Por que o psicanalista não deve dar soluções ou sugestões e agir como o psicanalista do filme A Terapia Certa protagonizado por Ricardo Darín -Coluna Psicanálise por Paula Manasse

Para Sigmund Freud, o criador da psicanálise, o papel do psicanalista não é dizer ao paciente o que ele deve fazer, nem oferecer soluções prontas para seus problemas. A psicanálise busca ajudar a pessoa a compreender seus sentimentos, pensamentos, desejos e conflitos inconscientes, ou seja, aquilo que muitas vezes influencia suas atitudes sem que ela perceba. Por isso, em vez de dar conselhos, o psicanalista oferece um espaço de escuta para que o analisando possa falar livremente e encontrar sentidos para suas próprias experiências.

Freud valorizava a associação livre, que consiste em permitir que o analisando fale sobre o que lhe vem à mente, sem censurar seus pensamentos. Por meio dessa fala, podem surgir lembranças, sentimentos e conflitos que ajudam a compreender seu sofrimento. Quando o psicanalista oferece sugestões ou diz o que a pessoa deve fazer, corre o risco de influenciar suas escolhas e dificultar o contato com seus próprios desejos. O objetivo, portanto, não é impor uma maneira de pensar ou agir, mas ajudar o analisando a compreender o que está por trás de suas dificuldades.

Essa questão aparece de forma interessante no filme A Terapia Certa, protagonizado por Ricardo Darín, que interpreta Ulises Verón, um psicanalista que perde a confiança nos métodos tradicionais e passa a interferir diretamente na vida de seus pacientes, acreditando que suas ações (do psicanalista) podem ajudá-los a mudar. Em vez de se limitar à escuta, ele ultrapassa os limites da relação terapêutica e tenta conduzir os acontecimentos da vida das pessoas. O filme permite refletir sobre o risco de o profissional acreditar que sabe o que é melhor para o outro. Mesmo quando suas intervenções parecem produzir resultados positivos, surge uma questão importante: ajudar alguém significa decidir por essa pessoa? Pela perspectiva freudiana, o trabalho analítico deve favorecer a compreensão dos conflitos inconscientes, e não substituir as escolhas do analisando pelas decisões do analista.

Portanto, o psicanalista não deve agir como alguém que possui todas as respostas, mas como um profissional que escuta, investiga e ajuda o analisando a compreender os sentidos de suas experiências. Dessa forma, o analisando pode desenvolver maior autonomia, sem depender de alguém que decida por ele. Caso esteja precisando ser ouvido, me procure e podemos pensar juntos sobre suas questões.

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O que podemos construir depois das eleições? Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Quando as urnas se fecham e o resultado chega, diferentes sentimentos encontram espaço dentro de nós. Para alguns, há alegria e esperança. Para outros, frustração, preocupação ou tristeza. E há também quem esteja apenas cansado das discussões e queira reencontrar um pouco de tranquilidade.

Por trás de cada voto existem histórias, necessidades, valores e expectativas. Reconhecer isso pode nos ajudar a olhar para quem pensa diferente com mais humanidade.

Depois de um período de tantas opiniões e disputas, fica uma pergunta: o que podemos construir a partir de agora?

Podemos começar pela maneira como convivemos. Uma conversa em família, uma mensagem no grupo de amigos ou um comentário nas redes sociais são oportunidades de escolher como vamos nos posicionar. Podemos expressar nossas convicções com firmeza e, ao mesmo tempo, preservar a dignidade de quem está do outro lado.

Respeitar alguém não exige concordar com tudo. Exige reconhecer que a diferença não nos autoriza a humilhar, ameaçar ou ferir.

Construir também é reconhecer o que sentimos

Se o resultado trouxe decepção, permita-se reconhecer esse sentimento sem se cobrar uma aceitação imediata. Se trouxe alegria, celebre com sensibilidade diante de quem vive esse momento de outra maneira.

Antes de responder a uma provocação, vale fazer uma pausa e perceber: “O que estou sentindo? O que desejo comunicar? Essa conversa tem espaço para escuta?”

Às vezes, continuar o diálogo será possível. Em outras situações, será necessário estabelecer um limite e retomar o assunto em outro momento. Cuidar dos vínculos também envolve perceber quando uma conversa deixou de ser respeitosa.

