Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Fantastic Four: First Steps (título no Brasil: “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”)

The Fantastic Four: First Steps (título no Brasil: “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”)

Quando criança, gostava muito de assistir aos desenhos do Quarteto Fantástico. Era bastante fã! Os outros filmes que fizeram destes super-heróis, não me empolgaram muito, na época. Não os achei tão interessantes. Este, por este motivo, estava com um pouco de receio, mas fui conferir.

 

Na Terra-828, uma variação do planeta Terra no multiverso que existe num ambiente retrofuturista inspirado pela década de 1960, vive o Quarteto Fantástico, uma equipe de super-heróis. São eles: Reed Richards (Pedro Pascal), ou Senhor Fantástico, que consegue esticar qualquer parte do seu corpo; a sua esposa, Sue Storm (Vanessa Kirby), a Mulher Invisível, que tem o dom da invisibilidade e está grávida; Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach), ou Coisa, o melhor amigo de Reed que era astronauta e foi transformado num ser com pele de pedra de cor de laranja; e Johnny Storm (Joseph Quinn), Tocha Humana, irmão de Sue que consegue voar e controlar o fogo. Juntos terão de enfrentar um deus espacial, Galactus e a Surfista Prateada, que querem destruir o planeta.

 

Achei bom! O visual retrô é muito legal, deu um ar diferente ao filme e o deixou mais “real” que os anteriores. O enredo é o típico filme de heróis, mas foi um bom divertimento. Não é muito longo, então não tem as enrolações costumeiras rs. Quem gosta do estilo, vale assistir!!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Superman

Superman

Sou uma pessoa que assistiu muito os filmes do Superman, desde os anos 1980, e sempre gostei. Sempre parecidos, mas com o passar do tempo, foram ficando mais “sérios” do que filmes de super-heróis, parecendo mais filmes policiais do que fantasia. Quando soube que haviam feito mais um filme deste herói, a curiosidade falou alto, apesar de achar que não poderiam fazer nada de diferente. 


O Super-Homem é agora uma figura controversa. Enquanto muitos o vêem como um símbolo de esperança e proteção contra ameaças, outros o consideram uma força perigosa que tem de ser controlada. Neste filme, ele tenta conciliar a sua origem kryptoniana com a educação humana que recebeu em Smallville, enfrentando desafios que colocam à prova os seus valores e a sua missão como defensor da Terra.


Sim, é um pouco diferente dos primeiros filmes com Christopher Reeve, mas achei este mais “bobinho” do que esperava. Um pouco ‘Sessão da Tarde’ demais para o meu gosto. É muito bem feito, bem atuado, mas não traz nada de impressionante ou extraordinário, infelizmente. É um bom passatempo, mas nada além disso.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Jurassic World: Rebirth (título no Brasil: “Jurassic World: Recomeço”)

Jurassic World: Rebirth (título no Brasil: “Jurassic World: Recomeço”)

Quando assisti ao último filme da franquia, me arrependi e disse a mim mesmo que não assistira a nenhum outro filme, mas quando soube deste filme, e assisti ao trailer, achei que poderia ser diferente, pois me remeteu mais para o primeiro do que para os últimos. E o elenco, sendo totalmente novo, me pareceu que poderia também, apresentar coisas novas e diferentes...




Cinco anos após o caos que alterou para sempre o curso da história em “Jurassic World: Domínio”, os dinossauros foram confinados a um local bem distante e inacessível. Agora, com o objetivo de desenvolver um medicamento revolucionário capaz de salvar milhões de vidas, Zora Bennett (Scarlett Johansson) é escolhida para liderar uma missão de alto risco, acompanhada pelo prestigiado paleontólogo Dr. Henry Loomis e pelo especialista em sobrevivência Duncan Kincaid (Mahershala Ali). 

A expedição os leva à Ilha Saint-Hubert – outrora centro de pesquisa da InGen e berço do lendário Jurassic Park – onde deverão recolher DNA das três maiores criaturas pré-históricas alguma vez conhecidas. Mas nada os poderia preparar para o que estavam prestes a enfrentar.

