Curso sobre instagram: stories, feed, reels

Vamos falar sobre dicas do Instagram em como usar ferramentas como Stories, Feed, Reels:

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Atenção criadores de conteúdo! Tem novidades no Instagram! - Coluna Entretenimento por Milena Baracat

Vem novidade aí pra quem deseja se aperfeiçoar na plataforma.

COLLABS

No recuso de collabs em publicações, os usuários poderão ser coautores de publicações no Feed e nos Reels da seguinte forma: com Collabs ativado, você poderá convidar outro usuário para ser um colaborador em uma publicação. A partir daí, o conteúdo se tornará disponível para os dois grupos de seguidores, compartilhando o mesmo número de curtidas, visualizações e comentários.

Ao fazer o upload de um post, é preciso selecionar a opção “marcar pessoas” na tela de compartilhamento e aí chamar quem irá colaborar na sua publicação.

Na hora em que o arroba aceitar, será automaticamente adicionado à postagem, que mostrará o nome da conta no título do conteúdo e não apenas na foto.

CRIAÇÃO DE CONTEÚDO PELO DESKTOP.

Finalmente o Insta passará a permitir que você publique fotos e vídeos na rede diretamente de um navegador.

O usuário poderá, assim como no aplicativo, publicar múltiplas fotos ou vídeos de até um minuto, editar o conteúdo, adicionar tags e outros elementos diretamente do browser.

REELS 3D + 2D E SUPERBEAT

Esses recursos visuais possibilitarão a produção de vídeos com efeitos de realidade aumentada.

- 2D e 3D lyrics effects:  compartilhar e acompanhar a letra da música de sua escolha, tornando os Reels mais interativo e atrativo.

- Superbeat: combina a música com realidade aumentada em um efeito dinâmico que automaticamente aplica edições visuais ao ritmo de qualquer música que você selecionar.

STORIES DE 60 SEGUNDOS

Atualmente, os vídeos dos Stories são limitados a 30 segundos. Quando passa esse tempo o vídeo é dividido em múltiplas postagens. Dobrando o tempo para 60 segundos, o vídeo não terá tantas divisões.

 Fonte: 1ª Creator Week Brasil e Mc Magazine

 

Milena Baracat

Coluna Entretenimento

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.

O Que Esperar do Mercado Digital Em 2021?

Saiba As Principais Tendências De Marketing Para 2021 E Esteja à Frente Do Seu Concorrente

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Com todo o caos criado ou não em 2020, o mercado digital sofreu profundas transformações ganhando novos rostos, nichos, produtos e mercados antes relutantes para se render ao digital, mas que então, enxergavam nele a única saída para subsistir ao período de isolamento. 

A explosão de novos e-commerces que o digam! Através de uma pesquisa da Ebit/Nielsen, feita em parceria com a Elo, obtivemos dados importantes. Descobriu-se que o faturamento com as vendas online subiu 47% nos primeiros seis meses do ano, totalizando 38,8 bilhões de reais apenas em e-commerces. A projeção pré pandemia era que o setor crescesse 18% em 2020 e em março, segundo dados da ABComm, estima-se que surgiram 80 mil novas lojas virtuais. 

Mas não são apenas as lojas que se renderam ao digital. Negócios locais, prestadores de serviços, profissionais liberais, também migraram suas operações para o digital, investindo em tráfego pago, estratégias de marketing e apostando em redes sociais. Em 2021 a previsão é de que o cenário reverbere ainda mais, mesmo com a possibilidade de uma vacina eficaz o suficiente para conter a segunda onda da covid19diz Henrique Mendoza - Publicitário, Gestor de Marketing especialista em tráfego pago, que a seguir, apresenta algumas tendências que dominarão 2021.

Home office > Ele já é um velho conhecido, mas muitos negócios ainda relutavam para aderir ao modelo. O que era um tabu, parece que veio para ficar. Agora, pós pandemia, muitos mercados, até mesmo os tradicionais, viram o quanto pode ser vantajoso manter o funcionário em casa, sempre em comunicação com a empresa. Isso faz com que os custos diminuam e o período passado antes no trânsito, seja aproveitado para performar mais e focar em resultados, além do mais, isso diminui a estrutura física da empresa, cortando custos que podem ser repassados para o setor de departamento pessoal ou marketing da empresa.

