Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Eleanor the Great (título no Brasil: “A Incrível Eleanor”)

Eleanor the Great (título no Brasil: “A Incrível Eleanor”)

Vi o trailer e achei muito interessante e divertido, até. Vi que era o primeiro filme dirigido por Scarlett Johansson, então aumentou ainda mais a minha curiosidade.

O filme conta a história de Eleanor, uma senhora de 94 anos. Quando vê partir Bessie, uma amiga com quem dividiu a casa durante várias décadas, Eleanor se depara com o peso da solidão. Por causa disso, decide deixar a Flórida e aceitar o convite de Lisa, a filha, para viver com ela em Nova Iorque.

Para a ajudar a se integrar, Lisa a inscreve num centro de apoio a idosos, onde, quase sem intenção, Eleanor começa a relatar a vida de Bessie — uma sobrevivente do Holocausto — como se fosse a sua própria. É assim que se aproxima de Nina, uma jovem estudante de jornalismo que lhe pede autorização para usar essa história num trabalho da faculdade. Ao aceitar, a velha senhora não imagina as consequências dessa decisão.

Um filme muito gostoso de assistir, apesar de ter alguns momentos emotivos e tristes, mas nada que deixe o filme pra baixo. Todas as atuações estão excelentes e valeu muito ter ido assistir! Recomendado para todas as idades!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.





Iguatemi Campinas recebe EP Games, o maior evento gamer do interior do Brasil

Festival acontece de 15 a 18 de janeiro de 2026 e reúne e-sports, cultura geek, tecnologia, palestras e atrações especiais


O Shopping Iguatemi Campinas se torna o endereço do maior encontro gamer do interior paulista. De 15 a 18 de janeiro de 2026, o empreendimento recebe o EP Games, festival que movimenta a região com uma agenda intensa de competições, experiências imersivas e conteúdo especializado voltado a fãs de games, e-sports, cultura geek e profissionais do setor.

Realizado pelo Grupo EP, afiliada da Globo, o evento conta com o apoio da Garena, publisher do sucesso global Free Fire, e mantém um compromisso social ao destinar 10% da bilheteria para jovens de escolas públicas.

Instalado na área P2 do shopping, o EP Games reúne torneios de e-sports, campeonato de cosplay aberto ao público, meet & greet com influenciadores e equipes profissionais, área de gameplay com consoles atuais e clássicos, espaço dedicado a jogos de cartas e tabuleiro e uma programação de palestras com especialistas que discutem temas como carreira, educação, diversidade e produção de games.

A experiência se completa com shows, DJs e diversas premiações. Entre os nomes confirmados está Ana Marcella “Anyazita” Muniz, uma das narradoras mais reconhecidas dos e-sports no Brasil.

O line-up também inclui grandes equipes profissionais: Fluxo e W7M Esports, tetracampeã mundial de eSports; Stellae Gaming, campeã brasileira de Valorant 2025; Los Grandes e MIBR, referência nacional há mais de duas décadas.

Para Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de Marketing do Shopping Iguatemi Campinas, a chegada do festival ressalta o papel do empreendimento como referência em entretenimento e inovação.

“A importância de um evento como o EP Games no Iguatemi Campinas se deve à transformação dos shoppings em centros de entretenimento e experiências. Ao oferecer vivências diferenciadas e de qualidade, reforçamos nosso posicionamento como um destino de lazer completo, ampliando a diversidade de público”.

Sobre o Iguatemi Campinas O Shopping Center Iguatemi Campinas foi o primeiro shopping do Brasil construído fora das grandes capitais e tornou-se o melhor complexo de uso misto do interior de São Paulo. Segundo shopping da Iguatemi Empresa de Shopping Centers e maior complexo da rede, são 380 operações com diversas opções de moda – marcas nacionais e internacionais –, gastronomia, casa/decoração, tecnologia, cultura e lazer.

Com um ambiente agradável e pensado nos mínimos detalhes, o empreendimento proporciona conforto e conveniência para seus clientes em um único lugar e apresenta diferenciais como o mais moderno teatro da cidade, dois complexos de cinema – incluindo um prime , além da única torre de estacionamento coberto entre os shoppings da região, com sistema de sinalização de vagas.

Para mais informações, basta acessar o site https://iguatemi.com.br/campinas/ Informações à imprensa FSB Comunicação e Macchina iguatemicampinas@fsb.com.br

Sobre o Grupo EP O Grupo EP é o maior conglomerado de comunicação do interior do Brasil, fundado pela família Coutinho Nogueira em Campinas (SP) há 46 anos e com atuação nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto, Central (Araraquara e São Carlos) e Sul de Minas Gerais.

