1 Happy Meeting Almoço no Domuus - mais um formato de network de sucesso!

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Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: Mulherzinhas, Louisa May Alcott e Filme: O quarto ao lado, Netflix

Dica de filme: Mulherzinhas, Louisa May Alcott.

Há pouco mais de 150 anos, a escritora Louisa May Alcott recebeu a tarefa de escrever um relato voltado para jovens leitoras. Não precisou ir muito longe em busca de inspiração: sua família e esse mundo próprio da Nova Inglaterra em tempos de Guerra de Secessão lhe serviram. Nem de longe ela imaginava o impacto que esse livro, Little Women, seu título original, acabaria causando. Traduções para mais de cinquenta idiomas, vários filmes, quase uma dúzia de adaptações para televisão, peças de teatro e musicais da Broadway, uma ópera, muitos trabalhos acadêmicos e um número incontável de reimpressões em todos os formatos possíveis. E a conta só aumenta. As edições comemorativas se multiplicaram por todo o mundo para celebrar esse aniversário significativo. Há pouco tempo, a prestigiosa BBC estreou uma nova minissérie e está prestes a chegar às telas outra grande versão cinematográfica protagonizada por Meryl Streep, Emma Watson e Laura Dern.

Fonte: Amazon

Dica de filme: O quarto ao lado

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Grupo de dança da Casa da Criança Paralítica participa do espetáculo "Frozen: Uma Aventura em Arendelle"

Apresentação do Dança sem Fronteiras será no dia 26 de novembro, no Teatro Castro Mendes, em Campinas; ensaios ocorrem às segundas e terças-feiras, na sede da instituição, que atende há 72 anos crianças, adolescentes e jovens com deficiência física

A dança é uma atividade de terapia e inclusão oferecida pela Casa da Criança Paralítica (CCP), de Campinas. Criado pela instituição, o grupo Dança Sem Fronteiras reúne atualmente 14 crianças, adolescentes e jovens de 8 a 36 anos com e sem deficiência física – entre pacientes, ex-pacientes e voluntários. Os integrantes do grupo estarão no palco do Teatro Castro Mendes, em Campinas, no dia 26 de novembro, a partir das 20 horas, para participar do espetáculo Frozen: Uma Aventura em Arendelle, criado pelo Conservatório Campinas e inspirado na história de um filme de 2013 da Disney.

A coreografia do Dança Sem Fronteiras, que utiliza uma música instrumental de Vivaldi, é baseada na nevasca que ocorre durante o enredo do espetáculo. Os ensaios ocorrem na sede da CCP, às segundas e terças-feiras, no período da tarde. O próximo, no dia 21 de setembro, das 15h30 às 16h30, coincidirá com o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. A data oficializada por meio da lei nº 11.133, de 14 de julho de 2005, objetiva fortalecer os direitos das pessoas com deficiência e promover o respeito e a inclusão.

Para Leticia Franciele da Silva Torres, pedagoga responsável pelo grupo Dança Sem Fronteiras, as apresentações externas à instituição representam uma oportunidade de convivência e pertencimento para os integrantes. “O projeto tem como objetivo terapêutico trabalhar a memória, a concentração, a autoestima, os relacionamentos e a percepção musical e corporal. A presença de pessoas sem deficiência física no grupo contribuiu para ampliar a experiência de inclusão. No início, algumas participantes tinham o receio de que as pessoas sem deficiência pudessem se destacar mais na dança. Com o tempo, essa convivência ajudou na mudança do olhar, percebendo que cada pessoa pode encontrar sua própria forma de dançar. O que motiva os participantes é o sentimento de pertencimento, pois a deficiência física não é impedimento para a dança, é possível dançar apenas com o olhar”, acrescenta Letícia.

