Relações que curam (ou adoecem): o impacto do ambiente e dos vínculos no bem-estar - Coluna Bem-estar por Renata Travaglini Gonçalves

É comum pensarmos no bem-estar como algo individual — ligado apenas ao que sentimos, pensamos ou fazemos. Mas, na prática, a forma como nos relacionamos e os ambientes em que estamos inseridos têm um impacto direto e profundo na nossa saúde. Nós não existimos de forma isolada. Somos constantemente afetados pelas trocas, pelas dinâmicas e pelas energias que circulam ao nosso redor.

Cada relação carrega uma qualidade energética. Existem vínculos que nutrem, acolhem e fortalecem — e outros que drenam, tensionam e desorganizam. Muitas vezes, nos adaptamos a ambientes que exigem demais, silenciamos desconfortos ou sustentamos relações que já não são saudáveis. E, mesmo sem perceber, vamos absorvendo essas frequências, que se refletem no corpo, nas emoções e na forma como nos sentimos no dia a dia.

O olhar sistêmico amplia essa compreensão ao considerar que fazemos parte de um campo maior, onde tudo está interligado. Conflitos, padrões repetitivos e sobrecargas não estão apenas no indivíduo, mas no sistema como um todo. E a energia que circula nesses sistemas influencia diretamente o equilíbrio — ou o desequilíbrio — de quem faz parte deles.

Isso inclui também a família multiespécie. Os animais são altamente sensíveis ao campo energético do ambiente e das pessoas com quem convivem. Eles captam tensões, emoções e padrões, muitas vezes expressando, através do comportamento ou do corpo, aquilo que não está sendo elaborado no sistema. Olhar para eles também é uma forma de acessar o todo.

Cuidar do bem-estar, portanto, não é apenas olhar para dentro — é também observar as trocas que você sustenta e os ambientes que frequenta. É perceber o que nutre a sua energia e o que a enfraquece. Ao trazer mais consciência para essas relações, você abre espaço para escolhas mais alinhadas, vínculos mais saudáveis e um estado de presença mais equilibrado.

Porque, no fim, tudo é energia — e a qualidade das conexões que cultivamos define, em grande parte, a qualidade da vida que experienciamos.


Renata Travaglini Gonçalves

Coluna Bem-estar

Médica veterinária formada pela USP/SP e terapeuta holística, com atuação voltada ao bem-estar integral e à reconexão do ser humano consigo mesmo. É idealizadora e sócia proprietária do TAO Espaço Holístico & Café, um espaço que integra saúde, consciência e experiências que convidam a sair do automático e cultivar presença, equilíbrio e qualidade de vida. 

Seu trabalho parte do entendimento de que corpo, mente, emoções e energia são dimensões inseparáveis, que se expressam na forma como vivemos, nos relacionamos e buscamos equilíbrio — incluindo um olhar sistêmico que abrange também os animais e as dinâmicas da família multiespécie como parte desse mesmo campo de inter-relações.

Instagram: @renata.travaglini

Telefone: 11 98154-6401


Mais de um década depois, Gisele Bundchen explica fim do relacionamento com Leonardo DiCaprio

A modelo conta que havia outros dois 'protagonistas' naquele relacionamento

Gisele Bündchen é uma das mais reputadas modelos da sua geração e, por estes dias, o seu nome é mais escutado, já que o marido, Tom Brady, é uma das estrelas do New England Patriots, uma das equipas que disputará a final do Super Bowl. Próxima desse derradeiro momento, a manequim abriu o seu coração para fazer algumas confissões de momentos marcantes da sua vida, de entre os quais, o relacionamento com Leonardo DiCaprio e as motivações que levaram ao seu final.

De acordo com as suas declarações à imprensa internacional, o namoro que começou em 2000 e durou cinco anos, havia dois grandes protagonistas que não eram nem o ator nem a modelo. “Chegou uma altura em que tomei a decisão de não continuar a fumar, beber ou a trabalhar em demasia. Comecei a tomar consciência de que havia muitas coisas que não havia tido em conta e que já não queria continuar a fazer. Eu ia ficar sozinha porque queria fazer um exame de consciência enquanto ele continuava a fazer o mesmo? No final, infelizmente, a resposta foi sim”, explicou revelando pela primeira vez o motivo de afastamento de DiCaprio, que não revelava vontade de mudar o rumo da sua vida.

O namoro, sobre o qual se chegou a falar em casamento, foi marcado por altos e baixos. Apesar de em 2004 terem sido vistos a procurar casa juntos, perto do mar, este não é o primeiro episódio menos feliz que Gisele conta.

Já nas suas memórias chegou a afirmar que a ruptura entre os dois foi motivada pelo facto de se sentir só em todas as mudanças que estava a viver na sua vida. Contudo, não esquece os momentos duros pelos quais passou e garante que serviram para guardar grandes aprendizagens.

Recorde-se que, um ano depois do fim daquele namoro, a modelo conheceu aquele que viria a ser o seu marido, Tom Brady, com quem trocou alianças numa cerimónia privada em 2009, na igreja de Santa Mónica, na Califórnia. Com o jogador, que já tinha um filho, John Edward Thomas, atualmente com 11 anos, teve dois filhos: Benjamin, de nove anos, e Vivian, de seis.