Investimento em publicidade: Como as pessoas passaram um longo período em casa, o consumo aumentou e a quantidade de propagandas também, levando com que empresas reforcem seu time de marketing para obter a melhor performance, ou seja, aparecer para o seu cliente, estar mais perto, fazer com que ele consuma ainda mais. Porém, os desafios são muitos. Aqui, dentre milhares de anúncios pagos diariamente, fazer com que o cliente enquanto navega em suas redes sociais pare para te ouvir, é um desses grandes desafios.

SEO para Negócios Locais > Além da considerável demanda de anúncios, muitas empresas estão buscando cada vez mais se posicionar na primeira página de buscadores como Google, Bing e o próprio Yahoo, porque 60% do público costuma pular anúncios e buscar empresas que estão entre os 3 primeiros resultados da primeira página nos resultados orgânicos. Então, se você é uma empresa local e ainda não está focado nisso, essa será uma tendência a se fortalecer ainda mais em 2021.

O ano da ascensão da Inteligência Artificial: Com o fluxo de informações a que estamos expostos diariamente nas redes sociais, na faculdade,  mesmo nas  EaD, nos motores de busca e a quantidade de processos feitos em marketing digital, tornou-se imprescindível o uso de ferramentas de gestão que ajudem a criar um fluxo de dados, interagir com seguidores nas redes, como é o caso dos chatbots, que estarão em alta e grande evidência em 2021. Os softwares de automação de processos, de criação de relatórios, processos de compras, criação de conteúdo e muitas outras opções que temos ao utilizar inteligência artificial, são inúmeras, e isso se tornará ainda mais forte em 2021. Fique ligado!

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Henrique Mendoza - Publicitário, Gestor de Marketing especialista em tráfego pago

https://henriquemendoza.com/

Instagram: @ocaradoadwords

 

Café Suplicy com Consultoria de Mídias (Aula sobre fotos no Stories do Instagram)

Recentemente terminei um curso espanhol sobre como personalizar e melhorar as fotos no Stories, acho que essa é uma dificuldade geral com pessoas que trabalham com o Instagram.

Resolvi dar essa Consultoria para pequenos grupos e o primeiro foi n Café Suplicy (meu parceiro do site) e estive com algumas alunas que aprovaram o que aprenderam!

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A escolha dos influenciadores diz muito sobre a sua marca

Por Alex Monteiro*

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A pandemia mudou hábitos de consumo, a maneira de se comunicar e a forma que os consumidores se relacionam com as marcas. As redes sociais viraram uma nova vitrine e os consumidores se adaptaram a essa realidade. O consumo não deixou de existir, mas se tornou mais consciente.  Passamos a priorizar a economia local, o pequeno estabelecimento e a valorizar marcas e empresas que realmente se preocupam com o meio ambiente e com a comunidade ao redor.

Por isso, atualmente, não basta apenas aprender a linguagem digital, é necessário entender que os consumidores desenvolveram novas habilidades e deram atenção a valores que antes estavam fora de pauta, com uma vida mais corrida, impulsionada pelo desejo de ter. Acredito que essa transformação digital não é uma corrida de 100 metros, mas, sim, uma maratona. O caminho é longo e não podemos perder o foco do que realmente é importante: prosseguir de forma assertiva.

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Os consumidores estão mudando, não somente em locais, mas em valores. Na busca por um lugar no pódio, muitas empresas e marcas têm apostado em influenciadores, mas alguns cuidados e precauções são importantes neste universo de curtidas.

Primeiramente, para ter sucesso na parceria, empresas e influenciadores devem ter “algo em comum”, ou seja, compartilharem os mesmos valores, interesses e propósitos. Os digitais influencers são utilizados para acelerar a comunicação de uma marca com o grupo de pessoas que exerce sua influência, logo, traz com ele valores similares a essa comunidade. É preciso dar um match entre a marca e o influenciador, do contrário, ambos sairão perdendo: a marca vista como oportunista e o influenciador como ganancioso, visando somente a relação comercial.