A esperança ganha forma nas atitudes

Há decisões coletivas que não dependem apenas de nós. Ainda assim, podemos participar da vida em sociedade: acompanhar propostas, cobrar compromissos, buscar informações responsáveis e contribuir com a comunidade.

Também construímos algo quando acolhemos alguém em sofrimento, dividimos responsabilidades em casa e oferecemos uma escuta atenta. São gestos que tornam concretos os valores que desejamos ver no mundo.

A esperança pode caminhar junto com a preocupação e com o senso crítico. Ela ganha força quando encontramos maneiras possíveis de agir, mesmo diante das incertezas.

Que relações queremos cultivar?

Depois das eleições, continuaremos compartilhando famílias, espaços de trabalho, bairros e projetos. Precisaremos conversar, resolver problemas e encontrar caminhos em comum.

Talvez este seja um bom momento para observar o que queremos cultivar nessas relações: mais curiosidade antes do julgamento, mais responsabilidade com as palavras e mais disposição para reconhecer a humanidade do outro.

Hoje, além de olhar para o resultado, podemos olhar para nossas próprias escolhas.

Qual atitude está ao seu alcance para tornar a convivência mais respeitosa e a vida de alguém um pouco melhor?

Elisa Maria Pereira

Coluna Psicologia

Psicóloga , Palestrante e Mentora de Casais Especialista em Dinâmica emocional e relacional @psi.elisape

Depressão nem sempre parece tristeza: Sinais silenciosos que merecem atenção- Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Quando pensamos em depressão, é comum imaginar alguém chorando, isolado ou sem conseguir realizar as atividades do dia a dia. Mas nem sempre ela se apresenta dessa forma.

Muitas pessoas continuam trabalhando, cuidando da família, cumprindo compromissos e até sorrindo. Por fora, parecem estar bem. Por dentro, porém, podem estar vivendo um profundo desgaste emocional.

A depressão pode aparecer de maneira silenciosa.

Em alguns casos, o que surge primeiro não é a tristeza intensa, mas uma sensação constante de cansaço, falta de energia, irritabilidade, dificuldade de concentração ou perda de interesse pelas coisas que antes davam prazer.

A pessoa pode perceber que está vivendo “no automático”.

Ela faz o que precisa ser feito, mas sem entusiasmo. Levanta, trabalha, resolve problemas, cuida dos outros e segue a rotina, porém sente como se algo dentro dela tivesse perdido a cor.

Alguns sinais que merecem atenção

Entre os sinais que podem aparecer estão:

* perda de interesse ou prazer em atividades que antes eram importantes;

* cansaço persistente, mesmo após descansar;

* alterações no sono, como insônia ou vontade de dormir demais;

* irritabilidade ou impaciência frequente;

* dificuldade para se concentrar ou tomar decisões;

* sensação de vazio ou desconexão;

* isolamento e vontade de se afastar das pessoas;

* sentimento de culpa ou inutilidade;

* alterações no apetite;

* pensamentos frequentes de desesperança.

Ter um ou outro desses sinais isoladamente não significa necessariamente estar com depressão. O que importa é observar a intensidade, a frequência, o tempo de duração e o impacto que esses sintomas estão provocando na vida.

Quando a pessoa continua funcionando, o sofrimento pode passar despercebido

Um dos aspectos mais difíceis é que muitas pessoas aprendem a esconder o sofrimento.

Elas continuam sendo produtivas, responsáveis e disponíveis para todos. Frequentemente escutam frases como: “Mas você parece tão bem” ou “Você tem tudo, por que estaria triste?”.

Esse tipo de comentário pode aumentar ainda mais a culpa e dificultar o pedido de ajuda.

Sofrimento emocional não precisa ser visível para ser real.

Às vezes, a pessoa passou tanto tempo sendo forte que já não percebe o quanto está cansada.

O corpo também pode dar sinais

A saúde emocional e o corpo estão profundamente relacionados.

Algumas pessoas percebem tensão muscular constante, dores de cabeça, alterações gastrointestinais, sensação de peso no corpo, dificuldade para respirar profundamente ou um cansaço que parece não passar.

Por isso, olhar para a saúde mental também envolve aprender a escutar os sinais que o corpo está apresentando.

Procurar ajuda não significa esperar chegar ao limite

Muitas pessoas chegam à terapia somente quando sentem que não conseguem mais continuar.

