Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Pieces of a woman (Netflix)

Pieces of A Woman

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Mais um dos filmes com alguma indicação ao Oscar (melhor atriz principal), lançado no início do ano, e disponível na Netflix, o que é ótimo. Não sabia de nada sobre este, apenas assisti um preview no canal de streaming.

Martha (Vanessa Kirby) e Sean Carson (Shia LeBeouf) são um casal de Boston prestes a ter uma filha, cujas vidas mudam irrevogavelmente durante um parto domiciliar nas mãos de uma parteira aparentemente insegura, que enfrenta acusações de negligência criminosa. Assim começa um longo ano para Martha, que deve navegar em sua dor enquanto trabalha em relacionamentos turbulentos com seu companheiro, com sua mãe dominadora, e com a parteira publicamente difamada que ela deve enfrentar no tribunal.

Cena inicial, do parto, tem cerca de meia hora, aparentemente sem corte (cena contínua) o que nos deixa respirar de ansiedade. O filme é um pouquinho mais longo do que eu gostaria, mas nada que desagrade. Um enredo bastante intenso. Vale assistir!

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Lost Girls (Título no Brasil: “Lost Girls - Os Crimes de Long Island”)

Lost Girls (Título no Brasil: “Lost Girls - Os Crimes de Long Island”)

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Vi este na lista de filmes da Netflix. Vi que era baseado em fatos reais mas sem saber nada mais a respeito, me interessei, pois gosto de estilo.

Quando a sua filha desaparece, Mari Gilbert, revoltada com o desinteresse e o desleixo da polícia local, começou a fazer barulho com as autoridades e na mídia, formando um grupo com mães, irmãs e amigos de outras vítimas, após a descoberta ocasional dos quatro primeiros cadáveres e o início de uma investigação em grande escala.

 Atuações muito boas, enredo bem feito, mas nada de muito extraordinário. Apesar do tema ser um pouco pesado (descoberta de corpos enterrados há anos na região de Long Island), o filme não é tão dramático (a meu ver). 

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 Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Most Hated Woman in a America (A mulher mais odiada dos Estados Unidos) (Netflix)

The Most Hated Woman in America (Título no Brasil: “A Mulher Mais Odiada dos Estados Unidos”)

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Uma amiga indicou este filme, por ser baseado em fatos reais (que eu tanto gosto), e eu desconhecia por completo.

Na década de 1960, a ativista ateísta e fundadora do American Atheists Madalyn Murray O'Hair decidiu lutar contra a religiosidade de seu país com o objetivo de criar uma sociedade mais laica ao conseguir que a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubasse a obrigatoriedade de orações e a leitura da Bíblia nas escolas públicas. No entanto, este ato político gerou uma verdadeira onda de perseguições e ódio que Madalyn nunca pôde prever.

Achei muito interessante a luta desta mulher em tentar mostrar que o país é laico (assim como todos no mundo deveriam ser), e como isto provocou a ira de pessoas ditas religiosas. Quem gosta do tema, assim como eu, vai gostar!

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 Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Bright (Netflix)

Bright

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Tinha visto na Netflix este filme com Will Smith, e deixei salvo “na minha lista”, para assistir depois. Sempre olhava pra ele, mas não animava em assisti-lo. Algum tempo depois, resolvi encarar.  

 

Em uma Los Angeles futurista, seres humanos convivem em harmonia com seres fantásticos, como fadas, Elfos e Orcs. Mesmo nesse cenário, infrações da lei acontecem e um policial humano (Will Smith) especializado em crimes mágicos é obrigado a trabalhar junto com um orc para evitar que uma poderosa arma caia nas mãos erradas.

 

Apesar do enredo diferente (seres místicos numa cidade real), os efeitos muito bons e tendo Will Smith no elenco, o filme não é lá dos melhores, não. É um filme policial, com perseguições, explosões e muita pancadaria (a maioria em cenas noturnas, o que me incomodou... tudo muito escuro) e só. Nada demais. Pra assistir, quem curte o estilo, quando (e se) passar na TV e não tiver nada melhor pra fazer.

 

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Bajocero (Título em Português: “Abaixo de Zero”)

Bajocero (Título em Português: “Abaixo de Zero”)

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Procurando pelo menu da Netflix, algum filme não muito longo e sem grandes expectativas. Assisti o trecho disponível como trailer e me pareceu ser interessante.

É noite e a temperatura desceu abaixo de zero. Um ônibus de transporte de presidiários é brutalmente atacado numa estrada deserta. Martín, o policial que dirige o veículo, sobrevive e se protege no interior do veículo. Os prisioneiros procuram uma forma de acabar com ele e fugir. Lá fora, alguém os aguarda.

Filme espanhol, sem grandes efeitos e um simples enredo. Nada de excepcional, mas achei bom. Um clichê ou outro, mas o final foi diferente do que eu esperava. Gostei!

