Dicas de livros e filmes por Luciana Andrade - Livro: A gruta de cristais de Carolina Tornieux e Filme: Um ideia de você (Amazon Prime Video)

Dica de livro: A gruta de cristais de Carolina Tornieux

Uma aventura fantástica. Clara, é uma adolescente que vive experiências misteriosas e sobrenaturais desde a infância, até que em uma noite, é despertada em um local misterioso. A partir deste dia, a vida desta garota se transforma em uma viagem incrível e reveladora.
Nesta história, ela recebe uma missão, que pode ser a chave do segredo para a continuidade da vida no Planeta Terra e o seu futuro dentro da família Cósmica.
Os dias e as noites não serão mais iguais após você embarcar nesta viagem. A humanidade está prestes a mudar sua consciência e atitude, em busca da verdade. É uma história emocionante que irá despertar a todos para a verdadeira razão da nossa existência como unidade na imensidão do Cosmos.

Fonte: Amazon

Dica de filme: Uma ideia de você (Amazon Prime Video)

Luciana Andrade

Coluna Dicas de Livros e Filmes

Bibliotecária e Psicóloga formada há alguns anos. Atua na área de psicologia com consultório e no SOS Ação mulher e família como Psicóloga voluntária. Cursou biblioteconomia por adorar os livros e assim ficou conhecendo mais profundamente a história literária. Através de filmes e livros consegue entrar em mundos reais, imaginários , fantásticos o que deixa o coração e a mente livres para conhecer, acreditar e principalmente sonhar. Email: luser8363@gmail.com

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filmes: O Menino Que Matou Meus Pais e A Menina Que Matou os Pais

O Menino Que Matou Meus Pais e A Menina Que Matou os Pais

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Esta semana li que foram lançados no canal de streaming Amazon Prime, os dois filmes que contam o caso Richthofen. Ambos foram filmados em simultâneo e lançados juntos.

Como sou fã de filmes biográficos e baseados em fatos verídicos, fiquei muito animado quando soube destes lançamentos. Fora que é um caso que todos nós soubemos e ficamos espantados, quando reportado.

 “O Menino que Matou Meus Pais” se passa em 2002, quando um crime cometido em São Paulo chocou o Brasil. A jovem Suzane von Richthofen, junto ao seu namorado Daniel Cravinhos e o irmão Cristian, assassinaram seu pai Manfred von Richthofen (Leonardo Medeiros) e sua mãe Marísia (Vera Zimmerman). Dezoito anos depois, o caso é revisitado neste filme, sob o ponto de vista de Suzane, que revela seus motivos para participar do assassinato.

 “A Menina Que Matou os Pais” parte da perspectiva de Daniel Cravinhos.

Li uma entrevista com o diretor, e este sugeriu assistir nesta ordem que eu descrevi acima.

 Não consegui tirar uma conclusão de como realmente os fatos aconteceram, pois cada um descreveu de uma maneira. Mas nada muda a brutalidade do crime, e a estupidez do casal.

Pra quem gosta deste tipo de casos, vale ver. E o elenco está realmente muito bem em seus papéis.

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica cinema por Vicente Neto - Filme: Sound of Metal (Título em Português: “O Som do Silêncio”)

Recebi de um amigo, uma lista dos indicados ao Oscar deste ano, que constava onde tem disponível para assistir, nos canais de streaming, alguns dos indicados. Entre os nomeados para “melhor filme”, vi que tinha este disponível no Amazon Prime Video. Mesmo sem ter nem ouvido falar a respeito, resolvi assistir.

Ruben, ex-viciado em drogas e baterista de uma banda de heavy metal, que tem com a namorada Lou, começa a perder a audição. Quando um médico o informa do seu estado, ele julga ser o fim da sua carreira e da sua vida. Lou o interna numa casa para surdos, na esperança de evitar uma recaída e de o ajudar a se adaptar à nova vida. Após se aceitar como é, Ruben tem que escolher entre o seu novo normal e a vida que conhecia.

