Como amenizar a convivência com uma liderança tóxica?

Pesquisa revela que 8 em cada 10 pessoas desistem do emprego por conta da liderança

Nada mais comum do que escutar um amigo reclamando do chefe. Quem nunca trabalhou com uma liderança que não era compatível com o padrão da empresa? Hoje em dia, não são poucos os chefes que usam sua posição na companhia para oprimir seus colaboradores porque tem consciência de que o mesmo precisa trabalhar, cuidar de sua família e pagar suas contas. No entanto, alguns líderes se aproveitam disso sob a ótica do medo, usando tais atitudes para controlar a vida de seus empregados.

Para Leila Santos, coach de comportamento humano, o colaborador precisa entender se realmente está lidando com uma chefia tóxica, para então saber como lidar com a situação. “Em primeiro lugar, é importante que você identifique quais são os comportamentos do seu gestor que considera tóxicos e se eles acontecem de forma generalizada e, não apenas com você. Gerencie  as suas próprias emoções  e adote estratégias para cuidar da sua saúde emocional e mental. Procure delimitar o contexto em que esse comportamento aparece na sua interação com ele e se você pode minimizar esse gatilho de alguma forma”. 

O espaço para esse tipo de liderança é reflexo do cenário atual em que vivemos. Com a instabilidade econômica, algumas empresas buscam resultados no curto prazo para se manterem competitivas, sem olhar para a gestão de pessoas. “Um dos aspectos que contribuiu para o aumento da liderança tóxica em algumas empresas está relacionado ao trabalho remoto. Por falta de competências de gestão à distância e baixo nível de confiança na equipe, muitos gestores extrapolaram no micro gerenciamento e controle. A mentalidade de que funcionários longe do escritório não trabalham como deveriam, ainda é muito forte no meio corporativo. O foco no controle das horas trabalhadas, e não nas entregas, reforça ainda mais essa mentalidade”, explica Leila.

Apesar de estarem presentes em negócios de diferentes setores e portes, é mais comum encontrá-los em mercados tradicionais, em que muitas das vezes o colaborador não tem força ou não entende que está sendo liderado por uma má chefia. “Avalie se o ambiente tóxico está restrito a um gestor, uma área ou se isso faz parte da cultura da empresa. Se a empresa tem uma cultura tóxica, você precisa fazer uma escolha: pegar ou largar. Qual o seu nível de resiliência e disposição para comprometer sua saúde física e mental? A não ser que consiga desenvolver estratégias para blindar a sua emocionalidade, e não se deixar abalar pelas práticas tóxicas, não recomendo que ninguém se submeta a um ambiente de trabalho tóxico”, orienta.


Sobre Leila Santos

Coach de líderes e empresas há mais de 20 anos, atende clientes com renome no mercado como Grupo WLM, L’Occitane, Grupo Boticário, Sephora, Itaú, Biolab, Pfizer, Roche, Astellas, Ache, AstraZeneca, Farmoquímica, Fitec, Pierre Fabre, Uni2, Gencos, dentre outras. Atua com foco no cliente corporativo, sempre valorizando e investindo em profissionais e empresas que já estão preparados para essa mudança de cultura e mindset. 

Quer saber um passo a passo para desenvolver sua liderança sobre o seu mental? Coluna Poder da Mente por Eloisa Linck

Primeiro você se permite abrir o diálogo com o cérebro e logo aprende como funciona o esquema mental informação- pensamento-armazenamento.

Assim sentirá naturalmente mais necessidade de se auto conhecer e assim terá mais habilidade em sentir as suas emoções que fluem por seu corpo e passa a se reconhecer nos seus códigos de vida.

 

Começa o diálogo com o cérebro e você assume ser o líder do seu mental. Consegue determinar o “Eu” o “Eu Sou”  e o “Eu Estou”.  Entende como está a cada momento a  sua energia interior pessoal e vital. Reestrutura a forma como você interpreta os fatos e se fortalece na sua missão de vida.

 

Pratica a dinâmica do auto perdão, sente muita libertação e leveza. Aceita que o tempo mental é totalmente diferente do que você tem no seu relógio. Ao perceber algo, primeiro sente e depois pensa. Tudo isso é um pequeno resumo de seu Check list evolutivo diário e será usado pelo resto de sua vida quando você sabe como cuidar, programar, estruturar e se transformar constantemente se valendo do poder de sua mente.

 

Claro que tem muito mais e eu vou contar tudo para você. O importante é saber que não pode se impressionar mais tanto com seus turbilhões de pensamentos ou sua falta de atenção ou pouca motivação, esses sinais são apenas dicas que seu corpo está te informando que você precisa entrar em ação e liderar seu mental de forma pessoal, particular e inovadora!

