Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Father (Título no Brasil: “Meu Pai”)

The Father (Título no Brasil: “Meu Pai”)

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Filme com elenco oscarizado, e concorreram aos prêmios principais deste ano (filme, ator principal e atriz coadjuvante). Impossível não querer assistir! Ainda mais sendo quem são os artistas principais (gosto de ambos!).

 Sozinho no seu apartamento em Londres, Anthony (Anthony Hopkins) foi sempre um homem independente. Agora, com 81 anos, mostra uma grande resistência em aceitar a proposta de Anne (Olivia Colman), a filha, para ter alguém em casa para te fazer companhia. Para o velho senhor, consentir uma coisa dessas é assumir uma incapacidade que considera não ter. Mas Anne, que em breve se mudará para Paris, precisa saber que o pai não ficará entregue a si mesmo. Nesse processo, Anthony se sente de tal modo pressionado que começa a duvidar de si, de Anne e da própria percepção da realidade.

 

Apesar de poucas cenas fora do apartamento, o filme não fica monótono em nenhum instante, e nos mostra a ‘vida’ pelos olhos (e mente) do senhor que sofre Alzheimer. Muitíssimo bem escrito e interpretado. Recomendo fortemente!

 

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Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

 

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Locked Down

Locked Down

Me tornando repetitivo aqui, mas mais uma vez, assisti a uma entrevista em um talk show, do ator principal falando sobre a estréia do filme. Por ser uma história super recente, sobre um casal no meio do lockdown em Londres, fiquei interessado em assistir. E mais ainda, sabendo que tinha Anne Hathaway no elenco...

 Paxton e Linda (Anne Hathaway) sabem que o confinamento obrigatório devido à pandemia de covid-19 só veio acelerar o inevitável término do seu casamento. Depois de tanto tempo em convivência forçada, todos os problemas se tornaram intransponíveis e eles mal podem esperar pela liberdade que os espera para lá das quatro paredes do apartamento que partilham. Ela tem um cargo de topo em uma empresa de comércio de jóias; ele, devido ao seu registo criminal, se vê obrigado a trabalhos precários como motorista.

Quando ela é incumbida de fazer o inventário da seção de joalharia na famosa Harrod’s, que terá de fechar provisoriamente, percebe que o marido é um dos motoristas escolhidos para fazer o transporte da mercadoria. É então que tem uma ideia aparentemente genial: roubar um diamante com um valor estimado em três milhões de libras, dividir o lucro e seguir cada um o seu caminho.

 

Filme bem sessão da tarde. Leve, até divertido em alguns momentos, e um final agradável. E bom que dá pra nos colocarmos no mesmo sentimento dos protagonistas: “presos” em casa, doidos pra ter a vida de volta ao normal. Vale ver!

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 Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Run (Título em Português: “Fuja”) (Netflix)

Run (Título em Português: “Fuja”)

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Vi uma entrevista com a Sarah Paulson comentando sobre este e me interessei. Depois, uma amiga comentou que gostou, me deixou ainda mais curioso.

 Chloe é uma adolescente que sofre de inúmeras doenças, inclusive paralisia, que a colocou em uma cadeira de rodas. Ela é educada em casa por sua mãe, Diane (Sarah Paulson), e aguarda a carta de resposta da faculdade. No entanto, o comportamento estranho apresentado pela matriarca começa a deixar a jovem desconfiada de que algo está errado. Quando encontra um remédio receitado para a mãe, a jovem passa a questionar tudo o que Diane faz, suspeitando que algo muito mais sinistro está por trás de tudo.

 Tem muitas referências de Stephen King, e um thriller psicológico dos bons. Vale a pena!

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 Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Sérgio

Sergio

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Como gosto muito de filmes biográficos, e lembro da época do atentado que o vitimou, então fiquei muito curioso para assistir. E como sei que Wagner Moura manda bem...

Baseado no livro "O homem que queria salvar o mundo", o filme relata a biografia de Sergio Vieira de Mello (Wagner Moura), diplomata brasileiro das Nações Unidas que morreu em Bagdá, em 2003, durante um bombardeio à sede da ONU local. 

Como nada sabia da história da vida de Sergio, e nem mesmo como exatamente aconteceu o atentado que o matou, foi muito bom para conhecer. E achei muito bem filmado, enredo interessante. Acredito que seja uma boa pedida para os brasileiros, para saberem mais sobre este importante diplomata.

 

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Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Pieces of a woman (Netflix)

Pieces of A Woman

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Mais um dos filmes com alguma indicação ao Oscar (melhor atriz principal), lançado no início do ano, e disponível na Netflix, o que é ótimo. Não sabia de nada sobre este, apenas assisti um preview no canal de streaming.

Martha (Vanessa Kirby) e Sean Carson (Shia LeBeouf) são um casal de Boston prestes a ter uma filha, cujas vidas mudam irrevogavelmente durante um parto domiciliar nas mãos de uma parteira aparentemente insegura, que enfrenta acusações de negligência criminosa. Assim começa um longo ano para Martha, que deve navegar em sua dor enquanto trabalha em relacionamentos turbulentos com seu companheiro, com sua mãe dominadora, e com a parteira publicamente difamada que ela deve enfrentar no tribunal.

Cena inicial, do parto, tem cerca de meia hora, aparentemente sem corte (cena contínua) o que nos deixa respirar de ansiedade. O filme é um pouquinho mais longo do que eu gostaria, mas nada que desagrade. Um enredo bastante intenso. Vale assistir!

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Lost Girls (Título no Brasil: “Lost Girls - Os Crimes de Long Island”)

Lost Girls (Título no Brasil: “Lost Girls - Os Crimes de Long Island”)

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Vi este na lista de filmes da Netflix. Vi que era baseado em fatos reais mas sem saber nada mais a respeito, me interessei, pois gosto de estilo.

Quando a sua filha desaparece, Mari Gilbert, revoltada com o desinteresse e o desleixo da polícia local, começou a fazer barulho com as autoridades e na mídia, formando um grupo com mães, irmãs e amigos de outras vítimas, após a descoberta ocasional dos quatro primeiros cadáveres e o início de uma investigação em grande escala.

 Atuações muito boas, enredo bem feito, mas nada de muito extraordinário. Apesar do tema ser um pouco pesado (descoberta de corpos enterrados há anos na região de Long Island), o filme não é tão dramático (a meu ver). 

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 Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Most Hated Woman in a America (A mulher mais odiada dos Estados Unidos) (Netflix)

The Most Hated Woman in America (Título no Brasil: “A Mulher Mais Odiada dos Estados Unidos”)

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Uma amiga indicou este filme, por ser baseado em fatos reais (que eu tanto gosto), e eu desconhecia por completo.

Na década de 1960, a ativista ateísta e fundadora do American Atheists Madalyn Murray O'Hair decidiu lutar contra a religiosidade de seu país com o objetivo de criar uma sociedade mais laica ao conseguir que a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubasse a obrigatoriedade de orações e a leitura da Bíblia nas escolas públicas. No entanto, este ato político gerou uma verdadeira onda de perseguições e ódio que Madalyn nunca pôde prever.

Achei muito interessante a luta desta mulher em tentar mostrar que o país é laico (assim como todos no mundo deveriam ser), e como isto provocou a ira de pessoas ditas religiosas. Quem gosta do tema, assim como eu, vai gostar!

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 Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Bright (Netflix)

Bright

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Tinha visto na Netflix este filme com Will Smith, e deixei salvo “na minha lista”, para assistir depois. Sempre olhava pra ele, mas não animava em assisti-lo. Algum tempo depois, resolvi encarar.  

 

Em uma Los Angeles futurista, seres humanos convivem em harmonia com seres fantásticos, como fadas, Elfos e Orcs. Mesmo nesse cenário, infrações da lei acontecem e um policial humano (Will Smith) especializado em crimes mágicos é obrigado a trabalhar junto com um orc para evitar que uma poderosa arma caia nas mãos erradas.

 

Apesar do enredo diferente (seres místicos numa cidade real), os efeitos muito bons e tendo Will Smith no elenco, o filme não é lá dos melhores, não. É um filme policial, com perseguições, explosões e muita pancadaria (a maioria em cenas noturnas, o que me incomodou... tudo muito escuro) e só. Nada demais. Pra assistir, quem curte o estilo, quando (e se) passar na TV e não tiver nada melhor pra fazer.

 

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Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.