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica cinema por Vicente Neto - Filme: Sound of Metal (Título em Português: “O Som do Silêncio”)

Recebi de um amigo, uma lista dos indicados ao Oscar deste ano, que constava onde tem disponível para assistir, nos canais de streaming, alguns dos indicados. Entre os nomeados para “melhor filme”, vi que tinha este disponível no Amazon Prime Video. Mesmo sem ter nem ouvido falar a respeito, resolvi assistir.

Ruben, ex-viciado em drogas e baterista de uma banda de heavy metal, que tem com a namorada Lou, começa a perder a audição. Quando um médico o informa do seu estado, ele julga ser o fim da sua carreira e da sua vida. Lou o interna numa casa para surdos, na esperança de evitar uma recaída e de o ajudar a se adaptar à nova vida. Após se aceitar como é, Ruben tem que escolher entre o seu novo normal e a vida que conhecia.

O enredo é muito bom, os efeitos sonoros também são bem interessantes, mas o filme poderia ter, facilmente, meia hora a menos, sem prejudicar a história. Não creio que consiga ganhar o prêmio de “melhor filme”, mas o ator principal tem boas chances de levar como “melhor ator principal”.

 

 

 

Sound of Metal (Título em Português: “O Som do Silêncio”)

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Sound of Metal (Título em Português: “O Som do Silêncio”)

Recebi de um amigo, uma lista dos indicados ao Oscar deste ano, que constava onde tem disponível para assistir, nos canais de streaming, alguns dos indicados. Entre os nomeados para “melhor filme”, vi que tinha este disponível no Amazon Prime Video. Mesmo sem ter nem ouvido falar a respeito, resolvi assistir.

Ruben, ex-viciado em drogas e baterista de uma banda de heavy metal, que tem com a namorada Lou, começa a perder a audição. Quando um médico o informa do seu estado, ele julga ser o fim da sua carreira e da sua vida. Lou o interna numa casa para surdos, na esperança de evitar uma recaída e de o ajudar a se adaptar à nova vida. Após se aceitar como é, Ruben tem que escolher entre o seu novo normal e a vida que conhecia.

O enredo é muito bom, os efeitos sonoros também são bem interessantes, mas o filme poderia ter, facilmente, meia hora a menos, sem prejudicar a história. Não creio que consiga ganhar o prêmio de “melhor filme”, mas o ator principal tem boas chances de levar como “melhor ator principal”.

 

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Zack Snyder's Justice League (Título em Português: “Liga da Justiça de Zack Snyder”)

Zack Snyder's Justice League (Título em Português: “Liga da Justiça de Zack Snyder”)

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O filme ‘Justice League’, de 2017, foi dirigido inicialmente por Zack Snyder. Porém, durante a produção deste, a filha do diretor faleceu, e o mesmo teve que sair do projeto. Então, o filme foi lançado com a co-direção de Joss Whedon. Agora, depois deste tempo, Zack remontou o filme, apenas com as cenas a qual havia dirigido e lançou este, pelo canal HBO.

 

O enredo segue o mesmo que o filme anterior (cuja crítica pode ser relida aqui: https://raquelbaracat.com/blog-da-raquel-baracat/2017/11/29/crtica-de-cinema-por-vicente-neto-filmes-liga-da-justia-o-homem-de-corao-de-ferro-e-apena-um-garoto-em-nova-york), porém, obviamente, pela duração do filme de 4 horas (sim, QUATRO!), é muito mais elaborado e história muito melhor contada.

Acredito que nem todo mundo tenha paciência para assistir a este filme tão longo, mas pra que é fã de super-heróis (e da DC Comics), é obrigatório!

 

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - The Hunt (Título em Português: “A Caçada”)

The Hunt (Título em Português: “A Caçada”)

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Zapeando pelo canal de filmes que assino na TV a cabo, vi a chamada para este. Na hora, achei interessante e, como tinha Hilary Swank e Emma Roberts no elenco, imaginei que seria um filme bom. Dias depois, assisti.

 Doze estranhos são raptados e acordam sem saberem onde estão, após um apagão. À sombra de uma obscura teoria da conspiração, um grupo se reúne em um local remoto para os caçar, apenas por puro prazer e divertimento. Athena (H. Swank) é a líder desse grupo liberal de americanos afortunados, conhecido como ‘Elite’, responsável pelo rapto e perseguição dos ‘Deploráveis’. Mas este plano é posto em causa quando Crystal, do grupo dos ‘Deploráveis’, inverte o jogo e torna os caçados em caçadores.

 O enredo é bem interessante, mostrando um pouco do momento em que vivemos onde, uns agridem outros pelas redes sociais, e que aqui, passam para a “vida real”, com um querendo matar o outro, apenas por opiniões divergentes. Mas o filme coloca um pouco de humor nas cenas violentas, e fica meio sem graça. E o final é bem bobo. Diria que é pra quem curte filmes violentos e não tem nada melhor pra fazer...

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.