 Reprograme sua mente e viva muito melhor!!!

 Eloisa Linck

Coluna – O Poder da Mente

Engenheira Civil, MBA Relações com Investidores, Finanças, Comunicação, Reikiana 3A, Hipnoterapeuta Internacional Omni Hypnosis Training Center, Radiestesista,  Reprogramadora Mental, Especialista em transtornos ligados a depressão e a ansiedade, Mindfulness, Inteligência Emocional, Estudiosa a mais de 25 anos em Física Quântica. Palestrante, Reprogramadora Mental, Mentora de alta performance e desenvolvimento humano. Atendimentos individuais ou treinamentos em grupos. Atendimento pessoa física e corporativo. São Paulo e Campinas. F-19-995591661 @Eloisalinck1


‘Líder humano gera resultados’, escrito pela executiva Ligia Costa


Livro discute a importância de líderes humanizados para formaçāo de equipes psicologicamente seguras em ambientes corporativos 

‘Líder humano gera resultados’, escrito pela executiva Ligia Costa,

dialoga sobre a urgência em transformar o atual cenário de crises

no universo empresarial com uma liderança mais compassiva

 

O livro Líder humano gera resultados chegou às livrarias neste mês de outubro. Escrito pela executiva Ligia Costa e publicado pela Editora Gente, este é um trabalho sem paralelo na área no Brasil. Repleto de depoimentos e cases de sucesso, o livro traz um debate inovador e profundo sobre o mundo corporativo da atualidade. A partir de um cenário real de crises, a autora discute sobre a necessidade de lideranças mais inclusivas e compassivas, com benefícios significativos para a saúde corporativa, tendo como consequência resultados positivos para as empresas.

 

“Por que este livro?”. A resposta para esta pergunta é embasada em pesquisas e na experiência de Ligia Costa ao longo de 20 anos no ambiente corporativo. “Existe uma crise de consciência nas lideranças. Desde 2018, a principal causa de afastamento nas empresas está relacionada a transtornos mentais. Lideres tóxicos promovem relações tóxicas. Em 2019, a Gallup Brasil, em uma pesquisa com 12 mil funcionários, já reportava que 48% dos executivos sentiam exaustão ‘às vezes ou sempre’ em seu ambiente de trabalho. A falta de equidade de gênero também impacta nestes números. Hoje, em setembro de 2021, após vinte meses de pandemia, estes números não apenas aumentaram, como a saúde mental e o retrocesso da participação da mulher no ambiente de trabalho passaram a ser temas relevantes para a sustentabilidade das empresas”, afirma. “Neste cenário, as pessoas precisam mudar e, por esta razão, existe este livro. A necessidade de transformação do líder humano é urgente”, reforça.

 

Segundo Ligia, as empresas chegaram ao auge da desconexão, da falta de significado e da superficialidade no mundo corporativo. No livro, a autora mostra os reflexos desta realidade. Com base na Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE, ela destaca que 16,3 milhões de pessoas com mais de 18 anos têm depressão no Brasil. “Somos o país com mais deprimidos na América Latina, com 5,8% da população sofrendo com a doença”, destaca. As estatísticas não param por aí. Ligia revela que o burnout, síndrome do esgotamento profissional que se instaura em situações de exaustão no ambiente profissional, afeta 32% dos trabalhadores brasileiros, de acordo com a Stress Management Association.

 

“Como transformar este cenário?” Para Ligia, “o primeiro passo para mudar é decidir que não se deseja permanecer onde está”. A mudança, segundo ela, passa por atitudes e escolhas e também por uma mentalidade estratégica ampliada por parte das empresas. “Para formação de líderes humanizados, precisamos da ampliação de consciência dos indivíduos.” Neste sentido, a publicação convida o leitor a refletir sobre estilos de liderança, e o desenvolvimento de novas competências do Líder Humano, como humanidade, presença, coragem, inclusão, interconexão e compaixão.

 

Neste livro bem construído, a autora propõe, após a leitura de cada capítulo, vários exercícios direcionados a gestores e colaboradores, que também podem ser feitos por pessoas que não estejam no dia a dia do mundo corporativo. São práticas de meditação, com instruções no próprio livro ou acessadas por QR Code no site da publicação. Há também escritas reflexivas baseadas no Journaling, técnica utilizada para escrever “sem filtros”. Como prática, Ligia propõe ainda a “multiplicação da conversa”, que consiste em dialogar com as equipes, sugerir o debate a partir das redes sociais e exercitar a mentoria.

 

Sobre a autora

Ligia Costa é escritora, palestrante e pesquisadora.