Apesar de não ser tão fraco quanto o último, não é assim tão melhor. Muitos clichês, diálogos fracos e você sabe exatamente quem vai morrer e quem não vai. E também sabe como vai ser o final. Fico chateado de pensar que mentes tão grandes como Spielberg (produtor) insistam em fazer algo tão “sem sal” assim. Acho que a molecada, que não tem na memória o comecinho da franquia, deve gostar. E valeu muito pelos excelentes efeitos visuais. Mas só. 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Konvoi (título em Português: “Comboio do Ártico”)

Konvoi (título em Português: “Comboio do Ártico”)

As estreias da semana, não foram muito animadoras. Então, acabei escolhendo este filme pra ver, mesmo sem fazer ideia do que se tratava rs Só olhei se era bem cotado no IMDb (e é!). E arrisquei!

Verão de 1941. No auge da Segunda Guerra Mundial, quando as forças alemãs pareciam invencíveis, uma frota de 35 navios civis, transportando abastecimentos, deixou a Islândia rumo à União Soviética. Apesar da proteção da marinha aliada, falhas graves de comunicação expuseram as embarcações aos ataques implacáveis da aviação e da armada alemãs. Isolados no Ártico e sem alternativas de fuga, os marinheiros são então encorajados pelo seu comandante a enfrentar o medo e prosseguir viagem, de modo a entregarem o carregamento que poderá salvar inúmeras vidas.

Apesar de parecer ser um pouco monótono, por se passar 100% do tempo dentro do navio, é bem dinâmico e muito interessante. Nunca tinha ouvido falar nessa manobra de guerra, de “desviar” pelo Ártico, para chegar na então União Soviética. Valeu assistir!!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: F1: The Movie (título no Brasil: “F1: O Filme”)

F1: The Movie (título no Brasil: “F1: O Filme”)

Este é um daqueles filmes-pipoca que sempre estreiam no verão americano (meio do ano), que normalmente não tem como ser ruim. Brad Pitt e Javier Bardem encabeçando o elenco, só poderia vir coisa boa.

O filme acompanha a história de Sonny Hayes (Brad Pitt), um dos mais promissores pilotos de Fórmula 1 nos anos 1990. Após um acidente que o afastou das pistas, Sonny passou a viver como piloto de aluguel, saltando de equipe em equipe, longe do olhar dos fãs e do prestígio de antigamente.

A oportunidade de se reerguer surge quando reencontra Ruben Cervantes (Javier Bardem), antigo colega e agora proprietário da ApexGP, uma equipe que se encontra à beira da falência. Para Ruben, as habilidades e experiência de Sonny são a única esperança de salvação. Ao seu lado estará Joshua Pearce, um jovem talento determinado a provar o seu valor.

Sim, o filme é muito bom! Bem filmado (as cenas das corridas, especialmente as da corrida final, são espetaculares! E olha que eu nunca fui fã de corrida de Fórmula 1...), roteiro interessante (repleto de clichês, mas cinema comercial/blockbuster é assim mesmo!) e boas atuações (gosto dos filmes do Brad Pitt, mas sinceramente, tem hora que ele soa um pouco canastrão). Vale assistir! Diversão garantida!!!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Queer

Queer

Estava muito curioso para assistir a este filme, desde que soube do lançamento deste no exterior (aqui demorou um pouco para chegar aos cinemas). Daniel Craig foi indicado a alguns prêmios por sua atuação, assim aumentando ainda mais a minha curiosidade.

Década de 1950, Cidade do México. William Lee (Daniel Craig) é um expatriado americano que se diverte em bares pouco recomendáveis e desenvolve uma obsessão e uma relação com um soldado também americano, Eugene Allerton, bastante mais novo, que teima em não lhe dar a proximidade que ele procura.

Uma adaptação da novela homônima e semi-autobiográfica de William S. Burroughs (1914-1997) publicada em 1985, que nunca foi acabada.

Sem saber que era uma semi-autobiografia, tinha achado o filme meio “cabeça” demais. Mas depois que li mais a respeito, fez mais sentido. Mas ainda assim, acho que é longo além do que deveria. Algumas cenas “viajantes” demais para mim, que poderiam ter uma duração de alguns segundos, duram minutos (sem maiores detalhes para não dar spoiler rs). É isso, achei cumprido e lento demais pro meu gosto. E realmente, Daniel Craig está ótimo neste papel.

Vicente Neto

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