Além disso, devem “falar a mesma língua”, conversar com o mesmo público. Caso contrário, o discurso não será relevante para ninguém. Uma dica: os roteiros devem ser construídos a quatro mãos, mas a linguagem é do influenciador. O digital influencer escolhido não pode ser aquele que não sabe nada sobre o universo da marca que irá divulgar e decidiu falar sobre isso agora, pelo fato da conveniência de audiência. É preciso analisar o histórico e a sua trajetória.

Por fim, é importante ressaltar que essa conversa não tem nada a ver com o número de seguidores. Não estou dizendo que isso não é importante, mas não é o bastante. O foco deve estar no poder de engajamento e de influência. Vale lembrar que os robôs já chegaram faz tempo no ambiente digital, inflando o número de seguidores, comentários e até mesmo nos directs. Por isso, é essencial analisar a relevância.

Como em uma maratona, o universo digital requer dedicação e persistência, mas se você traçar as estratégias certas, o pódio estará mais perto.

Alex Monteiro é sócio-fundador da Non Stop, a maior agência de talentos digitais da América Latina




5 maiores erros no Instagram: Priscila Jaffé, empresária referência no marketing de influência, revela as principais falhas cometidas na rede

"Instagram não é 'só postar'. As redes sociais são canais que encurtam distâncias e conectam empresas com seus clientes em potencial", explica a CEO da Jaffé Produções, que tem em seu casting grandes nomes como Marina Ferrari, Gabriella Lenzi,, Carla Prata, Monick Camargo, entre outros

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A jornada para crescer nas redes sociais não é fácil, muitos influenciadores demoraram anos para crescer, assim como outros viralizaram da noite para o dia. Não há uma regra específica, mas existem ações que podem te afastar ainda mais de conquistar um retorno positivo através das redes. A empresária Priscila Jaffé, responsável pelo sucesso de grandes influenciadores como Marina Ferrari (3,2M) e Gabriella Lenzi (1,4M), reuniu os principais erros cometidos no Instagram e como evitá-los.

“Muitas pessoas que estão no começo da sua jornada na internet acabam se apegando aos números de seguidores, com a falsa ilusão de que para ser um influenciador relevante, você precisa ter milhões de pessoas te acompanhando. Mas nem sempre o caminho mais fácil para conquistar esse público é o mais correto.  Muitos cometem falhas que são extremamente prejudiciais para sua carreira. Instagram não é ‘só postar’. Temos que ter em mente que as redes sociais são canais que encurtam distâncias e conectam empresas com seus clientes em potencial”, explica a CEO da Jaffé Produções, uma referência no empresariamento artístico no Brasil, trabalhando tanto com influenciadores digitais quanto com marcas que buscam presença no mercado digital.

1) Compra de Seguidores: Comprar seguidores pode parecer uma alternativa rápida e fácil para aqueles que querem crescer no Instagram, mas não é. Você só vai estar perdendo dinheiro. Muitos desses seguidores não são reais, não vão interagir com você. Além disso, você também corre risco de perder esses seguidores, porque, caso se trate de perfis fakes, possivelmente as contas vão ser removidas pelo próprio Instagram.

2) Patrocinar Sorteios no Instagram: Quem nunca viu uma super oportunidade de ganhar muitos seguidores da noite para o dia patrocinando um sorteio de algum influencer extremamente famoso? Tentador, não é? Pois é. Mas é muito importante ressaltar que a quantidade de seguidores não reflete no seu engajamento. Todas as pessoas que começaram a te seguir através desse sorteio, foram obrigadas. Já que para poder concorrer ao prêmio ofertado pelo influencer, precisam seguir o seu perfil, ou serão desclassificadas. Novamente, não passa de um número na sua conta, pois essas pessoas não estão lá por você ou pelo seu conteúdo, mas sim pelo prêmio, e raramente irão interagir ou gerar algum engajamento com o seu perfil.

3) Aplicativos de automação: Esses aplicativos são queridos por muitos, já que com uma simples configuração você consegue colocar sua conta para seguir outras automaticamente, com a expectativa que elas te sigam de volta. O grande problema é que a maioria das redes sociais possui um algoritmo que capta quase que instantaneamente quando esses aplicativos são utilizados, fazendo com que sua conta seja bloqueada, suspensa, ou reduzindo drasticamente seu alcance. Cada rede social tem a sua respectiva punição.

