Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: By Any Means (título no Brasil: “No Limite da Justiça”)

By Any Means (título no Brasil: “No Limite da Justiça”)

Tenho um pouco de “pé atrás” com os filmes com Mark Wahlberg, apesar de ter feito bons filmes, mas sempre fico em dúvida se vale a pena confiar na qualidade do filme que ele protagoniza. Mas arrisquei! 

A ação decorre durante a década de 1960, quando nos EUA o racismo estava ainda muito enraizado e, em particular, as pessoas de origem afroamericana eram alvo da brutalidade de elementos de vários grupos extremistas, entre eles o Ku Klux Klan. Esta organização, criada no século XIX e de base protestante, se caracterizava por defender o nacionalismo branco e pelas suas convicções anti-imigração, anticatolicismo e anti-semitismo. 

O ódio às minorias resultou num particular rancor aos movimentos pelos direitos civis e dessegregação, que se traduziu em atos violentos contra os seus ativistas. Nessa altura, no estado do Mississippi (EUA), vários líderes foram brutalmente assassinados.

Num esforço para levar os culpados à justiça, um agente do FBI propõe uma colaboração a um mafioso (Mark Wahlberg) que, com os seus métodos pouco ortodoxos de se vingar dos seus inimigos, aceita cooperar com as autoridades. À medida que se vão deparando com provas e criando laços de companheirismo, os dois acabam por desvendar uma conspiração muito mais abrangente e perigosa do que esperavam.

Filme baseado em fatos verídicos, do jeitinho que eu gosto. Achei bem ambientado, enredo coerente e boas cenas de ação. Em alguns momentos achei as atuações medianas, mas nada que tenha estragado o filme. Bom divertimento, mas creio que seja daqueles filmes que daqui um tempo, não lembrarei muito dele.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Couture (título no Brasil: “Vidas Entrelaçadas”)

Couture (título no Brasil: “Vidas Entrelaçadas”)

Por pura falta de opção, escolhi assistir a este filme. Não sabia do que se tratava, apenas que tinha Angelina no papel principal, e participação de Vincent Lindon. Não tinha ideia do que se tratava, além de referências com o mundo da moda em Paris.

Três mulheres se cruzam em Paris durante a Semana da Moda. Maxine (Angelina Jolie), uma realizadora norte-americana que ali se encontra para rodar um filme para a abertura do evento, descobre que tem câncer. Ada é uma jovem modelo recém-chegada do Sudão que, embora muito requisitada, questiona se aquele é o seu lugar. Angèle, uma maquilhadora francesa exausta pelas exigências da profissão, anseia por mudar a sua vida. Cada uma a viver o seu próprio momento difícil, as três acabam por criar laços inesperados de amizade e entreajuda.

É um filme bem simples, com boas atuações, e assuntos diversos, dentro do universo da moda. Apesar das personagens principais do filme terem, em alguns momentos, uma relação, achei as histórias delas meio avulsas demais. Pouco “entrelaçadas”, como sugere o título no Brasil. É um filme interessante, mas acho que é daqueles que um tempo depois, nem se lembra mais.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Whisper Man (título no Brasil: “O Homem que Sussurra”)

The Whisper Man (título no Brasil: “O Homem que Sussurra”)

Assim que vi esta estreia na Netflix, com Robert De Niro, de quem sou fã, já fui assistir, sem nem ter lido nada a respeito.

Um escritor viúvo se muda com o filho de 8 anos, mas o menino acaba por ser sequestrado. O caso tem ligações ao modus operandi de um assassino em série (o "Homem dos Sussurros") que aterrorizou a região no passado e foi capturado pelo pai do protagonista (Robert De Niro), um ex-detetive com quem não fala há anos.

Filme bom pra TV, com um enredo interessante, mas pra quem já viu esse tipo de filme, não vai ter muita novidade. É um pouco parecido com os inúmeros filmes do mesmo tema, mas é bem feito e bem atuado. Vale assistir!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Dog Stars (título no Brasil: “Ponto Sem Retorno”)

The Dog Stars (título no Brasil: “Ponto Sem Retorno”)

Pela falta de estreias que me atraíssem mais, optei por assistir a este filme, mesmo não tendo achado o trailer interessante. Fui na fé, por ser um filme do Ridley Scott.

Nove anos passados desde que uma pandemia de gripe aniquilou praticamente toda a população mundial, Hig (Jacob Elordi), um antigo piloto civil, sobrevive no hangar de um pequeno aeroporto abandonado no Colorado, na companhia do seu cão Jasper e de Bangley (Josh Brolin), um ex-fuzileiro naval que se dedicou a técnicas de sobrevivência.