 

Fundadora do Thank God it’s Today, agência dedicada a desenvolvimento humano e promoção de Inteligência Emocional e Mindfulness para equidade de gênero, diversidade e inclusão, é precursora no Brasil do Movimento Liderar com Amor Gera Lucros.

 

Graduada em Marketing pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Gestão Organizacional e Relações Públicas pela ECA-USP. Também é certificada em Mindfulness pelo Centro de Felicidade do Butão.

 

Professora na Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/ESSP), tem no currículo certificação em Neurociências, Inteligência Emocional e Mindfulness pelo instituto SIYLI, criado no Google, na Califórnia, e reconhecido em mais de 50 países com programas e eventos direcionados a dezenas de milhares de profissionais.

 

Com atuações destacadas na LucasArts, de George Lucas, no Vale do Silício, Estados Unidos, trabalhou durante 18 anos como executiva em multinacionais. Teve passagens por grandes empresas, como Ogilvy Mather, Neogama BBH e Brasil Telecom. Dirigiu o marketing do Yahoo para a América Latina, liderando equipes em oito países.

 

Em 2012, Ligia Costa foi eleita executiva em tecnologia destaque pelo jornal Valor Econômico.

 

Editora Gente

(www.editoragente.com.br)

 

Mais informações: http://ligiacosta.com.br/

A virada da Lego - Coluna Gestão Moderna de Negócios de José Roberto de Siqueira

A virada da LEGO

 

Em 2004, a LEGO, tradicional empresa dinamarquesa de brinquedos fundada em 1932 e presente em 30 países, estava à beira da falência. Resultados negativos, baixa taxa de crescimento e pouca inovação estavam presentes há alguns seguidos anos. Pois bem, algo teria de ser feito para reverter as tendências ruins e transformar a empresa que se via ameaçada com o crescente aumento de jogos via internet, games e os mais variados avanços no entretenimento infantil.

O Conselho de Administração decidiu contratar, em outubro de 2004, Jorgen Vig Knudstorp, um jovem e promissor executivo oriundo dos bancos da Mckinsey, uma das mais renomadas empresas de consultoria do mundo, a quem tive a honra de trabalhar em dois grandes projetos.

Algo teria de ser feito para salvar a empresa e reverter os resultados financeiros.

Depois de um profundo diagnóstico, a liderança decidiu selecionar 3 grandes áreas focais de ataque na nova estratégia:

 

1.     Reposicionamento da marca LEGO;

2.     Investimentos em Pesquisas e Desenvolvimento (R&D);

3.     Planejamento financeiro, atacando predominantemente os custos e a rentabilidade da operação.

José Roberto de Siqueira

Coluna Gestão Moderna Negócios

Larga experiência em liderança como Presidente e CEO em empresas multinacionais e nacionais, membro dos Conselhos de Administração e do Lide do grupo Dória, professor de MBA, palestrante e CEO da Premiatta Consultoria: www.premiattaplus.com , Linkedin:  https://www.linkedin.com/in/jose-roberto-de-siqueira-217a032/  Curso on Line: https://cursos.premiattaplus.com - Telefone: (011) 991591939

"Esses são 10 nomes incríveis que todo mundo deveria acompanhar no Linkedin" e nosso colunista, João Marcelo Furlan está na lista!

No dia 28 de FevereiroGustavo Caetano (CEO da Samba Tech) publicou um artigo no LinkedIn com o título e foto acima. Adivinha só quem também entrou para a lista?!

Isso mesmo!

O nosso querido e respeitado fundador & CEO, João Marcelo Furlan!

Agradecemos a todos que votaram e continuam seguindo nossos trabalhos. Estamos muito felizes por esse reconhecimento, assim como por tudo que temos conquistado até hoje!

Para 2018, teremos várias novidades que gostaríamos de compartilhar contigo. Você verá tudo isso em breve!

Confira a lista completa e veja o que Gustavo Caetano tem a comentar sobre isso por meio do botão abaixo:

Apesar de triste por ter deixado bons nomes de fora, cheguei na seguinte lista:

  1. Rodrigo Garçone (https://www.linkedin.com/in/garcone/), 36 mil seguidores, fala sobre empreendedorismo, startups e histórias de sucesso.
  2. Thiago Reis (https://www.linkedin.com/in/thiago-reis-/), 12 mil seguidores, posts com dicas práticas de como montar um time de vendas vencedor.
  3. Edson Rigonatti ( https://www.linkedin.com/in/edsonrigonatti), 6 mil seguidores, dicas para quem quer captar investimento, criar times de alta performance e conhecer mais do mercado de capital de risco/startups. 
  4. João Marcelo Furlan (https://www.linkedin.com/in/joaofurlan/), 16 mil seguidores, escreve sobre liderança e vendas.
  5. Pedro Waengertner (https://www.linkedin.com/in/pedrowaengertner/), 28 mil seguidores, escreve sobre inovação, startups e aceleração de empresas.
  6. Mauro Segura (https://www.linkedin.com/in/maurosegura/), 25 mil seguidores, escreve sobre vida corporativa, comunicação e marketing.
  7. Flávia Gamonar (https://www.linkedin.com/in/flaviagamonar/), 689 mil seguidores (wow), escreve ativamente sobre marketing de conteúdo, comunicação e carreira. 
  8. Renata Lellis (https://www.linkedin.com/in/renatalellis/),10 mil seguidores, posts sobre terceiro setor, diversidade, inclusão e responsabilidade social.
  9. Laíze Damasceno (https://www.linkedin.com/in/laizedamasceno), 10 mil seguidores, fala sobre gentileza no ambiente virtual;
  10. Roni Chittoni (https://www.linkedin.com/in/ronichittoni/), 38 mil seguidores, escreve sobre gente, processo seletivo, contratação e carreira. 

Fonte: Gustavo Caetano Influencer -Top #5 Linkedin InFluencer. Autor do Best Seller Pense Simples

Os 4 Tipos Engajamento para 2018 - Coluna Liderança por Renato Fontana Capalbo

Diversos grupos globais divulgaram recentemente suas análises de tendências para o futuro. O interessante na leitura de todos os relatórios (trago alguns mais adiante no artigo) é que a maioria chega a uma conclusão em comum: Devemos nos preparar para a transformação digital maximizando a automação de atividades de lógica e cálculos em computadores e focar o desenvolvimento das pessoas em atividades não lógicas, como resolução de problemas complexos, criatividade, inteligência emocional, perseverança, colaboração, entre outros.

Para sustentar e diminuir o atrito que esta mudança causará em diversos cargos e atividades econômicas, os especialistas têm olhado para COMO implementar inovação de forma que as pessoas se sintam à vontade com mudança, e não desafiadas por ela.

O maior desafio tem sido na aprendizagem, já que as coisas estão se atualizando tão rápido que a nossa capacidade de aprender e aplicar o que aprendemos é o que vai ditar se somos aptos a realizar os novos desafios com eficiência.

Esta imagem acima é uma visão de como nossas competências serão desenvolvidas através de "aprender a reaprender" de acordo com o OECD Forum - Organisation for Economic Co-operation and Development (clique no link para acessar este relatório).

Chega a ser perturbador pensar nessa evolução tão rápida e como isso impactará nossas vidas, certo?

Bom, a noticia boa é que muitas empresas estão olhando para essa mudança e como ela pode tornar a vida das pessoas menos estressantes no trabalho; Como a tecnologia pode nos tornar mais produtivos ao assumir atividades chatas de nossa rotina e nos liberar tempo para pensar nas coisas importantes e interessantes.

Uma das ferramentas que está crescendo com este cenário é chamada de Gamification (traduzida para Gamificação, em português), que de acordo com um dos principais especialistas no assunto "Prof Kevin Werbach, da Universidade de Wharton e autor do livro For the Win", é uma forma de atribuir elementos de jogos à atividades chatas, para que elas se tornem mais interessantes.

De acordo com o relatório de Tendências e Previsões para a Área de Aprendizagem para 2018, divulgado pela Udemy (uma das principais plataformas de ensino compartilhado), Gamification é uma das 5 maiores tendências para 2018(vide imagem abaixo da página de Gamification do relatório).

Principal Aprendizagem sobre Gamification até Agora

Se você ainda não ouviu falar sobre Gamification ou ainda é um entusiasta no assunto, vou compartilhar fatos interessantes que temos aprendido com esta metodologia ao longo dos últimos 5 anos de aplicação dela pela Enora Leaders.

Começamos usado Gamification em clientes da Enora de forma presencial (em experiências de aprendizagem e com criação de jogos corporativos) e inclusive com uma plataforma que criamos para gamificar o processo de vendas, dos treinamentos de vendedores, da interação deles com os clientes e para promover campanhas de incentivo e fidelidade.

Pensando em gamification, lembramos de jogos, de desafios, competição etc. Certo? Aí chegamos no ponto que nem todas as pessoas gostam de competir e que a gamificação não seria eficiente se parte das pessoas não aderisse à ferramenta. Porém no começo não era bem assim. Percebíamos que algumas pessoas não se interessavam tanto pelas atividades, competições e desafios. Era uma minoria, porém relevante para o resultado de nosso trabalho.

Para sanar este problema, aplicamos uma das aprendizagens mais importantes do curso do Professor Kevin. Aumentamos o repertório de mecânicas dos desafios baseado nos 4 perfis de jogadores. Desta forma, dentro de um mesmo jogo, conseguimos engajar pessoas com preferências distintas, com atividades distintas e maximizamos o engajamento dos participantes. Desde então, acabamos trazendo o mapeamento do perfil dos participantes para o começo do processo de gamificação, assim poderíamos garantir que todos participantes estivessem no centro da experiência total que criávamos.

Esta dúvida de "Como mobilizar as pessoas que não se engajam com jogos ou competição?" que surge muito em palestras e workshops de gamification que realizamos e abaixo segue a forma de como agir com estes casos (que também se aplicam em outros cenários que não sejam treinamentos nem gamification).

Assim como em algumas avaliações de perfil comportamental, como o DISC e MBTI, existe também uma matriz de perfil de tipos de jogos que as pessoas preferem (a matriz da imagem acima). Vou explicar melhor como ela funciona para que você possa lembrar dela na hora que estiver buscando desafios para sua equipe ou mesmo em entender como aumentar o interesse deles em aprender ou realizar alguma atividade que não soe tão interessante.

Como funciona: No eixo horizontal, medimos se o perfil da pessoa adere melhor a jogos e desafios que a coloquem como centro da missão (Player, à esquerda da imagem) ou se ela prefere girar em torno da missão (Content, à direita da imagem). No eixo vertical, vamos medir a aderência ao tipo de interação. A pessoa prefere ser protagonista da missão (Acting, no topo da imagem) ou prefere participar da construção do ecossistema da missão (Interacting, ao fundo da imagem).

Todos nos temos nossas preferências em cada um dos eixos, então quando cruzamos elas descobrimos um dos "Tipos de Jogadores" abaixo é predominante em nós, e aderimos melhor a determinados tipos de atividades:

Content + Acting = Express: Aquele que jogador gosta de missões relacionadas a processos e realizações, como conquistar o poderes, estar apto a criar algo, escolher itens e adquirir objetos. É uma pessoa que se da bem em jogos como "Sim City e Banco Imobiliário", pois pode construir história da forma que ela imagina. Este jogador valoriza mais os méritos e conquistas do que ser o primeiro em algo.

Acting + Player = Compete: É o perfil competitivo, que quer desafiar pessoas ao invés de missões. Aquele que busca estar na frente em rankings, duelos, jogos 1 a 1, etc. Este jogador prefere jogos de Lutas, Competições e Estratégia, onde possa se comparar com outros. Ele valoriza mais seu status individual do que os méritos de chegar até onde chegou.

Player + Interacting = Collaborate: É o perfil de jogador que gosta de participar e ser parte de um grupo de jogadores. Valoriza muito a interação com os demais jogadores e busca ser valorizado pelos outros do time por sua importância como parte das conquistas. Este perfil provavelmente escolheria o jogo "The Sims" para jogar, pois pode interagir e socializar. Este jogador não gosta de rankings e competições 1 a 1.

Interacting + Content = Explore: Este perfil de jogador é de grande curioso e desbravador. Seu maior engajamento é por atividades e missões de coletar, colecionar, atingir metas e ser avaliado por suas capacidades. Se ele puder escolher um jogo, provavelmente será algum que contemple desafios de lógica e RPG. Valoriza competir consigo mesmo e medir sua evolução e não se importa muito com sua comparação com os demais em formato de ranking.

Se ainda sim está incerto sobre qual seu tipo de preferência, recomendo que leia um dos livros ou faça um dos cursos que menciono ao final deste artigo. Lá, encontrará muitos detalhes sobre os perfis de jogadores e atividades que os engajam.

A grande reflexão que esta análise de perfis de jogadores trás é que todos nós gostamos de nos envolver em algum tipo de jogo ou desafio desde que seja de nossa preferência. Se participarmos de algum que seja, então ele irá nos ajudar a aprender mais facilmente e de uma forma interessante e marcante. Neste ponto, é onde gamification se conecta com "aprender a reaprender", pois as pessoas podem aprender e ensinar um mesmo assunto de formas diferentes.

Portanto, como ainda veremos muito sobre Gamification ao longo de 2018 (se todas as análises de tendências acertarem suas previsões), lembrem de que o engajamento das pessoas de seu time depende do tipo de desafio que você propõe à elas. Faça o mapeamento dos perfis antes de iniciar um desafio e crie vários caminhos de aprendizagem até a entrega de resultados, assim todos poderão atingi-los usando o caminho que acharem mais interessante e poderão aprender mais enquanto entregam resultados.

Recomendações:

1) Em Janeiro, realizaremos um workshop gratuito online de Gamification, utilizando a nossa plataforma como base para criar experiências gamificadas. 

2) Baixe nossos eBooks de Aplicação de Gamification e Gamification para vendas.

3) Dicas de Leituras de livros sobre Gamification: For the Win e Gamestorming.

4) Faça o curso gratuito de Gamification para ambientes de negócios, da Universidade de Wharton, no Coursera,  (com o Professor Kevin Werbach, mencionado diversas vezes no artigo).

5) Faça o curso da ferramenta Octalysis, que aplica gamification em ambientes desafiadores (mencionada em nossos eBooks) 

Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/os-4-tipos-engajamento-para-2018-renato-fontana-capalbo/?utm_campaign=artigo_renato__-_engajamento_gamification_tipo_a&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

Renato Fontana Caplabo

Shareholder at Enora LeadersEnora Leaders

 Clinton Center of Teaching and Learning

As 6 armadilhas que jovens líderes precisam evitar - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan - Enora Cursos

Estrear numa posição de liderança pode ser muito empolgante. Mas é comum que o desafio também traga uma certa dose de incerteza e mal-estar.

Não é para menos. De acordo com a coach Eva Hirsch Pontes, ser gestor pela primeira vez exige um deslocamento radical do olhar frente ao trabalho: em vez de se concentrar nas próprias entregas, você deverá se preocupar com a produção das outras pessoas.

Esse movimento é pouco natural para o ser humano, segundo Eva. “De uma hora para outra, você descobre que a qualidade do seu trabalho importa menos do que a sua capacidade de desenvolver os outros”, diz a especialista.

Some-se a isso o fato de que a maioria das empresas falha no treinamento e na preparação dos seus novos líderes.

De acordo com João Marcelo Furlan, CEO da Enora Leaders, a maioria dos chefes novatos não recebe orientação suficiente para assumir a nova posição – e precisa se virar como pode para ter sucesso.
Mas como fazer isso? O primeiro passo é buscar conhecer-se profundamente. “Essa é a base para a formação de um líder, é o que fará com que as outras pessoas confiem em você”, explica Furlan.

Também é importante ter curiosidade sobre o tema e investir em leituras sobre liderança. Além do apoio dos livros, também é preciso consultar pessoas: mesmo sem um treinamento formal, um chefe novato pode aprender muito com as figuras mais experientes de sua empresa.

Outra dica é aproveitar as diversas experiências de liderança que aparecem ao longo da vida, mesmo fora do trabalho. “São muitas as situações, na faculdade ou num projeto voluntário, por exemplo, em que precisamos agir como gestores de pessoas, dando feedback, delegando tarefas ou motivando colegas de grupo”, comenta Eva. “É preciso usufruir muito dessas vivências”.

O último conselho dos especialistas é estar atento às inúmeras armadilhas a que estão sujeitos os chefes de primeira viagem – quanto mais consciente delas, mais você terá condições de driblá-las.

Veja a seguir os riscos mais comuns:

1. Tentar “mostrar serviço”
O chefe novato frequentemente peca pela ansiedade e pela pressa: muitas vezes ele já assume a função querendo deixar sua marca e impondo um ritmo forte à equipe. Para evitar conflitos logo de cara com os chefiados, é melhor fazer o oposto. “Primeiro entenda as rotinas e a cultura do time, para então propor mudanças e melhorias na sua forma de trabalhar”, orienta Furlan.


2. Achar que já sabe tudo
De acordo com Eduardo Shinyashiki, escritor e especialista em desenvolvimento de líderes, não é incomum que profissionais em sua primeira experiência de poder se deixem seduzir pela vaidade. “Muitos tratam seus funcionários como se fossem inferiores”, afirma. “Eles não conseguem identificar e muito menos desenvolver talentos, o que é um problema grave para um líder”. A arrogância não é um problema exclusivo do chefe de primeira viagem – mas pode acometê-lo com especial frequência. “O ego dele ainda está inflado pela recente promoção de cargo”, explica Shinyashiki.


3. Achar que não sabe nada
Tão comum quanto o excesso de autoconfiança é a sua ausência total: gestores novatos frequentemente se sentem terrivelmente inseguros. É o que alguns psicólogos chamam de “síndrome do impostor”, isto é, o sentimento de que você nunca será bom o suficiente para a sua posição. “Mesmo pessoas talentosas e brilhantes podem entrar num ciclo persecutório em que acreditam que sua incompetência será logo desmascarada”, diz Shinyashiki. “Para tentar evitar essa ‘descoberta’, ela trabalhará desenfreadamente e poderá se esgotar muito rápido”.

4. Permanecer viciado em tarefas
Furlan acredita que este seja o maior erro dos novatos. Por serem frequentemente apaixonados pelo aspecto técnico da profissão – o vendedor que vendia, o engenheiro que fazia cálculos – os gestores inexperientes podem simplesmente continuar fazendo o que já faziam antes da promoção. Absortos em atividades operacionais, eles deixam de acompanhar e apoiar o grupo, como seria esperado. Normalmente, esses gestores também terão muita dificuldade em delegar tarefas.

5. Agir como mero supervisor
Shinyashiki diz que muitas pessoas acreditam equivocadamente que chefiar significa ter todos sob o seu comando. Por isso, a primeira experiência nesse cargo pode despertar a figura do “supervisor burocrata” em certos profissionais. Isso significa agir de forma pouco afetiva, autoritária: em vez de estimular a autonomia da equipe, ele cobrará resultados de forma insistente, obsessiva, com foco em detalhes irrelevantes para o resultado final.

6. Ser paternal ou maternal
Outra armadilha comum é agir de forma excessivamente protetora, à maneira de um pai ou de uma mãe. Chefes “bonzinhos” podem parecer simpáticos, mas a longo prazo prejudicam o desempenho da equipe. De acordo com Shinyashiki, muitos chefes agem dessa forma por medo de rejeição e isolamento. Resultado: longe de conquistarem o coração dos seus subordinados, eles serão vistos como fracos, pouco confiáveis e, no limite, acabarão sendo substituídos por figuras mais firmes.

Leia mais em: https://www.enora.com.br/artigos/as-6-armadilhas-que-jovens-lideres-precisam-evitar/?utm_campaign=fluxo-ie-exame-dicas-de-leitura-pos-baixar-ebook&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080

Os segredos das empresas que mais faturaram em 2016 - Coluna Liderança por João Marcelo Furlan

A Palavra Crise

A palavra crise chegou ao português no século XVIII, a princípio no vocabulário da medicina, para designar o momento na evolução de uma doença em que ela se define entre o agravamento – e a morte – ou a cura – e a vida.
Este momento decisivo, também presente no mundo dos negócios, se apoiou no vocabulário médico para descrever desafios vitais de uma empresa.

Dentro de um momento de crise, geralmente, as empresas montam estratégias em 2 diretrizes tradicionais: Vender Mais e Custar Menos.
Isso quer dizer que a empresa deve “ser mais produtiva” à sua atividade principal.
Notamos ultimamente que a atividade principal da empresa pode ser o problema e a empresa precise inovar ou mudar sua proposta de valor para superar o mau desempenho.
Coincidência ou não, em abril de 2015, divulgamos um artigo sobre como as empresas americanas estavam se preparando para aproveitar o crescimento do mercado interno, após alguns anos regulares.
As estratégias destas empresas convergiram com uma pesquisa divulgada pela Deloitte, em setembro de 2016, sobre as 100 PMEs (Pequenas e Médias Empresas) que mais cresceram em 2015-2016.

O que aprender com as 100 PMEs que mais cresceram no Brasil durante a Crise?

Pensamos inicialmente que estas empresas seriam as mais vulneráveis a falir na crise por seu tamanho e capital para sobreviver por períodos de instabilidade.
Porém, na pesquisa da Deloitte, vimos estas PMEs (que faturam de 5mi à 450mi/ano) incrementando seu faturamento em absurdos 300% em média (ao ano), e que podemos aprender muito com elas.
Qual grande empresa não gostaria de crescer este percentual em faturamento líquido, ou mesmo em adquirir uma empresa com este resultado?

O Perfil de quem está decolando

O Ramo:
O que mais caracterizou a pesquisa foi que 40% das 100 PMEs que mais cresceram são da área de tecnologia da informação (TI) e estão relacionadas diretamente à produção de softwares.

Investimento vs Produtividade
Outros indicadores mostraram que 75% destas PMEs realizaram investimentos em software nos últimos 2 anose que este investimento impactou no ganho de 31% de produtividade destas empresas em 2015.
Além disso, as novas máquinas e equipamentos foram investimentos identificados em 83% destas PMEs, que amentaram mais 62% na produtividade delas em 2015.

Inovação e Mudança
Novamente, vendo cenários de mudança, 83% destas PMEs lançaram novos produtos, que em 2015 representou uma conquista de 24% de participação de mercado.

