Porque malhar também tem seus melhores momentos!!
Obrigada pelas fotos: Matheus Campos
Produção: Beauty Base Luiz Freitas, Alex Goren e Julio C Penatti

O agachamento, em todas as suas variações, é um movimento que aproxima-se das atividades diárias de todos os indivíduos, portanto, sua prática, do ponto de vista do treinamento funcional é de extrema importância.
Também no esporte é uma ação muito utilizada e sua eficácia depende de uma execução aprimorada e de uma postura correta.
O objetivo principal é desenvolver a força de membros inferiores, “core” e paravertebrais.
A essencial diferença do agachamento clássico para o frontal é a posição da barra: deve ser apoiada nos deltoides anteriores, em frente ao pescoço, cotovelos apontados à frente, paralelos e na altura dos ombros.
O indivíduo deve descer, fazendo uma flexão de quadris e de joelhos, estes até 90º ou mais, conforme a orientação, com a coluna alinhada. Mantendo o alinhamento de joelhos, quadris e coluna, retornar à posição inicial sem abaixar os cotovelos. Deverá manter o foco visual à frente.
É sempre bom lembrar que o aprendizado do movimento é a primeira e fundamental etapa para o desenvolvimento da força muscular.
Professor e Personal Trainer da Cia Athletica Campinas. Seis vezes campeão sul americano de Levantamento de Peso Básico. Pós-graduado em Ciências do Esporte pela Unicamp.
Descubra como o cortisol, hormônio que pode destruir seus músculos, funciona e saiba se ele é um verdadeiro vilão, seus prejuízos e forma de amenizá-lo
O cortisol é um hormônio derivado da molécula de colesterol que tem inúmeras funções vitais no corpo, mas que se for secretado em momentos ou em quantidades incorretas, pode prejudicar seus ganhos físicos e diminuir seu desempenho, sendo conhecido como o “hormônio catabólico”. Ele está entre os hormônios mais temidos pelos praticantes de musculação.
Relacionado aos processos de estresse no corpo, não é por acaso que constantemente ouvimos frases do tipo: “Se ficar estressado, vai catabolizar!” ou “Você está com o cortisol alto, hein?”. E até mesmo, quem nunca foi alertado com a seguinte frase: “Treinar demais faz você catabolizar porque libera muito cortisol”.
Mas, na realidade, o que é o cortisol? O que esse hormônio pode fazer no corpo? Será que existem formas de aperfeiçoar os resultados diminuindo os níveis de cortisol? E será que ele pode ter alguma influência benéfica no corpo do esportista amador ou profissional? Essas e outras perguntas responderão no decorrer do artigo.
O cortisol e suas principais ações fisiológicas
O cortisol é um hormônio produzido pela glândula adrenal dependente da função de cada eixo do hipotálamo-hipófise-adrenal, sendo que, especificamente no caso do cortisol, estamos falando de um estímulo do hormônio liberador de corticotrofina (ou o CRH), que é produzido no hipotálamo, estimula a liberação de corticotrofina (ou ACTH) na hipófise anterior e esse é o hormônio que de fato estimula a produção de cortisol na adrenal (que é um glicocorticoide), além de mineralocorticóides e estrogênios.
Grosso modo, o cortisol é responsável por causar um feedback negativo, inibindo a produção do CRH e da ACTH e diminuindo sua própria produção (como na maioria dos hormônios no corpo que agem por uma “autorregulação”). Para um feedback positivo, ou seja, para um estímulo do CRH e da ACTH, alguns outros hormônios é que costumam agir, como a Vasopressina e a substância P.
Apesar de não serem mineralocorticóides, os glicocorticoides também possuem ação no metabolismo mineral do corpo. Eles, a longo prazo, se estiverem em altas quantidades no corpo, podem promover a osteopenia (perda de massa óssea), pela inibição dos osteoblastos, redução do colágeno, entre outros, como o balanço negativo do próprio cálcio no osso.
