Crítica de cinemaq por Vicente Neto - Filme: Primetime

Primetime

Esse foi um trailer que eu assisti e que não achei tão atrativo (visualmente). Parecia um “vídeo clipe”. Mas o tema/enredo me pareceu ser bastante interessante. 

Chris Hansen (Robert Pattinson) se tornou famoso como apresentador de "To Catch a Predator", um programa de entretenimento que, através de câmaras escondidas e de falsos perfis de crianças e adolescentes, atrai homens que procuram encontros sexuais com menores para uma casa. Aí, são confrontados diante das câmaras e apresentados trechos das conversas que mantiveram online. Em muitos desses casos, a polícia aguarda nas proximidades para os deter.

Mas, à medida que o programa se transforma num fenômeno televisivo, a corrida às audiências começa a ultrapassar os limites do jornalismo, misturando cada vez mais a investigação com dramatização e espetáculo.

Bom filme! Gostei de conhecer os bastidores do programa, sobre o qual o filme é baseado. As imagens pouco nítidas, para deixar o filme parecendo que está sendo transmitido pela TV, me incomodou um pouco, mas nada que tenha estragado. Apesar de não ser muito fã do Robert Pattinson, ele está bem no papel.

icente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Dicas de livros e filmes: Livro: A resistência, Julian Fuks e Filme:

Dica de livro: A resistência, Julian Fuks

“Meu irmão é adotado, mas não posso e não quero dizer que meu irmão é adotado”, anuncia, logo no início, o narrador deste romance. O leitor se descobre de partida imerso numa memória pessoal que se revela também social e política. Do drama de um país, a Argentina a partir do golpe de 1976, desenvolve-se a história de uma família, num retrato denso e emocionante. Adotado por um casal de intelectuais que logo iriam buscar o exílio no Brasil, o menino cresce, ganha irmãos, e as relações familiares se tornam complexas. Cabe então ao irmão mais novo o exame desse passado e, mais importante, a reescritura do próprio enredo familiar. Um livro em que emoção e inteligência andam de mãos dadas, tocando o coração e a cabeça dos leitores.

Dica de filme: Conspiradores

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Moda circular abre espaço para novos negócios e Senac Campinas oferece capacitação para quem deseja empreender com brechós

Formação reúne conhecimentos essenciais em curadoria, precificação, identidade de marca, tendências, comunicação e experiência do consumidor

 

A moda vem passando por uma transformação na forma de produzir, consumir e dar novos usos às peças. Nesse contexto, os brechós ganham espaço como alternativa para quem busca preços acessíveis, produtos diferenciados e formas mais conscientes de consumo.  Ao mesmo tempo o segmento se consolida como uma possibilidade de empreendedorismo para quem deseja atuar no setor. A profissionalização desse mercado também passa pela capacitação. No Senac Campinas, o curso Gestão de Brechós prepara pessoas interessadas em ingressar na área ou aprimorar a administração de empreendimentos já existentes. 

A formação aborda desde a identificação de oportunidades e definição do público até aspectos práticos da operação, como curadoria, precificação, estoque, logística, comunicação e relacionamento com clientes.

A iniciativa está alinhada a uma atividade que já reúne um número expressivo de pequenos negócios no estado. De acordo com pesquisa do Sebrae-SP(2025), São Paulo reúne 7.348 pequenos negócios de produtos usados. Nas regiões de Campinas e Piracicaba, são 675 empreendimentos, com predominância de microempreendedores individuais (MEIs).

Os números ajudam a dimensionar a presença desse tipo de comércio entre os pequenos negócios e mostram que a atuação com produtos usados já faz parte do cenário do empreendedorismo paulista. Para quem deseja atuar nesse mercado, conhecer as características do consumidor, desenvolver critérios de seleção das peças e compreender aspectos de gestão são fatores importantes para estruturar uma operação e construir uma identidade própria para o negócio.

A capacitação também contribui para compreender as particularidades desse modelo de negócio e desenvolver uma atuação mais estruturada. O conteúdo aborda etapas específicas do trabalho com peças usadas, como a seleção de itens em consignação e por meio de garimpo, higienização e reparos, além de técnicas de styling, fotografia e uso das redes sociais para comunicação e divulgação. 

Outro aspecto trabalhado no curso é a capacidade de acompanhar o comportamento do consumidor e as tendências do setor. Os participantes aprendem a pesquisar o mercado de moda, identificar oportunidades de negócio, negociar produtos econdições comerciais, além de desenvolverestratégias para atrair e fidelizar clientes.

Formação para um mercado em movimento

O curso Gestão de Brechós, do Senac Campinas, será realizado de 17 de outubro a 12 de dezembro, aos sábados, das 8 às 12 horas. A formação é destinada a pessoas com 18 anos ou mais e ensino fundamental II concluído, interessadas em ingressar no segmento de brechós ou aprimorar seus conhecimentos para a gestão desse tipo de negócio.