Mas não é necessário esperar que o sofrimento se torne insuportável para buscar ajuda.

Quanto antes esses sinais forem reconhecidos, maior a possibilidade de compreender o que está acontecendo e construir estratégias de cuidado.

A psicoterapia pode ajudar a identificar padrões emocionais, compreender fatores que estão contribuindo para o sofrimento e desenvolver novas formas de lidar com as emoções e com as situações da vida.

Em alguns casos, uma avaliação médica ou psiquiátrica também pode ser necessária.

Uma pergunta importante

Talvez a pergunta não seja apenas:

“Eu estou triste?”

Mas sim:

“Há quanto tempo eu não me sinto verdadeiramente bem?”

Se você percebe que está apenas cumprindo tarefas, sem energia, sem prazer ou emocionalmente desconectada, talvez seja importante olhar para isso com mais atenção.

Você não precisa esperar chegar ao limite para começar a cuidar da sua saúde emocional.

Elisa Pereira

Psicóloga clínica | CRP 06/45961-4

Mais de 25 anos de experiência clínica

Atendimento psicológico presencial em Vinhedo/SP e on-line.           Contato  19 981281661  @psi.elisape

Quando ser forte demais vira exaustão: os sinais de que você está ultrapassando seus limites emocionais - Coluna Psicologia por Dra. Elisa Pereira

Durante muito tempo, ser forte foi associado a suportar tudo.

Dar conta da casa, do trabalho, da família, dos relacionamentos, das responsabilidades, das

expectativas e, ainda assim, seguir em frente como se nada estivesse acontecendo.

Muitas mulheres aprenderam que parar é fraqueza, pedir ajuda é sinal de incapacidade e dizer “não” pode decepcionar alguém.

O problema é que o corpo e a mente não conseguem sustentar indefinidamente uma rotina marcada por excesso, autocobrança e ausência de espaço emocional.

Em algum momento, aquilo que parecia força começa a se transformar em exaustão.

A força que ninguém vê

Nem sempre a pessoa que está emocionalmente esgotada aparenta fragilidade.

Muitas vezes, ela continua trabalhando, cuidando de todos, cumprindo compromissos e resolvendo problemas.

Por fora, parece organizada e funcional. Por dentro, pode estar no limite.

Esse tipo de sofrimento costuma ser silencioso.

A pessoa se acostuma tanto a funcionar no modo automático que passa a considerar normal viver cansada, irritada, ansiosa ou sobrecarregada.

Ela pode até pensar:

“É só uma fase.”

“Depois eu descanso.”

“Tem gente passando por coisas piores.”

“Eu preciso dar conta.”

E assim vai ignorando sinais importantes.

O corpo costuma falar primeiro.

Antes de uma pessoa reconhecer emocionalmente que está sobrecarregada, muitas vezes o corpo já começou a sinalizar.

1) Dores musculares frequentes, tensão nos ombros, alterações no sono, cansaço constante, dores de cabeça, palpitações, desconfortos gastrointestinais e sensação de estar sempre em alerta podem aparecer em períodos prolongados de estresse.

Isso não significa que todo sintoma físico tenha origem emocional. Sintomas persistentes precisam ser avaliados por profissionais de saúde.

Mas também é importante compreender que corpo e emoções estão profundamente conectados.

Quando vivemos durante muito tempo em estado de tensão, o organismo pode permanecer em um funcionamento de vigilância constante.

É como se o corpo estivesse tentando dizer:

“Eu não consigo continuar nesse ritmo.”

Alguns sinais de que você pode estar ultrapassando seus limites.

A exaustão emocional nem sempre chega de repente. Muitas vezes, ela se constrói aos poucos.

Alguns sinais merecem atenção:

irritabilidade frequente;

sensação de estar sempre cansada;

dificuldade para relaxar;

vontade de se isolar;

perda de prazer em atividades que antes eram agradáveis;

ansiedade constante;

sensação de não conseguir desligar a mente;

dificuldade de concentração;

choro frequente ou sensação de estar emocionalmente “anestesiada”;

culpa quando tenta descansar;

sentimento de que todos precisam de você;

dificuldade de pedir ajuda;

sensação de carregar responsabilidades demais.

