Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Weapons (título no Brasil: “A Hora do Mal”)

Weapons (título no Brasil: “A Hora do Mal”)

Quando assisti ao trailer, fiquei muito curioso! Achei a ideia muito boa e nem consegui imaginar o que realmente poderia acontecer no filme, e qual a explicação para o fato principal (desaparecimento de algumas crianças). Depois que vi que este filme foi um dos dois filmes que receberam “100%” no ‘Rotten Tomatoes’, a curiosidade aumentou ainda mais!

De um dia para o outro, um grupo de crianças, 17 dos 18 alunos da professora Justine Gandy (Julia Garner), desaparecem sem deixarem rasto exatamente à mesma hora. Por que é que isto aconteceu? Por que é que só uma criança ficou para trás? São estas as perguntas a que a própria, os familiares dos alunos e o resto da comunidade em que se inserem terão de responder neste filme de terror e mistério.

Gostei bastante! Não imaginava o que seria o motivo para o tal desaparecimento, e gostei do jeito que a história foi contada (mostra o ponto de vista de cada personagem importante). Não tem cenas de sustos, típicas desse tipo de filme, e isso ganhou mais pontos comigo! Quem gosta do estilo “suspense/terror”, é obrigatório!

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

Engenheiro que, desde pequeno, é apaixonado por cinema. Procura assistir a todos os filmes possíveis na telona e, se deixa escapar, assiste em streaming. Costuma sempre ver o lado bom de cada filme que assiste, mesmo se este não agradar muito. Suas críticas são praticamente uma conversa entre amigos, comentando do filme que assistiu.


Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Den Stygge Stesøsteren (título em português: “A Meia-Irmã Feia”)

Den Stygge Stesøsteren (título em Português: “A Meia-Irmã Feia”)

Fiquei sabendo deste filme pelo trailer, quando fui assistir a algum outro filme. Achei a ideia interessante, mas não sabia muito se seria um filme que me agradaria. Vi, depois, que tinha boas críticas, então animei em ir assisti-lo.

Num lugar onde a beleza física dita o destino das mulheres, Elvira, uma garota insegura com a aparência, sonha conquistar o coração do príncipe Julian. Mas para ser a sua preferida no grande baile, ela terá de competir com a beleza de Agnes, a sua meia-irmã. Entre manipulações, rituais grotescos e uma competição feroz pela perfeição física que implica operações plásticas terríveis, Elvira embarca numa jornada marcada pela obsessão e pela dor, mas também pela possibilidade de redenção.

Grata surpresa! Me surpreendeu positivamente. Achei muito bem interpretado, muito bem feito, e o enredo bem legal. Há algumas cenas meio fortes, como de suas “operações plásticas”, mas nada que já não tivesse visto em outros filmes. Vale muito conferir!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Dracula: A Love Tale (título no Brasil: “Drácula: Uma História de Amor Eterno”)

Dracula: A Love Tale (título no Brasil: “Drácula: Uma História de Amor Eterno”)

Nem estava sabendo da existência deste filme, quando vi uma propagranda na TV. Vi que era direção de Luc Besson, e sobre Drácula, um assunto que me atrai. Fiquei curioso, apesar de achar estranho não ter tido muito alarde a respeito...

Nesta versão de Luc Besson, reencontramos o príncipe Vladimir que, após a trágica morte de Elisabeta no século XV, o grande amor da sua existência, renuncia a Deus e é transformado no Conde Drácula, uma criatura imortal, sanguinária e desprovida de compaixão. Ao chegar a Inglaterra, já no século XIX, ele reconhece a sua amada encarnada numa jovem londrina. Esse encontro reacende nele o amor e a esperança, tornando-o capaz de tudo para a tornar sua.

O que eu temia: ser um filme meio sem graça. E é. Como é mais focado na história de amor entre o vampiro e sua eterna noiva, o filme fica meio chato... não é ruim, e é muitíssimo bem feito, mas não era muito o que eu esperava e achei meio monótono, mesmo tendo Christoph Waltz no elenco, de quem sou fã. Quem gosta do tema, sugiro esperar sair em algum streaming.