Com aulas práticas e dinâmicas, o curso promove a aproximação dos participantes com as inovações do setor e estimula a troca de experiências. Ao final, os aprovados recebem certificado reconhecido em todo o território nacional.

 

Serviço

Gestão de Brechós

Senac Campinas

Site:https://www.sp.senac.br/web/senac-campinas

Endereço: R. Sacramento, 490 - Centro, Campinas - SP 

Link de inscrição: https://www.sp.senac.br/senac-campinas/cursos-livres/curso-de-gestao-de-brechos

 

 

Idee Informação Corporativa

Patrícia Pessimpatricia@ideecorporativa.com.br(11) 95825-5551

Christine Xavierchristine@ideecorporativa.com.br(15) 98828-5458

Outubro/2026

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Social Reckoning (título no Brasil: “O Outro Lado das Redes”)

The Social Reckoning (título no Brasil: “O Outro Lado das Redes”)

Estava bastante curioso pra assistir a este filme, e saber um pouco mais sobre este caso. Lembro de ter ouvido falar a respeito, na época, mas não fui muito “a fundo”, pra saber mais.

 

Anos depois de Mark Zuckerberg (Jeremy Strong) ter criado o Facebook, a rede social se transformou numa das maiores e mais influentes plataformas do mundo. Mas, por detrás do sucesso, surgem várias questões sobre os malefícios sociais associados.

Em 2021, a engenheira Frances Haugen, gestora de produto do Facebook, decide tornar públicos documentos confidenciais que mostram de que forma a empresa toma decisões para aumentar os lucros e impulsionar o crescimento, em detrimento do bem-estar dos seus utilizadores. Para divulgar essas informações e dar a conhecer algumas das práticas da empresa, conta com Jeff Horwitz(Jeremy Allen White), jornalista de investigação do The Wall Street Journal que, a partir dos documentos, desenvolve uma pesquisa que expõe alguns dos seus segredos. As revelações colocam em risco não só o emprego de Haugen, mas também a sua segurança.

 

Muito bom filme! Muito bem atuado, bem representado e interessante. Há momentos com muitas informações, que me deixou um pouco sem entender alguns detalhes, mas nada que atrapalhe o contexto, e dá pra perceber tudo do que se tratou. Vale assistir!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

3 Happy Meeting Almoço no TAO - evento de sucesso!

3 Happy Meeting Almoço no TAO - evento de sucesso!

Fotos: Osvaldo Furiatto

A era da personalização: por que exclusividade se tornou um novo padrão de consumo

Por: Tibeti Caviglioni Daniel*

Vivemos um momento curioso: nunca tivemos tantas possibilidades de escolha e, ao mesmo tempo, nunca pareceu tão importante encontrar aquilo que realmente nos representa.

Da moda à arquitetura, dos objetos aos ambientes, o desejo por personalização deixou de ser uma característica associada exclusivamente ao luxo. Cada vez mais, as pessoas procuram produtos e espaços que tenham identidade, que respondam às suas necessidades e que carreguem alguma história. Mais do que possuir algo diferente, existe uma busca por algo que faça sentido.

No universo do design, essa mudança é particularmente significativa.

Durante décadas, a indústria foi orientada pela lógica da escala: produzir mais, com eficiência e padronização, para atender ao maior número possível de pessoas. A inovação tecnológica começa a alterar essa equação. Novos processos produtivos, ferramentas digitais e possibilidades de fabricação permitem combinar eficiência com maior liberdade de criação.

O resultado é uma mudança na própria relação entre produto e consumidor.

Em vez de simplesmente escolher entre alternativas prontas, passamos a participar mais ativamente da construção daquilo que consumimos. Dimensões, materiais, cores, acabamentos, texturas e funcionalidades podem ser pensados de maneira mais individualizada.

Mas existe uma diferença importante entre oferecer personalização e simplesmente oferecer mais opções.

A verdadeira personalização começa quando entendemos que cada escolha precisa ter um propósito. Não se trata de transformar um produto em um catálogo infinito de possibilidades, mas de encontrar a combinação capaz de responder a uma necessidade, a um estilo de vida ou a uma determinada experiência.

É aí que inovação e design se encontram.

A tecnologia pode ampliar as possibilidades, tornar processos mais precisos e permitir soluções que antes seriam difíceis de executar. Mas é o design que organiza essas possibilidades e transforma recursos técnicos em experiências.

Essa combinação também ajuda a explicar por que a exclusividade ganhou um novo significado.

Ela já não depende necessariamente de ter uma peça rara ou inacessível. Pode estar na proporção de um móvel, na escolha de um material, na maneira como um objeto se integra ao ambiente ou na solução encontrada para uma necessidade específica.

Em outras palavras, exclusividade passou a ter menos relação com aquilo que poucos podem ter e mais com aquilo que foi pensado para alguém.

Essa mudança acompanha um consumidor mais atento à própria identidade. Em um cenário de tendências que circulam rapidamente pelas redes sociais e de produtos que podem ser reproduzidos em escala global, ambientes e objetos excessivamente genéricos começam a perder espaço para aqueles que conseguem criar uma conexão mais pessoal.

