Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: O livro do desassossego, Fernando Pessoa e Filme: Argentina, 1985

Dica de livro: O livro do desassossego, Fernando Pessoa


Os fragmentos que compõem esta complexa obra representam a inquietude, os sentimentos, as dúvidas e o amplo conhecimento de mundo daquele que segurava a caneta para escrever tão profundas palavras e ao fim assinar sob o semi-heterônimo de Bernardo Soares. Escrita em forma de diário, Livro do desassossego é a obra de Fernando Pessoa que mais se assemelha a um romance, revelando os mais íntimos pensamentos e impressões do autor.


Dica filme: Argentina, 1985

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Verity

Verity

A Anne Hathaway faz muitos filmes, e normalmente, eu sempre acho que são boas escolhas dela. Todos os que já vi com ela, me agradaram. Este me pareceu ser mais um dos bons, apesar de eu ter tirado algumas conclusões prévias de como seria o final do filme, e na minha cabeça, seria um grande clichê.

A atravessar uma fase particularmente complicada da sua carreira como escritora, Lowen Ashleigh (Dakota Johnson) recebe uma proposta inesperada: concluir, enquanto escritora-fantasma, os livros de uma série de sucesso de Verity Crawford (Anne Hathaway), que ficou incapacitada na sequência de um acidente.

Contratada por Jeremy (Josh Hartnett), marido de Verity, Lowen se instala temporariamente na casa do casal para conhecer a fundo a obra e o processo criativo da autora. Lá, encontra um manuscrito autobiográfico que parece revelar pormenores perturbadores sobre o passado e sobre as verdadeiras circunstâncias do acidente que a incapacitou.

Sim, eu estava errado quanto ao final do filme (na minha cabeça risos). Achei o filme bem atuado e ambientado, apesar de alguns momentos óbvios e outro ponto que não teve explicação (desculpe, mas não posso comentar o que, pois entregaria o final do filme), mas apesar de tudo, é um bom filme! Recomendo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Jane Eyre, Charlote Brontë e Filme: Natal amargo

Dica de livro: Jane Eyre, Charlote Brontë



Jane Eyre, romance de estreia da consagrada e renomada escritora inglesa Charlotte Brontë, narra a história de vida da heroína homônima. Quebrando paradigmas e criticando a realidade vitoriana da época, Jane Eyre desafia o destino imposto às mulheres e as posições sociais que elas deveriam ocupar. Recheado de características góticas, o romance possui personagens inesquecíveis e transformadores, como a figura do misterioso Rochester, patrão de Jane e peça vital da narrativa.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Natal amargo


Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Digger

Digger

Quando assisti ao trailer, e já havia ouvido falar deste filme, fiquei realmente muito curioso e ansioso em assisti-lo. Imaginava ser algo muito bom e curioso (pelo perfil da personagem principal).

Com um Tom Cruise transfigurado a dar vida a Digger Rockwell, um bilionário autocentrado e pouco escrupuloso, o realizador mexicano Alejandro G. Iñárritu constrói uma sátira sobre o poder e a ambição desmedida.

Quando uma operação de perfuração de petróleo das empresas de Rockwell na Groenlândia provoca o desprendimento de uma enorme massa de gelo, dando origem a um desastre ambiental sem precedentes, o magnata se vê obrigado a enfrentar as consequências da tragédia. Mas, por detrás do aparente empenho em controlar os danos, está sobretudo a vontade de transformar a crise numa oportunidade para se afirmar aos olhos do mundo como o grande salvador da humanidade.

Fiquei decepcionado! O filme é bastante cansativo! Diálogos longos e umas situações desinteressantes. Até quase o final, realmente estava achando muito ruim. Depois, as coisas são melhores explicadas (não vou aqui dar spoiler), dá um sentido ao filme e ameniza, mas ainda assim, não é um filme que eu assistiria novamente, não.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Caro Michele, Natália Ginsburg e Filme: Odisseia

Dica de livro: Caro Michele, Natália Ginsburg

Apesar de ocupar o título do livro, Michele quase não aparece neste romance. O leitor conhece a vida do personagem através das cartas que recebe, principalmente de sua mãe, Adriana, da irmã, Angelica, e de amigos.
Ambientado em Roma no início dos anos 1970 ― entre uma tentativa de golpe de Estado e a vitória dos fascistas ―, este livro faz com que a violência política se espalhe sorrateiramente pelo que se narra como um gás que sufoca e cega. A clareza reticente da escrita de Natalia Ginzburg, sua maneira implícita de contar uma história, encontra seu auge nesta obra magnética.