O enredo é muito bom, os efeitos sonoros também são bem interessantes, mas o filme poderia ter, facilmente, meia hora a menos, sem prejudicar a história. Não creio que consiga ganhar o prêmio de “melhor filme”, mas o ator principal tem boas chances de levar como “melhor ator principal”.

 

 

 

Sound of Metal (Título em Português: “O Som do Silêncio”)

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Sound of Metal (Título em Português: “O Som do Silêncio”)

Recebi de um amigo, uma lista dos indicados ao Oscar deste ano, que constava onde tem disponível para assistir, nos canais de streaming, alguns dos indicados. Entre os nomeados para “melhor filme”, vi que tinha este disponível no Amazon Prime Video. Mesmo sem ter nem ouvido falar a respeito, resolvi assistir.

Ruben, ex-viciado em drogas e baterista de uma banda de heavy metal, que tem com a namorada Lou, começa a perder a audição. Quando um médico o informa do seu estado, ele julga ser o fim da sua carreira e da sua vida. Lou o interna numa casa para surdos, na esperança de evitar uma recaída e de o ajudar a se adaptar à nova vida. Após se aceitar como é, Ruben tem que escolher entre o seu novo normal e a vida que conhecia.

O enredo é muito bom, os efeitos sonoros também são bem interessantes, mas o filme poderia ter, facilmente, meia hora a menos, sem prejudicar a história. Não creio que consiga ganhar o prêmio de “melhor filme”, mas o ator principal tem boas chances de levar como “melhor ator principal”.

 

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Uncle frank (Amazon Prime Video)

Uncle Frank

Ao assistir à entrevista com o ator principal do filme, no talk-show de Jimmy Fallon, fiquei muito interessado em assistir ao filme, recém estreado no Amazon Prime.

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 Em 1973, ainda adolescente, Beth deixa a cidade onde nasceu, na zona rural do sul dos EUA, para estudar na Universidade de Nova Iorque, onde o seu amado tio Frank é um conceituado professor de literatura. Beth logo descobre que Frank é gay, e que mora com o seu parceiro de longa data, Wally, fato que ele manteve em segredo por anos.

Após a morte repentina do pai, avô de Beth, Frank é obrigado a voltar a casa para o funeral. Na companhia de Beth, vai finalmente enfrentar um trauma há muito enterrado e de que fugiu durante toda a sua vida adulta.

 Grata surpresa! Filme muito interessante, gostoso de assistir, apesar de ter seus momentos de drama, mas vale pela mensagem que este passa. Recomendo fortemente!

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Borat: Subsequent Moviefilm

Borat: Subsequent Moviefilm

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Não que eu me lembre muito do primeiro filme, mas lembro muito da personagem. Lembro que o filme era altamente bobo e divertido. Quando soube que iriam fazer esta sequência, fiquei muito curioso.

Libertado da prisão por levar vergonha ao seu país, o jornalista Borat (Sacha Baron Cohen) arrisca a vida e a integridade física ao retornar à América, com sua filha de 15 anos, para fazer a entrega de um ‘suborno’ ao regime americano, para obter benefícios à nação do Cazaquistão.

Novamente, uma bobagem atrás da outra, mas com situações muito engraçadas e bizarras. E muito assustador ver o que Rudy Giuliani (antigo prefeito de Nova York e atual advogado de Trump) fez, sem saber que estava sendo filmado!

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Dicas de séries por Raquel Baracat - Fires in Everywhere com Reese Witherspoon e Kerry Washington da Amazon Prime Video

Little Fires Everywhere' aborda racismo e maternidade em trama de mistério

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A presença de Reese Witherspoon repetindo a mãe frenética que, para quem olha de fora, beira o exemplar, é um bom indício. Assim como o drama familiar da HBO, este acompanha um grupo de pessoas num subúrbio americano que trazem esqueletos dentro do armário.

