Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: The Kitchen; Scary Stories to Tell in the Dark e Once Upon a Time... in Hollywood

The Kitchen (título em Português: “Rainhas do Crime”)

Pouco me atraiu neste filme, além de ver Melissa McCarthy que considero muito boa atriz (de comédia, geralmente). Mas, por falta de mais opções, acabei indo conferir.

Na década de 1970, em Nova York, as esposas de mafiosos irlandeses ficam no controle dos negócios em Hell's Kitchen depois que agentes do FBI prendem seus maridos.

O grupo é liderado por três mulheres com temperamentos extremamente diferentes, mas que compartilham do mesmo objetivo: proteger a empresa de suas famílias, custe o que custar.

É um bom filme, enredo interessante e tal, mas acho que é daqueles filmes que você assiste e, uns dias depois, já nem lembra mais. Vale assistir, mas espere sair na Netflix.

 Scary Stories to Tell in the Dark (título em Português: “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro”)

Como já havia comentado antes, na minha adolescência, era muito fã de filmes de terror, mas depois achei que os filmes acabram virando sempre mais do mesmo. Quando vi o trailer deste, não me interessei muito, mas quando soube que tinha a produção de Guillermo del Toro, fiquei motivado a ir conferir.

 A cidade de Mill Valley é assombrada há décadas pelos mistérios envolvendo o casarão da família Bellows. No final do sécilo XIX, a jovem Sarah Bellows, uma garota problemática que mantinha um mau relacionamento com os pais, é trancada no porão e começa a escrever um livro de histórias macabras.

Quase 100 anos mais tarde, um grupo de adolescentes descobre o livro e começa a investigar o passado de Sarah. No entanto, as histórias do livro começam a se tornar reais.

Diferente do padrão “espírito maligno assombra casa de pessoas”, e o que mais gostei, o filme não apela para sustos. É mais um filme que causa mais agonia do que nojo de cenas de mortes. Pra que gosta do gênero, acho que vale assistir.

 Once Upon a Time... in Hollywood (título em Português: “Era Uma Vez em... Hollywood”)

Sou fã dos filmes do Tarantino. Assisti a todos os 8 filmes dele, e estava realmente ansioso para assistir a este, apesar de não ter achado o trailer muito atraente, não.

 O ano é 1969. Rick Dalton (DiCaprio) é um ator de "westerns" televisivos que, juntamente com o seu dublê e amigo de longa data Cliff Booth (Brad Pitt), chega a Hollywood determinado a reavivar a sua carreira.

Lá, os seus destinos vão cruzar-se com personagens que marcaram uma época. Entre elas está a jovem Sharon Tate, na altura grávida do cineasta Roman Polanski, e Charles Manson e sua ‘gang’ de seguidores hippies.

 Não é o filme de Tarantino que mais gostei, mas com certeza é um filme divertido. Recomendo fortemente, especialmente pra quem é gosta do diretor.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Anna: o perigo tem nome; O Rei Leão e Brinquedo assassino

Anna (título em Português: “Anna: O Perigo Tem Nome”)

Não sou grande fã de Luc Besson, mas acho legal alguns de seus filmes. Nem por ele, mas este me interessou mesmo pelo enredo e pelo trailer. Pareceu ser um bom filme de ação.

 Década de 1990. Anna Poliatova é uma requisitada modelo internacional que tem um segredo bem guardado: sob a sua beleza e aparente inocência, esconde-se uma assassina profissional que atua sob as ordens da KGB.

Vítima de violência doméstica durante anos, aceitou as regras da organização que, em troca, lhe salvou a vida. Porém, o que hoje mais deseja é libertar-se deste fardo e começar uma nova vida num lugar onde finalmente possa esquecer o passado. É então que é contatada por membros da CIA que lhe fazem uma proposta irrecusável.

 Filme cheio de ação, lutas, muitas reviravoltas surpreendentes e bem feito (ambientado nos anos 1990), mas sinceramente, acho que daqui uma semana não vou lembrar mais dele. Divertimento sem grandes pretensões.

 The Lion King (título em Português: “O Rei Leão”)

Assisti ao premiado e famoso desenho de 1995 algumas vezes (assim como a maioria das pessoas que tinham criança em casa na época rs). Quando vi que teria este filme, em live action, fiquei realmente ansioso para assisti-lo.

 Traído e exilado de seu reino, o leãozinho Simba precisa descobrir como crescer e retomar seu destino como herdeiro real nas planícies da savana africana.

