Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Naked Gun (título no Brasil: “Corra que a Polícia Vem Aí!”)

The Naked Gun (título no Brasil: “Corra que a Polícia Vem Aí!”)

Qualquer pessoa que foi criança/adolescente nos anos 1980/90 lembra dos filmes dessa franquia. Podia não gostar, achar bobo, mas assistiu. Rs Eu, como adorava “besteirois”, gostava desses filmes. Os primeiros, melhor. No terceiro, já estava enjoado. Quando soube que teria essa “continuação”, como Liam Neeson, fiquei sinceramente achando que deveria ser péssimo. Ou algo forçado demais. Mas a curiosidade me levou ao cinema. rs

Entre 1982 e 1994, Leslie Nielsen foi o detetive-sargento Frank Drebin, inapto mas bem-intencionado, sempre dado a acidentes, muitos deles por ele criados. Tudo começou na televisão, na série paródica “Police Squad”, e depois continuou pelos três filmes “Corra que a Polícia Vem Aí!”. Transformou Nielsen, até então um ator sério com uma cara a condizer, capaz de dizer as maiores absurdidades sem denunciar no rosto a intenção humorística, numa estrela da comédia. Chega agora uma nova versão, na verdade uma continuação, com Liam Neeson no papel de Frank Drebin Jr., filho do protagonista original.

Sabe que me surpreendeu positivamente e me agradou!? Sim, é exatamente do mesmo jeito/estilo dos filmes com Leslie Nielsen, mas ficou muito divertido! Muitos absurdos, besteiras aleatórias que me divertiu bastante. Valeu a pena ter assistido! Se quer dar risada, corra pro cinema!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Bring Her Back (título no Brasil: “Faça Ela Voltar”)

Bring Her Back (título no Brasil: “Faça Ela Voltar”)

Fui ao cinema para assistir a um outro filme, mas bem na minha sessão, houve um problema técnico e não teve a projeção. Então, me ofereceram assistir a qualquer outro filme naquele cinema e escolhi este, sem saber absolutamente nada (única coisa que fiz foi ver qual nota tinha no IMDb e era uma nota acima de 7). Então, arrisquei!

O filme centra-se num rapaz de 17 anos e a sua meia-irmã com deficiência visual que encontram o pai morto no chuveiro. São enviados para uma mãe de acolhimento, uma estranha mulher que também toma conta de um garoto mudo, isto enquanto faz o luto da filha cega que morreu afogada na piscina da casa onde mora. Cedo descobrem que há muito de estranho a se passar por ali, incluindo um assustador ritual do oculto.

Não seria um filme que eu escolheria assistir num dia normal (já cansei desse estilo de filmes), mas foi uma grata surpresa! Dentro do que se propõe, é um bom filme. As atuações estão excelentes (destaque para Ollie, o garoto mudo). Gostei, apesar de umas cenas “apelativas” de sangue e tal, mas nada que já não tivéssemos visto em filmes desse gênero. Pra que gosta, prato cheio. 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Fantastic Four: First Steps (título no Brasil: “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”)

The Fantastic Four: First Steps (título no Brasil: “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”)

Quando criança, gostava muito de assistir aos desenhos do Quarteto Fantástico. Era bastante fã! Os outros filmes que fizeram destes super-heróis, não me empolgaram muito, na época. Não os achei tão interessantes. Este, por este motivo, estava com um pouco de receio, mas fui conferir.

 

Na Terra-828, uma variação do planeta Terra no multiverso que existe num ambiente retrofuturista inspirado pela década de 1960, vive o Quarteto Fantástico, uma equipe de super-heróis. São eles: Reed Richards (Pedro Pascal), ou Senhor Fantástico, que consegue esticar qualquer parte do seu corpo; a sua esposa, Sue Storm (Vanessa Kirby), a Mulher Invisível, que tem o dom da invisibilidade e está grávida; Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach), ou Coisa, o melhor amigo de Reed que era astronauta e foi transformado num ser com pele de pedra de cor de laranja; e Johnny Storm (Joseph Quinn), Tocha Humana, irmão de Sue que consegue voar e controlar o fogo. Juntos terão de enfrentar um deus espacial, Galactus e a Surfista Prateada, que querem destruir o planeta.

