53 Happy Meeting no Kilimanjaro sempre um sucesso!
53 Happy Meeting no Kilimanjaro sempre um sucesso!

Dica de livro: Diáspora não é lar, Nina Rizzi
Diáspora não é lar é corte latejante. Quando o li, de uma só vez, senti a força das palavras que atravessam gerações, campos e continentes, palavras do passado e ainda do presente, que fizeram e fazem sentido. O novo lar, que deveria ser passagem e se tornou permanente, é e não é. Mas o dia a dia torna lar o lugar, não lugar, dessa passagem que se tornou o que nos constitui hoje, aqui e agora.
Neste livro, nina rizzi se propõe a “recuperar e ressignificar linguagens, mas também criar linguagens”, numa diáspora em que a língua falada é nova e não é. É a “linguagem do opressor, e mesmo assim preciso dela para falar”.
Na construção poética da autora, a poema se manifesta sobretudo no pretuguês, que está “no centro, não nas periferias ou à margem”. E, em meio aos versos que rememoram episódios de racismo sofridos na infância, juventude e vida adulta, nina aborda o amar-se como forma de resistência, ante uma sociedade que não tem “problemas com gente preta”, mas prefere que “não as há”. Obrigada por nos confiar essa preciosidade para publicação.
Mariana Warth
Fonte: Amazon
Dica de filme: 56 dias
Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com
Mais um Talks de sucesso
7 Happy Meeting Talks no TAO espaço holístico, tivemos palestrantes de peso
Gráfica ByCyber
Dedetização Ártica com demonstração de escorpião vivo
Estética Mari Mingheti
Dra Luciana Radomile ginecologista e Adriana Monteiro psicanalista
Prave Hub com Pri Valim, Sté e Mari Sances fanado de rede social
Kzulo viagens
Mary Arruda Previdências
Cynthia Colbano e Priscila Lelli paisagismo e arquitetura
Dica de livro: O livro de Aisha de Sylvia Aguilar Zeleny
Patrícia, a irmã aventureira que vai morar na Europa decidida a desbravar o mundo, um dia volta para casa, no México, transformada em Aisha, uma mulher casada, convertida ao islamismo, temente ao marido rígido e disposta a apagar completamente o seu passado. Este é o ponto de partida deste livro de Aisha, que é também o livro de Patrícia, ou ainda o livro de Sylvia ― que, dedicada a entender a mudança da irmã, acaba mergulhada em si mesma. Uma investigação profundamente pessoal sobre a ausência, a transformação da memória e a perplexidade diante de lacunas que parecem incompletáveis.
Fonte: Amazon
Dica de filme: Águas profundas
Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com
Backrooms (título no Brasil: “Backrooms: Um Não-Lugar”)
Este é um filme que eu não tinha ouvido absolutamente nada a respeito (mesmo sendo meio famoso na internet) e só o ‘conheci’ quando vi o trailer. Fiquei muito curioso e com muita vontade de assistir, mesmo achando que seria um filme que eu não iria entender muito bem rs
Partindo do universo das "creepypastas" — histórias curtas de terror que circulam e se propagam pela internet — e de uma lenda urbana surgida em 2019, o filme explora as backrooms, uma suposta dimensão paralela onde algumas pessoas acabam inexplicavelmente aprisionadas.
Num labirinto de salas vazias e corredores monocromáticos iluminados por luzes fluorescentes, a realidade se transforma lentamente num ambiente claustrofóbico dominado por ruídos perturbadores e presenças estranhas. Enquanto tentam escapar, os que ali se encontram são forçados a enfrentar uma ameaça cada vez mais opressiva.
Nem sei o que dizer rs. Realmente é um filme maluco mas dá pra tentar sugerir umas compreensões (não vou falar nada para não dar spoiler). Gostei do visual dele, da atmosfera. Se passa nos anos 1990 e algumas várias cenas feitas com “câmeras caseiras”. Me fez lembrar de Blair Witch Project (mas o enredo não tem nada a ver). Achei interessante, apesar de confuso rs
Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.
Dia dos Namorados: quando o amor encontra a realidade
Por Elisa Pereira
Por trás das flores, dos jantares românticos e das declarações nas redes sociais, o Dia dos Namorados também desperta algo mais silencioso: expectativas emocionais. Como psicóloga, percebo que essa data costuma tocar não apenas o amor, mas também inseguranças, carências, memórias afetivas e a forma como cada pessoa aprendeu a se relacionar.
Vivemos em uma época em que os relacionamentos são constantemente comparados. Casais felizes aparecem em fotos perfeitas, viagens impecáveis e textos emocionantes. Mas, na prática, nenhuma relação é feita apenas de momentos bonitos. Amar alguém exige convivência com diferenças, frustrações e limites reais. O amor saudável não é aquele que nunca enfrenta conflitos, mas aquele que consegue atravessá-los sem perder o respeito.
Muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que o problema do relacionamento está apenas no outro. Porém, em muitos casos, a dificuldade está em padrões emocionais antigos que continuam sendo repetidos. Quem cresceu precisando agradar para receber afeto pode se tornar alguém que vive anulando as próprias necessidades. Quem aprendeu que amor vem acompanhado de instabilidade pode sentir desconforto diante de relações tranquilas. O passado emocional frequentemente conversa com o presente afetivo.
O Dia dos Namorados também pode ser difícil para quem está solteiro. Em uma sociedade que ainda associa felicidade à ideia de estar acompanhado, muitas pessoas acabam sentindo inadequação por não estarem em um relacionamento. Mas existe uma diferença importante entre estar sozinho e sentir-se só. A solitude é a capacidade de estar bem consigo mesmo, enquanto a solidão aparece quando existe desconexão emocional, mesmo cercado de pessoas.
Relacionamentos saudáveis começam antes do encontro com o outro. Eles nascem na maneira como cada pessoa se enxerga, se valoriza e se posiciona emocionalmente. É difícil construir vínculos seguros quando existe medo constante de abandono, necessidade excessiva de aprovação ou dificuldade em estabelecer limites.
Amar não deveria significar perder a própria identidade para caber na vida de alguém. Relações maduras não são construídas apenas com intensidade, mas principalmente com presença, diálogo e reciprocidade. Pequenos gestos cotidianos costumam sustentar mais um relacionamento do que grandes promessas feitas em datas especiais.
Talvez o Dia dos Namorados possa ser menos sobre idealizações e mais sobre verdade emocional. Sobre olhar para os próprios vínculos com mais consciência. Sobre entender que o amor não precisa ser perfeito para ser saudável.
E, principalmente, sobre lembrar que relações afetivas não são lugares para provar valor pessoal, mas espaços onde duas pessoas podem crescer sem deixar de ser quem são.
Elisa Pereira
CRP 06/45961-4
@psi.elisape
Psicóloga com experiência de 25 anos em clínica,
Mentora de Casais
Palestrante
Contato: 19981281661
Ídolo do futebol brasileiro empresta seu nome à campanha da LBV, que prevê mais de 3,7 milhões de atendimentos a crianças e famílias vulneráveis
Fazer do Brasil campeão é o que desejam os brasileiros. Por isso, mais uma vez, a Legião da Boa Vontade (LBV) também entra em campo com seu time solidário para disputar uma partida muito importante: garantir oportunidades, proteção e esperança a quem mais precisa.
Com esse propósito, a LBV lança a campanha “Fiz um gol pela infância brasileira!”, realizada tradicionalmente durante as edições da Copa do Mundo da Fifa. A iniciativa tem como objetivo mobilizar doações para a manutenção dos serviços e programas socioeducacionais promovidos pela Instituição em todo o país.
As ações desenvolvidas pela LBV oferecem proteção social, educação, cultura, alimentação, saúde e capacitação profissional, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de milhares de crianças, adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social.
Para torcer pelo Brasil uniformizado.
Com o uniforme do time Solidário, você pode torcer junto com a LBV pelo Brasil. Escolha seu modelo de camiseta — disponíveis nas cores azul, verde ou amarelo. Adquira pelo Clube Cultura de Paz (https://www.clubeculturadepaz.com.br/torcida-solidaria-2026)
A nossa torcida é pelo seu SIM!
A campanha conta com o apoio do eterno craque Zico, padrinho da iniciativa, que se une à LBV para convocar a população a fazer também um gol pela infância brasileira.
Com a ajuda solidária do povo brasileiro, a Instituição prevê realizar, até agosto, mais de 3,7 milhões de atendimentos em suas unidades e serviços espalhados pelo Brasil.
Vamos torcer pelo Brasil e ajudar o nosso país a vencer essa partida fora dos gramados. Faça a sua doação pelo site www.lbv.org.br ou via Pix pela chave: pix@lbv.org.br.
Acompanhe as ações da LBV pelo perfil @LBVBrasil no Instagram e no Facebook.
Le Assaggiatrici (título no Brasil: “As Provadoras de Hitler”)
Apesar de sempre ter sido muito ruim em história, na escola, e ter pouca memória para o assunto, ainda assim sempre me interessei pelo tema “II Guerra” e todo filme ou documentário sobre o assunto, fico muito a fim de assistir. E este foi mais um caso.
Tendo por base o romance homônimo de Rosella Postorino, que se inspira no testemunho de Margot Wölk (1917-2014), este drama histórico acompanha Rosa, uma jovem alemã que, no outono de 1943, foge de Berlim devastada pelos bombardeamentos para se refugiar junto dos sogros. Mas essa pequena aldeia, aparentemente tranquila, fica muito próxima da "Wolfsschanze" (Toca do Lobo), um dos quartéis-generais de Hitler.
Pouco depois da chegada, Rosa é recrutada pelas SS para integrar um grupo de mulheres que têm como função provar todas as refeições destinadas ao Führer. Entre o risco permanente de envenenamento, a desconfiança e a violência da guerra, nasce entre elas uma forte relação de solidariedade e resistência.
Filme muito interessante. Não mostra quase nada além da vida da personagem principal e de suas companheiras de “trabalho”. Da guerra, só se tem informações que elas recebem ou poucos momentos ouvem-se barulhos próximos, o que nos leva a ficar com as mesmas noções sobre o que acontece naquele local, como elas. Quem gosta do tema, com ressalvas por não ser um filme de muita ação, deve gostar também.
Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.