Quando vários desses sinais aparecem juntos e permanecem por um período prolongado, é importante olhar para eles com cuidado.

A autocobrança também cansa

Nem sempre a sobrecarga vem apenas da quantidade de tarefas.

Muitas vezes, ela está relacionada à maneira como a pessoa se relaciona consigo mesma.

Quem vive tentando ser perfeita pode transformar qualquer tarefa em uma prova de competência.

Quem acredita que precisa agradar a todos pode ter dificuldade em colocar limites.

2)Quem aprendeu que seu valor está associado ao que faz pelos outros pode sentir culpa quando decide se priorizar.

Esses padrões não surgem do nada

Eles podem ter relação com experiências anteriores, vínculos familiares, crenças construídas ao longo da vida e formas de proteção emocional que, em determinado momento, foram importantes.

O problema acontece quando aquilo que um dia ajudou a pessoa a sobreviver começa a adoecê-la.

Por que é tão difícil parar?

Parar pode parecer simples para quem observa de fora.

Mas para algumas pessoas, descansar gera ansiedade.

Ao reduzir o ritmo, pensamentos e emoções antes abafados pela rotina podem aparecer.

É nesse momento que muitas pessoas percebem o quanto estavam usando a produtividade como uma forma de não entrar em contato com aquilo que sentiam.

Por isso, cuidar da exaustão emocional não significa apenas dormir mais ou tirar alguns dias de descanso.

Também pode signific olhar para as raízes da sobrecarga.

Por que você sente que precisa resolver tudo?

Por que é tão difícil dizer não?

Por que pedir ajuda parece tão desconfortável?

Por que descansar gera culpa?

Essas perguntas podem abrir caminhos importantes de autoconhecimento.

Descansar não é abandonar responsabilidades

Existe uma diferença entre responsabilidade e sobrecarga.

Ser responsável não significa carregar tudo sozinha.

Cuidar dos outros não exige abandonar a si mesma.

Colocar limites não significa ser egoísta.

Aprender a reconhecer seus próprios limites pode ser uma das formas mais maduras de autocuidado.

3)Isso pode começar com pequenas mudanças: reconhecer quando você está cansada, pedir ajuda, dividir responsabilidades, diminuir a autocobrança, criar momentos de pausa, observar como o corpo dividir responsabilidades, diminuir a autocobrança, criar momentos de pausa, observar como o corpo às situações e permitir-se dizer “não” quando necessário.

Quando procurar ajuda psicológica

A psicoterapia pode ser um espaço importante para compreender os padrões que sustentam a sobrecarga emocional.

Muitas vezes, não basta mudar a agenda.

É preciso compreender aquilo que está por trás da necessidade constante de dar conta.

Em um processo terapêutico, é possível identificar crenças, padrões emocionais, formas de relacionamento e respostas corporais que contribuem para o esgotamento.

O objetivo não é ensinar alguém a abandonar suas responsabilidades.

É ajudá-la a construir uma forma mais saudável de se relacionar consigo mesma, com seus limites e com as próprias necessidades.

Uma pergunta para você

Talvez você não precise ser mais forte.

Talvez precise parar de carregar sozinha aquilo que já está pesado demais.

Seu corpo tem dado sinais de que você está ultrapassando seus limites?

E, se ele pudesse falar com você hoje, o que acha que pediria?

Reconhecer a própria exaustão não é fracasso.

Pode ser o início de uma mudança importante: deixar de viver apenas tentando suportar e começar a construir uma vida com mais consciência, equilíbrio e presença.

Elisa Maria Pereira

Psicóloga | CRP 06/45961-4

Atendimentos on-line e presenciais em Vinhedo/SP

Instagram: @psi.elisape

contato: 19981281661

BO.BÔ reinaugura no Iguatemi Campinas apresentando nova loja-conceito


A prestigiada marca de roupas nacional celebra reabertura com um coquetel no dia 07 de agosto

Na próxima quarta-feira, a BO.BÔ apresenta seu novo formato de loja com o conceito “A home away from home,” que procura criar ambientes intimistas e ricos em detalhes, como a famosa lareira que a cada lançamento, ganha uma nova edição de flores.

