Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Babygirl

Babygirl

Assisti ao trailer e “torci a boca”, pois achei que me pareceu ser um filme fraco. Não tinha muito a intenção de assisti-lo. Aí vieram as nomeações para o Globo de Ouro, e Nicole Kidman foi indicada. Então, pensei que o filme poderia ser legal, apenas com um trailer fraco...

Um “thriller” erótico que explora as dinâmicas de poder no ambiente laboral. Acompanha Romy Mathis (Nicole Kidman), CEO de uma importante empresa, a partir do momento em que inicia uma relação extraconjugal com Samuel, um jovem e autoconfiante estagiário.

Ledo engano! O filme é chato. Meus instintos estavam certos rs Achei que o filme é um soft porn bem fraco. Nicole fazendo umas cenas meio constrangedoras, e até Banderas está no elenco num papel fraco. Não vale o ingresso.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.





Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Nosferatu

Nosferatu

Pelo nome, todo mundo conhece o filme: um clássico, o qual eu nunca assisti rs. Mas, também como todos, já vi muitas cenas em prêmios, ou programas sobre cinema, etc. Fiquei muito curioso para ver pois, pelo trailer, visualmente, lembrava muito o original.

Remake fiel do filme mudo expressionista alemão “Nosferatu”, de F.W. Murnau, datado de 1922. É, tal como esse filme, uma adaptação não autorizada de “Dracula”, de Bram Stoker. Esta história de terror sobrenatural gira em torno de uma jovem mulher e de um vampiro que é obcecado por ela.

Muito bom, dentro do estilo. Algumas cenas em preto e branco, para manter o ambiente original. Cenas muito bem feitas (efeitos visuais), enredo interessante. Recomendo para quem gosta do gênero.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Here (título no Brasil: “Aqui”)

Here (título no Brasil: “Aqui”)

Assisti ao trailer, há alguns meses, na internet e fiquei bastante curioso! Um filme com Tom Hanks, normalmente, é um bom filme. Novamente dupla com Robin Wright, e com a direção de Zemeckis, a turma toda de “Forest Gump”, não poderia ser mesmo ruim! 

A ação decorre a partir de um local específico de Nova Inglaterra (EUA), desde os primórdios dos tempos até os dias de hoje. Nesse exato lugar, ao longo de milhões de anos, vários eventos vão se sucedendo através de muitas gerações de pessoas.

O filme é muito bom! E completamente diferente de tudo o que já assistimos, pois a câmera fica fixa num lugar o filme inteiro (praticamente como uma peça de teatro na tela). E edição deste filme, com certeza, merece um Oscar. Fechando o ano com chave de ouro. Assista assim que possível!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente neto - Filme: Kraven the Hunter (título no Brasil: “Kraven, o Caçador”)

Kraven the Hunter (título no Brasil: “Kraven, o Caçador”)

Lá estou eu novamente com a vontade (vicio) de ir ao cinema, mas as estreias não foram muito boas. Um dos novos filmes da semana, este é o que mais vi propagandas no X (antigo Twitter) e na TV. Pelo trailer, achei que pudesse até ser interessante, mas ao ver uma nota não muito boa no IMDb, fiquei desanimado. Fui ver mesmo assim. 

A história de Kraven, filho de Nikolai Kravinoff (Russell Crowe), um implacável criminoso russo que o criou com brutalidade e exigiu dele coragem e obediência cega. Num esforço de se diferenciar do passado e de tudo o que o ligasse ao progenitor, mas ainda com a violência entranhada dentro de si, Kraven resolve fazer justiça com as próprias mãos, enfrentar os seus inimigos e se vingar.

Alguns diálogos fracos, alguns clichês, mas não tem como negar que os efeitos visuais são excelentes. Muita ação e bela fotografia. É um passatempo interessante, para quem gosta do estilo e do universo Marvel, mas veja sem esperar grandes coisas.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Wicked: Part 1 (título no Brasil: “Wicked: Parte 1”)

Wicked: Part 1 (título no Brasil: “Wicked: Parte 1”)

Me envergonho em dizer que assisti ao musical, em São Paulo, mas não lembro de absolutamente nada! Lembro que achei interessante, mas apaguei toda a história da memória rs Então, quando soube deste filme, quis assistir para tentar relembrar de tudo.

A história é contada segundo a perspectiva de Elphaba, que mais tarde será conhecida como a Bruxa Má do Oeste, e Glinda (Ariana Grande), a futura Bruxa Boa do Sul. Muito antes da chegada da jovem Dorothy ao mundo de Oz, ficamos a conhecer as duas feiticeiras, quando, ainda jovens, eram colegas de quarto na Universidade de Shiz. Apesar de um início de relação um pouco atribulado, as duas acabam por se tornar aliadas na luta contra a tirania do Mágico de Oz.

Musicais, mesmo gostando, às vezes cansam um pouco. A primeira metade do filme, achei bem monótona (o que é normal, para a construção dos personagens e do enredo), mas a segunda metade ficou mais interessante. E considero desnecessário o filme ter duas partes, mas isso é a indústria do cinema, né? Quem gosta de musicais e filmes fantasiosos, é um prato cheio. Quem não tem muita paciência, diria para deixar passar.

Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - The Room Next Door (título no Brasil: “O Quarto ao Lado”)

The Room Next Door (título no Brasil: “O Quarto ao Lado”)

Não sou daqueles mega fãs do Almodóvar, não. Tem filmes dele que não gosto. Mas tem outros que gosto bastante e sei que ele é um grande diretor. Sendo assim, nunca perco os filmes dele no cinema. Assisti ao trailer deste, e ao ver que tinha Tilda Swinton no elenco, estava muito ansioso em ir assistir.

Ingrid (Julianne Moore) e Martha (Tilda Swinton) eram grandes amigas quando, ainda jovens, trabalhavam juntas numa revista. O tempo passou, cada uma tomou o seu rumo e nunca mais se viram. Mas a vida volta a juntá-las numa altura em que Martha enfrenta um câncer terminal e toma a difícil decisão de se suicidar antes que o sofrimento ganhe proporções insuportáveis. Lado a lado num momento particularmente delicado, mas empenhadas em transformar aqueles dias em algo positivo, elas vão criando novas memórias e recriando os laços que se tinham perdido no tempo.

Gostei bastante! Apesar de ser um tema pesado, o filme é bom, não nos deixa angustiados ou algo assim. Muitas referências de Hitchcock, a meu ver, em algumas cenas, junto com a trilha sonora. Recomendo!!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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