A CCP atende crianças e adolescentes com vários tipos de deficiência física, entre elas a paralisia cerebral, que traz dificuldades de força, equilíbrio e compromete a coordenação motora, com impactos em diferentes partes do corpo. Uma das integrantes do grupo de dança desde o início de sua criação é Fernanda Natália de Lima, de 36 anos, que tem paralisia cerebral e utiliza uma cadeira de rodas motorizada para locomoção. Ela chegou à CCP com 3 anos e permanece na Casa até hoje. Vanessa da Silveira Bonvechio, psicóloga da instituição e do grupo de dança, ressalta a essência do trabalho desenvolvido: “Como mencionou o dançarino Carlinhos de Jesus, em uma conversa conosco que nos marcou muito: a dança começa no coração.”

 

Sobre a Casa da Criança Paralítica

Fundada em Campinas (SP) em 17 de janeiro de 1954, a Casa da Criança Paralítica (CCP) oferece atendimento especializado gratuito a crianças, adolescentes e jovens com deficiência física nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, médica, odontologia, psicologia, nutrição, serviço social, pedagogia e informática, além de orientação às famílias que enfrentam situações de vulnerabilidade social. Ao longo dos 72 anos de atividades, já atendeu cerca de 20 mil pessoas.

Desde 2018, a Casa realiza adaptações e manutenção de cadeiras de rodas na Oficina Locomover, que, com a ampliação finalizada em agosto do ano passado, passou a ser uma oficina ortopédica completa, com confecção de órteses e próteses, possibilitando melhor qualidade de vida e inclusão às pessoas com deficiência física do município. Mais de 500 pessoas passam pela Oficina por ano. A Oficina foi uma das cinco iniciativas vencedoras da 13ª Edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, realizado este ano, na categoria Novas Tecnologias Sociais. O prêmio reconheceu em 29 de maio último a Oficina como uma solução com maior potencial de transformação social e reaplicação em diferentes territórios.

A CCP também foi uma das 100 organizações não governamentais do País a receber o Prêmio Melhores ONGs 2025. Essa foi a segunda vez que a instituição conquistou esse importante prêmio — a primeira foi em 2022. Em 2025, a instituição se destacou por ser a única Organização da Sociedade Civil (OSC) de Campinas a receber a honraria, que reconhece, anualmente, entidades de excelência em gestão, governança, sustentabilidade financeira e transparência.




Informações à Imprensa:

Ana Carolina Silveira e Ana Heloísa Ferrero

Carol Silveira Assessoria de Comunicação

(19) 99791 8261 / (19) 99794 4050

Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, propõe debate sobre a intuição

Painel reúne cientistas e lideranças religiosas no ParlaMundi da LBV, em Brasília/DF



O Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, que há 26 anos promove o diálogo entre Ciência e Espiritualidade, realizará no próximo dia 14 de outubro, às 19 horas, no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica (ParlaMundi da LBV), em Brasília/DF, o painel “Intuição: um diálogo entre Espiritualidade e Ciência”.



O evento propõe uma reflexão interdisciplinar sobre a intuição como dimensão da experiência humana, reunindo diferentes perspectivas para discutir como esse fenômeno pode ser compreendido. O debate abordará aspectos cognitivos, culturais, éticos e espirituais relacionados ao tema, bem como suas possíveis implicações para a pesquisa científica, a prática clínica, a vivência religiosa e a construção de uma Cultura de Paz.



Participam do painel cinco palestrantes de reconhecida atuação em diferentes áreas do conhecimento e tradições religiosas. Carlos Eduardo Tosta, imunologista e professor-emérito da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB), abordará o tema “Intuição: voz do cérebro ou voz da alma?”. Maurício Neubern, professor do Departamento de Psicologia Clínica da UnB, apresentará a palestra “Ciência, intuição e espiritualidade: do controle ao diálogo”. Rosylane Nascimento Rocha, segunda vice-presidente e coordenadora da Comissão Saúde e Espiritualidade do Conselho Federal de Medicina (CFM), discutirá a “Intuição sob a perspectiva científica e na prática clínica”; Sri Gopinatha Das, presidente da Associação Hare Krishna do Distrito Federal, vinculada à Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON), tratará da “Meditação como caminho para a intuição”. Já Rosiel dos Santos, chanceler da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, apresentará o tema “A intuição é a Inteligência de Deus em nós”, tese defendida pelo jornalista e escritor Paiva Netto (1941-2025), criador do Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV.