A nova minissérie, produzida pela plataforma Hulu e exibida nos EUA entre março e abril, é uma adaptação do romance homônimo da autora Celeste Ng – no Brasil, foi publicado em 2018 com o título Pequenos incêndios por toda parte, pela Editora Intrínseca. Assim como seus personagens, Celeste, filha de pesquisadores que emigraram de Hong Kong para os EUA nos anos 1960, viveu parte da infância e juventude em Shaker Heights, pequena cidade na região de Cleveland, Ohio.

dizimarem sua invejável casa. Nas cenas, vemos a mãe, Elena (Reese Witherspoon), em choque, o pai, Bill (Joshua Jackson), e os três filhos mais velhos, Lexie (Jade Pettyjohn), Trip (Jordan Elsass) e Moody (Gavin Lewis). Falta a caçula, Izzy (Megan Stott). Um policial logo pergunta aos Richardson onde está a garota. É ela, pelo menos naquele momento, a suspeita de incendiar sua própria casa.

A partir desse início, a narrativa volta quatro meses no tempo, com a chegada de uma família que não parece caber no universo perfeito de Shaker Heights. Mia Warren (Kerry Washington) é uma artista nômade que vive com a filha única, a adolescente Pearl (Lexi Underwood). Em um carro velhíssimo, as duas correm os EUA. Ficam pouco tempo em cada cidade, o período necessário para que Mia realize um trabalho artístico.

SOLAR 

Elena é jornalista, solar, cheia de regras, inclusive de sexo com o marido – somente às quartas e sábados. Seu calcanhar de aquiles é a filha Izzy, que não se encaixa nos conceitos de perfeição da mãe. Mia, por seu lado, não é de fazer amigos. Reserva afeto unicamente para a filha. Vive como quer, sem se preocupar com as regras.

As duas mulheres logo se esbarram. Elena é a proprietária da casa alugada por Mia. Moody, o filho mais afável da jornalista, logo se encanta por Pearl e a menina começa a questionar a mãe. Por que elas têm de se mudar tanto? Por que ela não pode ter uma vida normal? Mia não demora a entrar no universo dos Richardson. Cedendo aos desejos de Pearl, aceita trabalhar na casa da família endinheirada.

Esse é apenas o primeiro episódio de Little fires everywhere, que já mostra muitas fagulhas em cena. Logo fica claro que Mia não suporta Elena e os valores daquela mulher. Também anuncia que a filha problemática dos Richardson vai se conectar com a forasteira. Por meio de sonhos, vemos que a personagem de Kerry Washington traz um grande segredo do passado que vai reverberar na comunidade de Shaker Heights.

As duas protagonistas também são produtoras-executivas da minissérie, que teve quatro dos oito capítulos dirigidos por Lynn Shelton, morta na sexta-feira passada (15) em decorrência de uma doença no sangue não identificada.

As atrizes Reese Witherspoon e Kerry Washington não fazem muito diferente do que estamos acostumados a ver por parte delas. A primeira repete o papel da mulher cheia de vida, por vezes sem noção, que fala sem parar. A outra reprisa as irritantes expressões faciais que se tornaram sua marca registrada desde o sucesso Scandal (2012-2018). Tente sublimar isso, pois a história promete reviravoltas interessantes.

LITTLE FIRES EVERYWHERE

. Com Reese Witherspoon e Kerry Washington

Fonte: https://www.uai.com.br/app/noticia/series-e-tv/2020/05/22/noticias-series-e-tv,258661/little-fires-everywhere-estreia-na-amazon-prime-video.shtml

Dicas de séries por Raquel Baracat - Jamestown (Amazon Prime Vídeo)

Dos produtores de Downton Abbey, chega Jamestown. O drama histórico conta a história dos primeiros colonos britânicos que constroem as fundações para o início do sonho americano.

