Disclosure Day (título no Brasil: “Dia D”)

Quando vi o trailer e os comentários sobre este novo filme do Spielberg, não tinha outra opção se não “obrigatoriamente” assisti-lo, mesmo não tendo achado o trailer assim tão atrativo. Como demorei para conseguir ir ao cinema, li muitos comentários negativos a respeito, e fiquei realmente com um pé atrás.

Um especialista em tecnologia rouba arquivos ultrassecretos que comprovam a existência de vida extraterrestre e de uma tecnologia desconhecida, desencadeando uma fuga desesperada. Paralelamente, uma apresentadora de meteorologia local (Emily Blunt) passa a manifestar estranhos poderes mentais após um evento inexplicável, e é forçada por uma força misteriosa a transmitir mensagens numa língua alienígena em plena emissão ao vivo.

Achei o filme “ok”. Talvez eu tivesse esperando algo muito diferente, mais surpreendente do que realmente é, então não cheguei a ficar ‘emocionado’. É um bom filme, claro! Mas, de novo, eu esperava outra coisa, ou um algo a mais. Confesso que algumas cenas estavam fracas (perseguições policiais), mas é um filme muito curioso e um tema bastante interessante. Vale assistir, mas não espere muito.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.