Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Silent Hour (título no Brasil: “A Hora do Silêncio”)

The Silent Hour (título no Brasil: “A Hora do Silêncio”)

Por falta de melhores opções, e pela vontade de ir ao cinema de sempre, optei por assistir a este filme, mesmo desconhecendo por completo a respeito. Só vi a nota no IMDb e arrisquei.

O detetive Frank Shaw, um homem totalmente dedicado às causas em que acredita, sofreu um acidente que o fez perder a audição quase por completo. Isso o tornou inapto para a maioria das missões. Mas agora que tem aprendido a linguagem gestual, foi contactado por Doug Slater (Mark Strong), seu companheiro das forças policiais, para ser intérprete de Ava Fremont, uma jovem surda que presenciou um assassinato e que agora corre risco de vida.

Filme de “televisão aberta”. Totalmente previsível. Mas não é chato nem ruim, apenas óbvio. Tem bastante ação, e desperta curiosidade como vai ser o desfecho. Sugiro assistir se gostar de filmes policiais mas só se não tiver nada melhor pra fazer.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Vie Privée (título no Brasil: “Vida Privada”)

Vie Privée (título no Brasil: “Vida Privada”)

Assisti ao trailer deste filme e fiquei curioso em ver Jodie Foster atuando em francês, com um elenco bastante conhecido de atores daquele país. E a história me pareceu ser bem interessante, também.

Lilian Steiner (Jodie Foster), uma psiquiatra norte-americana vivendo em Paris, que fica particularmente abalada quando descobre que Paula Cohen-Solal, uma das suas pacientes, foi encontrada morta. Embora tudo pareça apontar para suicídio, Lilian se convence de que há muito por esclarecer. Decidida a tirar o caso a limpo, se lança numa investigação por conta própria. Assim, com o apoio de Gabriel (Daniel Auteuil), seu ex-marido, segue um rasto de pistas que os conduz à verdadeira causa da morte de Paula.

Um pouco decepcionado! O enredo é até bom, mas achei a trama um pouco confusa, a tal investigação da personagem fraca e um final sem graça. Fora algumas várias questões e imagens que eu não entendi... Irrelevante!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Nuremberg

Nuremberg

Eu sempre fui muito ruim nas aulas de história, quando estudava, mas sempre tive muita curiosidade sobre as Guerras Mundiais. E sempre que tem filmes com este tema, fico realmente animado em assistir. Quando são filmes relatos de fatos reais, fico ainda mais interessado! E este é um exemplo disso.

Nos meses que se seguiram ao fim da Segunda Guerra Mundial, o psiquiatra norte-americano Douglas Kelley (Rami Malek) foi incumbido de avaliar a sanidade dos principais criminosos de guerra nazistas julgados pelo Tribunal Militar Internacional, nos chamados Julgamentos de Nuremberg. Entre os acusados, o oficial de mais elevada patente era Hermann Göring (Russell Crowe), um homem carismático e manipulador, determinado a evitar a condenação. Apesar da inteligência de Göring, Kelley manteve o profissionalismo, sempre muito consciente do perigo de ser influenciado pelo prisioneiro e da necessidade de manter o distanciamento necessário para uma avaliação o mais rigorosa possível. 

Após extensas entrevistas e testes psicológicos detalhados para avaliar a sua responsabilidade criminal, Göring foi considerado mentalmente apto para julgamento. Condenado à morte pelo seu papel no Holocausto, se suicidou com uma cápsula de cianeto na noite anterior à execução.

Para quem se interessa pelo assunto, é um ‘prato cheio’. Excelentes representações (apesar de não ser muito fã de Rami Malek), e enredo muito coerente. Mesmo com 2h30 de duração, não cansa. Recomendo fortemente!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Frankenstein

Frankenstein

Quando soube deste filme do Guillermo del Toro, fiquei muito curioso em assistir. Este diretor fez alguns filmes que gosto muito! Então, estava realmente ansioso em conferir!




Victor Frankenstein (Oscar Isaac), um cientista brilhante, mas egoísta, que dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, em última análise, leva à devastação do criador e de sua trágica criação.




O filme é visualmente lindo! Muito bem filmado, enredo um pouco diferente do que estamos acostumados a ver sobre esta história, e me agradou bastante. Apesar de ser um pouco longo, nada que venha a incomodar. Vale muito assistir!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Now You See Me: Now You Don't (Título no Brasil: “Truque de Mestre: O 3° Ato”)

Now You See Me: Now You Don’t (Título no Brasil: “Truque de Mestre: O 3° Ato”)

Sinceramente, eu lembro muito pouco, ou quase nada, dos filmes anteriores. Lembro que achei um filme ok, mas não me emocionou muito, não. Mas como é um elenco bom, e bons efeitos visuais, mesmo assim, me animei de assistir.

Doze anos após os acontecimentos dos filmes anteriores, Charlie, Bosco e June, três jovens ilusionistas, encenam falsos espetáculos dos “Quatro Cavaleiros” para expor casos de corrupção. Entretanto, depois de terem enganado o FBI e enfrentado um magnata da tecnologia, os Cavaleiros originais que tanto os inspiraram – juntam-se a eles com o objetivo de roubar um diamante muito valioso pertencente a Veronika Vanderberg, herdeira de uma empresa sul-africana que utiliza o negócio dos diamantes para lavagem de dinheiro.

Nada de muito surpreendente, e sem grandes novidades. Um pouco “mais do mesmo”. Bons efeitos visuais e um roteiro até coerente. Vale ver quem gosta dos anteriores. Se não, passa despercebido.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Good Fortune (Título no Brasil: “Quando o Céu se Engana”)

Good Fortune (Título no Brasil: “Quando o Céu se Engana”)

Me atrapalhei ao comprar ingressos on line, e acabei comprando para um filme que só estreia na próxima semana, e nem me liguei nas datas!! Rs Quando cheguei ao cinema, e percebi a burrice, acabei escolhendo outro filme para assistir naquela hora. Como as estreias desta semana foram meio fracas, acabei escolhendo este filme, mas com zero expectativas... 

Apesar das suas boas intenções, o anjo Gabriel (Keanu Reeves) é algo incompetente, pelo que lhe é geralmente confiada a tarefa de vigiar os pequenos deslizes da humanidade. Mas tudo muda quando o seu destino se cruza com o de Arj, um homem pobre que sobrevive com pequenos trabalhos, e com o de Jeff (Seth Rogen), um investidor habituado ao conforto e à abundância. Acreditando que ambos terão muito a aprender com as vivências um do outro, Gabriel decide trocar-lhes as existências.

Assim, Arj desperta rodeado de riqueza, enquanto Jeff se vê, pela primeira vez, confrontado com o verdadeiro significado de privação. O problema é que nenhum dos dois retira grandes lições da experiência: para o primeiro, o dinheiro lhe resolve praticamente todos os problemas; para o segundo, a falta dele não lhe traz quaisquer ensinamentos nem recompensas morais.

O filme foi exatamente o que eu esparava que fosse: filminho de Sessão da Tarde. Bem despretensioso e bem bobinho. Deu para me divertir um pouco, mas nada demais. Se um dia tiver sem o que assistir, e quiser passar o tempo com algo leve, assista.


Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.