O conceito foi pensado por um time liderado por Soraya Milan, Diretora de Criação e Desenvolvimento da Veste S.A., casa de marcas da qual a BO.BÔ faz parte, e Fatima Stryjer, Diretora Criativa da BO.BÔ, para conectar moda e lifestyle, proporcionando a atmosfera ideal para que suas clientes se sintam em casa. O novo espaço reúne a coleção completa da marca de Prêt-à-Porter, sapatos e acessórios, além de itens exclusivos como o novo New Balance by BO.BÔ, uma edição limitada que leva a estampa de python, um dos ícones da marca, e a nova edição de seu icônico home spray. 

Em cada ambiente foram incorporadas arte, cultura e criatividade através dos olhos da artista plástica Juliana Brandão. Assim, unindo a decoração à uma seleção completa de roupas, a ideia é convidar a cliente a mergulhar no universo da marca. “Através de painéis pintados à mão, livros de arte e uma decoração muito autêntica, queremos criar uma experiência única e inesquecível”, diz Soraya Milan.

O coquetel de reabertura será aberto ao público no mesmo espaço, no 2° piso do Shopping Iguatemi Campinas, e contará com DJ Italo Vieira, aperitivos by O Bistrô do chef Gabriel Talarico e um cenário pensado para tornar a experiência de compras aconchegante e ainda mais especial.


Sobre a BO.BÔ
Criada em 2006, a BO.BÔ é sinônimo de elegância, glamour e excelência. A marca oferece um guarda-roupa completo que vai do lazer à festa, com peças fabricadas a partir de matérias-primas premium. Com presença constante nos red carpets mais disputados, a Bo.Bô mantém sua essência sofisticada, renovando clássicos de sua história a cada estação – como o animal print, os bordados preciosos, a alfaiataria poderosa, os couros e a clássica sandália Snake, sempre presente em suas coleções.

Site:https://www.bobo.com.br/
Instagram: https://www.instagram.com/bobonews

Abbraccio e Aussie celebram a Black Friday com ofertas especiais

Consumidores poderão desfrutar o melhor do toque de gastronomia italiana e da temática australiana por preços irresistíveis via delivery e pontos físicos das redes de restaurantes

A Black Friday se tornou um dos eventos de compras mais aguardados no Brasil, e este ano promete ser um grande festival de ofertas. Durante os dias 20 a 26 de novembro, Abbraccio e Aussie - restaurantes pertencentes à holding Bloomin’ Brands, vão agradar desde os amantes de gastronomia italiana aos “chicken lovers” e prometem uma celebração de sabor memorável aos consumidores.

 

Abbraccio

 

Para aqueles que desejam desfrutar dos sabores de Abbraccio dentro do conforto do lar, a rede oferecerá uma promoção especial para o delivery. Os clientes poderão saborear um dos pratos mais apreciados da culinária italiana na versão em dobro, o Carbonara. Serão dois pratos de Carbonara, spaghetti servido com um cremoso molho de parmesão, pancetta e gema de ovo, por apenas R$ 99,90. Os pedidos poderão ser realizados via aplicativo do Ifood e essa é uma maneira deliciosa de celebrar a Black Friday sem sair de casa.

 

Já quem deseja vivenciar o ambiente agradável do restaurante pode aproveitar a promoção nas unidades físicas da marca. Ela inclui dois pratos do delicioso Carbonara, duas taças de vinho, um Quadrato di Cioccolato – uma fatia de bolo de chocolate, recheado com ganache de chocolate meio amargo, coberto por calda de chocolate e finalizada com a nossa mousse de chocolate cremoso, e uma porção de Carbonara Bites – bolinhos de risotto feitos com arroz arbóreo e pancetta. São crocantes por fora e macios por dentro, com um saboroso molho carbonara, por R$ 149,90. Uma oportunidade imperdível de experimentar o sabor da culinária italiana com um toque exclusivo do Abbraccio.

 

Em Campinas, o Abbraccio está localizado no primeiro piso do shopping Iguatemi, com atendimento presencial e também pelo iFood. A marca também está presente na região metropolitana de Sorocaba, por meio de uma operação que funciona exclusivamente pelo delivery, via iFood, instalada no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim.

 

Aussie

O Aussie, restaurante especializado na proteína do frango, tem uma dica imperdível para os moradores de Campinas e região e da região metropolitana de Sorocaba que forem passear em São Paulo no feriado prolongado e na próxima semana: a marca oferecerá uma promoção exclusivamente em suas unidades físicas nas cidades de São Paulo (Shopping Eldorado) e Rio de Janeiro (New York City Center), mediante a aplicação do cupom disponível nas redes sociais da marca. 