 Muitíssimo fiel à animação original, mas com visual altamente realista, este filme já é um sucesso. Quem viu o original, tem que assistir a este. Quem não, não deve perder esta chance. Assista nos cinemas e surpreenda-se!

 Child’s Play (título em Português: “Brinquedo Assassino”)

Quando mais jovem, eu era fã dos filmes de terror. O clássico filme ‘Child’s Play’ de 1988 era um dos mais famosos (tanto que tiveram umas 6 sequências), e eu gostei muito, quando assisti. Quando vi este reboot, fiquei com um pé atrás, mas não poderia deixar de assistir.

 Numa fábrica vietnamita, é feita a montagem de milhares de Buddi, bonecos eletrônicos de última geração, capazes de se conectar com dispositivos domésticos de vários gêneros. Segundo as expectativas dos seus criadores, em breve este brinquedo se transformará no "melhor amigo" de crianças no mundo todo. Quando um dos empregados da fábrica é injustamente despedido, resolve vingar-se e desativar os sistemas de segurança de um boneco.

Algum tempo mais tarde, já em Chicago (EUA), Karen Barclay oferece ao seu filho Andy um Buddi, de nome Chucky, como presente de aniversário. Contudo, a ativação do boneco vai dar origem a uma onda de terríveis assassinatos que nem a polícia parece ser capaz de conter.

 Dentro do esperado, até que o filme não fez feito. É até mais plausível que o original de 30 anos atrás (no qual, o espírito de Chucky entra no boneco). Pra quem gosta do estilo, vale ver, mas espere passar na TV.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Yesterday; Spider-Man: Far from home

Yesterday

Quando vi o trailer, fiquei bastante ansioso para assistir ao filme. Pareceu ser um enredo muito bom, e fiquei curioso para saber como iria se desenrolar.

 Jack Malik é um músico, sem grandes sucessos, que após ser atingido por um ônibus, a noite, durante um apagão global, se torna a única pessoa que se lembra dos Beatles.

Ele, então, se torna famoso, levando crédito por escrever e tocar as músicas do esquecido quarteto de Liverpool.

 Achei o filme muito criativo, muito divertido, e o ator principal manda muito bem nas canções. Mesmo para quem não é fã dos Beatles, vale assistir com certeza. Uma excelente diversão!

 Spider-Man: Far from Home (título em Português: “Homem-Aranha: Longe de Casa”)

Como já disse nos comentários de outros filmes da Marvel, não sou leitor de HQ, mas costumo assistir a todos os filmes de super-heróis em exibição. Quando vi o trailer deste, gostei de saber que seria ambientado fora de Nova Iorque, onde vive o Homem-Aranha, e se passaria em algumas cidades europeias.

 Peter Parker está em uma viagem de duas semanas pela Europa, ao lado de seus amigos de colégio, quando é surpreendido pela visita de Nick Fury. Convocado para mais uma missão heróica, ele precisa enfrentar alguns vilões que surgem em cidades do Velho Continente, como Veneza, Praga e Londres, e também a aparição do enigmático Mysterio.

 É basicamente mais do mesmo: vilão aparece, herói quase morre, mas luta para detê-lo. E eu adoro! Um filme, como sempre, recheado de bons efeitos visuais. E Tom Holland, na minha opinião, fazendo um excelente papel de Peter Parker. Quem gosta do tipo de filme, tem que assistir!

 

 

 

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Men in Black: International e Toy Story 4

Men In Black: International (Título em Português: “MIB: Homens de Preto – Internacional”)

Confesso que pelo trailer, nem assistiria. Não me atraiu pelo fato de não ter ao menos o Will Smith, mesmo sendo com o Chris Hemsworth, que acho divertido e tal. Mas acabei indo conferir... rs

 Os Homens de Preto sempre protegeram a Terra da escória do universo. Nesse novo filme, eles enfrentam a maior e mais global ameaça de todas: um espião infiltrado na organização MIB.

 É mais do mesmo. Se você assistiu a algum dos filmes, vai ver os mesmos tipos de piadas e relação aliens/humanos. Mas não é ruim, não. Se gostou dos demais, vai gostar deste. Ah! Reparem na participação do Sergio Mallandro.

 Toy Story 4

Já fui mais fã em assistir as animações no cinema, mas não podia deixar de assistir a mais este capítulo da franquia Toy Story. Ainda mais depois de ler boas críticas, nas redes sociais.