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Naked Gun (título no Brasil: “Corra que a Polícia Vem Aí!”)

The Naked Gun (título no Brasil: “Corra que a Polícia Vem Aí!”)

Qualquer pessoa que foi criança/adolescente nos anos 1980/90 lembra dos filmes dessa franquia. Podia não gostar, achar bobo, mas assistiu. Rs Eu, como adorava “besteirois”, gostava desses filmes. Os primeiros, melhor. No terceiro, já estava enjoado. Quando soube que teria essa “continuação”, como Liam Neeson, fiquei sinceramente achando que deveria ser péssimo. Ou algo forçado demais. Mas a curiosidade me levou ao cinema. rs

Entre 1982 e 1994, Leslie Nielsen foi o detetive-sargento Frank Drebin, inapto mas bem-intencionado, sempre dado a acidentes, muitos deles por ele criados. Tudo começou na televisão, na série paródica “Police Squad”, e depois continuou pelos três filmes “Corra que a Polícia Vem Aí!”. Transformou Nielsen, até então um ator sério com uma cara a condizer, capaz de dizer as maiores absurdidades sem denunciar no rosto a intenção humorística, numa estrela da comédia. Chega agora uma nova versão, na verdade uma continuação, com Liam Neeson no papel de Frank Drebin Jr., filho do protagonista original.

Sabe que me surpreendeu positivamente e me agradou!? Sim, é exatamente do mesmo jeito/estilo dos filmes com Leslie Nielsen, mas ficou muito divertido! Muitos absurdos, besteiras aleatórias que me divertiu bastante. Valeu a pena ter assistido! Se quer dar risada, corra pro cinema!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Bring Her Back (título no Brasil: “Faça Ela Voltar”)

Bring Her Back (título no Brasil: “Faça Ela Voltar”)

Fui ao cinema para assistir a um outro filme, mas bem na minha sessão, houve um problema técnico e não teve a projeção. Então, me ofereceram assistir a qualquer outro filme naquele cinema e escolhi este, sem saber absolutamente nada (única coisa que fiz foi ver qual nota tinha no IMDb e era uma nota acima de 7). Então, arrisquei!

O filme centra-se num rapaz de 17 anos e a sua meia-irmã com deficiência visual que encontram o pai morto no chuveiro. São enviados para uma mãe de acolhimento, uma estranha mulher que também toma conta de um garoto mudo, isto enquanto faz o luto da filha cega que morreu afogada na piscina da casa onde mora. Cedo descobrem que há muito de estranho a se passar por ali, incluindo um assustador ritual do oculto.

Não seria um filme que eu escolheria assistir num dia normal (já cansei desse estilo de filmes), mas foi uma grata surpresa! Dentro do que se propõe, é um bom filme. As atuações estão excelentes (destaque para Ollie, o garoto mudo). Gostei, apesar de umas cenas “apelativas” de sangue e tal, mas nada que já não tivéssemos visto em filmes desse gênero. Pra que gosta, prato cheio. 

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: The Fantastic Four: First Steps (título no Brasil: “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”)

The Fantastic Four: First Steps (título no Brasil: “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”)

Quando criança, gostava muito de assistir aos desenhos do Quarteto Fantástico. Era bastante fã! Os outros filmes que fizeram destes super-heróis, não me empolgaram muito, na época. Não os achei tão interessantes. Este, por este motivo, estava com um pouco de receio, mas fui conferir.

