Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Death on the Nile (Título no Brasil: “Morte no Nilo”)

Death on the Nile (Título no Brasil: “Morte no Nilo”)

Como tinha assistido e gostado do primeiro filme baseado no também livro de Agatha Christie

(“Murder on the Orient Express”), não podia deixar de conferir este.

O internacionalmente famoso detetive belga Hercule Poirot (Kenneth Branagh) encontra-se,

juntamente com várias outras pessoas, a bordo do "S.S Karnak", um luxuoso cruzeiro fluvial

que navega pelas águas tranquilas do Nilo, a convite de Linnet Ridgeway Doyle (Gal Gadot),

uma rica herdeira norte-americana. Mais uma vez, se vê forçado a entrar em ação e a

desvendar um mistério, quando uma das pessoas no barco aparece morta. Como sempre, não

faltam suspeitos. Mas eles vão diminuindo à medida que também começam a aparecer mortos. 

O filme segue a mesma linha do anterior, com muito mistério, e nos deixa suspeitando de todos

as personagens. Neste filme, a fotografia também chama muito a atenção. Vale muito assistir

no cinema! Altamente recomendado.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Lost Daughter (Título no Brasil: “A Filha Perdida”)

The Lost Daughter (Título no Brasil: “A Filha Perdida”)

Andei vendo muitos comentários, nas redes sociais, sobre este filme. Muitos bons comentários, e falando sobre ser o primeiro longa de direção da atriz Maggie Gyllenhaal. Quando assisti ao trailer, e vi que Olivia Colman fazia a personagem principal, me interessei ainda mais.

 

Leda Caruso (Olivia Colman) é uma professora universitária de meia-idade que se encontra de férias na Grécia. Sozinha, passa o tempo observando as pessoas à sua volta, distraidamente, até se tornar quase obsessivamente interessada por uma jovem mãe e sua filha pequena. Através delas, Leda se vê de regresso ao passado e à sua experiência enquanto mãe. Isso vai fazê-la reavaliar a sua vida e as decisões, nem sempre fáceis ou justas, que teve que tomar. 

 

O filme é muito interessante, porém (sendo repetitivo rs) um tanto longo demais... meia hora a menos, seria o ideal! Mas é um pouco parado e teve uma parte que eu fiquei um pouco sem entender (uma ação de um personagem), mas nada que comprometesse o filme. Resumindo: achei ok.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Moonfall (Título no Brasil: “Moonfall: Ameaça Lunar”)

Moonfall (Título no Brasil: “Moonfall: Ameaça Lunar”)




Filmes catástrofes? Tô dentro! Rs Sou fã dos filmes “blockbusters”, com muitos efeitos visuais. É o mais puro cinema-entretenimento, a meu ver. Mas mesmo sendo fã, o trailer não me empolgou muito, não. Achei que não deveria esperar tanto deste filme.

 

Jo Fowler (Halle Berry), ex-astronauta da NASA, é alertada para um terrível fato: uma força inexplicável fez com que a Lua saísse da sua órbita natural e se deslocasse em direção à Terra, pondo em causa toda a vida do nosso planeta. Numa tentativa de impedir a hecatombe, Jo se alia a um grupo de cientistas e segue missão até à Lua para ver o que pode ser feito.

Lá, deparam-se com um segredo guardado desde a missão ‘Apollo 11’. 

 

Realmente, não me enganei. O filme tem diálogos péssimos, apesar de ter um enredo interessante, mas os efeitos visuais compensam. Não espere muito... apenas mais um filmão pra se distrair.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The 355 (Título no Brasil: “As Agentes 355”)

The 355 (Título no Brasil: “As Agentes 355”)

Quando vi a respeito do filme, fiquei animado. É bem o tipo de filme de ação / espionagem que eu gosto. E com um elenco feminino super bem cotado, não tinha como me decepcionar...

 

Mason Brown (Jessica Chastain), agente de elite da CIA é contatada para recuperar uma arma ultra-secreta que, nas mãos erradas, pode dar origem a uma terceira guerra mundial. Forçada a agir por conta própria, ela aceita, com a condição de recrutar três mulheres que considera indispensáveis. São elas: a britânica Khadijah (Lupita Nyong'o), antiga agente do MI6 e especialista em informática; Marie Schmidt, agente dos serviços de inteligência alemães e sua inimiga de estimação; e Graciela (Penélope Cruz), uma psicóloga colombiana com muitas cartas na manga. Em pouco tempo, as quatro agentes descobrem ter em seu encalço a chinesa Lin Mi Sheng, cujas intenções têm dificuldade em decifrar mas que depressa se transforma num imprescindível elemento do grupo. Com dispositivos tecnológicos de última geração, elas vão percorrer o mundo, numa missão que colocará em risco não apenas as suas próprias vidas, mas também as dos que lhes são próximos.

 

Bom, são vários clichês de filmes de ação... mas é um filme que me agradou. Tipo de filme que você assiste, acha legal, mas nada de extraordinário. Apenas um bom divertimento.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Nightmare Alley (Título no Brasil: “O Beco do Pesadelo”)

Nightmare Alley (Título no Brasil: “O Beco do Pesadelo”)

Ao ver que era o novo filme de Guillermo del Toro, com um elenco super ‘estrelado’, não tive dúvidas: tinha que conferir, pois gosto muito de alguns outros filmes deste diretor, e imaginava que seria um filme com surpresas e alta qualidade.

