Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: F1: The Movie (título no Brasil: “F1: O Filme”)

F1: The Movie (título no Brasil: “F1: O Filme”)

Este é um daqueles filmes-pipoca que sempre estreiam no verão americano (meio do ano), que normalmente não tem como ser ruim. Brad Pitt e Javier Bardem encabeçando o elenco, só poderia vir coisa boa.

O filme acompanha a história de Sonny Hayes (Brad Pitt), um dos mais promissores pilotos de Fórmula 1 nos anos 1990. Após um acidente que o afastou das pistas, Sonny passou a viver como piloto de aluguel, saltando de equipe em equipe, longe do olhar dos fãs e do prestígio de antigamente.

A oportunidade de se reerguer surge quando reencontra Ruben Cervantes (Javier Bardem), antigo colega e agora proprietário da ApexGP, uma equipe que se encontra à beira da falência. Para Ruben, as habilidades e experiência de Sonny são a única esperança de salvação. Ao seu lado estará Joshua Pearce, um jovem talento determinado a provar o seu valor.

Sim, o filme é muito bom! Bem filmado (as cenas das corridas, especialmente as da corrida final, são espetaculares! E olha que eu nunca fui fã de corrida de Fórmula 1...), roteiro interessante (repleto de clichês, mas cinema comercial/blockbuster é assim mesmo!) e boas atuações (gosto dos filmes do Brad Pitt, mas sinceramente, tem hora que ele soa um pouco canastrão). Vale assistir! Diversão garantida!!!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Queer

Queer

Estava muito curioso para assistir a este filme, desde que soube do lançamento deste no exterior (aqui demorou um pouco para chegar aos cinemas). Daniel Craig foi indicado a alguns prêmios por sua atuação, assim aumentando ainda mais a minha curiosidade.

Década de 1950, Cidade do México. William Lee (Daniel Craig) é um expatriado americano que se diverte em bares pouco recomendáveis e desenvolve uma obsessão e uma relação com um soldado também americano, Eugene Allerton, bastante mais novo, que teima em não lhe dar a proximidade que ele procura.

Uma adaptação da novela homônima e semi-autobiográfica de William S. Burroughs (1914-1997) publicada em 1985, que nunca foi acabada.

Sem saber que era uma semi-autobiografia, tinha achado o filme meio “cabeça” demais. Mas depois que li mais a respeito, fez mais sentido. Mas ainda assim, acho que é longo além do que deveria. Algumas cenas “viajantes” demais para mim, que poderiam ter uma duração de alguns segundos, duram minutos (sem maiores detalhes para não dar spoiler rs). É isso, achei cumprido e lento demais pro meu gosto. E realmente, Daniel Craig está ótimo neste papel.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Life of Chuck (título no Brasil: “A Vida de Chuck”)

The Life of Chuck (título no Brasil: “A Vida de Chuck”)

Assisti ao trailer em uma das minhas idas ao cinema, e fiquei altamente curioso, pois vi que era baseado em um conto de Stephen King, de quem sou muito fã, e depois, vi muitos elogios em cima do filme. Procurei não saber nada a respeito do enredo, para ser totalmente surpreendido pela história (mas adianto que não faria diferença. Podem ler do que se trata rs).

Baseado na obra de Stephen King, publicada em 2020. O filme conta a história, ao contrário, de vida de Charles “Chuck” Krantz (Tom Hiddleston), um contador. Em três atos, começa pelo episódio de sua morte, volta para trás nove meses antes e, por fim, até à infância.

Saí do filme pensando muito sobre o mesmo, pois por ser contado “ao contrário”, as coisas vistas no começo, só são compreendidas no final. E gostei muitíssimo!! Um filme bem gostoso de assistir, divertido e muito interessante! Em agosto, estreia no Brasil: não percam!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Homem com H

Homem com H

Como sou muito fã de biografias, quando soube do lançamento deste, estava muito curioso em assisti-lo, mesmo não sendo fã de Ney Matogrosso (não é o estilo de música que eu consumo, mas obviamente sei o quão bom ele é). Ainda mais vendo algumas imagens e cenas do filme, pareciam ser muito bem executadas. Mas como vivo fora do Brasil, estava no aguardo deste estrear por aqui ou em algum streaming. E, graças à Netflix, pude assistir!

As diferentes fases da carreira do cantor Ney Matogrosso (Jesuíta Barbosa), desde a sua infância, passando pela adolescência e a vida adulta. Uma jornada através do tempo que acompanha um rapaz de origem humilde que quebra preconceitos e se torna um artista influente.

Filme com excelentes ambientações, muitíssimo bem representado pelo Jesuíta e um enredo cronológico. Mesmo eu não conhecendo quase nada da vida deste artista, gostei de conhecer. Valeu muito a pena e é altamente recomendado.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Clown in a Cornfield (título em Português: “Palhaço Diabólico”)

Clown in a Cornfield (título em Português: “Palhaço Diabólico”)

Essa semana, não tinha nenhum filme estreando que tenha me chamado muito a atenção. Aí, vi que tinha esse e me lembrou os filmes de terror que tanto assisti nos anos 90. Vi o trailer e achei até interessante. Fui assistir e relembrar os estilo que tanto gostava, antigamente. 

A cidade de Kettle Springs, no Missouri, é famosa pelos seus extensos campos de milho e pelo palhaço Frendo, celebrado anualmente nas festividades locais. Após a morte da mãe, Quinn se muda com o pai para lá, acreditando que será o local certo para um recomeço e onde não tarda até fazer amizade com um grupo de adolescentes, incluindo Cole Hill, filho do prefeito. Mas quando várias pessoas aparecem brutalmente assassinadas, os jovens percebem que Frendo não é apenas uma figura lendária, mas uma ameaça real.

É bem ‘mais do mesmo’, mas esse até tem umas coisas mais diferentes dos tradicionais “filmes de terror de adolescentes assassinados” (mas não vou dizer o que para não dar spoiler). Deu para me divertir, é um filme curtinho, e foi ok. Quem gosta do gênero, espera passar em algum streaming, pois não tem nada de especial.

Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Phoenician Scheme (título no Brasil: “O Esquema Fenício”)

The Phoenician Scheme (título no Brasil: “O Esquema Fenício”)

O diretor Wes Anderson tem uma estética padronizada em seus filmes, e os atores, normalmente, atuam de uma forma muito semelhante. Vi uns curta-metragens dele, recentemente, na Netflix e achei divertido, porém sem muito senso. Vi que tinham muitos nomes famosos nesse, então resolvi conferir.

O excêntrico Zsa-zsa Korda (Benicio del Toro) é um homem de negócios de fama internacional, conhecido por ter feito fortuna na indústria de armamento e aviação, sobrevivido milagrosamente a seis acidentes aéreos e ser pai de nove filhos homens e de uma única filha, a freira Liesl.

Determinado a tornar Liesl sua única herdeira, decide prepará-la para os negócios, envolvendo-a no KordaLand e no esquema de infra-estruturas Fenício, um projeto há muito idealizado que abrange vários negócios no Médio Oriente. Para isso, terão de viajar pelo mundo, acompanhados pelo ingênuo Bjorn (Michael Cera), e lidar com empresários, empreiteiros e criminosos de índole duvidosa que tudo farão para que os seus planos falhem.

Achei o filme um pouco complicado de entender (confesso que não entendi uma parte do final), mas é até um pouco divertido. Acho que é indicado apenas para quem gosta do diretor.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu