7 Vezes “Tá horrível!” – Uma lição sobre feedback a todos que já fizeram alguém sofrer com o assédio moral - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

Você já ouviu algo direcionado a você como “Eu não preciso de gente incompetente igual a você!” ou “Você é mole! Se você não tem capacidade para trabalhar, então fique em casa!”?

Quase 50% dos profissionais Brasileiros reportam ter sido vítimas de assédio moral.

Independente de já ter passado por uma situação como estas, queria aproveitar esta semana da mulher, momento de interações e reflexões para nos mobilizarmos em torno da mudança de comportamento, não apenas com relação ao assédio sexual, predominantemente sofrido por mulheres no Brasil, mas pelo assédio moral – este mais amplo e que não escolhe sexo.

Não é um dado qualquer, na pesquisa recente realizada com 70.000 profissionais pelo portal Vagas.com e publicada nesta matéria da BBC Brasil.

O programa Masterchef Brasil é sem dúvida um dos favoritos em casa. Além dele ser uma fonte de inspiração e aprendizagem gastronômica, atrai-me muito no programa o fato de ser um destes laboratórios de relacionamento humano que temos a oportunidade de acompanhar, observar de fora.

Dessa forma, conseguimos ter acesso a determinadas interações interpessoais negativas que, justamente pelo seu cunho pejorativo ficam escondidas nos cafés das empresas, trancadas em salas de reunião minúsculas ou até mesmo reclusas nas linhas telefônicas.

E falando em interações humanas, veja o que aconteceu com o participante no episódio de ontem, aos 17:30 min — são 7 vezes repetidas a palavra “Horrível” e “Horroroso” no feedback ao participante.

A Chef Paola Carrossela é uma grande líder, justamente por seu entusiasmo em apoiar as pessoas a se superarem, a se desenvolverem e ir mais longe. Aliás, neste mesmo episódio ela ajudou diversas pessoas da maneira adequada, mas peguei esta cena justamente por achar que é um aprendizado para ela e todos nós que assistimos.

Veja como o candidato, que já estava muito nervoso na cena sai transtornado — em estado chamado sequestro emocional, quando a parte responsável por nossos sentimentos do cérebro, ou sistema límbico, toma conta de nosso pensamento e não permite mais que sejamos racionais. Veja que ele derruba o pano, sai correndo cabisbaixo, xingando em plena rede nacional. Será que era necessário isto para ele aprender? Será que ele vai tentar alguma outra vez cozinhar, se superar?

Os impactos do Assédio Moral

Uma grande pesquisadora e professora Margarida Barreto realizou uma pesquisa com cerca de 42.000 trabalhadores no Brasil. Em sua pesquisa realizada em 2005, constatou-se que 25% das pessoas reportaram ter sofrido o abuso moral no trabalho e levantou outros dados muito interessantes:

QUANDO ACONTECE

50% Várias vezes por semana

27% Uma vez por semana

14% Uma vez por mês

9% Raramente

QUEM PRATICA

90% Chefe

6% Chefes e colegas

2,5% Colegas

1,5% Subordinado contra chefe

O RESULTADO

82,5% Perda de ânimo e memória

75% Sensação de enlouquecer

67,5% Baixa auto-estima

60% Depressão

AS FRASES MAIS FALADAS

  • É melhor você desistir! É muito difícil e isso é para quem tem garra! Não é para gente como você!
  • A empresa não é lugar para doente. Aqui você só atrapalha!
  • Se você não quer trabalhar, porque não dá lugar para outro?
  • Teu filho vai colocar comida na sua casa? Você não pode sair. Escolha, ou trabalha ou toma conta do filho!
  • Lugar de doente é no hospital! Aqui é para trabalhar!
  • Pessoas como você tem um monte aí fora!
  • Você é mole! Se você não tem capacidade para trabalhar, então fique em casa! Vá para a casa lavar roupa!
  • É melhor você pedir demissão! Você está doente, está indo muito ao médico?
  • Como você pode ter um currículo tão extenso e não consegue fazer essa coisa tão simples?
  • Eu não preciso de gente incompetente igual a você!
  • Você é mesmo difícil! Não consegue aprender as coisas mais simples, até uma criança faz isso!

Como dar o feedback correto

Para combater o assédio moral e diminuir os casos recorrentes nas organizações, existe uma arma poderosa que favorece o desenvolvimento: o feedback. Quando o feedback é dado corretamente, com o uso de métodos adequados o foco fica no comportamento e não na questão pessoal, evita julgamentos, ataques e acusações e aumenta a assertividade para que a pessoa se desenvolva.

No Center for Creative Leadership, maior centro de desenvolvimento de liderança do mundo, aprendi que existe um método muito objetivo chamado SCI para dar feedback.

Ele tem na verdade 3 etapas:

  1. SITUAÇÃO – S – aborde em detalhes o momento em que aconteceu o fato que gerou este feedback. Ele deve ter detalhes como a que hora aconteceu, quem estava presente, qual foi a reunião ou situação que a ocasionou.
  2. COMPORTAMENTO – C – Nesta fase você descreve em detalhes o comportamento da pessoa sobre sua ótica, o que observou que a pessoa fez que ocasionou este feedback.
  3. IMPACTO – I – qual foi o impacto que pode observar sobre você e as pessoas presentes. Caso queira levantar mais dados, fale com as pessoas, tenha informações precisas que tragam outras perspectivas ao seu ponto de vista.

Veja no vídeo do Masterchef novamente o caso do candidato seguinte. Os jurados aplicam claramente o método SCI.

Seja objetivo mas generoso, não se esqueça que estamos todos aprendendo sempre e utilize a estrutura do SCI também para feedbacks positivos, reforçar o que a pessoa faz bem. Aliás, na sequência do feedback pode vir uma palavra de apoio, de direcionamento (como fazer direito), ser mentor, ser coach da pessoa que tem um ponto a desenvolver – a aplicação destes métodos é tema para um próximo post também.

Feedback, quando bem feito, é uma arma poderosa contra o assédio moral e a favor do desenvolvimento , então vamos aproveitar para juntos reduzirmos ou zerarmos estes números de pessoas assediadas.

O desafio está lançado.

Artigo original e completo: https://www.enora.com.br/artigos/7-vezes-ta-horrivel-uma-licao-sobre-feedback-todos-que-ja-fizeram-alguem-sofrer-com-o-assedio-moral/

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

João Marcelo Furlan - Colunista Liderança deu entrevista na TV Futura sobre "trabalho e estudo", confiram!

48% dos jovens no Brasil pagam seu próprio estudo em nível superior.

Pessoal, neste programa da TV Futura da Fund. Roberto Marinho, pude contribuir um pouco falando sobre o perfil atual dos estudantes e como desenvolver as habilidades comportamentais (soft skills) tão importantes para o sucesso no trabalho.

Um forte abraço a todos, 

João Marcelo Furlan

 

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

Meio cheio ou meio vazio? Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

Pensei sobre esta questão hoje quando vi a notícia de que o dólar está em seu maior patamar desde 2003. Tentei retroceder e pensar naquele ano, em que estava fazendo quando o dólar era tão alto. Na época eu era estagiário na área comercial da Whirlpool e a empresa estava penando um pouco pelo preço elevado dos altos insumos e por ter que reportar seus resultados em dólares cada vez mais distantes... tendo que fazer 50% mais esforço de vendas para entregar o mesmo resultado em dólares à matriz.

Lembro-me que tinha um colega que fazia vendas intercompany (ou seja, da unidade do Brasil para outras unidades no mundo). Perguntei a ele como estavam as coisas e ele respondeu: "Uma maravilha! Nunca vendemos tanto!" Ou seja, para ele que exportava refrigeradores, lavadoras e fogões do Brasil para o mundo estava excelente.

Diferentes perspectivas, diferentes elementos: a soma é sempre igual - Para ser sincero, sempre analisei esta questão de uma forma muito otimista - o copo está sempre cheio. Irá depender somente da proporção das substâncias: quanto mais tiramos a água, mais o espaço é preenchido por ar, enquanto se colocarmos mais água, o ar cederá espaço a este novo elemento - e, como ambos são fundamentais à vida, sempre se sai ganhando.

Podemos levar esta mesma forma de encarar a situação a outras perspectivas da conjuntura atual do Brasil:

Perspectiva dos Negócios - Este momento em que o dólar está sobrevalorizado frente ao real pode representar uma fase para nos reinventarmos enquanto empresas, buscarmos inovar em novos produtos, desfocar somente do mercado doméstico e desbravar o mercado externo, ganhar produtividade para sermos mais competitivos, investir na formação dos melhores de nossa equipe para se conectarem ao mundo e trazerem novas receitas. Recentemente vi um cliente que trabalha com pequenos motores elétricos para o setor automobilístico (limpador de para-brisa, abrir e fechar vidros, ...), trazer ao país de outra unidade global a linha de produção para motores que giram as pás geradoras de energia eólica! Enquanto a demanda do setor automobilístico foi reduzida - e em breve retornará com tudo - a empresa passou a explorar um dos maiores gargalos no Brasil da estiagem: a energia.

Campo político - Domingo passado tive a honra de presenciar às reivindicações por mudanças na gestão do país no MASP em São Paulo. Um dos grandes lados do "copo cheio" do momento atual, foi ver a união entre diversos setores da sociedade em prol da mudança. Até pouco tempo atrás, achávamos realmente que esta geração a qual pertenço era mais "apolitizada", mas isso mudou drasticamente nos últimos anos. No vídeo abaixo, vemos a união de caminhoneiros, jovens e outros setores da sociedade civil demonstrando a vontade de mudar.

Link: https://www.linkedin.com/pulse/meio-cheio-ou-vazio-joao-marcelo-furlan

João Marcelo Furlan

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080.

 

Mitos e Verdades sobre Trabalhar no Vale do Silício - Liderança por Renato Fontana

Sempre ouvi falar muitas maravilhas sobre trabalhar no Vale do Silício – maior pólo tecnológico mundial. Vários fatos que lia sobre todos os benefícios de trabalhar no Google, LinkedIn, SalesForce, Yahoo, Facebook, Apple, entre outras empresas que são sediadas lá, sempre me fizeram sonhar em como implementar tantas coisas legais no meu ambiente de trabalho.
É comum ver em revistas, fotos dos lugares descolados onde os Googlers trabalham.

Porém, (em minha opinião) sempre tinha uma conta que não fechava: “Será que que investir em um escritório bacana realmente gera mais resultado para a empresa?”.
Essa dúvida foi tirada no mês passado (janeiro 2015), quando tive a oportunidade de visitar os campus do Google, Facebook, Yahoo e LinkedIn no Vale do Silício.
Abaixo seguem alguns mitos e verdades que descobri sobre todo esse mistério.

O que escrevo abaixo é baseado em minha experiência, durante alguns dias de visitas intensivas, com palestras  exclusivas, de executivos das áreas comerciais, RH e operações destas grandes empresas.
Curiosamente, elas compartilham de práticas muito parecidas de gestão de pessoas, recrutamento, desenvolvimento e retenção de talentos.

O Google foi eleito em 2014 a empresa mais desejada para se trabalhar. Ou seja, é a referencia em como extrair o máximo de seus recursos humanos e oferecer em troca o máximo à eles. 

Nos 8 itens que classifiquei abaixo, perceba que todos giram em torno de “colaboração”:

1. Os benefícios oferecidos aos funcionários colaboram para atrair grandes talentos; Todas estas quatro grandes tentam reter ao máximo os funcionários dentro do campus de trabalho. Assim, inúmeros benefícios 100% gratuitos como: a liberdade de horário de entrada e saída do trabalho, o acesso de academias 24h com equipamentos de primeira, personal trainers, massagistas, esportes outdoor, pet shop para os animaizinhos dos colaboradores, salão de cabeleireiros, comida 24h, sem limites, horários de piqueniques, jogos, sala para ensaio de bandas, etc. São oferecidos para que haja valor do funcionário ao seu trabalho e desempenho.

2. Ambientes de trabalho descolados ajudam a reter os Turn Overs: Perguntei à Anna Rein (People Operations, do Google) se, o investimento de construir ambientes de trabalho tão diferentes se paga? Ela, não respondeu qual era o payback ou o ROI destes investimento em estrutura de trabalho, pois são informações sigilosas, porém disse que ajudava muito na retenção dos talentos, que por este ponto já valia o investimento.

3. A regra dos 20% livre: No Google, todos os colaboradores com cargo de engenharia são encorajados a usar 20% de seu tempo de trabalho para soluções que eles achem úteis para a empresa e não para aquilo que a empresa lhe solicita. O Gmail, surgiu num destes insights intra empreendedores dos 20% livre.

4. Clareza acima de tudo: No Google,  todas as semanas, os dois sócios fundadores da empresa (Larry e Segey) respondem qualquer pergunta abertamente feita por qualquer funcionário. Eles se reúnem em um seminário interno e todos podem participar presencialmente, através de vídeo conferencia ou email. A empresa toda saber dos detalhes, mitos e verdades de projetos, ajuda os colaboradores a confiarem no seu trabalho e se motivarem mais ainda com a empresa.

5. Premiação entre colaboradores (Peer Bonus): Uma das práticas muito incentivadas no Google e LinkedIn é a de premiações internas. Cada funcionário tem uma verba determinada para oferecer à outro funcionário que lhe ajude em uma tarefa que estaria fora de seu escopo. Assim, cada um pode agradecer de forma significativa qualquer um dos 50mil colaboradores da empresa, no mundo todo, que lhe ajudar a solucionar problemas.

6. Reuniões em movimento: É comum andar pelos Campus do Google e LinkedIn e Yahoo! e ver pessoas fazendo reuniões durante caminhadas ou passeios de bicicleta. Isso, pois as empresas premiam as equipes  que realizarem reuniões móveis, incentivando a prática de esportes e hábitos saudáveis.

7. Altíssima qualidade no recrutamento e seleção: Todas as quatro empresas salientaram a dificuldade colocada nos processos seletivos e na demora da finalização dos mesmos. Este item está relacionado diretamente com o Turn Overabordado acima, pois o valor das ideias e novos produtos que são gerados dentro das empresa é muito alto e a rigidez na contratação faz com que eles saibam que a pessoa quer mesmo trabalhar na empresa e que ela tem mais chances de ser confiável e não deixar vazar informações sigilosas de novos produtos e protótipos.