 

Stanton Carlisle (Bradley Cooper), um pequeno criminoso caído em desgraça, decide integrar uma espécie de “circo dos horrores”. Naquele lugar estranho, mas cheio de personagens interessantes, se torna amigo da vidente Zeena (Toni Collette) e de Pete, o marido dela. Com eles, Stanton aprende várias técnicas de ilusão e engano que, mais tarde, usará num esquema de corrupção onde envolverá algumas das personalidades mais importantes da cidade de Nova York. 

 

Decepção total. O enredo é realmente muito interessante, mas faltou, e muito, informações sobre personagens (sobre origens de uns, e destino de outros). Perdeu-se tempo a mais no início do filme, o que me deixou com a sensação de faltar algo no final. Mais uma vez um filme longo demais, desnecessariamente. Uma pena, pois com esta direção e este elenco, poderiam ter feito um filme mais agradável (me incomodou e muito, o personagem de Bradley Cooper fumar incessantemente, o filme todo). Uma pena.

Vicente Neto

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Crítica cinema por Vicente Neto - Filme: El Buen Patrón (Título em Português: “O Bom Patrão”)

El Buen Patrón (Título em Português: “O Bom Patrão”)

Quando vi que o Bardem estava no papel principal, e este filme tinha recorde de nomeações

para prêmios na Espanha (e é o candidato espanhol para o Oscar), me animei para assistir,

mesmo tendo achado o trailer não muito atrativo.

Blanco (Javier Bardem), proprietário de uma empresa que fabrica balanças industriais, fica

satisfeitíssimo ao saber que o Governo nomeou o seu negócio para um prêmio de excelência.

Contudo, pouco antes da visita da comissão para fazer a avaliação final, se depara com

inúmeras reivindicações dos trabalhadores, que parecem ter escolhido o pior momento para

mostrar o seu descontentamento. Determinado a fazer com que nada estrague a sua reputação

(pelo menos até à atribuição do prêmio), Blanco tenta conter a desordem de todas as maneiras

possíveis. Mas, como normalmente acontece em situações como esta, nem sempre corre como

o esperado. 

Sinceramente, mais um daqueles filmes com uma história meio tola, sem grandes emoções.

Não é ruim, mas também, não tem nada de excepcional. Bardem manda muito bem no papel, o

enredo é bom, mas não chega a tanto (para tantas indicações a prêmios). E poderia ter uma

meia hora a menos. Se passar na TV e não tiver nada melhor para fazer, assista. Se não, deixa

pra lá.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Scream (Título no Brasil: “Pânico”)

Scream (Título no Brasil: “Pânico”)

Sempre fui muito fã deste tipo de filme, quando adolescente (já escrevi isto aqui algumas vezes), e o primeiro “Scream”, quando foi lançado, marcou. Foi muito legal por ser um filme de terror que fala sobre filmes de terror. As sequências já não foram tão legais... Mas, quando soube que lançaram este, com muitas referências ao primeiro filme, eu realmente tive que assistir no dia do seu lançamento.

 

Passados 25 anos desde que a primeira onda de terríveis homicídios assolou Woodsboro, parece que o psicopata mascarado que recria as mortes dos filmes de terror está de volta. Sidney Prescott (Neve Campbell), uma das poucas sobreviventes do assassino e uma das suas obsessões, regressa à cidade, determinada a encontrar o culpado e salvar uma nova geração de adolescentes da encenação macabra que os espera. 

 

É mais do mesmo (um monte de adolescente sendo assassinado e você desconfia de todo mundo, durante o filme), mas valeu pelo efeito nostálgico. Bom saber que é uma extensão do filme original. Pra quem curte esse gênero (e gostou o primeiro), assista mas sem grandes expectativas. Filmes de terror adolescentes são sempre filmes de terror adolescentes. rs

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Licorice Pizza

Licorice Pizza

Quando assisti ao trailer, antes de algum filme que assisti estes dias, achei que o filme me lembrava o estilo do filme “Little Miss Sunshine”. Um filme despretensioso, que se mostrou ser um filme muito legal e divertido. Então, fiquei com essa ‘imagem’ na cabeça...

 

No início dos anos 1970, Gary é um garoto de 15 anos de uma zona de Los Angeles próxima à indústria do entretenimento, com um espírito para o negócio. No dia de tirar fotografias para a escola, conhece Alana, uma garota mais velha, e desenvolve uma paixão por ela. No início irritada, ela começa a desenvolver uma amizade e parceria com ele, por negócios como a venda de camas com colchões d’água e um fliperama.

Juntos, se cruzam com violência policial, um lendário ator mais velho, um produtor agressivo, uma viagem a Nova York, uma campanha política e todo um conjunto de peripécias inspiradas na vida real de Gary Goetzman, produtor de Hollywood.

 

Bom, a impressão que tive, não se tornou realidade. O filme não é ruim, mas também não tem nada de mais. Alguns momentos divertidos, muitos momentos meio doidos, com umas cenas  non-sense... Eu diria que é um filme para assistir na TV, numa tarde onde se quer relaxar e se distrair, mas sem esperar muito do que se assiste. Destaque para Cooper Hoffman, filho do finado ator Philip Seymour Hoffman, como Gary, em seu primeiro papel para o cinema.

 Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.