O evento será realizado presencialmente, com transmissão on-line. Os participantes inscritos em qualquer uma das modalidades receberão certificado de participação com carga horária. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site: www.forumespiritoeciencia.org.



Sobre o Fórum

O Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, foi criado pelo jornalista, radialista e escritor José de Paiva Netto (1941-2025), no ano 2000. Sua primeira sessão plenária foi realizada no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, o ParlaMundi da LBV. Desde então, o Fórum consolidou-se como um espaço fraterno de diálogo e cooperação entre os campos científico e religioso, promovendo a integração de saberes e práticas em favor do desenvolvimento de uma Cultura de Paz.



Sobre essa iniciativa, afirmou Paiva Netto: “Ao lançar a proposta de abertura de uma tribuna democrático-ecumênica no ParlaMundi, quis estabelecer um espaço para o colóquio solidário e profícuo. E assim fomentar o diálogo sobre assuntos fundamentais para o entendimento de nossa existência aqui, neste pequenino planeta, como também do nosso estágio na hierarquia do Cosmos, utilizando, para esse fim, a conciliação do conhecimento humano com o espiritual nos diversos campos do saber”.



Acompanhe as atividades do Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, pelo canal YouTube: https://www.youtube.com/@forumespiritoeciencia.



Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Runner (título no Brasil: “Três Horas Para Viver”)

Runner (título no Brasil: “Três Horas Para Viver”)

Pela falta de melhores estreias para vez nesta semana, estava curioso para vez este, apenas pela presença de Rodrigo Santoro no elenco. Os poucos trechos que eu havia visto nas redes sociais, ele parecia muito bem no papel.

Hank Malone é um ex-militar que agora trabalha como entregador. Um dia recebe uma incumbência de máxima importância: transportar um fígado destinado a uma menina de sete anos que precisa de um transplante urgente.

Mas o que deveria ser uma entrega rápida se transforma numa perseguição quando um grupo de mafiosos decide segui-los para se apoderar do órgão. Acompanhado por Ben Bishop (Owen Wilson), o homem responsável pelo transporte médico, Hank tem exatamente três horas para cumprir a missão. Debaixo de tiros, explosões e atropelamentos, tem de encontrar um modo de escapar às investidas dos criminosos e entregar a encomenda a tempo de salvar a criança.

Pra quem gosta do estilo “tiro, porrada e bomba”, o filme não decepciona. É um pouco previsível, mas até não feio, não. Santoro realmente está muito bem no papel. Só achei estranho ele falar Português em alguns momentos, sendo que ele é de uma família colombiana... isso não teve explicação, mas também, seria pedir demais rs.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.





Quando ser forte demais vira exaustão: os sinais de que você está ultrapassando seus limites emocionais - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Durante muito tempo, ser forte foi associado a suportar tudo.

Dar conta da casa, do trabalho, da família, dos relacionamentos, das responsabilidades, das

expectativas e, ainda assim, seguir em frente como se nada estivesse acontecendo.

Muitas mulheres aprenderam que parar é fraqueza, pedir ajuda é sinal de incapacidade e dizer “não” pode decepcionar alguém.

O problema é que o corpo e a mente não conseguem sustentar indefinidamente uma rotina marcada por excesso, autocobrança e ausência de espaço emocional.

Em algum momento, aquilo que parecia força começa a se transformar em exaustão.

A força que ninguém vê

Nem sempre a pessoa que está emocionalmente esgotada aparenta fragilidade.

Muitas vezes, ela continua trabalhando, cuidando de todos, cumprindo compromissos e resolvendo problemas.

Por fora, parece organizada e funcional. Por dentro, pode estar no limite.

Esse tipo de sofrimento costuma ser silencioso.

A pessoa se acostuma tanto a funcionar no modo automático que passa a considerar normal viver cansada, irritada, ansiosa ou sobrecarregada.

Ela pode até pensar:

“É só uma fase.”

“Depois eu descanso.”

“Tem gente passando por coisas piores.”

“Eu preciso dar conta.”

E assim vai ignorando sinais importantes.