Por isso, o futuro do design talvez não esteja apenas em criar o que é novo, mas em criar de maneira cada vez mais significativa.

A inovação mais interessante não é necessariamente aquela que chama atenção pela tecnologia utilizada. É aquela que consegue incorporar tecnologia sem deixar que ela seja o centro da experiência. É aquela que melhora a funcionalidade, amplia possibilidades e, principalmente, aproxima o objeto de quem irá utilizá-lo.

Personalizar também pode ser uma forma de tornar o consumo mais consciente. Quando um produto é pensado para uma necessidade real, quando suas características têm uma razão de existir e quando sua relação com o usuário é mais duradoura, a escolha deixa de ser apenas sobre aparência ou tendência.

Passamos, assim, de uma cultura do “ter algo exclusivo” para uma cultura do “ter algo que é meu”.

E essa talvez seja uma das transformações mais interessantes do design contemporâneo. Em uma era em que a tecnologia permite produzir quase tudo em escala, o verdadeiro diferencial pode estar justamente na capacidade de preservar aquilo que não pode ser padronizado: a história, o gosto, os hábitos e a individualidade de cada pessoa.

No fim, personalizar não é apenas escolher.

É participar da criação.

E talvez seja essa a próxima fronteira do design: usar a inovação para transformar possibilidades em identidade.

*Tibeti Caviglioni Daniel é CEO da Mavie Móveis e executiva de marketing com mais de 20 anos de experiência em branding, comunicação e gestão estratégica. Atua no desenvolvimento de projetos que unem design, inovação e posicionamento de marcas, além de liderar iniciativas voltadas ao crescimento de empresas e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.

Sobre a Mavie

A Mavie Móveis é uma marca brasileira de mobiliário para áreas internas e externas, com fábrica própria em Campinas (SP). Nascida da experiência de mais de 15 anos como fornecedora de móveis para alguns dos principais players do mercado nacional, a empresa lançou sua marca autoral em 2023, unindo design contemporâneo, produção artesanal, personalização e alta qualidade. Atende consumidores finais, arquitetos, designers de interiores, paisagistas e clientes corporativos em todo o Brasil, desenvolvendo soluções para residências, hotéis, restaurantes, condomínios, incorporadoras, clubes e empresas. Com fabricação própria, garantia de cinco anos e foco em conforto, durabilidade e excelência construtiva, a Mavie transforma ambientes por meio de móveis pensados para acompanhar os momentos e as necessidades únicas de cada cliente, materializadas em momentos que realmente importam.

Tibeti Caviglioni Daniel

Coluna Design e inovaçâo

 CEO da Mavie Móveis e executiva de marketing com mais de 20 anos de experiência em branding, comunicação e gestão estratégica. Atua no desenvolvimento de projetos que unem design, inovação e posicionamento de marcas, além de liderar iniciativas voltadas ao crescimento de empresas e no fortalecimento do empreendedorismo feminino.


Comunicação com a Imprensa:

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19 99989-8535

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Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: O livro do desassossego, Fernando Pessoa e Filme: Argentina, 1985

Dica de livro: O livro do desassossego, Fernando Pessoa


Os fragmentos que compõem esta complexa obra representam a inquietude, os sentimentos, as dúvidas e o amplo conhecimento de mundo daquele que segurava a caneta para escrever tão profundas palavras e ao fim assinar sob o semi-heterônimo de Bernardo Soares. Escrita em forma de diário, Livro do desassossego é a obra de Fernando Pessoa que mais se assemelha a um romance, revelando os mais íntimos pensamentos e impressões do autor.


Dica filme: Argentina, 1985

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Verity

Verity

A Anne Hathaway faz muitos filmes, e normalmente, eu sempre acho que são boas escolhas dela. Todos os que já vi com ela, me agradaram. Este me pareceu ser mais um dos bons, apesar de eu ter tirado algumas conclusões prévias de como seria o final do filme, e na minha cabeça, seria um grande clichê.

A atravessar uma fase particularmente complicada da sua carreira como escritora, Lowen Ashleigh (Dakota Johnson) recebe uma proposta inesperada: concluir, enquanto escritora-fantasma, os livros de uma série de sucesso de Verity Crawford (Anne Hathaway), que ficou incapacitada na sequência de um acidente.

Contratada por Jeremy (Josh Hartnett), marido de Verity, Lowen se instala temporariamente na casa do casal para conhecer a fundo a obra e o processo criativo da autora. Lá, encontra um manuscrito autobiográfico que parece revelar pormenores perturbadores sobre o passado e sobre as verdadeiras circunstâncias do acidente que a incapacitou.

Sim, eu estava errado quanto ao final do filme (na minha cabeça risos). Achei o filme bem atuado e ambientado, apesar de alguns momentos óbvios e outro ponto que não teve explicação (desculpe, mas não posso comentar o que, pois entregaria o final do filme), mas apesar de tudo, é um bom filme! Recomendo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.