 Agora morando na casa da pequena Bonnie, Woody apresenta aos amigos o novo brinquedo construído por ela: Garfinho, feito com um garfo descartável. O novo posto de brinquedo não o agrada nem um pouco, o que faz com que Garfinho queira fujir de casa.

Decidido a trazer de volta o atual brinquedo favorito de Bonnie, Woody vai atrás dele e, no caminho, reencontra Bo Peep, que agora vive em um parque de diversões.

 Acho que todos os filmes da série são igualmente bons, mas este achei ainda mais bem feito. Gostei muito. Quem for fã de animação, não perca!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Rocketman, Berlin, I Love You e Dark Phoenix (X-Men: Fênix Negra)

Rocketman

Fã de Elton John, eu nunca fui. Não faz muito o meu estilo de música... mas sei da importância e talento deste artista. E, claro, não poderia deixar de assistir ao filme que conta a sua história, sendo eu, um fã de filmes biográficos.

 A história de vida e o percurso musical de Elton John (Taron Egerton), desde tempos iniciais de menino prodígio na Royal Academy of Music, até à consolidação da sua longa parceria com o compositor Bernie Taupin, responsável por alguns dos maiores sucessos da música pop do século XX.

 Já gostava do Taron, mas agora, depois desta atuação, ele subiu ainda mais em meu conceito. O filme vale muito pela atuação dele, e pra quem é fã de Elton, um prato cheio.

 Berlin, I Love You (Título em Português: “Berlim, Eu Te Amo”)

Mais um da franquia, da qual, acho que só assisti um. Mas quando assisti ao trailer, me interessei em assistir, não só pela cidade de Berlim, mas por alguns atores do elenco.

 O mais recente filme do franquia ‘Cidades do Amor’ (“Paris, Je t’Aime”, “New York, I Love You” e “Rio, Eu Te Amo”), este é composto por dez histórias de romance ambientadas na capital alemã.

 Filme bonitinho e algumas histórias bem interessantes. Água com açúcar, me vale ver na TV.

 Dark Phoenix (Título em Português: “X-Men: Fênix Negra”)

20 anos após o primeiro filme da saga X-Men, os filmes ficam cada vez melhores (especialmente seus efeitos visuais) e muita história ainda deve vir pela frente.

Durante uma arriscada missão de resgate no espaço, Jean Grey é atingida por uma força cósmica que a transforma no mais poderoso mutante de todos.

Enquanto tenta conter a instabilidade desse poder, e também lidar com seus próprios problemas do passado, Jean perde o controle, quebrando os laços da família X-Men e ameaçando destruir o planeta. 

Foi muito interessante para conhecer a origem da personagem Jean Grey. Imperdível para quem é fã da franquia, e é um excelente filme de ação, para quem sequer assistiu aos anteriores. Recomendo sem medo.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: Extremamente perverso, escandalosamente cruel e vil, A espiã vermelha e Atentado ao Hotel Taj Mahal

Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile (título em Português: “Extremamente Perverso, Escandalosamente Cruel e Vil”)

Desde sempre, ouvia falar no nome de Ted Bundy, como um serial killer americano, mas pouco sabia dos detalhes da sua história. Assisti recentemente, na Netflix, um documentário sobre sua vida. Quando vi que este filme seria lançado, fiquei curioso para saber como retratariam a vida dele e como Zac Efron sairia como este personagem.

 Ted Bundy (Zac Efron), matou, pelo menos, 30 mulheres em sete estados norte-americanos durante a década de 1970. O filme é contado a partir do ponto de vista de sua namorada, Liz, que não tinha conhecimento de seus crimes.

 Filme foi bastante fiel aos fatos reais, com algumas partes fictícias para dar sentido ao enredo proposto. Zac mandou bem no seu papel. Achei o filme bastante interessante!

 

Red Joan (título em Português: “A Espiã Vermelha”)

O que me atraiu para assistir, foi a atriz principal Judi Dench. Depois, assisti ao trailer e me interessei mais.

 Em 2000, Joan Stanley (Judi Dench) vive tranquilamente a sua aposentadoria, mas a sua vida pacata é subitamente perturbada quando o MI5 a prende, acusando-a de fornecer informações à Rússia comunista.

A sua história começa em 1938, quando Joan, uma estudante de Física, em Cambridge, se apaixona pelo jovem comunista Leo Galich, e através dele, começa a entender o pouco equilíbrio entre as forças que governam o mundo. Mais tarde, durante a II Guerra Mundial, enquanto trabalhava em um centro de investigação nuclear altamente secreto, Joan percebe que esse equilíbrio pode estar em risco e tende para a destruição mundial.