O corpo costuma falar primeiro.

Antes de uma pessoa reconhecer emocionalmente que está sobrecarregada, muitas vezes o corpo já começou a sinalizar.

1) Dores musculares frequentes, tensão nos ombros, alterações no sono, cansaço constante, dores de cabeça, palpitações, desconfortos gastrointestinais e sensação de estar sempre em alerta podem aparecer em períodos prolongados de estresse.

Isso não significa que todo sintoma físico tenha origem emocional. Sintomas persistentes precisam ser avaliados por profissionais de saúde.

Mas também é importante compreender que corpo e emoções estão profundamente conectados.

Quando vivemos durante muito tempo em estado de tensão, o organismo pode permanecer em um funcionamento de vigilância constante.

É como se o corpo estivesse tentando dizer:

“Eu não consigo continuar nesse ritmo.”

Alguns sinais de que você pode estar ultrapassando seus limites.

A exaustão emocional nem sempre chega de repente. Muitas vezes, ela se constrói aos poucos.

Alguns sinais merecem atenção:

irritabilidade frequente;

sensação de estar sempre cansada;

dificuldade para relaxar;

vontade de se isolar;

perda de prazer em atividades que antes eram agradáveis;

ansiedade constante;

sensação de não conseguir desligar a mente;

dificuldade de concentração;

choro frequente ou sensação de estar emocionalmente “anestesiada”;

culpa quando tenta descansar;

sentimento de que todos precisam de você;

dificuldade de pedir ajuda;

sensação de carregar responsabilidades demais.

Quando vários desses sinais aparecem juntos e permanecem por um período prolongado, é importante olhar para eles com cuidado.

A autocobrança também cansa

Nem sempre a sobrecarga vem apenas da quantidade de tarefas.

Muitas vezes, ela está relacionada à maneira como a pessoa se relaciona consigo mesma.

Quem vive tentando ser perfeita pode transformar qualquer tarefa em uma prova de competência.

Quem acredita que precisa agradar a todos pode ter dificuldade em colocar limites.

2)Quem aprendeu que seu valor está associado ao que faz pelos outros pode sentir culpa quando decide se priorizar.

Esses padrões não surgem do nada

Eles podem ter relação com experiências anteriores, vínculos familiares, crenças construídas ao longo da vida e formas de proteção emocional que, em determinado momento, foram importantes.

O problema acontece quando aquilo que um dia ajudou a pessoa a sobreviver começa a adoecê-la.

Por que é tão difícil parar?

Parar pode parecer simples para quem observa de fora.

Mas para algumas pessoas, descansar gera ansiedade.

Ao reduzir o ritmo, pensamentos e emoções antes abafados pela rotina podem aparecer.

É nesse momento que muitas pessoas percebem o quanto estavam usando a produtividade como uma forma de não entrar em contato com aquilo que sentiam.

Por isso, cuidar da exaustão emocional não significa apenas dormir mais ou tirar alguns dias de descanso.

Também pode signific olhar para as raízes da sobrecarga.

Por que você sente que precisa resolver tudo?

Por que é tão difícil dizer não?

Por que pedir ajuda parece tão desconfortável?

Por que descansar gera culpa?

Essas perguntas podem abrir caminhos importantes de autoconhecimento.

Descansar não é abandonar responsabilidades

Existe uma diferença entre responsabilidade e sobrecarga.

Ser responsável não significa carregar tudo sozinha.

Cuidar dos outros não exige abandonar a si mesma.

Colocar limites não significa ser egoísta.

Aprender a reconhecer seus próprios limites pode ser uma das formas mais maduras de autocuidado.

3)Isso pode começar com pequenas mudanças: reconhecer quando você está cansada, pedir ajuda, dividir responsabilidades, diminuir a autocobrança, criar momentos de pausa, observar como o corpo dividir responsabilidades, diminuir a autocobrança, criar momentos de pausa, observar como o corpo às situações e permitir-se dizer “não” quando necessário.

Quando procurar ajuda psicológica

A psicoterapia pode ser um espaço importante para compreender os padrões que sustentam a sobrecarga emocional.