As rotinas de ambos são feitas de escassez, silêncio e vigilância constante para se protegerem de outros sobreviventes que se tentam impor pelo terror. Ainda em luto por todos os que perdeu, com dificuldade em lidar com o isolamento e com a falta de sentido da sua vida, Hig tenta encontrar a origem de uma misteriosa mensagem recebida através da rádio da sua pequena aeronave. E quando decide abandonar a relativa segurança daquele lugar, segue com o avião através da planície, mesmo ciente de que não tem combustível suficiente para o regresso. O resultado dessa decisão, apesar de assustadora e arriscada, vai transformar a sua existência.

Filme bem feito, bem filmado, interessante, porém sem grande entusiasmo. Morno, eu diria. Não teve nada que não fosse completamente esperado. Apenas um bom ‘passatempo’. Nada além.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Elisa

Elisa

Mais uma semana sem grandes estreias no cinema. Nenhum filme que eu estava aguardando para assistir. Dentre os novos, este me chamou um pouco a atenção, mesmo não tendo visto nenhum trailer, apenas pela sinopse. 

Elisa tem 35 anos e há dez que cumpre pena de prisão pelo homicídio da irmã mais velha, cujo corpo queimou depois de matar. Como afirma não ter quaisquer recordações sobre o momento do crime, nunca foram descobertas as suas verdadeiras motivações.

Quando aceita participar numa investigação conduzida pelo professor Alaoui, um criminologista que estuda o processo da culpa e está muito interessado no seu caso, Elisa começa a confrontar as memórias que, durante anos, tentou suprimir. À medida que os fatos são reconstituídos, cria entre eles uma relação de confiança que se transforma numa possibilidade de redenção que ela julgava perdida.

Um filme que fica bastante dentro do psicológico da personagem principal, mais do que nos atos por ela praticados. Um filme bem montado, com o enredo simples e muito curioso. Calmo, porém, com um tema pesado. Bastante interessante!


Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The End of Oak Street (título no Brasil: “O Fim da Rua”)

The End of Oak Street (título no Brasil: “O Fim da Rua”)

Vi o trailer deste filme algumas vezes, e fiquei entre o curioso e o achando que seria uma porcaria rs Como ganhei um ingresso do cinema, resolvi arriscar e ir ver (pois, também, não tinha mais nenhuma estreia interessante).

De um momento para o outro, um fenômeno inexplicável transporta uma rua inteira para um lugar e um tempo onde tudo parece diferente. Separada do que lhe era familiar, sem conseguir sair da rua onde se encontra, a família Platt se vê obrigada a enfrentar perigosas criaturas pré-históricas. Decididos a sobreviver a qualquer custo, eles terão que enfrentar perigos constantes e se adaptar a uma nova e imprevisível realidade.

Dentro das espectativas do que o filme se trata, até que achei bom. Bem dinâmico, bem feito e com um enredo interessante. Acho que vale a diversão! Filme pipoca!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Spider-Man: Brand New Day (título no Brasil: “Homem-Aranha: Um Novo Dia”)

Spider-Man: Brand New Day (título no Brasil: “Homem-Aranha: Um Novo Dia”)

Gosto dos filmes do Homem-Aranha desde os primeiros. Sempre me atraem e, mesmo sendo quase sempre a mesma coisa (risos), eu insisto em assisti-los. E me divirto sempre. Com este, não seria diferente. 

Passaram quatro anos desde os eventos de "Homem-Aranha: Sem Volta a Casa", em que Peter Parker (Tom Holland), o Homem-Aranha, se apagou a ele próprio da memória de todas as suas pessoas mais próximas e da cidade em que vive e tenta sempre defender, Nova Iorque. Ao mesmo tempo, tem de lidar com uma nova ameaça criminosa a pairar no ar e uma mudança nos seus próprios poderes.

De novo, acho que é sempre a mesma “fórmula”, mas tá tudo bem! É isso que a gente gosta, e nos leva a assistir aos filmes desta franquia. É divertido, muito bem feito, sempre com alguns novos vilões e complementos divertidos. E eu gostei. Recomendo pra que gosta do estilo.


Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Familiar Touch (título no Brasil: “Toque Familiar”)

Familiar Touch (título no Brasil: “Toque Familiar”)

Vi o trailer e achei que seria um drama comovente, e também um filme bonito, pois apareciam destaques de comentários de críticas e revistas. Fiquei realmente interessado.

Uma mulher idosa se muda para uma casa de repouso, lidando com sua mudança de identidade, memória e relacionamentos em meio às complexidades do envelhecimento.

Uma decepção! O filme é monótono demais. Não tem muitos eventos, apenas a ida da personagem principal à casa de repouso e alguns momentos passados por lá. Não que seja um filme ruim, mas é um pouco lento (cenas longas, sem diálogo, sem relevância. Por exemplo, ela deitada, dormindo). Uma pena, pois a atuação da atriz principal está excelente!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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