Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Good House (título no Brasil: “Regresso ao Amor”)

The Good House (título no Brasil: “Regresso ao Amor”)

Estava viajando e fui olhar as opções de filmes. Na seção de lançamentos, eu já tinha assistido a praticamente todos rs. Quando vi que este tinha Sigourney Weaver e Kevin Kline, me animei!

Após um divórcio difícil e alguns meses numa clínica de reabilitação para tentar superar um problema de alcoolismo, Hildy Good (Sigourney Weaver) decide voltar a Wendover (EUA), a pequena cidade onde nasceu, e começar de novo. Lá reencontra Frank Getchell (Kevin Kline), uma antiga paixão do colégio, com quem acaba por se envolver romanticamente. Tudo parece correr bem até Hildy se dar conta que tem ainda muitos traumas por resolver e que, para poder avançar com a sua vida, tem de encontrar coragem para os enfrentar. 

Apesar do tema ser sério (problemas da personagem principal com álcool), o filme é super leve e até divertido (claro, com alguns momentos de mais tensões e dramas). Mas gostei bastante e recomendo!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Women Talking (título no Brasil: “Entre Mulheres”)

Women Talking (título no Brasil: “Entre Mulheres”)

Quando fui assistir “Whale”, passou o trailer deste filme e fiquei muito curioso. Sabia que tinha sido nomeado para o Oscar de ‘melhor filme’. Então, não pude deixar de assistir.

Versão cinematográfica do best-seller homônimo escrito pela canadense Miriam Toews que, por sua vez, se inspira no caso de abusos sexuais contra mulheres e crianças ocorridos entre 2005 e 2009 na Colônia de Manitoba, uma comunidade menonita baseada no cristianismo evangélico, instalada numa zona remota da Bolívia. A história ficciona o debate de um grupo de mulheres que têm de deliberar sobre o destino dos homens da comunidade que, utilizando um forte analgésico usado em animais, as violaram em segredo durante anos. A decisão entre ficar e perdoar o que lhes foi feito; lutar contra crenças religiosas e tradições profundamente enraizadas; ou partir para um mundo desconhecido para o qual não foram preparadas, é difícil e longe de ser consensual.

É um bom filme, mas um tanto “paradão”, pois, como o próprio título original diz, é basicamente sobre um grupo de mulheres conversando, debatendo, tentando chegar num consenso sobre o que fazer com o futuro da sua comunidade. Talvez, para alguns, seja um filme que daqui um tempo, nem se lembre mais, mas vale assistir e conhecer sobre o caso (e perceber o paralelo com o que acontece com muitas mulheres mundo afora).

Vicente Neto

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Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Scream VI (título no Brasil: “Pânico VI”)

Scream VI (título no Brasil: “Pânico VI”)

Depois do último filme ter resgatado a história do primeiro, achei que esse poderia ser também melhor que as sequências (do segundo ao quarto). Sabendo, obviamente, do que se trata o filme e não esperando muita coisa diferente.

Passaram-se décadas desde que a primeira onda de terríveis homicídios assolou a cidade de Woodsboro, na Califórnia, causando o pânico entre os habitantes. Mas quando o pesadelo parecia ser coisa do passado, o psicopata mascarado está de regresso, desta vez se misturando entre os transeuntes de Nova Iorque. 

Me surpreendeu positivamente. Achei que foi melhor que o anterior, e ouso dizer que é o melhor de todos. Sim, é a mesma coisa de sempre (um bando de adolescente morrendo e você suspeita de absolutamente todo o elenco), mas nesse, foi mais surpreendente (pelo menos eu não suspeitei do final). Quem gosta da franquia, vale ver!!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Whale (título no Brasil: “A Baleia”)

The Whale (título no Brasil: “A Baleia”)

Este é um dos filmes que eu estava ansioso para assistir. Desde que li sobre, há alguns meses, não via a hora da estreia nos cinemas.

Com mais de 250 quilos de peso, Charlie (Brendan Fraser) sofre de obesidade mórbida e já há vários anos que se recusa a sair de casa. Professor de inglês numa universidade online, ele dá as suas aulas sempre de câmera desligada para evitar revelar a sua aparência. A única pessoa com quem convive com regularidade é Liz, sua enfermeira e única amiga, que lhe presta os cuidados básicos. Apesar de ter aprendido a lidar com a solidão, há algo que consome Charlie mais do que todo o resto: a culpa de não ter acompanhado o crescimento da filha Ellie, depois de ter abandonado o casamento com Mary para viver um grande amor. Mas agora, decidido a conquistar o afeto da filha, que atravessa um momento particularmente delicado da sua vida, ele se sente finalmente capaz de enfrentar os seus demônios.

Um filme denso! Se passa todo o tempo dentro do apartamento de Charlie e o filme foi propositadamente feito num enquadramento menor do que a tela toda do cinema, para termos a sensação de confinamento. Brendan Fraser está fantástico no papel, e a sua personagem é muito sofrida. Recomendo fortemente, mas tenha em mente que é um filme deprê.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Missing (título no Brasil: “Desaparecida”)

Missing (título no Brasil: “Desaparecida”)

As estreias da semana, aqui, foram bem fracas. Nenhum filme me chamou a atenção. Mas como o “viciado em cinema” queria ir assistir algo, dei uma pesquisada e achei este interessante, mas fui ver sem qualquer espectativa.