 

Para celebrar essa Black Friday, os consumidores podem desfrutar do delicioso e queridinho combo Smoked Honey Mustard Chicken. Um sanduba de respeito que traz peito de frango empanado e crocante, com cerca de 115 gramas, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho Honey Mustard, no pão tipo brioche. Além do burger, o combo ainda vem com bebida e um acompanhamento, sendo possível escolher entre as Aussie Chips, batatinhas fritas bem crocantes feitas com tempero especial ou 2 Crispy Chicken Tenders, tirinhas de peito de frango suculentas, empanadas e preparadas com mix de temperos. Tudo isso a partir de R$ 19,90.

 

Quem for ficar na região contará com as ofertas fixas e imperdíveis do delivery da marca, como o combo de 2 sandubas por R$ 34,90, ou a combinação de 1 sanduba + 1 acompanhamento + 1 bebida por R$ 29,90. Isso fora os itens individuais, como as deliciosas Aussie Chips, R$ 14,90, ou 3 Crispy Chicken Tenders, também por R$ 14,90.

 

Na região, o Aussie, que opera nas cozinhas dos restaurantes Abbraccio e Outback, possui unidades 100% delivery via iFood em Campinas (Iguatemi Campinas, Parque Dom Pedro e Galleria), Piracicaba (Shopping Piracicaba), Limeira (Pátio Limeira Shopping) e chegou recentemente a Sorocaba e Votorantim (Iguatemi Esplanada), com entregas para diversos bairros dessas cidades.

 

Sobre o Abbraccio

 

O Abbraccio conta com 15 unidades físicas no país, localizadas nas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Niterói e Brasília. Com a filosofia "Todos os abraços acontecem aqui", traz uma experiência diferenciada de casual dining fundamentada na hospitalidade calorosa e em um cardápio variado, com um toque moderno e vibrante. Ambiente inspirado no lifestyle italiano, com cozinha aberta que permite que os clientes acompanhem de perto a preparação dos pratos com massas artesanais e ingredientes frescos. O Abbraccio restaurante pertence ao grupo Bloomin' Brands, que também conta com as marcas Outback Steakhouse e Aussie Grill no país.   

 

Sobre o Aussie 

 

O Aussie possui 100 operações no Brasil via delivery e está presente em 35 cidades, 16 estados e no Distrito Federal, além de restaurantes físicos em São Paulo e Rio de Janeiro. Tendo a proteína do frango como carro-chefe do seu menu, a marca tem em seu DNA o conceito Sweet and Spicy, e prioriza o sabor, a mistura de ingredientes frescos e temperos marcantes. Aussie explora o mundo em busca de inspirações para criar combinações com sabores intensos, que transformam a experiência de comer em entretenimento. A rede de restaurantes foi criada em 2019 na Arábia Saudita, expandindo posteriormente para outras regiões como Hong Kong e EUA. A primeira operação brasileira da marca foi inaugurada em 2020, em São Paulo. Aussie pertence ao grupo Bloomin' Brands, que também conta com as marcas Outback Steakhouse e Abbraccio no país.

 

Provado e aprovado da semana: Poke Salmão da WikiWiki Poke - Coluna Food Tasting por Milena Baracat

Food Tasting

Provado e aprovado da semana: Poke Salmão da WikiWiki Poke

Você pode escolher as opções prontas ou montar o seu poke.

Eu optei pelo pronto e acertei em cheio!

Minha escolha: Poke Salmão. Ele é perfeito! 

Vem com arroz japonês temperado, mix de folhas, salmão fresco cru ou grelhado ( eu escolhi o cru), ervilha torta, sunomono, nori ( alga desidratada) , chips de batata doce,  molho Ponzu ( molho cítrico à base de Shoyo, laranja e limão), finalizado com gergelim e raspas de limão siciliano. 

O limão eleva o sabor do poke...uma delícia! 

Indico fortemente! 

Fotos: Arquivo pessoal/Milena Baracat (@milenabaracat)

Milena Baracat

Coluna Food Tasting

Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Cria conteúdo digital e presta assessoria ao Site Raquel Baracat.