Fonte: http://caras.sapo.pt/famosos/2019-02-02-Mais-de-uma-decada-depois-Gisele-Bundchen-explica-fim-do-relacionamento-com-Leonardo-DiCaprio?fbclid=IwAR0mLANISZHCW_3973cjiCiQbgHmGBc4qJdcD-_p5RIIzSp9LdZdHLC9Pww

Relacionamento entre pais e filhos - Coluna Psicologia por Letícia Kancelkis

Relacionamento entre pais e filhos - psicologia por Letícia Kancelkis

Leticia Kancelkis

Coluna Psicologia

Formada em Psicologia desde 1999, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica de referencial Psicanalítico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Autora dos livros: “O Sol Brilhará Amanhã: Anuário de uma mãe de UTI sustentada por Deus” e “Uma menina chamada Alegria”. Atua como Psicóloga Clínica, atendendo também por Skype. Contato:leticia.ka@hotmail.com

Gerenciando conflitos, discutindo a relação (DR) por Fernanda Carracedo (Blog Ordens e Desordens) - Colunas Blogs que indico

Brigar é como andar, comer ou dormir, cada um faz do seu jeito. É óbvio que discutir a relação é muito intenso, mas conflitos e relacionamentos andam de mãos dadas, que pena que a gente faz de tudo para não falar do que incomoda, e vai acumulando pequenos, médios e grandes incômodos na garupa, para, um belo dia, despejar todos eles de uma vez só num ataque de ira.

Um amigo dizia que quando brigavam, a esposa ficava “histórica” e não histérica, já eram casados há uns 20 anos e ela trazia incômodos de anos atrás que nunca foram verbalizados...

Discutir a relação vai contra a todos os impulsos biológicos, nos sentimos ameaçados, então nos defendemos, temos medo de lutar e às vezes fugimos porque não conseguimos falar o que sentimos. E muitas vezes o buraco é mais embaixo, nem conseguimos saber o que estamos sentindo, adultos tem muito disso... por este motivo, quando vejo certas reações na minha filha de 9 anos, ajudo-a a identificar o sentimento e nomeio-o para ela: isso é ciúme, isso é raiva, isso é ansiedade, isso é inveja, isso é amor. Alguns adultos precisam da ajuda de um psicólogo ou terapeuta para identificar certos sentimentos.

Algumas dicas pra você fazer uma DR:

- Verbalize seus incômodos, falando de como se sente em relação ao que não está bom e não culpe seu(a) parceiro(a). Por exemplo: “Me sinto triste quando você grita comigo” e não “Você grita o tempo todo”. Se abra quando quiser atacar.

- Pondere quando quiser fugir.

- Não cutuque. Quem gosta de ser espetado é linguiça, guarde comentários que não agreguem. Seja positivo(a) nas considerações e críticas, elogie! “uma gota de crítica destrói um litro de elogios”.

É tão simples e óbvio e ao mesmo tempo tão difícil. Mas lembrem-se:relacionamentos bem sucedidos dependem da maneira como são resolvidos seus conflitos.

Boa sorte na sua próxima DR e se quiser ajuda de um terapeuta para nomear seus sentimentos, posso indicar alguns!

Fonte: http://ordensedesordensnocasamento.blogspot.com.br/search/label/casamento%20in

Fernanda M Carracedo

Fernanda M Carracedo

 

Publicitária, Analista de Mercado, bem-casada (igual ao doce), 1 filha, 1 pai, 1 mãe e 1 irmão. De riso alto e debochado, olho comprido na alma alheia e uma boca cheia de respostas. Tenho um “Q” de Malévola (escorpião com ascendente em escorpião), o que me rende uma plateia temente, atualmente sou blogueira. Blog: http://ordensedesordensnocasamento.blogspot.com.br/

Da calça jeans para o vestido - Blogs que indico por Fernanda Carracedo

Vim pra esse mundo com alma de homem, minhas características principais tinham um estereótipo masculino... muito brava, mandona, agressiva, sempre no “tomaládacá”.  De fala forte e olhar 58 (incontestável). Calça jeans, tênis e camiseta branca!

Logo cedo suscitei questões sobre missão de vida, por que viemos parar aqui, como encarnamos, etc... e fui ao encontro de várias ferramentas de autoconhecimento, recebendo várias peças do quebra-cabeças aqui e ali, cheguei a um atalho muito claro: vim experimentar o feminino.

Tive poucos namorados, mas todos eles muito sentimentais, artistas, de alma feminina, um deles me presenteava com vestidos, sapatos de salto e bijus (este inclusive interrompeu nosso namoro e saiu do armário), me casei com um homem sensível e depois de uns anos, com certa relutância acabei sendo mãe de uma menina.

Hoje, aos quase 50, aprendi muito sobre ser mulher, mais vaidosa, uso vestidos, maquiagem, a fala é mais complacente e as atitudes mais macias. Por vezes ainda me sinto em cima de um cavalo nos moldes de “O Último dos Moicanos”, mas passa rápido. Gosto de ser mulher, se criamos a vida dentro do nosso útero, temos o dom da cura. Se temos a intuição como acessório original, temos o dom do discernimento e da inspiração.  E se temos o acolhimento como item de série, vamos amparar a vida!

É o que sempre digo, atrás de um grande homem, tem sempre uma grande mulher. Atrás de uma grande mulher, tem sempre ela mesma!

Fonte: http://ordensedesordensnocasamento.blogspot.com.br/2015/03/da-calca-jeans-para-o-vestido.html

Fernanda M Carracedo

Fonte da imagem: Divulgação Google

Fernanda M Carracedo

 

Publicitária, Analista de Mercado, bem-casada (igual ao doce), 1 filha, 1 pai, 1 mãe e 1 irmão. De riso alto e debochado, olho comprido na alma alheia e uma boca cheia de respostas. Tenho um “Q” de Malévola (escorpião com ascendente em escorpião), o que me rende uma plateia temente, atualmente sou blogueira. Blog: http://ordensedesordensnocasamento.blogspot.com.br/