Muitas vezes, não basta mudar a agenda.

É preciso compreender aquilo que está por trás da necessidade constante de dar conta.

Em um processo terapêutico, é possível identificar crenças, padrões emocionais, formas de relacionamento e respostas corporais que contribuem para o esgotamento.

O objetivo não é ensinar alguém a abandonar suas responsabilidades.

É ajudá-la a construir uma forma mais saudável de se relacionar consigo mesma, com seus limites e com as próprias necessidades.

Uma pergunta para você

Talvez você não precise ser mais forte.

Talvez precise parar de carregar sozinha aquilo que já está pesado demais.

Seu corpo tem dado sinais de que você está ultrapassando seus limites?

E, se ele pudesse falar com você hoje, o que acha que pediria?

Reconhecer a própria exaustão não é fracasso.

Pode ser o início de uma mudança importante: deixar de viver apenas tentando suportar e começar a construir uma vida com mais consciência, equilíbrio e presença.

Elisa Maria Pereira

Psicóloga | CRP 06/45961-4

Atendimentos on-line e presenciais em Vinhedo/SP

Instagram: @psi.elisape

contato: 19981281661

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: By Any Means (título no Brasil: “No Limite da Justiça”)

By Any Means (título no Brasil: “No Limite da Justiça”)

Tenho um pouco de “pé atrás” com os filmes com Mark Wahlberg, apesar de ter feito bons filmes, mas sempre fico em dúvida se vale a pena confiar na qualidade do filme que ele protagoniza. Mas arrisquei! 

A ação decorre durante a década de 1960, quando nos EUA o racismo estava ainda muito enraizado e, em particular, as pessoas de origem afroamericana eram alvo da brutalidade de elementos de vários grupos extremistas, entre eles o Ku Klux Klan. Esta organização, criada no século XIX e de base protestante, se caracterizava por defender o nacionalismo branco e pelas suas convicções anti-imigração, anticatolicismo e anti-semitismo. 

O ódio às minorias resultou num particular rancor aos movimentos pelos direitos civis e dessegregação, que se traduziu em atos violentos contra os seus ativistas. Nessa altura, no estado do Mississippi (EUA), vários líderes foram brutalmente assassinados.

Num esforço para levar os culpados à justiça, um agente do FBI propõe uma colaboração a um mafioso (Mark Wahlberg) que, com os seus métodos pouco ortodoxos de se vingar dos seus inimigos, aceita cooperar com as autoridades. À medida que se vão deparando com provas e criando laços de companheirismo, os dois acabam por desvendar uma conspiração muito mais abrangente e perigosa do que esperavam.

Filme baseado em fatos verídicos, do jeitinho que eu gosto. Achei bem ambientado, enredo coerente e boas cenas de ação. Em alguns momentos achei as atuações medianas, mas nada que tenha estragado o filme. Bom divertimento, mas creio que seja daqueles filmes que daqui um tempo, não lembrarei muito dele.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: O perigo de uma história única, Chinamanda Ngozi Adichie e Filme: Invasores de Corpos (1978)

Dica de livro: O perigo de uma história única, Chinamanda Ngozi Adichie

O que sabemos sobre outras pessoas? Como criamos a imagem que temos de cada povo? Nosso conhecimento é construído pelas histórias que escutamos, e quanto maior for o número de narrativas diversas, mais completa será nossa compreensão sobre determinado assunto.
É propondo essa ideia, de diversificarmos as fontes do conhecimento e sermos cautelosos ao ouvir somente uma versão da história, que Chimamanda Ngozi Adichie constrói a palestra que foi adaptada para livro. O perigo de uma história única é uma versão da primeira fala feita por Chimamanda no programa TED Talk, em 2009. Dez anos depois, o vídeo é um dos mais acessados da plataforma, com cerca de 18 milhões de visualizações.
Responsável por encantar o mundo com suas narrativas ficcionais, Chimamanda também se mostra uma excelente pensadora do mundo contemporâneo, construindo pontes para um entendimento mais profundo entre culturas.

Dica de filme: Invasores de Corpos (1978)

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com