Quando Grace decide fazer uma viagem à Colômbia acompanhada pelo seu novo namorado, June, a filha adolescente, aproveita para se divertir o mais possível longe da supervisão dos adultos. Tudo corre como o esperado até o dia em que a garota vai esperar o casal no aeroporto e eles não aparecem. Sem conseguir contactar a mãe de modo algum, entra em pânico e pede ajuda às autoridades. Quando lhe dizem que nada pode ser feito, uma vez que a polícia norte-americana não têm jurisdição naquele país, June tenta uma alternativa que domina particularmente bem: a internet. É assim que, através das redes sociais, esmiúça todos os passos dados pelo casal nos últimos meses. Mas ao fazê-lo, ela vai perceber que, afinal, pouco sabia sobre a própria mãe.

Grata surpresa!! Um dos filmes mais interessantes e surpreendentes que assistir em tempos!

Gostei muito e achei o enredo muito bem elaborado. Podem ir assistir sem medo, que vale a pena!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Im Westen nichts Neues (título no Brasil: “Nada de Novo no Front”)

Im Westen nichts Neues (título no Brasil: “Nada de Novo no Front”)

Vi as inúmeras indicações para prêmios como BAFTA (ganhou alguns vários) e Oscar, então acendeu o alerta de “deve ser um bom filme”. Como estava disponível na Netflix, ainda melhor!

Adaptação ao cinema do romance clássico de Erich Maria Remarque, sobre o destino de um grupo e de jovens alemães durante a Primeira Guerra Mundial entusiasmados pelos discursos patrióticos nas escolas, e que vão enfrentar a desolação e a morte. 

Realmente é um excelente filme, porém um tanto “poético” demais pra mim. É um filme de guerra mesmo (com toda a sua violência), mas achei que tem muitas cenas extras desnecessárias de paisagens, de árvores, etc. O filme, com uns 30 minutos a menos, seria perfeito.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Cerdita (título no Brasil: “Porquinha”)

Cerdita (título no Brasil: “Porquinha”)

Ouvi dizer muito a respeito deste filme espanhol. Vi que foi premiado (e indicado a várias categorias, num festival espanhol) e, por ser um filme de categoria horror, fiquei muito curioso.

Nunca assisti a um filme de terror espanhol.

Sara tem excesso de peso e, por esse motivo, é constantemente atormentada pelos colegas de escola. Nos meses de Verão, com roupas leves ou traje de banho, essa situação piora até aos limites do suportável. Um dia, ao fugir de um grupo de garotas que tiram sarro dela, Sara as vê serem sequestradas por um estranho que as leva num furgão branco e ensanguentado. O seu ressentimento faz com que sinta um certo alívio e, simultaneamente, alguma cumplicidade com o homem que, ao levá-las, a vingou de anos de abusos. Mas quando as autoridades pegam no caso e iniciam as investigações, Sara fica dividida entre dizer o que sabe, salvando as garotas, e manter segredo para proteger o seu “salvador”. Quanto mais tempo ela guarda as informações, mais difícil se torna não ser considerada cúmplice daquele crime.

Não é bem um filme de terror, é mais “sangrento” (risos) e sobre um serial killer, mas gostei bastante do que vi. Por ser um tipo de filme que estamos acostumados a assistir em produções americanas, me surpreendeu positivamente. Bem filmado, um enredo bem particular. Valeu a pena! Só não gostei que não teve um desfecho total. Há algumas perguntas não respondidas, mas nada que tenha estragado o todo.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.

Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Ant-Man and the Wasp: Quantumania (título no Brasil: “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”)

Ant-Man and the Wasp: Quantumania (título no Brasil: “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”)

Mais um filme da franquia, e sendo um filme da Marvel, fico animado, apesar do “pé atrás” por ter achado o Ant-Man anterior um tanto bobo.

Scott Lang (Paul Rudd) era um homem comum até ter sido desafiado pelo misterioso Dr. Hank ym (Michael Douglas) para uma experiência extraordinária. Com um uniforme especial que lhe proporcionava a capacidade de diminuir em escala e, simultaneamente, aumentar em força,

Scott se transformou no Homem-Formiga. Esse super-herói, para além de ser capaz de adotar o tamanho e vigor proporcional de um pequeno inseto, contava ainda com uma aliança de peso: as formigas. Depois de muitas aventuras em que teve um papel fundamental na luta contra o mal, ele e Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), também conhecida por Vespa, se vêem transportados para o reino quântico subatômico, onde terão que enfrentar um inimigo de peso: Kang, o Conquistador.

Segue a mesma linha do anterior: piadinhas mais infanto-juvenil. Os efeitos, obviamente, são sensacionais. Mas nada além disso. Um pouco de mais do mesmo.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em DVD. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.