Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Führer und Verführer (título em Português: “Hitler & Goebbels”)

Führer und Verführer (título em Português: “Hitler & Goebbels”)

Sempre fui muito ruim de história, na escola. Mas depois de adulto, passei a me interessar mais por alguns assuntos, e a Segunda Guerra Mundial é um dos temas que mais me interessam. Quando vi que este filme tinha estreado, quis assistir assim que possível. A única coisa que vi a respeito, foi a nota (boa) no IMDb. Não sabia nada a respeito desta produção.

O filme percorre os anos decisivos do Terceiro Reich, de 1938 a 1945, mostrando a importância da manipulação e propaganda ideológica no fortalecimento dos ideais nazistas durante a Segunda Guerra. Aqui faz também um retrato das últimas semanas de Hitler, enquanto se abrigava no "Führerbunker", o complexo subterrâneo onde se suicidou, acompanhado por Eva Braun, sua amante, e por alguns dos seus mais fiéis seguidores. Entre eles estava Goebbels, cuja devoção culminou num derradeiro ato de lealdade: a morte dos seus seis filhos, envenenados pela própria mãe, Magda, antes de o casal se suicidar.

O filme é quase um documentário. Algumas imagens reais, se misturam com as encenadas. Um filme bem denso, algumas imagens muito pesadas, mas é a realidade que devemos encarar para não mais permitir que se repita (e olha que já estivemos mais longe de uma repetição...). Apesar de ser um grande “documento”, o filme tem pouca ação e mais diálogos. Então, não é um filme fácil

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Thunderbolts*

Thunderbolts*

Lá vou eu assistir mais um filme do universo Marvel. Eu adoro, mesmo alguns recentes terem sido um pouco fracos, e sempre quero assistí-los (mesmo tendo uma boa idéia do que acontecerá). 

Quando as autoridades norte-americanas percebem que os Vingadores, responsáveis por manter alguma estabilidade no país, não irão regressar, se deparam com uma questão crucial: quem poderá enfrentar as devastadoras ameaças à integridade nacional? A resposta, por mais desconfortável que seja, recai sobre os Thunderbolts, um grupo de heróis (muito) pouco convencionais. Apesar de possuírem poderes extraordinários, todos eles enfrentam sérios desafios em termos de organização e unidade.

Depois do último “Avengers”, difícil um desses filmes serem realmente bons. São cheios de ação com excelentes efeitos especiais, mas não passa disso. Este quer ser um tanto “engraçadinho”, e é sempre um pouco mais do mesmo. Quem é fã, veja. Quem não liga tanto, dispensável.


Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Sinners (título no Brasil: “Pecadores”)

Sinners (título no Brasil: “Pecadores”)

Assisti ao trailer deste filme, mas pouco se entende do que realmente se trata. Pareceu ser interessante, mas ao mesmo tempo, fiquei com pé atrás. Porém, ouvi umas críticas dizendo que o filme é realmente bom, e aguçou a minha curiosidade rs. 

Tentando deixar suas vidas conturbadas para trás, os irmãos gêmeos Stack e Smoke (Michael B. Jordan) retornam à sua cidade natal no Mississippi para começar de novo, apenas para descobrir que um mal ainda maior está esperando para recebê-los de volta.

É um bom filme, muito diferente do comum (por exemplo, um personagem estava contando um acontecimento anterior e, ao invés de mostrar a cena de flashback, apenas ouvimos o som do ocorrido, enquanto ele conta. Achei muito interessante!). Além de outras edições durante o filme. Michael B. Jordan está excelente interpretando dois irmãos gêmeos. Diria que vale o ingresso.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Amateur (título no Brasil: “Operação Vingança”)

The Amateur (título no Brasil: “Operação Vingança”)

Vi o trailer deste filme e achei que poderia ser bom. Rami Malek não me convence muito como ator (obviamente ele fez um bom papel como Freddie Mercury, em “Bohemian Rhapsody”, mas no geral, acho ele meio fraco). Mas o estilo de filme me interessa bastante!

Charles Heller (Rami Malek) é um dos criptógrafos mais competentes trabalhando para a CIA. Consciente da importância do seu trabalho, tenta realizá-lo com a máxima imparcialidade, sem questionar o conteúdo ou as intenções dos seus superiores. A sua vida se desmorona no dia em que Sarah, a mulher, é morta num ataque terrorista. Percebendo que a agência não demonstra quaisquer intenções de capturar os culpados, e tomado por um desejo incontrolável de vingança, Heller pede para ser treinado como agente de campo. Quando o pedido é recusado por não preencher os requisitos, recorre à chantagem. É assim que, apesar de muito a contragosto, se torna aprendiz de Henderson (Laurence Fishburne), um agente sênior que o guia nos meandros da espionagem.

Continuo achando o ator principal fraco. Ele não convence, com as faltas de expressões. Até em cenas de choro, parece falso, mas o filme, no geral, é bem bom! Muitas cenas de ação, muitas coisas inesperadas e bastante dinâmico, mas com algumas coisas sem explicações e personagens desnecessárias. Vale assistir, apesar de alguns clássicos absurdos deste tipo de filme.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Black Bag (título no Brasil: “Código Preto”)

Black Bag (título no Brasil: “Código Preto”)

Pela falta de algum filme que me interessasse mais em assistir, vi o cartaz deste filme, com os nomes do elenco que conhecia e a direção de Steven Soderbergh, me animei em assisti-lo. Olhei a nota no IMDb e era boa, então, não poderia entrar numa “furada”. rs

Kathryn Woodhouse (Cate Blanchett), uma agente secreta, se torna suspeita de trair o governo ao vender um programa informático​ capaz de causar grandes estragos. George Woodhouse (Michael Fassbender), seu marido e colega de profissão, tem a incumbência de provar a veracidade dessa presunção, se deparando com um terrível dilema: ser leal à mulher ou ao país.

 O filme tem um enredo muitíssimo interessante e surpreendente, mas muita informação nova despejada na nossa cara e um tanto lento demais. Acaba ficando meio chato... mas o final, realmente é bom. Se não tem nada de especial para fazer, vale arriscar, pois como a história é boa, talvez agrade mais a uns do que agradou a mim.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Locked (título no Brasil: “Confinado”)

Locked (título no Brasil: “Confinado”)

Assisti ao trailer, pois nem sabia da existência deste filme, e fiquei muito curioso. Pareceu ser um daqueles filmes simples, mas que com certeza, traz coisas inesperadas. A curiosidade me levou a assisti-lo. 

O pouco escrupuloso Eddie (Bill Skarsgård) está sempre em busca de uma oportunidade para ganhar dinheiro extra. Portanto, quando encontra um carro de luxo destrancado, decide roubá-lo. O que ele nunca poderia imaginar era que o veículo fosse uma armadilha projetada ao milímetro por um milionário excêntrico (Anthony Hopkins) com o intuito de castigar os criminosos.

Trancado dentro desse carro com vidros indestrutíveis e à prova de som, dirigido pelo seu captor que lhe vai dando ordens à distância, o jovem vai ser emocionalmente torturado, numa experiência que se transforma no pior pesadelo da sua vida.

O filme é interessante, muitíssimo bem filmado e com um enredo coerente. As atuações estão boas (Anthony Hopkins nunca decepciona!), mas o finalzinho achei um pouco bobo. Nada que estragasse o filme, mas poderia ter sido melhor desenvolvido. Mas vale assistir quem gosta desse tipo de história.


Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema


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