8. Donos de Carros Elétricos têm Benefícios: As empresas incentivam a compra e uso de carros elétricos pelos colaboradores. O benefício de quem usa um para ir ao trabalho e de poder usar vagas preferenciais, perto das entradas dos prédios, além de combustível (energia elétrica) grátis para seus carros. Outros atos sustentáveis também são encorajados dentro das empresas, sujeitos a mais benefícios.

Na região de San Francisco e Vale do Silício, ideias não são os maiores ativos das pessoas nem das empresas, mas sim a capacidade de colocar estas ideias em prática(já que, quem as realiza primeiro, tem vantagem competitiva e geração de lucro para a companhia).

Com esta visão nas companhias de tecnologia, ficou evidente que a contratação correta dos recursos humanos e a minimização do risco de perdê-los são os melhores investimentos que as empresas podem fazer.
Os benefícios oferecidos aos colaboradores abrangem interesses de todas as idades e tentam fazer com que seu tempo gasto dentro do campus seja legal, e não os faça pensar em sair de lá.
Os millenials (geração Y) valorizam a liberdade de fazer as coisas na hora que querem. Por isso, a flexibilidade de horas de trabalho, desde que os resultados sejam atingidos. A geração X, mais do que nunca está valorizando a saúde e atividades em grupo, por isso oferecem  aos funcionários academias, massagistas, petshop, médicos e dentistas, todos os tipos de comida saudável e etc.  E os Baby Boomers, que valorizam muito a família e a qualidade de vida, também podem usufruir de tudo isso com sua família. Porém, é raro ver baby boomers andando pelos campus. A grande parte dos funcionários não passa dos 45 anos de idade.

Este tipo de ambiente de trabalho e benefícios para empresas altamente competitivas já é uma tendência, agora, em quanto tempo ela chegará ao Brasil?

Aos empresários e aos recursos humanos, fica a missão de como tornar sua empresa/marca aspiracional suficiente, ao ponto de trabalhar nela fazer parte da ambição dos colaboradores?
Ao meu ver, devemos primeiro investir em pessoas altamente produtivas, depois disseminar esta cultura na empresa e oferecer ambientes de trabalho propensos a potenciar os insights gerados. Ao final, os benefícios serão encarados como reconhecimento e mérito de um time que entrega valor acima do esperado.

Através de uma missão do SEBRAE e FACESP, junto com outros 150 empresários brasileiros, tive esta oportunidade única. Agradeço ambas instituições pela experiência comercial, além do desenvolvimento profissional com todos da missão.


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Você pode capacitar sua equipe, para recrutar de forma impecável, atrair e reter talentos, assim como o Google faz, através da capacitação em recrutamento e seleção por competência.

Para manter seus colaboradores empenhados e aumentar a produtividade, desenvolva-os em "intra empreendedorismo" e extraia o melhor de seus talentos, através de inovação e melhorias de processos.

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Links Sugeridos:

Melhores Empresas para se Trabalhar (Great Places to Work)

Matéria da Exame sobre Relatos Negativos de se Trabalhar no Facebook (por funcionários e ex-funcionários)

Matéria da Nat.Geo. sobre como surgiu o Gmail (regra dos 20%)

Levantamento feito pela TechWatch sobre as facilidades oferecidas pelas maiores empresas do Vale do Silício
 

Renato Fontana Capalbo

 

Empreendedor com foco na abertura de novos mercados e análises de novas tendências.

Primeira empresa aberta aos 20 anos, hoje participa de algumas empresas em diferentes segmentos como: Educação, Importação, E-Commerce e Serviços Estéticos. Não há limite para se empreender, basta não perder o foco e sempre amarrar um novo negócio com uma base já construída.

Augusto Cury vem a Campinas para falar sobre potencialidades da mente humana durante Congresso Brasileiro de Liderança & Inovação

Médico psiquiatra explica a inteligência multifocal para a formação de mentes brilhantes, ao lado de grandes nomes como Prof Gretz, Alfredo Rocha, Luiz Rasquilha, Marcelo Veras e Othon Barros

Mais de 1000 pessoas, de todo o País, estiveram presentes no Congresso Braisleiro de Liderança & Inovação em Campinas, no ano passadoOi


 

No próximo dia 7 de fevereiro, das 8h30 às 18h30, no Centro de Convenções Expo Dom Pedro, Campinas recebe seis dos maiores especialistas em formação de líderes do Brasil no Congresso Brasileiro de Liderança & Inovação. Promovido pela Corpo RH, empresa que há mais de 15 anos vem se especializando em treinamentos de grande porte, o evento deve receber mais de mil pessoas, entre executivos, empreendedores, profissionais liberais, líderes e gestores.