4) O chato do Instagram – SDV, Troco Likes: Na ânsia para conquistar audiência, muitas pessoas infestam fotos e vídeos de outros usuários com termos e hashtags como #sdv – segue de volta, #likeforlike – o famoso troco likes, #fb – follow back (sigo de volta), etc. Essa tática pode ser um tiro no pé. Ao invés de ganhar seguidores, você vai se tornar o chato do Instagram e desesperado por números. 

5) Postar várias vezes em curto intervalo de tempo: Postar muitas vezes em um curto período pode render uma penalização da sua conta por parte do algorítmo do Instagram. Existe um limite de publicações diárias para que o algoritmo consiga distribuí-las para um grande número de pessoas organicamente. A medida que você posta muitas coisas, as pessoas vão interagindo menos com as últimas postagens e o alcance das suas publicações vai diminuindo.

 

“O importante para crescer nas redes sociais é crescer organicamente, trabalhando bastante para gerar um conteúdo interessante e ser autêntico(a), verdadeiro. Seus futuros seguidores vão te seguir porque se identificam com você, gostam do seu conteúdo, e gostariam de te ter como um amigo próximo. A adoção de boas práticas joga a favor da sua estratégia.”, finaliza a empresária.

Sobre Priscila Jaffé

Inspirada por sua avó, que foi empresária de artistas da música clássica, Priscila Jaffé, CEO da Jaffé Produções, se torna atualmente referência no empresariamento artístico no Brasil, trabalhando tanto com influenciadores digitais quanto com marcas que buscam presença no mercado digital. Ela iniciou a carreira em 2015, com a influencer Marina Ferrari, e hoje já carrega em seu portfólio grandes trabalhos e campanhas. Além de Marina - com 3,1 milhões de seguidores - nomes como Gabriella Lenzi, Leydi Paranhos, Carla Prata, Monick Camargo e Nathalia Lucena também escolheram a empresária para gerenciar sua carreira e integram o casting de sua empresa.

Saiba mais sobre Priscila Jaffé / Jaffé Produções:

http://jaffeproducoes.com.br

https://www.instagram.com/jaffeproducoes/

 

Por que Kate Middleton e Príncipe William mudaram o nome de suas redes sociais?

Essa foi a primeira mudança dos últimos 5 anos

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Parece que o príncipe William e Kate Middleton estão fazendo algumas mudanças sutis em suas contas do Instagram e Twitter, começando com o nome. Os fãs da realeza notaram que, embora os nomes de exibição de suas contas fossem "Palácio de Kensington", agora eles são "o duque e a duquesa de Cambridge". 

Esta é a primeira vez que o casal real muda seu nome no Instagram em cinco anos. Há algumas semanas, eles também trocaram a foto do perfil, optando por uma foto recente de toda a família batendo palmas para trabalhadores na linha de frente do combate ao coronavírus.

Kate e William estiveram mais presentes nas mídias sociais nas últimas semanas, graças às ligações do Zoom com várias organizações com as quais trabalham, e foi bom ver uma perspectiva menos oficial do trabalho público. Claramente, eles estão se inclinando para a resposta positiva dos fãs com essas mudanças sutis!

Conversando com a Entertainment TonightKatie Nicholl, jornalista especialista sobre realeza, disse que William e Kate estão "dando o que falar" para garantir que estão ajudando o maior número possível de instituições de caridade e organizações. 

Nicholl acrescentou que "Estamos vendo eles baixarem a guarda e isso é resultado do que estamos passando". Há algumas semanas, Kate admitiu que tem sido "realmente difícil" não poder ver seus amigos e familiares e disse que educar em casa seus filhos teve seus "altos e baixos". Eles atualizaram seus nomes de mídia social para o duque e a duquesa de Cambridge, em vez de Kensington Royal, fazendo as contas deles parecer muito mais acessível.

Fonte: https://www.revistalofficiel.com.br/pop-culture/por-que-kate-middleton-e-principe-william-mudaram-o-nome-de-suas-redes-sociais

Digital influencers: afinal, o que é ser um influenciador nas redes?