Ao longo do interrogatório policial, Joan vai revivendo alguns dos momentos mais marcantes da sua vida, justificando, perante os filhos e às autoridades, os motivos que a levaram a trair o próprio país.

 Filme muito interessante, um bom enredo, mas um pouco lento também. Mas vale assistir!

 Hotel Mumbai (título em Português: “Atentado ao Hotel Taj Mahal”)

Havia visto o poster do filme e não liguei muito, pois não me recordava desse atentado de 2008. Mas quando assisti ao trailer, fiquei muito interessado em assisti-lo.

Em 2008, o grupo islâmico Lashkar-e-Taiba executou doze ataques pela Índia, concentrados principalmente na cidade de Mumbai. Os tiroteios e explosões deixaram 164 mortos e mais de 300 feridos.

Durante os ataques terroristas ao famoso Hotel Taj Mahal, o renomado chef Hemant Oberoi e o garçom Arjun (Dev Patel) arriscam suas vidas para proteger as demais vítimas.

Em meio ao caos, David (Armie Hammer) e sua esposa Zahra buscam algum meio de retornar ao quarto em que estão hospedados, já que nele está seu bebê e Sally, sua babá.

Um dos poucos filmes que me deixou ansioso e aflito por bastante tempo. Gostei bastante! E fiquei com ainda mais asco desses jihadistas hipócritas. Para quem gosta desse tipo de ‘aflição’, recomendo fortemente.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Professor and the Madman (O Gênio e o Louco)

The Professor and the Madman (título em Português: “O Gênio e o Louco”)

Pouco sabia do que se tratava o filme. Havia visto o trailer, achado bem interessante e, como tinha Mel Gibson e Sean Penn, esperava que fosse realmente bom.

 O Professor James Murray (Mel Gibson) aceita o desafio de criar o dicionário Oxford, o mais abrangente de sempre, mas sabia que precisaria de muito tempo para recolher todas as definições necessárias. Através do uso de ajudas fornecidas por pessoas de todos os lugares de língua inglesa, a obra poderia só acabar em algumas décadas. Durante o processo de recolha das definições, o Professor Murray percebe que, um só homem, tinha enviado milhares de definições.

O comitê decide, então, honrar o trabalho deste homem, W.C. Minor (Sean Penn), mas acaba descobrindo que ele é um veterano da Guerra de Secessão Americana, e um assassino condenado e preso num asilo para os criminosos loucos.

 Desconhecia esta história (verídica) e achei muito boa. Gostei bastante das atuações dos atores principais e recomendo assistir.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: O dia a seguir e Vingadores: Ultimato

The Aftermath (título em Português: “O Dia A Seguir”)

Fui assistir a este filme, um pouco por falta de opção, mas também havia achado o trailer interessante, mesmo não tendo muita simpatia pelo Jason Clarke.

 1946. Rachel Morgan (Keira Knightley) chega à Hamburgo (Alemanha) para reencontrar seu marido Lewis (Jason Clarke), um coronel inglês encarregado da reconstrução daquele lugar, quase totalmente destruído pelos bombardeamentos da Segunda Guerra.

O casal vai viver para um palacete que foi propriedade de Stephen Lubert, um alemão viúvo que vive ali com sua filha adolescente.

Lewis toma a decisão de deixar Stephen e a filha viverem com eles, para ajudar o alemão a se reerguer. Contudo, este gesto de generosidade trará consequências devastadoras e irrevogáveis para ele e para a sua família.

 O filme até me surpreendeu positivamente. Nada de especial, mas é um filme interessante. Baseado no livro homônimo de 2013. Vale ver quando passar na TV.

  Avengers: Endgame (título em Português: “Vingadores: Ultimato”)

Estava muito ansioso para ver o aparente final da saga. Não li nada a respeito, na internet, com medo de spoilers. Estava curioso para saber como seria a continuação de “Infnity War”.

 Após o estalar de dedos de Thanos, que dizimou metade da população do universo e parte da equipe dos Avengers, o mundo está em ruínas. Com a ajuda de aliados remanescentes, os heróis se reúnem novamente para desfazer as ações do grande vilão e restaurar a ordem no universo.

 São 3 horas de filme! Mas, para mim, não pareceu ser nem 2 horas. Valeu muito esperar. Pra quem é fã da saga, vá assistir correndo! Pra quem não é, vá assistir mesmo assim, pois é um verdadeiro show de ‘cinema ação’.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.