De acordo com o diretor comercial da Corpo RH e organizador do evento, Flávio Golfeto, Campinas é um grande polo formador de líderes e altos executivos, devido à presença de grandes empresas multinacionais e importantes universidades. Um evento deste porte só vem a chancelar a importância da região para a economia do País. “Realizamos eventos como este há mais de 15 anos, porém, recentemente, optamos por promovê-lo em Campinas. E, para nossa surpresa, a adesão por aqui é muito superior do que na capital paulista. Cerca da metade do público que recebemos é de fora do estado e, da outra metade, apenas 30% são da cidade de Campinas. Temos uma localização estratégica, um aeroporto ligado a todos os estados do País e uma boa infraestrutura. No ano passado, tivemos de ampliar nossa agenda de treinamentos para atender a esta demanda e a expectativa já é bem maior para este ano”, avalia Golfeto.

Sobre a programação

Como um dos destaques, o escritor e médico psiquiatra Augusto Cury traz ao encontro o conceito da Inteligência Multifocal, em que analisa o processo de construção dos pensamentos. Esta teoria se aplica às principais funções da inteligência e busca desvendar o complexo funcionamento da mente humana. Com livros publicados em mais de 60 países e considerado o escritor mais lido da década, o médico psiquiatra analisa os 8 códigos da inteligência para a formação de mentes brilhantes e excelentes profissionais, a busca pela excelência emocional como fator determinante do sucesso profissional e as quatro armadilhas da mente que bloqueiam a inteligência.

Entre as armadilhas da mente, que impedem nosso progresso tanto pessoal quanto profissional, estão o conformismo, o ‘coitadismo’, o medo de reconhecer os erros e o medo de correr riscos. A solução, segundo Cury, está descrita em oito códigos, entre eles como gerir o intelecto, a autocrítica, a resiliência, o altruísmo, o debate de ideias, o carisma, a intuição criativa e, por fim, como gerir a nossa própria emoção.

Para Cury, desvendar estes códigos é fundamental para conquistar a saúde psíquica, criatividade, eficiência profissional e manter relações saudáveis. "Para alcançar a saúde psíquica e expandir os horizontes da inteligência não há atalhos, nem mágica. Decifrar os códigos, conhecer o funcionamento básico da mente e fazer exercícios são os caminhos para alcançar estas metas. A tarefa de explorar e investir na saúde psíquica é responsabilidade exclusiva de quem quer chegar lá", fundamenta Augusto Cury.

 Com mais de 5 mil palestras em 30 anos de atividade, Professor Gretz é outro destaque do evento. Na ocasião, ele fala sobre como a qualidade de vida pode se transformar em um diferencial competitivo. Com uma bela história de superação, de agricultor e feirante até os 20 anos de idade até sua carreira como professor de pós-graduação e executivo em multinacional, Professor Gretz ensina o poder do entusiasmo e a força da motivação no ambiente de trabalho.

 Assistido ao vivo por mais de 2 milhões de pessoas, Alfredo Rocha se une ao grupo de palestrantes do congresso com a palestra “Liderando com Criatividade e Inovação, ensinando os participantes a como se destacarem em um mercado onde todos são iguais.

O especialista em tendências e inovação e CEO da AYR Consulting Worldwide, Luís Rasquilha apresenta seu conceito de empresa do futuro e o papel da inovação. Escritor e consultor empresarial nas áreas de Marketing, Motivação e Desenvolvimento da Excelência Humana, o professor Othon Barros leva ao evento seus conceitos de liderança inovadora, baseados nas ideias do médico indiano radicado nos Estados Unidos, Deepak Chopra, com métodos para administrar a si próprio e se tornar um grande líder, vencendo os desafios do futuro.

Para fechar o time de palestrantes, o CEO da Atmo Educacional e especialista em gestão de carreiras, Marcelo Veras, define as competências de um profissional inovador.

Programação

7h30 – Credenciamento

8h30 – Marcelo Veras – “As Competências do Profissional Inovador”

9h30 – Prof. Othon Barros – “Liderança Inovadora”

10h45 – Coffee break

11h15 – Alfredo Rocha – “Liderando com Criatividade e Inovação”

12h30 – almoço livre

14h15 – Luís Rasquilha – “As Empresas do Futuro e o Papel da Inovação”

15h15 – Augusto Cury – “O Código da Inteligência: a Excelência Emocional e Profissional”

16h45 – Coffee break

17h15 – Prof. Gretz – “Como a Qualidade de Vida pode se transformar em Diferencial Competitivo”

18h30 - Encerramento

Serviço

Congresso Brasileiro de Liderança & Inovação

Data: 7 de fevereiro de 2015 (sábado), das 8h30 às 18h30

Local: Centro de Convenções Expo Dom Pedro – Parque D. Pedro Shopping

Endereço: Rodovia D. Pedro I, km 137 – Campinas/SP

Informações: http://www.corporhemkt.com/congresso_lider_inovacao/ ou pelo telefone (19) 3291.7232.