Ação do cortisol no organismo
O excesso de cortisol está associado com a fraqueza muscular, a perda de massa muscular, o aumento de excreção urinária de nitrogênio (principal composto proteico), entre outros pontos. Esses fatores ocorrem porque o cortisol tem a capacidade de ser extremamente catabólico, ou seja, ele pode induzir aos processos de proteólise, causando a degradação das proteínas e causando prejuízos na síntese proteica. A maioria dos aminoácidos que são degradados por estímulo do cortisol contribui para a gliconeogênese, que ocorre em estados de ausência da disponibilidade de carboidratos.
O cortisol, por outro lado, também é capaz de influenciar no metabolismo lipídico, mobilizando quantidades significativas de ácidos graxos armazenados para as vias energéticas. Ele promove esses efeitos em sinergia com hormônios como a adrenalina e o glucagon. Apesar desse efeito CATABÓLICO à gordura corpórea, o cortisol tem a capacidade de promover a lipogênese também, fazendo com que até haja perda de gordura em extremidades, como braços e pernas, mas fazendo com que o restante da gordura se armazene nos centros do corpo, como rosto e abdômen.
A ação do cortisol também influencia na manutenção de fluídos no corpo, pois ele é responsável por manter a integridade de contração dos vasos sanguíneos em resposta às catecolaminas. Ele estimula também a filtração glomerular nos rins e a excreção de água.
O cortisol é um hormônio anti-inflamatório e não é por acaso que ele aumenta nos níveis plasmáticos em situações de estresse. Ele é capaz de diminuir os processos celulares inflamatórios. Ele interage em tecidos lesados fazendo com que ações de células brancas sejam parcialmente inibidas, controlando a informação através da inibição também de citotoxinas. Ele também inibe a fosfolipase A2, que é a enzima responsável pela formação de ácido araquidônico a partir da fosfatidilcolina. Este é responsável por ações diretamente inflamatórias.
Alguns problemas que podemos ter com o cortisol em alta no nosso corpo: Perda de massa muscular;Diminuição da libido; Fraqueza muscular; Diminuição da testosterona; Aumento das chances de osteoporose; Aumento na vontade de urinar.
E alguns problemas que podemos ter com o cortisol em baixa: Fadiga; Depressão; Cansaço; Fraqueza.
Por esses motivos citados acima é que não devemos deixar que os níveis de cortisol fiquem elevados, pois isso irá afetar a nossa vida de musculação diretamente. Porém também não devemos ficar buscando maneiras mirabolantes de abaixar o cortisol, pois ele em baixa quantidade também afetará a nossa vida e saúde.
Obviamente, existem outros pontos que devem ser salientados do cortisol se este for estudado a fundo, mas para o praticante de musculação estes são os principais pontos.
Professora e Personal Trainer da Cia Athletica Campinas - contato: isabela.casline@soucia.com.br
Blog: www.isacasline.com.br
A mobilidade está relacionada ao movimento articular e à amplitude gerada. A estabilidade, à manutenção da postura corporal em relação ao movimento e à gravidade.
A junção dessas duas habilidades formam o conceito de moestabilidade, essa, ligada diretamente à eficiência dos movimentos.
Quanto maior a complexidade da modalidade, maior também será a mobilidade articular envolvida e consequentemente a exigência de estabilidade.
O treinamento com o propósito de melhorar a moestabilidade deve conter exercícios multiarticulares, com pesos livres e otimizar a amplitude dos movimentos.
Professor e Personal Trainer da Cia Athletica Campinas. Seis vezes campeão sul americano de Levantamento de Peso Básico. Pós-graduado em Ciências do Esporte pela Unicamp.
Para se manter ativa na gravidez, aqui estão 10 orientações que vão ajudá-la a se mexer sem correr riscos. Lembre-se que, antes de iniciar qualquer atividade física durante a gestação, é preciso que você tenha o aval do seu médico.