 “A voz de Natalia Ginzburg chega a nós com absoluta clareza em meio aos véus do tempo e da linguagem.” ― Rachel Cusk

 “Estou completamente encantada com o estilo de Ginzburg ― sua franqueza misteriosa, sua capacidade de revelar as coisas sem nunca ser artificial ou fria, mas sempre necessária, honesta, cristalina.” ― Maggie Nelson

 “As cartas que compõem este romance ― charmosas, hesitantes, sufocantes, fúteis, desagradáveis ― são o material rico e maravilhoso das esperanças e aflições de uma família, seu convívio cheio de vida, suas contradições e segredos.” ― The Paris Review

Fonte: Amazon

Dica de filme: Odisseia

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Amarga Navidad (título no Brasil: “Natal Amargo”)

Amarga Navidad (título no Brasil: “Natal Amargo”)

Não sou do tipo “fã do Almodóvar”, mas sempre que estreia algum filme dele, sempre assisto. Alguns poucos eu gosto bastante. Talvez ele não faça muito o gênero de filmes que eu gosto mais, mas é indiscutível a sua maestria e genialidade.

Depois de perder a mãe durante o período natalício, em 2004, Elsa se refugia no trabalho como publicitária, para evitar o luto e anestesiar a dor. Esse excesso de trabalho dá origem a um colapso nervoso que a obriga a parar. É assim que, enquanto o namorado permanece em Madrid, ela vai de viagem com uma amiga até Lanzarote, nas Ilhas Canárias, onde encontra no sofrimento alheio material de inspiração para os seus próprios projetos criativos.

Em paralelo, em 2025, Raúl, um realizador e argumentista em crise criativa, está em busca de inspiração para um filme. A história que começa a lhe surgir na cabeça se cruza, de forma inesperada, com a de Elsa, o fazendo questionar os tênues limites entre a realidade e a ficção.

Este é um dos filmes que eu achei ok, e nada de mais. E certamente, daqueles que, daqui a um tempo, não devo me lembrar mais da trama. Raúl é explicitamente um alter-ego de Pedro. Pra quem é fã, é um prato cheio.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Mulherzinhas, Louisa May Alcott e Filme: O quarto ao lado, Netflix

Dica de filme: Mulherzinhas, Louisa May Alcott.

Há pouco mais de 150 anos, a escritora Louisa May Alcott recebeu a tarefa de escrever um relato voltado para jovens leitoras. Não precisou ir muito longe em busca de inspiração: sua família e esse mundo próprio da Nova Inglaterra em tempos de Guerra de Secessão lhe serviram. Nem de longe ela imaginava o impacto que esse livro, Little Women, seu título original, acabaria causando. Traduções para mais de cinquenta idiomas, vários filmes, quase uma dúzia de adaptações para televisão, peças de teatro e musicais da Broadway, uma ópera, muitos trabalhos acadêmicos e um número incontável de reimpressões em todos os formatos possíveis. E a conta só aumenta. As edições comemorativas se multiplicaram por todo o mundo para celebrar esse aniversário significativo. Há pouco tempo, a prestigiosa BBC estreou uma nova minissérie e está prestes a chegar às telas outra grande versão cinematográfica protagonizada por Meryl Streep, Emma Watson e Laura Dern.

Fonte: Amazon

Dica de filme: O quarto ao lado

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Runner (título no Brasil: “Três Horas Para Viver”)

Runner (título no Brasil: “Três Horas Para Viver”)

Pela falta de melhores estreias para vez nesta semana, estava curioso para vez este, apenas pela presença de Rodrigo Santoro no elenco. Os poucos trechos que eu havia visto nas redes sociais, ele parecia muito bem no papel.

Hank Malone é um ex-militar que agora trabalha como entregador. Um dia recebe uma incumbência de máxima importância: transportar um fígado destinado a uma menina de sete anos que precisa de um transplante urgente.

Mas o que deveria ser uma entrega rápida se transforma numa perseguição quando um grupo de mafiosos decide segui-los para se apoderar do órgão. Acompanhado por Ben Bishop (Owen Wilson), o homem responsável pelo transporte médico, Hank tem exatamente três horas para cumprir a missão. Debaixo de tiros, explosões e atropelamentos, tem de encontrar um modo de escapar às investidas dos criminosos e entregar a encomenda a tempo de salvar a criança.

Pra quem gosta do estilo “tiro, porrada e bomba”, o filme não decepciona. É um pouco previsível, mas até não feio, não. Santoro realmente está muito bem no papel. Só achei estranho ele falar Português em alguns momentos, sendo que ele é de uma família colombiana... isso não teve explicação, mas também, seria pedir demais rs.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.