Komunica Assessoria de Imprensa
Jornalista responsável: Luciana Barros (Mtb: 46.501-SP)
(19) 3032.5494 / 98876.5178
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O Tecelão, o Camponês e o Pregador - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

Um diário fotográfico das lições de minha peregrinação pelos 3 maiores líderes inspiradores da não-violência, por João Marcelo Furlan

 

“Eu quero que vocês falem que eu tentei amar e servir a humanidade.”
- Martin Luther King Jr, 2 de Fevereiro de 1968

No último mês de Novembro, passei por um dos momentos mais emocionantes de minha vida: cheguei ao fim de minha peregrinação em 2014 para conhecer meus ídolos, os 3 maiores líderes da não violência de todos os tempos. Eu comecei esta saga, com uma grande vontade de entender o que seria a essência que transforma uma pessoa em um líder, um líder em uma lenda. 

Livraria ao lado do local de nascimento do Dr. King em Atlanta. Os 3 líderes sempre aparecem juntos.
 

Em Janeiro, comecei as viagens visitando a casa e túmulo de Gandhi na belíssima Nova Delhi, Índia. Em Abril, tive a oportunidade de conhecer com minha esposa a ilha de Robben, próximo à cidade do Cabo, África do Sul, em que Mandela ficou aprisionado por 18 dos 27 anos de seu encarceramento. Finalmente, atingi na primeira semana de Novembro e véspera de meu 33º aniversário, à casa onde Martin Luther King nasceu, seu túmulo e a igreja de Ebenezer em que ele pregava, na cidade de Atlanta, GA.

Ao estudar suas vidas e conquistas, consegui finalmente estabelecer alguns pontos em comum entre eles –1) Uma grande visão de mudança, 2) Perseverança e 3) Integridade

Antes de discorrer sobre estes 3 pontos, gostaria de trazer a você uma pequena introdução e contexto sobre a vida de cada um deles, para explicar inclusive o apelido que dei neste artigo a cada um deles. 

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O Tecelão - Mohandas Karam Chand Ghandi – visitado em Janeiro de 2014
 

Mahatma,  que quer dizer  “Grande Alma”, nasceu em uma família de classe média na Índia. Após estudar Direito na Inglaterra -  teve a oportunidade de trabalhar na África do Sul. Ele ficou totalmente desesperado quando viu que seus conterrâneos Indianos enfrentavam o Apartheid naquele país e começou a lutar pacificamente, utilizando os ensinamentos do conceito hindu de Satyagraha – a verdade consistente – contra o regime. Após 20 anos na África do Sul, ele se mudou para a Índia, onde começou, dentre tantas outras iniciativas para se libertarem , o movimento para restaurar a “roda de tecer” de forma que os indianos voltassem a produzir seus tecidos novamente e se liberassem economicamente da necessidade de importar tecido manufaturado da Inglaterra. Para inspirar o povo indiano a recuperar o hábito de utilizar a Charka (roda de tecer tradicional) para produzir fios de lã tornou-se o treinador em workshops que estabeleceu ao redor do país para ensinar a técnica. Ele foi também o exemplo ao usar somente roupas feitas com fios originários deste processo. Por este motivo, o nomeei afetivamente de o Tecelão.

O quarto de Gandhi até o final de sua vida, demonstrando seu total desapego com conforto e consumismo. 

O Camponês – Nelson Rolihlahla Mandela – visitado em Abril de 2014

O Madiba (nome do clan que ele fazia parte) ou Tata (pai) cresceu em tribos Xhosa em diferentes regiões da Africa do Sul. Como membro de uma família nobre e protegido pelo rei após a morte de seu pai, ele teve a oportunidade para estudar direito (assim como Gandhi) e advogar.Quando ele se juntou ao partido ANC (African National Congress), começou sua vida na política, ganhando grande popularidade em lutar contra o apartheid. Como um resultado, ele experimentou 27 anos na prisão. Ele é o camponês, já que valorizou e honrou durante toda a vida suas origens na África nativa, o que lhe deu força para lutar pelos direitos civis. Nelson Mandela recebeu o prêmio nobel em 1993.

Dede, nosso guia durante a visita ao museu da prisão de Roben Island. Ele disse a mim que suas maiores lições durante o tempo na prisão foram disciplina e paciência.

Foto tirada na prisão de Robben Island

O Pregador – Martin Luther King, Jr – Visitado em Novembro de 2014

Dr. King herdou o gospel de seu pai, um ministro da igreja batista e sofreu preconceito e segregação durante sua infância e juventude. Quando cresceu, teve a oportunidade de estudar teologia sistemática na Universidade de Boston. Influenciado pelo ativista afro-americano Bayard Rustin, ele acabou conhecendo do Satyagraha de Gandhi e visitou a Índia para estudar mais sobre o movimento em 1959.

Ele voltou determinado a implementar Técnicas de Não Violência como a única forma contra a segregação nos Estados Unidos, de forma oposta a muitos outros líderes afro-americanos naquela ocasião, que sugeriam formas violentas para opor a hegemonia política e econômica dos euro-americanos.

Ele voltou para Atlanta para assumir a liderança da Conferência Nacional de Liderança do Sul (SNLC) como sua principal plataforma na política. Honrosamente, o chamo de Pregador, já que ele usava o Gospel em todos os seus discursos, até seu assassinato em Memphis, em 1968.