Escrito por Bill Gallagher (O Paraíso) Jamestown acompanha a fundação do Novo Mundo levada a cabo pelos colonos britânicos, à medida que estabelecem uma comunidade enquanto lutam contra a inóspita mas magnífica paisagem selvagem.

A série decorre em 1690 na Virgínia. Naquele que parece ser o limite do mundo está Jamestown, uma colónia que quase não sobreviveu aos primeiros dez anos, mas que agora se encontra no limiar de uma nova era com a chegada do Governador, Sir George Yeardley. Com ele traz uma carta que concede terras aos primeiros colonos masculinos em recompensa pela sua lealdade.

Com ele chegaram 90 mulheres que servirão de “esposas” dos colonos. Estas mulheres foram transportadas para assegurar a continuidade da colónia. Deixando para trás um passado problemático ou à procura de uma nova vida, estas mulheres juntam-se à colónia em busca de um futuro promissor. À medida que esta sociedade se desenvolve, exploramos tudo o que há de bom e mau sobre a humanidade.

Fonte: https://www.magazine-hd.com/apps/wp/jamestown-nova-serie-criadores-downton-abbey-chega-fox-life/

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Dicas de séries por Raquel Baracat - The Looming Tower (Amazon Prime Video)


Série bem feita, intrigante e que responde como aconteceu o previsível acontecimento infeliz do 11 de Setembro, vale a pena assistir!

Release:

The Looming Tower’ mostra caminho até 11/9

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“Em 11 de setembro de 2001, a Al-Qaeda cometeu o ato terrorista mais espetacular da história, com o ataque ao World Trade Center em Nova York. Cinco anos depois, o jornalista Lawrence Wright mostrou como a organização chegou lá, com a ajuda da falta de cooperação entre o FBI e a CIA. Ele ganhou o Pulitzer com o livro O Vulto das Torres – A Al-Qaeda e o Caminho até o 11/9, publicado pela Companhia das Letras. A história agora chega à televisão na série The Looming Tower, que estreia nesta sexta-feira, 9, na Amazon Prime Video, com um dos 10 episódios lançado a cada semana.

A série tem pedigree: é produzida pelo próprio autor do livro, por Alex Gibney, que ganhou o Oscar por Um Táxi para a Escuridão, e Dan Futterman, roteirista de Capote e Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo. “Não sou muito fã de filmes de desastre. Outros Que falaram disso foram por essa perspectiva”, disse Futterman ao jornal “O Estado de S. Paulo”, em Berlim. “Muito da série não é sobre o 11 de Setembro. Entender como chegamos lá é importante.”

Na adaptação para a televisão, ao lado de pessoas reais, como os agentes do FBI John O’Neill (interpretado por Jeff Daniels) e Ali Soufan (Tahar Rahim), foram criados alguns personagens que combinam vários outros, como Martin Schmidt (Peter Sarsgaard), líder da CIA na Estação Alec, um grupo interagências encarregado de investigações sobre a Al-Qaeda.

Além do livro de Wright, The Looming Tower também incorpora elementos do livro escrito por Soufan, que, na época do 11 de Setembro, era um dos oito agentes do FBI que falavam árabe fluentemente. “Era importante contar a história de um herói americano de verdade, que é muçulmano, imigrante do Líbano e que provavelmente teria muitas dificuldades de conseguir um visto hoje para os EUA”, disse Futterman. “Ele é a pessoa mais patriota que conheço.

Ainda assim, topa com outras que questionam seu sotaque, a cor da sua pele. A islamofobia não é novidade nos Estados Unidos. Tem pelo menos 17 anos, provavelmente mais. Apenas se tornou pior ao longo do último ano. Espero que as pessoas pelo menos aprendam isso: que ele representa o Islã real, e não os terroristas.”

Fonte: https://istoe.com.br/the-looming-tower-mostra-caminho-ate-11-9/