 

Na Terra-828, uma variação do planeta Terra no multiverso que existe num ambiente retrofuturista inspirado pela década de 1960, vive o Quarteto Fantástico, uma equipe de super-heróis. São eles: Reed Richards (Pedro Pascal), ou Senhor Fantástico, que consegue esticar qualquer parte do seu corpo; a sua esposa, Sue Storm (Vanessa Kirby), a Mulher Invisível, que tem o dom da invisibilidade e está grávida; Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach), ou Coisa, o melhor amigo de Reed que era astronauta e foi transformado num ser com pele de pedra de cor de laranja; e Johnny Storm (Joseph Quinn), Tocha Humana, irmão de Sue que consegue voar e controlar o fogo. Juntos terão de enfrentar um deus espacial, Galactus e a Surfista Prateada, que querem destruir o planeta.

 

Achei bom! O visual retrô é muito legal, deu um ar diferente ao filme e o deixou mais “real” que os anteriores. O enredo é o típico filme de heróis, mas foi um bom divertimento. Não é muito longo, então não tem as enrolações costumeiras rs. Quem gosta do estilo, vale assistir!!

Vicente Neto

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Superman

Superman

Sou uma pessoa que assistiu muito os filmes do Superman, desde os anos 1980, e sempre gostei. Sempre parecidos, mas com o passar do tempo, foram ficando mais “sérios” do que filmes de super-heróis, parecendo mais filmes policiais do que fantasia. Quando soube que haviam feito mais um filme deste herói, a curiosidade falou alto, apesar de achar que não poderiam fazer nada de diferente. 


O Super-Homem é agora uma figura controversa. Enquanto muitos o vêem como um símbolo de esperança e proteção contra ameaças, outros o consideram uma força perigosa que tem de ser controlada. Neste filme, ele tenta conciliar a sua origem kryptoniana com a educação humana que recebeu em Smallville, enfrentando desafios que colocam à prova os seus valores e a sua missão como defensor da Terra.


Sim, é um pouco diferente dos primeiros filmes com Christopher Reeve, mas achei este mais “bobinho” do que esperava. Um pouco ‘Sessão da Tarde’ demais para o meu gosto. É muito bem feito, bem atuado, mas não traz nada de impressionante ou extraordinário, infelizmente. É um bom passatempo, mas nada além disso.

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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Crítica de cinema por Vicente Neto - Filme: Jurassic World: Rebirth (título no Brasil: “Jurassic World: Recomeço”)

Jurassic World: Rebirth (título no Brasil: “Jurassic World: Recomeço”)

Quando assisti ao último filme da franquia, me arrependi e disse a mim mesmo que não assistira a nenhum outro filme, mas quando soube deste filme, e assisti ao trailer, achei que poderia ser diferente, pois me remeteu mais para o primeiro do que para os últimos. E o elenco, sendo totalmente novo, me pareceu que poderia também, apresentar coisas novas e diferentes...




Cinco anos após o caos que alterou para sempre o curso da história em “Jurassic World: Domínio”, os dinossauros foram confinados a um local bem distante e inacessível. Agora, com o objetivo de desenvolver um medicamento revolucionário capaz de salvar milhões de vidas, Zora Bennett (Scarlett Johansson) é escolhida para liderar uma missão de alto risco, acompanhada pelo prestigiado paleontólogo Dr. Henry Loomis e pelo especialista em sobrevivência Duncan Kincaid (Mahershala Ali). 

A expedição os leva à Ilha Saint-Hubert – outrora centro de pesquisa da InGen e berço do lendário Jurassic Park – onde deverão recolher DNA das três maiores criaturas pré-históricas alguma vez conhecidas. Mas nada os poderia preparar para o que estavam prestes a enfrentar.

Apesar de não ser tão fraco quanto o último, não é assim tão melhor. Muitos clichês, diálogos fracos e você sabe exatamente quem vai morrer e quem não vai. E também sabe como vai ser o final. Fico chateado de pensar que mentes tão grandes como Spielberg (produtor) insistam em fazer algo tão “sem sal” assim. Acho que a molecada, que não tem na memória o comecinho da franquia, deve gostar. E valeu muito pelos excelentes efeitos visuais. Mas só. 

Vicente Neto

Coluna Crítica de Cinema

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