1. Nem só de hidroginástica e ioga vive uma grávida que quer se exercitar. Movimentos aeróbicos e alongamentos em geral estão liberados, desde que não haja nenhuma restrição médica e que um professor a acompanhe;
2. Em relação aos abdominais, há divergência entre os especialistas. Enquanto alguns defendem a prática apenas no início da gestação, outros dizem que é melhor evitar durante os nove meses. O melhor, sempre, é consultar seu médico;
3. Invista em caminhadas e ginástica localizada. Faça de duas a três vezes por semana, de 50 a 60 minutos;
4. Cuidado com exercícios que mantêm você por muito tempo em pé. Esse tipo de atividade física pode dificultar a circulação sanguínea, causando queda de pressão e mal-estar;
5. Outra prática a ser evitada são os steps. Como durante a gestação você está com as articulações mais frouxas, você tem mais riscos de sofrer torções;
6. Fique atenta à intensidade dos exercícios. Se for alta demais, o fluxo sanguíneo no organismo diminui, o que reduz a passagem de nutrientes e oxigênio para o bebê;
7. Em cada trimestre você precisará ter cuidados diferentes. Enquanto no primeiro você pode caminhar 30 minutos sem parar, esse tempo será reduzido conforme os nove meses chegam ao fim;
8. Lembre-se: não importa qual seja a atividade escolhida, os exercícios promovem uma série de benefícios a sua saúde (e do seu bebê). Ajudam a relaxar, controlar a ansiedade, reduzir o inchaço e as dores musculares (principalmente na região lombar), além de auxiliar no controle arterial;
9. No pós-parto, os exercícios contribuem para que você se restabeleça mais rapidamente, além de melhorar seu humor e, consequentemente, fazer com que você se sinta mais bonita.
10. Não é apenas você que ganha com a atividade física. Um estudo recente sugere que atividades durante a gestação contribuem para o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê.
Professora e Personal Trainer da Cia Athletica Campinas - contato: isabela.casline@soucia.com.br
Blog: www.isacasline.com.br
Evento reúne famílias da região para 4h de pedal indoor e atividade para crianças
Saúde, animação e energia é o que não falta na segunda edição do Bike Family que acontece no próximo dia 16, a partir das 16h, na quadra da Cia Athletica. O evento, que tem como propósito finalizar o ano em clima de confraternização para amantes da bike, traz como diferencial a união da família. A equipe organizadora promove atividades especiais para que as crianças se divertirem enquanto seus pais suam a camisa.
Sob organização técnica do precursor do spinning no Brasil Joaquim Germano, as quatro horas de pedal envolvem professores de todo território nacional. “Nosso objetivo proporcionar um clima diferente para mais de 300 alunos pedalarem fora das salas de bike convencionais. A descontração fica por conta de uma tarde cheia de ativações, embaladas ao som de DJs com um repertório cuidadosamente selecionado. Tudo pensado para garantir um sábado único de confraternização em família”, explica Germano.
Outro diferencial é a união de duas grandes marcas de academias de Campinas. De acordo com o diretor da A Academia, Renato Cantusio, as redes somam suas forças para fazer um evento ainda mais especial. “O Bike Family é uma grande celebração da bike indoor do Brasil. As academias se unem pela segunda vez consecutiva para proporcionar um evento completo. É muito gratificante ver alunos de várias academias juntos, em uma grande festa que preza pela saúde e bem-estar”, conta Cantusio.
Inscrições
As inscrições para o segundo Bike Family estão abertas e podem ser feitas nas unidades da A Academia, Cia Athletica e através do site www.minhasinscricoes.com.br. As vagas são limitadas.
Os kits poderão ser retirados no dia 16, a partir das 15h no local do evento, mediante a doação de um brinquedo novo em prol do Centro Infantil Boldrini.
Serviço
2º Bike Family
Data: 16 de dezembro de 2017
Horário: A partir das 15h
Local: Cia Athletica do Galleria Shopping - Rodovia Dom Pedro I - KM 131,5 - Campinas-SP
Valor: R$ 90/hora pelo site
R$ 50/hora para alunos da A Academia e Cia Athletica
Para retirada do kit, é necessário a doação de um brinquedo novo em prol do Centro Infantil Boldrini.
Horários para pedalar: 16h; 17h; 18h e 19h
Inscrições: www.minhasinscricoes.com.br ou nas sedes das unidades:
A Academia Taquaral - Rua Paula Bueno, 1148 - (19) 3252-6476
A Academia Nova Campinas - Rua Helena Steimberg, 504 - (19) 3254-7133
A Academia Paulínia - Av. Jose Paulino, 2403 - (19) 3874-9703
Cia Athletica Campinas - Rod. Dom Pedro I - KM 131,5 - lj 101 - (19) 3707-3799