As empresas de mídia do Grupo EP incluem a EPTV, afiliada da Rede Globo, sites Globo (g1 e ge), acidade on, Tudo EP, rádios CBN, EP FM e Jovem Pan, PIO Hub (agência de marketing de influência), EP Eventos, EP Painéis (Mídia OOH) e participação societária na Rede Bahia.

A EPTV também é destaque em reconhecimento: foi eleita uma das 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2025, segundo pesquisa da revista internacional TIME, em parceria com a Statista.

O conglomerado de mídia alcança mais de 12,3 milhões de telespectadores e representa 7,18% do consumo de todo o país (Fonte: Cobertura EPTV 2025 / IPC Maps 2025).

Assessoria de Imprensa Agência ERA®️ Mariana Cruz - Jornalista Responsável mariana@agenciaera.com.br (11) 98159-0000 Ana Clara Cruz - Atendimento anaclara@agenciaera.com.br (11) 98159-0000

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Housemaid (título no Brasil: “A Empregada”)

The Housemaid (título no Brasil: “A Empregada”)

Eu tinha visto o trailer, mas confesso que não me interessei muito pela trama. Julguei que seria um filme meio clichê e tal. Mas algumas pessoas que eu conheço, que leram o livro e assistiram ao filme, elogiaram, e eu então fiquei com vontade de conferir.

Adaptado do romance homônimo de Freida McFadden, este “thriller” psicológico conta a história de Millie, uma mulher de passado misterioso e tumultuoso, que começa a trabalhar como empregada interna para a família abastada de Nina Winchester (Amanda Seyfried). Há segredos que vêm então à tona.

Ainda bem que fui assistir! Gostei bastante! Não era mesmo do jeito “clichê” que imaginei que seria. Todo o elenco manda muito bem nas atuações e o enredo é muito bom. Recomendo fortemente!!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Água escura, Vozes dentro do véu, W.E.B, Dubois e Filme: O senhor das moscas

Dica de livro: Água escura, Vozes dentro do véu, W.E.B, Dubois

Publicada em 1920 e até hoje inédita em português, Água escura é a mais singular das obras do sociólogo, escritor e ativista estadunidense W. E. B. Du Bois. Nela, ele desconstrói a noção eurocêntrica e racializada dos seres humanos, promovendo uma ideia de humanidade radical que mais tarde o levaria a ser considerado o pai do pan-africanismo. Para abordar as diversas dimensões da segregação racial dos povos negros, o livro intercala ensaios, narrativas breves e poemas, apresentando uma estética modernista de vanguarda, como explica o professor e pesquisador Matheus Gato em texto de posfácio à edição. O estilo simbolista e altamente poético de Água escura se conecta, assim, aos conceitos mais célebres de Du Bois, como a “linha de cor”, o “décimo talentoso”, o “véu” do subtítulo ― que é a divisão que separa as pessoas negras do restante do mundo ―, ou até mesmo a “dupla consciência” gerada pelo racismo nos indivíduos negros.

            Solenes e até proféticos, os textos da coletânea tratam de assuntos históricos como as leis estadunidenses Jim Crow ou a emancipação feminina pelo voto, mas também de agendas que, infelizmente, até hoje seguem prementes. É o caso das disparidades entre trabalhadores brancos e negros, das condições dos trabalhadores domésticos, das mulheres negras e da evasão escolar entre as populações racializadas. O escritor mostra como a opressão e a exploração capitalista do chamado “mundo de cor” criam obstáculos para a realização de uma democracia plena nas esferas da economia, da política e da cultura. E o faz costurando tudo com o fio da religiosidade, com pano de fundo cristão e a exaltação do papel social das igrejas nas comunidades afrodiaspóricas.

            Tão à frente de seu tempo, Água escura não poderia deixar de apresentar algumas contradições aos olhos da crítica, tornando a obra ainda mais pormenorizada e complexa. Tamanha magnitude artística e teórica faz dela um trabalho fundamental, peça-chave para apreciar a grandiosidade de W. E. B. Du Bois.

Fonte: Amazon

Dica de filme: O senhor das moscas

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

O que diferencia uma meta emocional de uma meta tradicional?

Metas tradicionais costumam estar ligadas a resultados externos: números, prazos, desempenho, conquistas visíveis.

Já as metas emocionais dizem respeito à forma como a pessoa vive internamente enquanto caminha em direção a esses objetivos.

Elas não cabem em planilhas porque envolvem estados internos — presença, autorrespeito, capacidade de sentir, de pausar, de se escutar.