Pessoas Competentes Entregam Resultados Maiores
E para finalizar, 43% delas, tiveram uma rotatividade menor do que 5% do número de funcionários e apontaram investir na melhor formação dos funcionários para melhoria dos processos internos (assim como o artigo que divulgamos no começo de 2015).

Todas estas características mostram que estas PMEs tiveram estratégias que foram na contramão do mercado e hoje vendem suas próprias tecnologias como principal ativo.
Estas tecnologias estão proporcionando redução de custos aos seus clientes e ganho de escala para a área comercial.

A Outra Metade da Laranja

Neste ponto, apresentaremos outra pesquisa que complementa a das PMEs estudadas pela Deloitte.
A Exame.com, divulgou em maio de 2015 uma reportagem sobre as 20 empresas que mais lucraram no Brasil no primeiro trimestre de 2016.

“Lembro que, lucrar não quer dizer vender mais, mas sim aumentar os resultados líquidos da empresa e que dentro disso podem estar: um aumento do valor da marca, uma aquisição, ou mesmo uma variação cambial para uma empresa que opera com moeda estrangeira. Pode aumentar o valor dela sem maior esforço de vendas.”

Das 20 empresas mencionadas, 7 são de serviços bancários ou de seguros e 6 são de serviços primários, como mineração e papel e celulose.

Empresas muito grandes

As empresas do artigo da Exame.com são muito grandes (como Vale, Itaú, Klabin, Bradesco…). Isso faz com que todas decisões tomadas levem mais tempo para ser alinhadas, já que tudo nelas é de maior proporção, e isso também implica em maior burocracia. Como resultado, elas demandam de soluções para melhorar sua produtividade e acabam terceirizando a inovação para desenvolver soluções de forma mais ágil.

Neste momento, conseguimos conectar o fato de algumas das empresas da lista das PMEs da Deloitte serem fornecedoras das gigantes da lista da Exame.com.

Este fato não é uma mera coincidência, mas talvez uma solução que as gigantes criaram para conseguir se movimentar mais rapidamente.

Sobre Vendas e Agilidade
Sua empresa é grande e continua buscando fornecedores tão grandes e tão lentos? O seu produto ou serviço está pronto para agilizar a produtividade de uma gigante?

Conclusão

Agora que entendemos como algumas PMEs conseguiram decolar na crise e para quem elas estão vendendo suas soluções, qual aprendizado você pode levar para melhorar a produtividade da sua empresa?

Vamos deixar 7 limões na mesa para que você faça a sua limonada ao seu gosto:

  1. O produto/serviço que sua empresa oferece está deixando mais dinheiro na mesa dos seus clientes (gerando mais lucro ou reduzindo custo dele)?
  2. Sua equipe está servida de softwares ou ferramentas de gestão de vendas e produtividade para redução do seu custo fixo?
  3. Sua equipe está capacitada sobre seus produtos e sobre os modelos de negócios dos seus clientes ao ponto de sua venda ser consultiva e agregar mais valor ao seu cliente do que o próprio produto ou serviço que vocês vendem?
  4. A gestão da sua empresa ou equipe é considerada ágil, de forma que consiga mexer nos seus produtos, serviços e proposta de valor? (Para o caso de se considerarem engessados enquanto seu mercado evoluiu)
  5. Existe a possibilidade ou interesse da sua empresa ser adquirida (ou adquirir outra) para que possa agregar valor, aumentar a competitividade e o lucro líquido?
  6. Você está vendendo seu produto ou serviço para os clientes certos? Ou, já pensou que um mercado em constate evolução pode exigir que você direcione suas vendas para novos nichos?
  7. Se estas PMEs estão crescendo tanto assim, devem estar precisando comprar recursos primários de alguém. Você já pensou em criar pacotes de produtos ou serviços adequados às PMEs que estão em crescimento brusco?

Próximos Passos

Se estes pontos de reflexão te trouxeram insights, aproveite para baixar o Case de Como Aumentar a Produtividade em Vendas através de capacitação customizada para equipes comerciais e tangibilize as formas que algumas experiências em equipe podem aumentar seu faturamento em mais clientes ou dentro de quem já é cliente.

Leia este artigo na íntegra: https://www.enora.com.br/artigos/os-segredos-das-empresas-que-mais-faturaram-em-2016/

João Marcelo Furlan

Coluna Liderança

Enora Leaders, empresa de consultoria em desenvolvimento organizacional, Vice- Presidente de Desenvolvimento e Expansão Regional da Associação Brasileira de Recursos Humanos para o estado de São Paulo (ABRH-SP) e criador do blog “Liderama”. Linkedin: br.linkedin.com/in/joaofurlan. site: www.enora.com.br Fone: 19 3365-0080