Dr. King ganhou o prêmio Nobel de 1964. 

O último sermão de Martin Luther King
https://www.youtube.com/watch?v=lQbLW9mDdbI

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Como mencionei anteriormente, estudando suas vidas e conquistas, consegui finalmente estabelecer os 3 pontos em comum que os levou a inspirar pessoas ao longo das décadas

1. Uma grande Visão de Mudanças

Todos os 3, em algum momento, ganharam um nível de consciência social.

Isso os levou a ver e acima de tudo acreditar em uma imagem de um futuro melhor para eles e seu povo dentro de um novo paradigma, onde liberdade e mais especificamente, um tratamento justo como cidadãos iguais como sua maior demanda.

Por exemplo, a visão de Mandela de que o Apartheid poderia realmente acabar de forma pacífica, o fez mobilizar 2 ou 3 gerações de Sul Africanos em direção à mudança, assim como forneceu a ele combustível tanto mental quando fisicamente durante seus anos na prisão. 

Em nosso ambiente de negócios, uma comparação com estes grandes líderes inspiradores seria o Jack Welch na GE, já que ele realmente acreditou que poderia mudar a cultura de um conglomerado centenário... e o fez. 

LIÇÃO CHAVE– Acredite em grandes mudanças que afetarão para melhor as pessoas em sua organização. Elas irão segui-lo.

[Martin Luther King´s birth house taken at National MLK Historic site in Atlanta]
 

2. Perseverança – comprometimento total com a Visão

Gandhi iniciou em 1906 com o uso do termo SATYAGRAHA ou “insistência na verdade” para definir sua crença e abordagem da não violência para superar a ocupação Britânica. Tanto Mandela quanto Dr. King foram na verdade inspirados por ele a um ponto que ambos visitaram a Índia para conhecer melhor seus métodos. 

As técnicas de não violência requereram que as pessoas se submetessem a todos os tipos de humilhação possíveis a um ser humano. Milhões de manifestantes foram mortos e os 3 líderes foram presos, sendo que dois deles foram assassinados. Perseverança significa ter um enorme comprometimento como metas de longo prazo, ou com esta visão.

Uma analogia com nosso ambiente atual de negócios seria a crença de Steve Jobs em fazer algo realmente focado em uma experiência para o cliente, independentemente de qualquer outra coisa. Ele continuou fazendo isto, mesmo nos anos em que foi forçado a deixar a presidência da Apple (1986-1995), inovando em outras companhias como Pixar e NeXT. 

LIÇÃO CHAVE– persista na Visão. Grandes mudanças podem levar a grandes dificuldades mas mantenha-se firme.Você ganha respeito das pessoas mostrando que você é determinado e perseverante.

Gandhi utilizing the Charka: picture taken at Ghandi´s house in New Delhi
 

3. Integridade e Humildade

Todos os 3 são pessoas que se voltavam muito para seus valores e princípios, como liberdade e fraternidade. Gandhi baseou suas crenças no Hinduísmo, apesar de ter sido sempre curioso sobre diferentes religiões, especialmente durante seu tempo em Londres. 

As crenças de Mandela vieram sobretudo de sua infância tribal, como o conceito de Ubuntu (algo como generosidade, as pessoas existem a partir da ajuda que dão uns aos outros) e ele também era um Metodista. Mas de todos os 3, o mais proeminente em religião por si foi o PhD em Teologia, Dr. Martin Luther King, um ministro da Igreja Batista, que comumente usava Deus em seus discursos. 

Além disso, eles eram pessoas que demonstravam humildade, o que lhes permitia ser muito próximos de seus seguidores. Gandhi chegou a um nível tão alto de desapego, que ele chegou inclusive a diversas vezes a massagear as pernas de portadores de lepra.

Trazendo este ponto também de volta para nosso ambiente de negócios, eu tenho gostado muito de ver o comprometimento e discurso de Richard Branson, fundador do grupo Virgin, com Ética empresarial, inclusive criando uma competição entre “Empreendedores Éticos”.

LIÇÃO CHAVE – Pessoas seguem o que parece ser “o certo” para elas. Se elas sentem que você as representa, humildade irá assegurar a proximidade com seus seguidores de forma que estejam abertos para que sejam influenciados e inspirados por você. 

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Um dos trabalhos mais difíceis dos líderes atualmente é implementar grandes mudanças nas organizações. Espero que estes 3 princípios o apoie muito em seus desafios e que, promova grandes mudanças junto ao time, de forma inspiradora e transformadora.

Um forte abraço e sucesso nesta jornada!
J.M. Furlan

Foto tirada com minha esposa na casa de Mahatma Gandhi em Nova Deli.

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Leve para sua empresa ou participe dos cursos da Enora baseado nas melhores práticas de liderança  e gestão do mundo todo! 