Uma meta emocional não pergunta “o que eu vou conquistar?”, mas “como eu quero me tratar enquanto vivo?”.

É ela que sustenta qualquer outro projeto ao longo do tempo.

2. Por que tantas pessoas alcançam metas externas e ainda assim se sentem cansadas ou vazias?

O que está acontecendo nesse processo interno?

Porque muitas aprendem a funcionar, mas não a se escutar. Vivem em modo de desempenho contínuo, sustentadas por cobrança, comparação e exigência.

O corpo e a mente entram em estado de alerta prolongado, e mesmo quando há conquistas, não há descanso interno.

A realização externa não compensa a desconexão emocional. Quando o fazer ocupa o lugar do sentir, surge o cansaço, a ansiedade e, muitas vezes, o vazio.

O que acontece nesse processo interno é um afastamento de si mesmo.

A pessoa consegue cumprir metas e funcionar bem por fora, mas por dentro vive em modo de sobrevivência.

As emoções são reprimidas para manter o desempenho, o corpo permanece em alerta e a autocrítica assume o controle. Com o tempo, surge cansaço, ansiedade ou vazio, porque há produtividade sem escuta interna.

Em vez de viver com presença, a pessoa apenas aguenta. As metas emocionais propõem justamente o contrário: reconectar corpo, emoções e sentido para voltar a viver com mais inteireza.

3. Quais sinais mostram que alguém está se abandonando emocionalmente? O abandono emocional aparece em sinais sutis do cotidiano: – ignorar o próprio cansaço – viver sempre no automático – respirar curto e tenso – minimizar a própria dor – exigir força o tempo todo – sentir culpa por descansar – não perceber o que sente – seguir funcionando mesmo adoecendo

O corpo costuma avisar antes da mente: tensão constante, irritabilidade, insônia, dores recorrentes ou uma sensação de endurecimento interno são pedidos silenciosos de cuidado.

4. Como cultivar coragem para sentir emoções sem julgamento, especialmente em uma cultura que muitas vezes associa tristeza ou medo à fraqueza? Primeiro, compreendendo que sentir não é fraqueza — é funcionamento humano. Emoções não são erros; são sinais.

A coragem começa quando a pessoa substitui o julgamento pela curiosidade: “o que isso quer me mostrar?” Em vez de lutar contra a emoção, ela aprende a escutá-la.

Criar espaços seguros — internos ou com pessoas confiáveis — ajuda muito. A educação emocional, a espiritualidade e a psicoterapia ajudam a devolver dignidade ao sentir.

5. Como começar a diminuir a violência interna no dia a dia?

Algumas práticas simples fazem diferença: * perceber o tom com que você fala consigo * trocar cobranças por perguntas mais gentis * interromper comparações automáticas * nomear limites sem culpa * reconhecer pequenos avanços * descansar sem se justificar * estabelecer horários para realizar exercícios respiratórios •

A violência interna não desaparece de um dia para o outro, mas pode ser substituída por uma postura mais compassiva e realista consigo mesmo.

6. Qual o papel dos vínculos verdadeiros e da possibilidade de dizer “não estou bem”? Vínculos verdadeiros funcionam como reguladores emocionais. Quando podemos dizer “não estou bem” sem medo de julgamento, o sofrimento deixa de se acumular em silêncio.

A presença do outro valida, organiza e humaniza a dor. Relações assim diminuem o isolamento, fortalecem a saúde mental e lembram que ninguém precisa atravessar a vida sozinho.

7. Uma prática diária simples para viver com mais inteireza Uma prática pequena, mas profundamente transformadora, é o check-in emocional diário. Por alguns minutos, respire profundamente e pergunte a si mesmo: “Como eu estou agora?” “O que estou sentindo no corpo?” “O que eu preciso hoje para me cuidar um pouco melhor?” Sem corrigir, sem julgar, apenas escutar. Esse gesto simples cria presença, regula o sistema emocional e constrói, dia após dia, uma relação mais respeitosa consigo mesmo.

Talvez a verdadeira meta seja esta: não atravessar o próximo ano em modo de sobrevivência, mas aprender a viver com mais inteireza, escuta e humanidade.

Sobre a autora do texto:

Elisa Maria Scognamiglio Pereira - Psicóloga Clínica

Com mais de 20 anos de experiência no atendimento de adultos, adolescentes e grupos. Especialista em Psicoterapia Corporal e Análise do Caráter, também atua com mentoria de casais, unindo técnica e sensibilidade na prática terapêutica. Palestrante ativa, promove fortalecimento emocional, autoconhecimento e qualidade de vida

Contato: @psicologa.elisapereira