Por Nathan Vieira

Se tem algo que consegue mostrar o quanto a ascensão das redes sociais revolucionou várias áreas da nossa vida. é o digital influencer. Essa carreira, relativamente nova no mercado, deixa claro que quando estamos falando de curtidas, comentários, visualizações, estamos falando do reflexo daquilo que a sociedade está acompanhando ou rejeitando.

No entanto, em meio a inúmeras publicações, tentativas de engajamento, parcerias, publiposts, fica o questionamento: o que, exatamente, é ser um influenciador? Como é a rotina que acompanha essa profissão? Com isso em mente, conversamos com alguns especialistas no assunto, visando entender melhor as verdades por trás da carreira de um digital influencer.

Mas pegando o termo em sua raiz: digital influencer (ou, traduzindo literalmente, influenciadores digitais), basicamente, é a pessoa que detém o poder de influência em um determinado grupo de pessoas. Esses profissionais das redes sociais impactam centenas e até milhares de seguidores, todos os dias, com o seu estilo de vida, opiniões e hábitos.

É válido apontar que a ascensão do digital influencer ocorre de maneira diretamente proporcional ao aumento do consumo de informação e produtos na internet. E as marcas têm aproveitado esse momento para estar mais presente e mais próxima ao consumidor. Na prática, o influencer impacta e conquista seguidores e fãs, através da produção de conteúdo, além de usar as mídias digitais (no caso, costumeiramente o Instagram, o Facebook, o YouTube ou até mesmo o blog) como meio para entregar a informação.

É o caso de Evelyn Regly, que ostenta 4,9 milhões seguidores no Instagram, e 4,42 milhões de inscritos em seu canal homônimo no YouTube. Uma vez questionada sobre como é a sensação de transformar o hobby em uma carreira, a influencer afirma: “Eu amo o que eu faço. Quando eu tinha 15 anos ficava fuçando o computador que meu pai me deu com muita dificuldade e aprendi a programar sozinha. Ali eu já sabia que queira trabalhar na área de informática, redes etc. Trabalhar online em tempo integral é um prazer. Eu amo”.

Apesar de amar o seu trabalho, Evelyn reconhece desafios. “Um ponto negativo é a exposição. Mesmo que você não queria, às vezes precisa se pronunciar sobre coisas da sua vida pessoal. Faz parte. Para mim, a maior dificuldade é se manter íntegro em um meio onde a opinião é vendida muito fácil. Eu tento ser o mais transparente possível quando vou dar a minha opinião, e se achar que não devo, nem dou”, afirma.

E em questão de exposição, a influencer conta que já passou por uma situação na qual uma briga com amiga, também influenciadora, se tornou pública e enquanto não se pronunciou, o público não parou de cobrar uma reação dela. “Isso é muito ruim, é uma pressão muito grande. Nem sempre você quer falar naquele momento, nem sempre você quer falar sobre. Mas relevei. Hoje tenho mais cuidado como o que exponho, inclusive as amizades”, acrescenta.

De acordo com Evelyn, a rotina de um influencer é verdadeiramente intensa. “Se não se policiar, você dorme e acorda trabalhando. Eu me pego pensando em conteúdo criativo para a minha audiência o dia todo. Acordo lendo os comentários, o que as pessoas estão pedindo para que eu fale ou faça (como resenha de produtos, bate-papo com temas específicos etc). Respondo cerca de 5 mil comentários por dia, pois é importante que a gente se mantenha próximo do público que tem um carinho por você”, revela.

No entanto, a rotina cansativa acaba gerando bons frutos, segundo ela: “É muito gratificante. Além disso, produzo fotos e vídeos diariamente, para diversas plataformas, além de produzir conteúdo publicitário. Não tenho hora para parar de trabalhar, trabalho até quando acordo na madrugada... por isso, tento me policiar”.


Influencers sob os olhos do mercado


No entanto, há muito sobre os influencers que não temos o costume de acompanhar. São os bastidores dessa carreira, propriamente dito. Primeiro, é possível observar que a ascensão dos influencers gerou impacto em várias áreas da indústria. Mais do que a gente imagina, na verdade.