João Marcelo Furlan

 

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento  e  Expansão  Regional  da  Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080.

O que aprender com o Google sobre Intra Empreendedorismo - Coluna Liderança por Renato Fontana

Por Renato Fontana - Palestra ACIC (Associação do Comercio e Industria de Campinas)

Em homenagem à semana global do empreendedorismo, divulgaremos algumas práticas, nada tradicionais do Google, uma das empresas mais interessantes.

O Google é hoje um dos lugares mais “desejadas” para se trabalhar. Seu famoso clima organizacional descontraído, criteriosos processos seletivos, inúmeras soluções digitais, appsgadgets e etc. São apenas alguns dos atributos tão valiosos que esta empresa tem para nos deixar fascinados.

A grande verdade, é que tudo faz parte de uma cultura intra empreendedora, onde a empresa incentiva os funcionários a criarem novas soluções baseadas no que eles enxergam como boas alternativas para que a empresa possa gerar maior resultado financeiro.

Das atividades divulgadas ao público, levantamos algumas que mostram o quanto o intra empreendedorismo é estimulado dentro do Google:

1- Cultura: Todos os funcionários técnicos têm que usar 20% do seu tempo de trabalho para desenvolver ideias e projetos baseados no que eles acham importante para a empresa e não para o que a empresa acha importante. Esta atividade estimula os insights dos funcionários para terem ideias inovadoras, onde o clima organizacional, propício para novos estímulos, alavanca o resultado de novos projetos. Esta prática foi responsável por diversos projetos altamente lucrativos, como o Gmail, por exemplo.

2- O Gmail: foi criado, em 2004, pelo funcionário #23 sozinho, em apenas 1 dia. A ideia de conseguir vincular anúncios direcionados aos temas e palavras chaves do email fez com que o Google conseguisse aumentar seu alcance de publicidade em um ambiente ainda não explorado por nenhuma outra empresa do segmento. 
O lançamento com sucesso do Gmail, meses antes da abertura de capital do Google na bolsa Nasdaq, fez com que as ações da empresa retomassem uma inicial queda e aumentassem o valor prestes a abertura, e ajudasse a capitação final de 27 bilhões de dólares em seu primeiro dia de negociações.

3- Tomadas de Decisão: Alguns grupos do Google fazem reuniões durante sessões de caminhada pelas redondezas de seu campus de trabalho. O fato do cérebro aumentar a produção de endorfina durante os exercícios físicos, faz com que as pessoas sejam mais proativas e discutam de forma mais produtiva alguns assuntos enquanto praticam o exercício. Como a caminhada permite concentração no assunto e comunicação durante sua prática, se mostrou eficiente em reuniões ao ar livre.  A produtividade das pessoas e as soluções extraídas destas reuniões se mostraram mais eficientes que as tradicionais e levaram os gestores a incentivar esta prática.

A principal mensagem que esses casos do Google nos transmitem é que existe um equilíbrio mútuo entre clima organizacional e intra empreendedorismo, onde um precisa do outro para ser melhor desempenhado.
O incentivo aos intra empreendedores deve acontecer primeiro, pois são as pessoas mais valiosas da empresa, já que geram mais resultado com menos recursos. Seguinte aos bons intra empreendedores, consequentemente geraremos um bom clima organizacional de forma orgânica e este clima alavancará o potencial dos intra empreendedores próprios intra empreendedores.

Estes profissionais, tão valorisados pelas empresas, são os grandes líderes e gestores em desenvolvimento. Quando eles têm liberdade - como os 20% do tempo incentivado dentro do Google - eles produzem muito mais resultado do que se os 20% deste tempo tivesse sido destinado às tarefas de rotina.


Recentemente dei uma palestra sobre o tema, na ACIC (Associação do Comércio e Indústria de Campinas) e deixei alguns slides disponíveis no artigo do link abaixo:
http://www.enora.com.br/artigos/o-intra-empreendedorismo-para-aceleracao-de-carreiras


Outros documentários tão famosos sobre o Google já foram feitos por diversos canais de televisão, como os dos links abaixo:


National Geografic - O jeito Google de Trabalhar:
https://www.youtube.com/watch?v=3cxYLl6wWCY

Discovery Channel - A História do Google (A Pesquisa)
https://www.youtube.com/watch?v=6PAMrQNEcCg


Para maiores informações sobre intra empreendedorismo, desenvolvimento de Líderes e Gestores, entre em contato conosco por email (contato@enora.com.br) ou por telefone (19) 3307-4037

Fonte: http://enora.com.br/artigos/o-que-aprender-com-o-google-sobre-intra-empreendedorismo

Empreendedor com foco na abertura de novos mercados e análises de novas tendências.

Primeira empresa aberta aos 20 anos, hoje participa de algumas empresas em diferentes segmentos como: Educação, Importação, E-Commerce e Serviços Estéticos. Não há limite para se empreender, basta não perder o foco e sempre amarrar um novo negócio com uma base já construída.