 

Achei bom! O visual retrô é muito legal, deu um ar diferente ao filme e o deixou mais “real” que os anteriores. O enredo é o típico filme de heróis, mas foi um bom divertimento. Não é muito longo, então não tem as enrolações costumeiras rs. Quem gosta do estilo, vale assistir!!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Superman

Superman

Sou uma pessoa que assistiu muito os filmes do Superman, desde os anos 1980, e sempre gostei. Sempre parecidos, mas com o passar do tempo, foram ficando mais “sérios” do que filmes de super-heróis, parecendo mais filmes policiais do que fantasia. Quando soube que haviam feito mais um filme deste herói, a curiosidade falou alto, apesar de achar que não poderiam fazer nada de diferente. 


O Super-Homem é agora uma figura controversa. Enquanto muitos o vêem como um símbolo de esperança e proteção contra ameaças, outros o consideram uma força perigosa que tem de ser controlada. Neste filme, ele tenta conciliar a sua origem kryptoniana com a educação humana que recebeu em Smallville, enfrentando desafios que colocam à prova os seus valores e a sua missão como defensor da Terra.


Sim, é um pouco diferente dos primeiros filmes com Christopher Reeve, mas achei este mais “bobinho” do que esperava. Um pouco ‘Sessão da Tarde’ demais para o meu gosto. É muito bem feito, bem atuado, mas não traz nada de impressionante ou extraordinário, infelizmente. É um bom passatempo, mas nada além disso.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Jurassic World: Rebirth (título no Brasil: “Jurassic World: Recomeço”)

Jurassic World: Rebirth (título no Brasil: “Jurassic World: Recomeço”)

Quando assisti ao último filme da franquia, me arrependi e disse a mim mesmo que não assistira a nenhum outro filme, mas quando soube deste filme, e assisti ao trailer, achei que poderia ser diferente, pois me remeteu mais para o primeiro do que para os últimos. E o elenco, sendo totalmente novo, me pareceu que poderia também, apresentar coisas novas e diferentes...




Cinco anos após o caos que alterou para sempre o curso da história em “Jurassic World: Domínio”, os dinossauros foram confinados a um local bem distante e inacessível. Agora, com o objetivo de desenvolver um medicamento revolucionário capaz de salvar milhões de vidas, Zora Bennett (Scarlett Johansson) é escolhida para liderar uma missão de alto risco, acompanhada pelo prestigiado paleontólogo Dr. Henry Loomis e pelo especialista em sobrevivência Duncan Kincaid (Mahershala Ali). 

A expedição os leva à Ilha Saint-Hubert – outrora centro de pesquisa da InGen e berço do lendário Jurassic Park – onde deverão recolher DNA das três maiores criaturas pré-históricas alguma vez conhecidas. Mas nada os poderia preparar para o que estavam prestes a enfrentar.

Apesar de não ser tão fraco quanto o último, não é assim tão melhor. Muitos clichês, diálogos fracos e você sabe exatamente quem vai morrer e quem não vai. E também sabe como vai ser o final. Fico chateado de pensar que mentes tão grandes como Spielberg (produtor) insistam em fazer algo tão “sem sal” assim. Acho que a molecada, que não tem na memória o comecinho da franquia, deve gostar. E valeu muito pelos excelentes efeitos visuais. Mas só. 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Konvoi (título em Português: “Comboio do Ártico”)

Konvoi (título em Português: “Comboio do Ártico”)

As estreias da semana, não foram muito animadoras. Então, acabei escolhendo este filme pra ver, mesmo sem fazer ideia do que se tratava rs Só olhei se era bem cotado no IMDb (e é!). E arrisquei!

Verão de 1941. No auge da Segunda Guerra Mundial, quando as forças alemãs pareciam invencíveis, uma frota de 35 navios civis, transportando abastecimentos, deixou a Islândia rumo à União Soviética. Apesar da proteção da marinha aliada, falhas graves de comunicação expuseram as embarcações aos ataques implacáveis da aviação e da armada alemãs. Isolados no Ártico e sem alternativas de fuga, os marinheiros são então encorajados pelo seu comandante a enfrentar o medo e prosseguir viagem, de modo a entregarem o carregamento que poderá salvar inúmeras vidas.

Apesar de parecer ser um pouco monótono, por se passar 100% do tempo dentro do navio, é bem dinâmico e muito interessante. Nunca tinha ouvido falar nessa manobra de guerra, de “desviar” pelo Ártico, para chegar na então União Soviética. Valeu assistir!!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.