“Hoje, quando se pensa no lançamento de qualquer produto ou serviço, um fator sempre levando em consideração é como ele será aceito na internet e nas redes sociais. Ou até mesmo a pesquisa de mercado para tal muitas vezes é feita, em grande parte, por meio da internet e das redes sociais. O que temos visto, fortemente, é que não somente os influencers, mas todos os internautas passaram a ser considerados com maior peso”, explica Thábata Mondoni, CEO da agência de comunicação Mondoni Press.

Thabata ressalta que o comportamento do consumidor mudou e estará em constante metamorfose com a internet, e as marcas que não se mantiverem antenadas perderão espaço e até mesmo a oportunidade de faturar muito mais: “Conectividade, interação e multiplataformas são as palavras da vez e devem estar presentes no dia a dia de qualquer negócio. Um produto, hoje, não é mais apenas um produto. Ele é um post futuro que expressa preferências e personalidades de cada indivíduo. Por isso, deve ser pensado, em todos os detalhes, no consumidor que está online”.

Mas e no caso de contratar um influencer? Como é que funciona? Bom, segundo Thábata, os primeiros pontos a definir são as ações estratégicas com esses influenciadores. Assim, a marca deve ter em mente se será uma ação pontual ou seguirá por um período determinado, se usará um ou mais influenciadores, qual a mensagem que a marca deseja que eles passem através de suas redes sociais e se eles vão atingir o público-alvo.

“Tenho visto muitas marcas grandes errarem com suas ações. Gastam muito dinheiro, fazem eventos caros, mas quando os influenciadores chegam, nada acontece e não gera conteúdo para eles. Postar somente por postar não gera resultado. Uma ação estratégica deve contar uma história e substituir aquele publipost forçado — que tem no feed de todo influenciador — por um conteúdo mais atraente e sugestivo”, explica a CEO.

De acordo com Thábata, outros pontos de atenção são identificar se esse influenciador realmente influencia e se ele possui coerência com a marca contratante. “Muitos influenciadores têm um grande número de seguidores, mas não engajam as pessoas. Aliás, hoje, ter muitos seguidores não define o poder de um influenciador. Já aqueles que engajam, mobilizam as pessoas, têm autoridade ao ponto de fazer os internautas experimentarem novos produtos e marcas, esses sim são considerados Influenciadores de verdade”, revela.

Quem compartilha de um ponto de vista semelhante é a influencer Ana Tex, especialista em Marketing Digital com foco no uso de ferramentas digitais para aumentar vendas e visibilidade. “O ideal para o influenciador conquistar os olhares das marcas é mostrar que ele tem uma audiência engajada. Então nos posts que ele faz, existem pessoas engajadas? Nas lives que ele faz, existem pessoas engajadas? Quando ele faz um evento, as pessoas comparecem? Ele consegue mobilizar pessoas? É isso o que as marcas querem, independente do tamanho. Não precisa ser um grande influenciador, mas mobilizar pessoas em torno de uma causa “, aponta.

De acordo com a CEO da Mondoni Press, depois do boom dos influencers com centenas de milhares de seguidores, que passaram a cobrar de R$ 15 mil a grandes montantes de dinheiro por publicações, muitas empresas passaram a apostar nos microinfluenciadores e nanoinfluenciadores (cerca de mil seguidores), que mais se aproximam com pessoas comuns, do dia a dia. Isso porque o público na internet tem buscado cada vez mais pessoas com a quais se identificam, que possuem um estilo de vida parecido.

Aliadas a essa tendência, surgem também novas possibilidades de ações como, por exemplo, usar uma verba que seria investida em apenas 1 ou 2 influenciadores, para contratar diversos em regiões estratégicas. Algumas marcas chegam a pagar entre R$ 200 e R$ 500 (mês), mais o envio do produto, para cada nanoinfluenciador. “A admiração e referência são importantes, mas é preciso gerar uma identificação real. O público precisa ver algo e entender que aquilo também é possível e acessível para ele. Caso contrário, o principal objetivo de toda ação de marketing não acontecerá: a venda”.

Engajamento

Uma palavra muito utilizada quando se trata de influencers é engajamento. Utilizada em diferentes contextos, é uma referência ao modo como alguém se relaciona com algo. No caso das redes sociais, que popularizaram o termo, é também uma forma de entender o modo como o público interage com as marcas. Mas como funciona isso?

Para Thiago Valadares, especialista em comportamento digital e sócio-diretor da Agência Hiro, o principal fator que leva a um bom engajamento é a frequência nos posts e na interação. “Tão importante quanto postar, interagir com seus fãs é primordial. Curtir os comentários, responder, comentar nas fotos dos outros, interagir nos stories, enfim, tenha o máximo de diálogo com seus fãs, mostre que você viu e que se importa. Manter uma boa frequência, postando constantemente, vai ajudar você a crescer no mundo digital”, aponta o profissional.

Segundo Ana, as estratégias de engajamento dependem de cada mídia, mas no Instagram, por exemplo, a ideia principal é fazer conteúdos que as pessoas salvem, comentem e compartilhem, e isso faz com que a comunidade comece a engajar. “Então sempre pensar em criar conteúdo para gerar uma comunidade e através de causas e coisas que as pessoas estão buscando na internet. Essa é uma das melhores formas de gerar engajamento”, orienta.

Por outro lado, Ana relembra aquilo que os influenciadores não devem fazer: “O que pode levar o influenciador a perder muitos seguidores é a falta de autenticidade, e quando ele se posiciona de uma forma que o público não compreende. Já vi casos de pessoas que têm um discurso de ser vegano e foram pegas comendo carne, por exemplo. Então há falta de consistência naquilo que entrega”.

Thiago inclui que algo que não funciona para um influenciador é a polêmica. “Muitos influenciadores, para crescer e ganhar notoriedade, escolhem esse caminho, gerando polêmica, debatendo com os fãs e criticando quando possível. Esta estratégia é velha, dá resultado, mas pode se tornar uma grande ameaça, e tudo que foi construído pode ser facilmente destruído, seja por denúncias (assim você pode perder a conta) ou por ganhar um rótulo que depois será difícil de tirar”, conta.

Para quem deseja se tornar um influencer, Thiago recomenda primeiramente a pessoa saber sobre o que quer falar, algo que goste, que tenha domínio, que consiga produzir conteúdos de qualidade. A escolha da segmentação é outro ponto. Uma dica apontada pelo especialista em comportamento digital é seguir influenciadores semelhantes, achar bons conteúdos para se inspirar.

Thiago também acredita que a melhor maneira de se destacar é mostrar que tem conteúdo de qualidade para aquele segmento. “Antes, existia a era dos “fãs”, quanto mais, melhor. Hoje, é a era da credibilidade. Ou seja: melhor você ter 10 mil seguidores que gostem de você, que pertençam a uma tribo, que saibam dos seus gostos e te acompanhem, do que ter 1 milhão de seguidores e 800 mil serem avulsos”. Qualidade e não quantidade. As marcas querem isso agora”, disserta.

Quanto ganha um influencer?

Agora tocamos em um assunto muito interessante: números. De acordo com Thábata, é justamente por quantidade de seguidores e acessos que o influencer faz a sua carreira. Ela conta que todo influenciador deve tem um media kit (material de apresentação) contendo todos os números possíveis, inclusive de engajamento e estatística de público-alvo.

Com isso em mente, um grande influenciador chega a cobrar a partir de R$ 10 mil por publicação, e essa é uma média que pode chegar a valores bem maiores. Já microinfluenciadores (com cerca de 20 mil seguidores) cobram na faixa de R$ 1 mil, uma média que também pode variar. E tem os nanoinfluenciadores que cobram a partir R$ 200. No entanto, há muitos que aceitam postar em troca do próprio produto. Tudo vai depender da negociação.

No entanto, transformar as redes sociais numa carreira também pode ser um trabalho árduo. “Fazer sua página render dinheiro não é uma tarefa tão fácil. Vai exigir uma dedicação diária, periodicidade nas publicações e presença constante nos stories até conquistar um público que se engaje na página. Após identificar que possui esse público, o próximo passo será se apresentar às marcas. Tudo isso demanda tempo, disponibilidade e investimento. Depois, sim, é possível rentabilizar via posts patrocinados, presença em eventos, recebimento de produtos, apostar em marketing de afiliado ou até mesmo lançar um produto exclusivo”, finaliza Thábata.

Fonte: https://canaltech.com.br/redes-sociais/digital-influencers-afinal-o-que-e-ser-um-influenciador-nas-redes-162554/